A Síria assumiu o controle total de todas as bases militares anteriormente ocupadas por forças dos EUA no país.
Essa ação conclui a retirada americana que se estendia desde 2014 e consolida a integração de combatentes curdos às estruturas estatais nacionais.
O presidente sírio Ahmed al-Sharaa recebeu em Damasco os principais líderes das Forças Democráticas da Síria.
O comandante militar Mazloum Abdi e a chefe política Ilham Ahmad participaram do encontro que formalizou a transição das instalações.
A transferência ocorreu em plena coordenação com os EUA após o encontro entre al-Sharaa e o presidente Donald Trump.
Esse relacionamento permitiu que o processo se desenrolasse de forma ordenada, sem vácuos de poder.
O acordo firmado em janeiro entre Damasco e a SDF definiu a integração dos combatentes curdos ao exército nacional sírio.
O controle sobre passagens de fronteira e instituições civis nas regiões do norte e leste também foi transferido integralmente para o governo central.
A SDF governava extensas áreas do norte e leste da Síria com apoio tácito dos EUA durante anos.
A nova realidade alterou de forma profunda as condições que sustentavam a presença militar americana no território sírio.
A Síria aderiu à coalizão internacional contra o Estado Islâmico, o que removeu a principal justificativa que Washington utilizava para manter tropas no país de maneira prolongada.
A retirada final de soldados e equipamentos da base aérea de Qasrak, no nordeste da governadoria de Hasakah, foi concluída com sucesso.
A operação utilizou a rota pela Jordânia para minimizar riscos durante o deslocamento.
O Ministério das Relações Exteriores da Síria celebrou o fim completo da transferência das bases.
Conforme detalhou o portal Al Jazeera, o órgão afirmou que a medida reflete os esforços para unificar o país sob uma única autoridade estatal.
Regiões de fronteira e o nordeste, que operavam fora do controle de Damasco durante longo período, agora se encontram plenamente incorporadas ao Estado sírio.
Essa unificação fortalece a soberania sobre todo o território nacional de forma concreta.
A integração das Forças Democráticas da Síria ao exército regular contribui para a coesão interna após anos de fragmentação.
O processo reduz riscos de instabilidade e consolida o comando centralizado sobre as forças de segurança.
Analistas destacam que a coordenação entre Damasco e Washington evitou confrontos desnecessários durante a retirada.
O sucesso da transição demonstra a capacidade do governo sírio de recuperar o controle efetivo sobre áreas estratégicas.
A restauração da autoridade estatal em todo o território representa marco importante para a reconstrução nacional.
O controle das antigas bases reforça a posição da Síria diante dos desafios regionais atuais.
Com informações de aljazeera.com.
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Celio Fazendeiro
16/04/2026
Ah, mas é cada uma! Enquanto a gente aqui tá preocupado em desbravar e progredir, esses gringos ficam de lenga-lenga no deserto. Tomara que a Síria saiba o que fazer com essas bases, porque nós sabemos bem como usar nossa terra: plantando e colhendo!
Rubens O Pescador
16/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil, a gente só quer saber de ter comida na mesa e emprego garantido, como nos tempos do Lula. Lembro bem quando o feijão tava barato e o povo conseguia encher o carrinho no mercado sem desespero. Vamos torcer pra que as coisas melhorem por aqui também!
Lurdinha Deus Acima de Todos
16/04/2026
Gente, isso é um sinal dos tempos! 🙏 Os americanos saindo e a Síria tomando conta, é o fim dos tempos que a Bíblia já dizia! Vamos orar e ficar atentos, porque nunca se sabe quando as igrejas vão ser fechadas! 😱🇧🇷🙏