O assessor do líder supremo da República Islâmica do Irã para assuntos internacionais, Ali Akbar Velayati, advertiu que qualquer ato de hostilidade contra o país poderá desencadear uma reação em cadeia de consequências imprevisíveis.
A declaração foi publicada na rede social X. Ela ocorre em meio à escalada de tensões no Golfo Pérsico e ao bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos sobre os portos iranianos.
Velayati, que também atuou como ministro das Relações Exteriores, destacou que o controle das rotas marítimas estratégicas — como o estreito de Ormuz — pertence aos países da região. Potências externas não possuem legitimidade para interferir nesses corredores vitais para o comércio global de petróleo.
O conselheiro iraniano criticou o encontro em Paris entre o presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer sobre a liberdade de navegação no estreito de Ormuz. Ele classificou a reunião como um espetáculo ridículo.
Velayati elogiou a postura independente adotada pela Espanha diante das pressões de Washington. Madri recusou-se a autorizar o uso de suas bases e espaço aéreo em operações contra o Irã.
O chanceler espanhol José Manuel Albares reafirmou que o país não se envolverá em ações que possam agravar o conflito no Golfo Pérsico. A Espanha também descartou qualquer participação da OTAN em ofensiva contra Teerã.
Segundo o portal RT, as forças dos Estados Unidos iniciaram um bloqueio total ao tráfego marítimo nos portos iranianos. Após breve reabertura, o Irã restabeleceu o controle militar sobre o estreito de Ormuz.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que o estreito permanecerá fechado até que Washington suspenda completamente a operação. Qualquer navio que se aproximar da área será considerado colaborador do inimigo e poderá ser atacado.
O estreito de Ormuz é rota estratégica por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial. Qualquer interrupção nesse corredor gera impacto direto no mercado energético global.
O presidente Donald Trump declarou que Teerã não conseguirá chantagear Washington com decisões sobre o tráfego marítimo. Ele manteve o discurso de pressão máxima contra o Irã.
O alerta de Velayati se insere no contexto de crescente tensão entre o Irã e potências ocidentais, que intensificam sanções, bloqueios e tentativas de isolamento diplomático contra Teerã. Para o Irã, a defesa do estreito de Ormuz constitui questão de soberania nacional, e a presença militar dos EUA na região é vista como fator de instabilidade permanente no Oriente Médio.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Zizi
19/04/2026
Esses meninos mal-educados que brincam de guerra parecem não entender que o mundo real não é joguinho de computador. Cada bomba lançada traz dor e desespero para o povo, nunca para os poderosos. O Brasil, graças a Deus e à diplomacia do Lula, segue mostrando que diálogo é o único caminho possível.
Miriam
19/04/2026
Mais uma vez o mundo brincando de roleta russa diplomática. Enquanto uns inflamam discursos, quem trabalha na ponta sabe que cada faísca dessas vira montanha de papelada e crise humanitária. Precisamos de serenidade, não de bravatas.
Lurdinha Deus Acima de Todos
19/04/2026
Gente, isso é o fim dos tempos mesmo 😱🙏! Essas nações ficam se cutucando e quem paga o preço é o povo inocente. Que Deus tenha misericórdia e proteja todos nós, porque o mundo tá virando um barril de pólvora, viu! 🇧🇷🙏🇺🇸
Clarice Historiadora
19/04/2026
Lurdinha, o “fim dos tempos” é o discurso que os poderosos adoram pra gente aceitar calada o caos que eles mesmos criam. O barril de pólvora tem dono, e geralmente ele fala inglês e vende armas.
Eduardo C.
19/04/2026
Quando um país fala em “reação em cadeia imprevisível”, o alerta é matematicamente claro: a escalada pode crescer em progressão geométrica. Antes de qualquer impulso bélico, seria bom todos lembrarem que cada ação tem um custo — e ele pode ser bem mais alto do que se imagina.
Rubens O Pescador
19/04/2026
O mundo tá um barril de pólvora e tem gente brincando de fósforo. Lembro que nos tempos do Lula o Brasil falava com todo mundo, fazia ponte em vez de muro. Hoje é só bravata e alinhamento cego com os gringos, aí o povo paga a conta de novo.
Francisco de Assis
19/04/2026
O mundo tá num barril de pólvora e tem gente ainda achando que guerra resolve algo. Essa tensão no Oriente Médio é fruto de décadas de imperialismo e manipulação. O Brasil, com Lula, mostra que dá pra ser soberano e dialogar sem se ajoelhar pra ninguém — isso sim é caminho de paz e respeito entre os povos.
Jeferson da Silva
19/04/2026
O mundo tá um barril de pólvora e quem paga a conta, como sempre, é o trabalhador. Enquanto os poderosos brincam de guerra, tem gente nas fábricas ralando pra sustentar família com salário apertado. Devia ter mais diplomacia e menos bravata, porque quem morre nunca é o general, é o povo.
Alice T.
19/04/2026
Engraçado como o Ocidente vive bancando o justiceiro global, mas quando outros países avisam que vão reagir, aí é “ameaça à paz mundial”. Ninguém lembra que os EUA têm base militar em tudo que é canto e seguem vendendo armas pra todo lado. Hipocrisia geopolítica nível hard.
Fernando O.
19/04/2026
É impressionante como o mundo parece brincar com pólvora perto de um barril aberto. O Irã não é santo, mas também não é um alvo fácil. Quem acha que dá pra apertar um botão e resolver tudo com “força” tá viajando — geopolítica se mede com cálculo, não com bravata.
Adalberto Livre
19/04/2026
ISSO É O QUE DÁ NESSE MUNDO DOMINADO PELO COMUNISMO E PELOS GLOBALISTA!!! TODO MUNDO SE METE EM TUDO E DEPOIS FICA SURPRESO QUANDO DÁ RUIM!!! SE CADA UM CUIDASSE DO SEU PAÍS E PARASSE DE PASSAR A MÃO NA CABEÇA DE DITADURA, NÃO TINHA ESSAS AMEAÇAS!!!
Augusto Silva
19/04/2026
Adalberto, comunismo e globalismo num mesmo pacote é tipo misturar feijoada com milkshake: não faz sentido e ainda dá azia. O que está pegando aqui é disputa geopolítica e petróleo, não o fantasma vermelho da sua imaginação.