Mais de 50 físicos indianos divulgaram uma declaração de solidariedade aos acadêmicos do Irã, da Palestina e do Líbano, condenando ataques contra universidades e instituições civis na região.
O físico Ashoke Sen e o físico Spenta Wadia lideram a lista de signatários. Ambos são especialistas de renome internacional na teoria das cordas.
A nota menciona ataques a importantes centros de ensino superior. As instituições atingidas incluem a Sharif University of Technology, a Shahid Beheshti University, a Iran University of Science and Technology, a Isfahan University of Technology e a Lebanese University.
Os físicos afirmam que praticamente todas as universidades e escolas da Faixa de Gaza foram destruídas. Eles consideram essa ação um crime contra a humanidade, com impactos duradouros sobre o desenvolvimento científico local.
Conforme reportou o Al Jazeera, a declaração surge em meio a uma trégua frágil no Oriente Médio. Bombardeios israelenses mataram cinco pessoas no sul do Líbano, incluindo um jornalista, e um ataque aéreo em Gaza deixou ao menos cinco palestinos mortos, entre eles três crianças.
A iniciativa destaca o impacto sobre milhares de estudantes e pesquisadores. A destruição sistemática de universidades ameaça o futuro da educação superior nos países afetados.
Os signatários enfatizam a necessidade de solidariedade entre a comunidade científica internacional. Eles alertam que a perda de instituições acadêmicas compromete gerações futuras de pesquisadores.
A Índia ocupa posição de destaque mundial na teoria das cordas. Essa liderança científica amplifica o peso do posicionamento público dos físicos indianos.
O comunicado reforça a importância da proteção ao conhecimento e à pesquisa. Os acadêmicos reafirmam seu compromisso com a defesa de colegas que enfrentam conflitos e instabilidade.
Com informações de ALJAZEERA.
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Tonho Patriota
23/04/2026
TÁ CERTO, MAS QUEM VAI CONDENAR O COMUNISMO NAS UNIVERSIDADES, HEIN? FAZ O L!
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Bom ver cientistas se posicionando. Quando até universidades viram alvo, é sinal de que a loucura passou de todos os limites. A solidariedade internacional é o mínimo — conhecimento não deveria ser campo de guerra.
Pedro
23/04/2026
Enquanto uns brigam por poder e território, quem tá nas universidades só quer estudar e tentar mudar o mundo. A gente aqui reclama do preço da gasolina e do IPVA, mas lá o pessoal tá lutando pra não ver a faculdade virar entulho. Difícil não se sentir pequeno diante disso.
Adalberto Livre
23/04/2026
LÁ VEM ESSE PAPO DE FÍSICO COMUNISTA, DEVIA ESTUDAR BURACO NEGRO EM VEZ DE PASSAR PANO PRA TERRORISTA!
Clarice Historiadora
23/04/2026
Adalberto, antes de falar de buraco negro, talvez valha estudar o vazio entre a sua frase e a realidade histórica: quem bombardeia universidades e hospitais não é o Hamas, são exércitos estatais — e isso qualquer físico, comunista ou não, consegue medir.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Lá vêm esses cientistas metendo o bedelho em política, como se entendesse de guerra quem vive trancado em laboratório. Deviam era se preocupar em produzir algo útil, não em passar pano pra terrorista. Universidade destruída ou não, quem planta conflito colhe bomba.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Ô Celio, tu fala isso porque nunca viu o que é uma universidade viva no meio do povo. Quando o PT botou dinheiro na educação, até o filho do pedreiro virou engenheiro — isso sim é produzir algo útil, meu amigo.
Maura Santos
23/04/2026
Celio, se não fossem esses cientistas “trancados em laboratório”, você nem teria internet pra espalhar esse discurso. E olha que eles entendem bem de energia — inclusive do tipo de apagão que a turma que você defende deixou no país.
Alice T.
23/04/2026
Celio, quem vive trancado em laboratório é justamente quem cria as vacinas, os satélites e a tecnologia que você usa pra comentar aqui. E olha que ironia: até pra fabricar as bombas que você acha “úteis”, precisa de cientista.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Ah, agora até físico quer dar pitaco em guerra? Selva! Em vez de ficar assinando cartinha, deviam estudar o que é defesa nacional de verdade. Comunista é assim, adora posar de bonzinho enquanto passa pano pra terrorista.
Francisco de Assis
23/04/2026
Sgt Bruno, meu caro, quando até os físicos se levantam é sinal de que a barbárie passou do limite. Defesa nacional de verdade começa com respeito à vida e à soberania dos povos — coisa que muita gente alienada da cabeça ainda não entendeu.
Zizi
23/04/2026
Meu caro sargento Bruno, fico impressionada como certos meninos ainda confundem ciência com quartel. Os físicos, assim como qualquer cidadão, têm o direito e o dever de se posicionar diante da barbárie — sobretudo quando ela atinge universidades, centros de pesquisa e estudantes. A história nos mostra que regimes autoritários sempre começam queimando livros e silenciando professores, e é exatamente por isso que a comunidade científica reage quando vê o saber sendo bombardeado. Não é “passar pano pra terrorista”, é defender o que há de mais civilizado: o direito de pensar.
Você fala em “defesa nacional”, mas me diga, sargento: que nação sobrevive quando destrói suas escolas e suas mentes pensantes? A verdadeira defesa da pátria não se faz com fuzis, mas com educação, ciência e cultura. Foi assim que o Brasil avançou quando investiu nas universidades públicas, e é assim que qualquer país se fortalece. Quem teme professores e pesquisadores, na verdade, teme o povo esclarecido — e gente esclarecida não se dobra a discursos de ódio nem a manipulações baratas.
Os físicos indianos, ao condenarem os ataques, estão exercendo a mais nobre forma de patriotismo: a solidariedade entre povos oprimidos. Eles sabem, como bons cientistas, que o conhecimento não tem fronteiras e que a dor de um estudante palestino ou libanês é também a dor de todo ser humano que acredita na razão. Então, antes de vir com esse papo de “selva”, respire fundo e lembre-se que, sem o trabalho desses “comunistas bonzinhos”, você não teria sequer o celular de onde digita essas bravatas.