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China avança com terapias celulares e pressiona farmacêuticas ocidentais no tratamento do Parkinson

10 Comentários🗣️🔥 Médicos chineses avaliam paciente com dispositivo na cabeça, em ambiente hospitalar. (Foto: scmp.com) A indústria farmacêutica chinesa acelera o desenvolvimento de tratamentos para a doença de Parkinson em um mercado global que atinge 16 bilhões de dólares. Empresas do país investem em terapias com células do próprio paciente e em produtos celulares prontos […]

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Médicos chineses avaliam paciente com dispositivo na cabeça, em ambiente hospitalar. (Foto: scmp.com)

A indústria farmacêutica chinesa acelera o desenvolvimento de tratamentos para a doença de Parkinson em um mercado global que atinge 16 bilhões de dólares.

Empresas do país investem em terapias com células do próprio paciente e em produtos celulares prontos para uso. Elas também avançam em terapias genéticas e em tecnologias não invasivas baseadas em ultrassom.

De acordo com o South China Morning Post, essas iniciativas buscam reduzir a dependência histórica de soluções desenvolvidas por laboratórios dos Estados Unidos e da Europa.

A UniXell Biotechnology, startup sediada em Xangai e fundada em 2021, obteve autorização para ensaios clínicos na China em 2024. A empresa iniciou testes nos Estados Unidos em 2025 com o candidato UX-DA001.

Essa terapia de células-tronco autólogas visa substituir neurônios produtores de dopamina destruídos pela doença. O tratamento busca restaurar funções motoras e aliviar sintomas sem cirurgias invasivas.

A UniXell captou mais de 300 milhões de yuans, o equivalente a 44 milhões de dólares, em rodadas de séries A e A-plus. Fundos estatais, capital de risco e o grupo Tasly Pharmaceutical participaram dos investimentos.

A Chongqing Haifu Medical Technology desenvolve ultrassom focalizado de alta intensidade para estimular áreas específicas do cérebro. A técnica elimina a necessidade de abrir o crânio e reduz riscos e tempo de recuperação.

Os laboratórios ocidentais dominam há décadas o mercado de medicamentos para o sistema nervoso central. Suas patentes concentram-se principalmente em tratamentos que controlam sintomas em vez de reparar danos neurológicos.

O governo chinês apoia a biotecnologia com políticas voltadas à pesquisa e à produção nacional de medicamentos avançados. Essa linha de ação busca fortalecer a capacidade científica interna e diminuir a dependência de importações.

Os ensaios em andamento testam a segurança e a eficácia dessas novas abordagens. Resultados positivos podem permitir a aprovação regulatória e a entrada comercial das terapias chinesas em diferentes países.

Com informações de SCMP.


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Augusto Silva

19/04/2026

Enquanto o Ocidente ainda discute patentes e margens de lucro, a China já está entregando resultados concretos em biotecnologia. É o mesmo filme de sempre: eles investem pesado em pesquisa, enquanto aqui a turma prefere cortar orçamento de ciência e posar de liberal. Depois reclamam que “a China domina tudo”. Ora, quem planta desmonte, colhe dependência.

Carlos A. Mendes

19/04/2026

Interessante ver a China avançando tão rápido nessa área. Enquanto o Ocidente fica preso a burocracias e lobby das farmacêuticas, eles correm atrás de resultado prático. Tomara que o foco seja realmente o tratamento das pessoas, não só o lucro.

Zizi

19/04/2026

Olha só, meninos mal-educados do mercado, a China mostrando que investir em ciência e saúde pública dá resultado! Enquanto o Ocidente se ajoelha pras farmacêuticas e seus lucros, os chineses avançam com pesquisa séria e acessível. É isso que acontece quando o Estado prioriza o bem-estar do povo, e não o bolso dos acionistas.

Evelyn Olavo

19/04/2026

Interessante ver a China avançando tão rápido nessa área. Enquanto o Ocidente ainda debate regulações e custos, eles já estão testando em pacientes reais. Se der certo, pode mudar completamente o mercado e o acesso a tratamentos de ponta.

Miriam

19/04/2026

Enquanto o Ocidente ainda debate protocolos e regulação, a China vai lá e entrega resultado prático. É o tipo de eficiência que me interessa: menos discurso, mais pesquisa aplicada. Se as agências conseguirem garantir segurança, ótimo — o resto é ruído político.

Silvia D.

19/04/2026

É animador ver a ciência avançando nesse nível, ainda mais em uma área tão desafiadora como o Parkinson. Quanto mais países investirem em pesquisa e inovação, melhor para todos os pacientes. Que esse movimento estimule também o fortalecimento da pesquisa pública e o acesso universal a esses tratamentos, inclusive pelo SUS.

Francisco de Assis

19/04/2026

Rapaz, olha aí a China botando pra quebrar na ciência enquanto o Ocidente fica preso nos lucros das farmacêuticas. É o mundo mudando o eixo do poder, meu amigo. O Brasil tem que seguir firme nessa trilha soberana de investir em tecnologia e saúde pública, porque depender dos gringos é coisa de gente alienada da cabeça.

Mariana Ambiental

19/04/2026

Enquanto o Ocidente fica preso à lógica do lucro das big pharma, a China investe pesado em pesquisa pública e biotecnologia aplicada. É curioso ver como, quando o Estado direciona recursos para a saúde e não para acionistas, a inovação floresce. O medo das farmacêuticas ocidentais é justamente esse: perder o monopólio sobre a doença.

Karina Libertária

19/04/2026

Olha, impressionante ver a China correndo atrás disso, mas sinceramente, não confio nesses tratamentos made in China. Aqui em Miami a gente vê o quanto a inovação verdadeira vem do free market e não de Estado empurrando pesquisa. O pessoal devia pensar em investir fora, em empresas sérias, em vez de ficar acreditando em milagre socialista.

    Renato Professor

    19/04/2026

    Karina, o curioso é que boa parte das terapias que você chama de “milagre socialista” nasceram de pesquisa pública, inclusive nos EUA. O mercado livre adora colher os frutos do investimento estatal — só não gosta de admitir de onde veio a semente.


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