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Tripulação da Artemis II vivencia eclipse solar total do espaço

Em um espetáculo cósmico raramente presenciado por olhos humanos, a tripulação da missão Artemis II da NASA teve a oportunidade única de observar um eclipse solar total a partir de uma posição privilegiada, a apenas alguns milhares de milhas acima da lua. Enquanto a maioria das pessoas na Terra testemunha eclipses solares em momentos fugazes […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 08/04/2026 07:06

Em um espetáculo cósmico raramente presenciado por olhos humanos, a tripulação da missão Artemis II da NASA teve a oportunidade única de observar um eclipse solar total a partir de uma posição privilegiada, a apenas alguns milhares de milhas acima da lua. Enquanto a maioria das pessoas na Terra testemunha eclipses solares em momentos fugazes de totalidade, os astronautas da Artemis II, a bordo da espaçonave Orion, experimentaram uma visão prolongada e sem precedentes desse fenômeno celestial.

O astronauta Victor Glover, da NASA, descreveu a experiência para o Controle da Missão, destacando o brilho da Terra no espaço e chamando a lua de «uma esfera negra». Este evento extraordinário durou impressionantes 57 minutos, contrastando com os poucos minutos de totalidade que os observadores terrestres costumam vivenciar. A missão, que lançou em 1º de abril, culminou em cerca de seis horas de intensas observações científicas da lua antes do início do eclipse total.

Durante a totalidade, os astronautas, incluindo Reid Wiseman, Christina Koch e Jeremy Hansen da Agência Espacial Canadense, observaram a majestosa coroa solar e procuraram por características coronais como plumas que podem iluminar a atividade do campo magnético do sol. Eles também buscaram sinais de poeira lunar erguida, uma prioridade para futuras explorações da superfície lunar, dado o potencial perigo que representa para humanos e máquinas.

Além disso, a equipe teve a oportunidade de vislumbrar planetas como Vênus, Marte, Saturno e Mercúrio, bem como uma variedade de constelações. Embora houvesse esperança de avistar o Cometa C/2026 A1 durante o eclipse, ele não sobreviveu à sua aproximação ao sol em 4 de abril. A experiência, apesar de durar mais do que um eclipse terrestre, eventualmente chegou ao fim, com o sol ressurgindo no horizonte lunar, primeiro revelando sua coroa esvoaçante e depois o esplendor de seu disco radiante.

Segundo o Scientific American, as observações feitas pela tripulação da Artemis II oferecem insights valiosos e inusitados sobre os fenômenos solares e lunares, ampliando o entendimento humano do espaço e preparando o terreno para futuras missões de exploração.

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