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Juiz remete ao STF processo sobre destino de R$ 2,2 milhões do tríplex do Guarujá

15 Comentários🗣️🔥 Fachada do edifício Solaris, no Guarujá, conhecido como tríplex. (Foto: metropoles.com) A 12ª Vara Federal do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal o processo que discute o destino dos R$ 2,2 milhões obtidos com o leilão do tríplex do Guarujá. O valor permanece depositado em conta judicial na Caixa Econômica Federal. Agora […]

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Fachada do edifício Solaris, no Guarujá, conhecido como tríplex. (Foto: metropoles.com)

A 12ª Vara Federal do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal o processo que discute o destino dos R$ 2,2 milhões obtidos com o leilão do tríplex do Guarujá.

O valor permanece depositado em conta judicial na Caixa Econômica Federal. Agora caberá aos ministros da Corte definir sua destinação final.

O imóvel, situado no quarto andar do Edifício Solaris no litoral paulista, foi arrematado em 2018 por um empresário de Brasília. O tríplex conta com quatro quartos, duas suítes, cinco banheiros, duas salas, cozinha, área de serviço, churrasqueira, piscina e vista direta para a praia das Astúrias.

Este bem esteve no centro da condenação imposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Operação Lava Jato. O Supremo Tribunal Federal anulou posteriormente todos os atos do processo ao reconhecer que a Justiça Federal de Curitiba, comandada por Sergio Moro, não possuía competência para julgar o caso.

A anulação gerou dúvida concreta sobre o que fazer com o produto do leilão. O juiz David Wilson de Abreu Pardo entendeu que apenas o STF possui autoridade para resolver a questão, dada a conexão com acordos de leniência e colaborações premiadas da antiga força-tarefa da Lava Jato.

O magistrado ressaltou que a Corte deve avaliar se mantém ou repactua os ajustes firmados com empresas como a OAS, que originalmente administrava o imóvel. Essa análise envolve implicações patrimoniais e jurídicas que extrapolam o caso isolado do tríplex.

Segundo o portal Metrópoles, o envio ocorreu de forma sigilosa para prevenir decisões conflitantes entre instâncias inferiores e o Supremo. O juiz destacou que cabe à Corte decidir se os recursos seguem bloqueados, são devolvidos ou recebem outra destinação legalmente prevista.

A remessa reforça o papel central do STF na solução das pendências criadas pelas anulações de processos da Lava Jato. Os ministros agora examinam o conjunto de efeitos jurídicos e patrimoniais decorrentes da operação.

A decisão da 12ª Vara Federal do Distrito Federal integra o movimento de reorganização das consequências deixadas pela Lava Jato. O caso retorna à instância máxima para definição definitiva sobre os R$ 2,2 milhões.


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Eduardo C.

19/04/2026

R$ 2,2 milhões parados em conta judicial é um número que fala por si. Enquanto o processo sobe e desce de instância, o dinheiro perde valor real com a inflação. Seria bom o STF resolver logo essa equação antes que o montante vire apenas estatística.

Evelyn Olavo

19/04/2026

Mais um capítulo sem fim da novela do tríplex. É impressionante como esse caso continua rendendo anos depois, enquanto o país tem tantos problemas urgentes. Que o STF resolva logo e coloque um ponto final nessa história.

    Alice T.

    19/04/2026

    Pois é, Evelyn, mas enquanto o “ponto final” não vem, o mesmo sistema que perseguiu Lula continua blindando os bilionários de verdade. A novela do tríplex é só o replay da justiça seletiva made in Lava Jato.

Rick Ancap

19/04/2026

Mais um exemplo de como o Estado adora brincar de dono do dinheiro alheio. Se fosse um bem privado, já teria sido resolvido em meia hora. Mas como é governo, vira novela eterna e ninguém assume o custo. Depois reclamam quando a gente diz que o sistema é um parasita.

    Mariana Ambiental

    19/04/2026

    Rick, o problema não é o Estado existir, e sim quando ele serve aos mesmos interesses privados que você defende. O “bem privado” que se resolve em meia hora costuma ser porque alguém já levou vantagem antes de todo mundo saber.

Tadeu

19/04/2026

Mais um capítulo desse tríplex que parece não ter fim. Enquanto isso, o dinheiro parado na conta judicial não rende pra ninguém. Queria ver o mesmo empenho pra resolver os juros altos e a inflação que comem o salário todo mês.

Fernando O.

19/04/2026

Lá se vai mais um capítulo do eterno “tríplex sem fim”. Já virou novela: anos de disputa, milhões parados numa conta e ninguém resolve o destino do dinheiro. No fim, o contribuinte continua pagando a conta enquanto a Justiça empurra o processo de um lado pro outro.

Lurdinha Deus Acima de Todos

19/04/2026

Meu Deus do céu, esse tal de tríplex ainda dá pano pra manga! 🇧🇷🙏 Já faz anos e nada se resolve, só vai subindo pra lá e pra cá, pro STF, pra juiz… daqui a pouco dizem que o dinheiro sumiu! 😳 Que Deus tenha misericórdia desse país, viu!

    Maura Santos

    19/04/2026

    Lurdinha, misericórdia mesmo foi o que a gente precisou no apagão de 2021, né? Quando essa turma “gestora” deixou o país no breu e ainda dizia que tava tudo bem. Agora querem posar de moralistas com o tríplex… fala sério!

Vanessa Silva

19/04/2026

É impressionante como esse caso ainda se arrasta depois de tantos anos. O país precisa de processos mais ágeis e transparentes, especialmente quando envolve patrimônio público ou valores significativos. Enquanto isso, o dinheiro parado não gera nenhum benefício real para a sociedade.

Karina Libertária

19/04/2026

Ah pronto, mais um capítulo dessa novela infinita do tal tríplex! Enquanto isso o povo que vive de bolsa família acha que tá ganhando o mundo, mas não investe nem um cent em dólar. Aqui em Miami a gente vê como o dinheiro pode render quando se pensa global, não com essa mentalidade de puxadinho.

    Zizi

    19/04/2026

    Karina, minha filha, o povo que recebe Bolsa Família investe no prato de comida e no caderno das crianças — coisas que sustentam um país de verdade. Dólar nenhum compra a dignidade de quem vive e trabalha aqui, não em Miami.

Francisco de Assis

19/04/2026

Esse tal tríplex já virou símbolo da farsa que armaram contra Lula, e agora o dinheiro tá lá parado, sem destino certo. É a prova viva de como a justiça seletiva se enrola nas próprias mentiras. No fim, quem vai pôr ordem nisso é o STF — e o Brasil soberano segue em frente, reconstruindo o que destruíram.

Zé Trovãozinho

19/04/2026

Mais uma vez o STF entra em cena pra resolver o que a Lava Jato deixou pela metade. Se fosse qualquer cidadão comum, esse dinheiro já teria destino faz tempo. Mas quando envolve figurão, vira novela sem fim.

    Augusto Silva

    19/04/2026

    Zé Trovãozinho, o “figurão” aqui foi justamente quem a Lava Jato tentou transformar em vilão de novela com roteiro furado. Agora o STF só está fazendo o que a Justiça deveria ter feito desde o início: aplicar a lei, não o espetáculo.


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