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Reuters/Amanda Perobelli/ Direitos Reservados

Covid-19: Brasil tem 406,4 mil mortes e 14,7 milhões de casos

Por Redação

01 de maio de 2021 : 20h32

O número de pessoas recuperadas totalizou mais de 13,2 milhões

Publicado em 01/05/2021 – 19:39

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Agência Brasil — O número de mortes por covid-19 chegou a 406.437 no Brasil. Nas últimas 24 horas, foram perdidas mais 2.656 vidas para a doença, de acordo com o boletim de hoje (1º) do Ministério da Saúde. Ontem (30), o balanço diário marcava 403.781 óbitos. Há ainda 3.629 mortes em investigação pelas equipes de saúde.

O total de pessoas infectadas desde o início da pandemia totalizou 14.725.975. Entre ontem e hoje, foram registrados 66.964 novos diagnósticos positivos de covid-19.

O número de pessoas recuperadas totalizou 13.242.665. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.076.873.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras eles tendem a ser maiores já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim-de-semana.

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (96.941), Rio de Janeiro (44.619), Minas Gerais (34.036), Rio Grande do Sul (25.086) e Paraná (22.557). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.513), Acre (1.534), Amapá (1.549), Tocantins (2.559) e Alagoas (4.240).

Vacinação

Até a tarde deste sábado, já foram distribuídas 64,3 milhões de doses de vacinas para todos os estados. Deste total, foram aplicadas 42,9 milhões de doses, sendo 29,2 milhões da primeira dose e 13,6 milhões da segunda dose.

Hoje, o Ministério da Saúde começou a distribuir 6,9 milhões de doses que foram entregues ontem pelos laboratórios. São 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

No total, neste fim de semana estão sendo disponibilizadas 10,9 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19, incluindo as 4 milhões importadas por intermédio do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Edição: Claudia Felczak

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1 comentário

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Helder

02 de maio de 2021 às 09h35

Planos de Saúde: O tsunami vem aí;

A expectativa é de um aumento enorme nos valores das mensalidades, e quanto mais demora a vacinação maior o caos.

O cara doente de covid -19 e na UTI, ele morre ou escapa. Se morre, o plano de saúde assume o “prejuízo”, mas só temporariamente. Se escapa, tem as sequelas que precisarão de cuidadas a posteriores.

Tanto num caso como no outro, o plano tem um “prejuízo” imediato ou a médio prazo.

Em qualquer que seja a situação, os “prejuízos” serão repassados para os consumidores. Ou seja, em época de pós-pandemia o preço das mensalidades dos planos tendem a aumentar além de um porcentual razoável, tanto quanto mais durar a pandemia ou o processo de vacinação. No Brasil de Bolsonaro, não temos um horizonte nem mesmo para o fim do processo de vacinação.

Diante desse passo, pense num aumento substancial (100%) no preço das mensalidades.

Minha filha esteve a alguns anos atrás internada numa UTI da Unimed -Recife por aproximadamente uma semana, mas era filiada à UNIMED Fortaleza. Lembro-me de ter olhado para a conta: superior a cem mil reais. Quando voltamos para Fortaleza eu continuei pagando por mais seis meses a mesma mensalidade, e no ano seguinte ocorreu um aumento.
Mas, estávamos em tempos normais e eu tive condições de aguentar este aumento na mensalidade.

Fico imaginando como vai ser agora, que pago R$ 1.000,00, mesmo já tendo tomado a segunda dosagem da vacina (coronavac), com possibilidades de escapar de um entubamento caríssimo.

O governo precisa fabricar e doar dinheiro para evitar a quebradeira geral dos planos de saúde, até por falta de cliente.

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