Novas avaliações de inteligência dos Estados Unidos indicam que o Irã preserva uma parte substancial de suas capacidades militares, contrariando o discurso oficial de Washington. Teerã mantém cerca de metade de sua capacidade de mísseis balísticos e sistemas de lançamento intactos, segundo a CBS News.
Aproximadamente 60% do componente naval do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica segue operacional. Essas embarcações rápidas de ataque mantêm papel estratégico no estreito de Ormuz.
A força aérea iraniana conserva cerca de dois terços de sua estrutura funcional. Três funcionários norte-americanos envolvidos nas avaliações repassaram os dados sobre a real situação militar.
Donald Trump e o secretário de Defesa Pete Hegseth declararam a eliminação da marinha, da força aérea e da liderança iraniana. Os relatórios internos apresentam um quadro radicalmente distinto do discurso oficial divulgado pela Casa Branca.
O diretor da Agência de Inteligência de Defesa, tenente-general James Adams, reconheceu que o Irã ainda possui milhares de mísseis e drones de ataque. Adams encaminhou o documento ao Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Representantes.
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, insistiu que a ofensiva foi um sucesso. Parnell afirmou que mais de 13 mil alvos iranianos foram atingidos e que 92% dos grandes navios da marinha foram destruídos.
Trump anunciou a prorrogação do cessar-fogo alegando divisões internas no governo iraniano. A agência Tasnim informou que Teerã não solicitou a extensão do acordo.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, declarou que Teerã decidiu se afastar das negociações previstas em Islamabad. Baghaei apontou as ações contraditórias dos Estados Unidos como razão para a decisão iraniana.
As estimativas internas destacam a manutenção de capacidade de resposta significativa pela República Islâmica. Essa resiliência se sustenta na indústria militar nacional e na experiência acumulada em décadas de resistência à pressão imperialista.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
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Zizi
23/04/2026
Ah, meus caros, lá vêm novamente os meninos mal-educados de Washington com suas “revelações” sobre o Irã, como se o mundo fosse o quintal deles. Desde os tempos da Guerra Fria, os Estados Unidos tratam qualquer país que ouse não se ajoelhar diante de sua hegemonia como ameaça global. Agora, descobrem que o Irã ainda tem metade de sua capacidade de mísseis — e fazem disso um escândalo. Ora, o que esperavam? Que um povo inteiro, cercado por sanções e ameaças, entregasse suas defesas de bandeja? A história mostra que quem é constantemente ameaçado aprende a se proteger.
O que me impressiona é a hipocrisia dessa narrativa. Os EUA têm o maior arsenal nuclear do planeta, sustentam bases militares em todos os continentes, mas se dizem “preocupados” com a segurança mundial quando outro país tenta garantir sua própria soberania. É o mesmo discurso que usaram para invadir o Iraque, lembram? Fabricaram relatórios, mentiram sobre armas de destruição em massa e depois deixaram o país em ruínas. Agora, a tática é parecida: pintar o Irã como vilão para justificar mais sanções e mais controle sobre o Oriente Médio.
Enquanto isso, a imprensa ocidental repete o script sem questionar as contradições. Poucos lembram que o Irã, apesar de suas tensões internas, é um dos países que mais resistem à dominação econômica e militar dos Estados Unidos e seus aliados. E é justamente essa resistência que incomoda. No fundo, não se trata de mísseis, mas de independência — e o império não tolera quem ousa ser independente.
O povo iraniano, assim como o nosso, sabe o preço de manter a cabeça erguida diante dos poderosos. E é por isso que precisamos olhar para essas notícias com senso histórico e espírito crítico. Não é o Irã que ameaça a paz mundial — é a arrogância de quem se acha dono dela.
Luciana
23/04/2026
Olha, sinceramente, isso aí é coisa de lá pra lá. Aqui o povo tá preocupado é com o preço do gás e do arroz, não com míssil do outro lado do mundo. Enquanto eles brigam por poder, a gente briga pra fechar o mês sem estourar o cartão.
Miriam
23/04/2026
Mais uma vez, os EUA parecem surpresos com algo que qualquer analista atento já sabia. Política externa baseada em suposições e propaganda não ajuda ninguém — só atrapalha a diplomacia e aumenta a histeria.
Eduardo C.
23/04/2026
Metade da capacidade ainda é muita coisa, principalmente num arsenal desse porte. Antes de qualquer conclusão, quero ver números concretos: quantos mísseis, qual alcance, qual taxa de operação? Sem isso, é só retórica travestida de análise.
Tadeu
23/04/2026
Sinceramente, isso aí não muda nada pra gente aqui. Enquanto o dólar e a inflação continuarem mexendo no bolso, pouco importa se o Irã tem metade ou o dobro dos mísseis. Política externa é barulho, o que pesa mesmo é o preço do arroz e o rendimento das aplicações.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Vish, isso aí é o prenúncio do fim dos tempos, minha gente! 🇧🇷🙏🇺🇸
Mariana Ambiental
23/04/2026
Calma, Lurdinha! O fim dos tempos mesmo é ver o planeta sendo torrado pelo lucro fácil do petróleo e da guerra — e o povo achando que é profecia, não política.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
E ainda tem gente que acha que sanção resolve alguma coisa. Esses ai do Irã continuam armados até os dentes enquanto o resto do mundo finge surpresa. Era óbvio que não iam desmontar nada, só conversa pra inglês ver.
Renato Professor
23/04/2026
Celio, sanção é instrumento político, não mágica. Quando aplicada sem mediação econômica solidária e sem compreender as redes produtivas locais, apenas reforça o nacionalismo e a autossuficiência militar — exatamente o oposto do que se pretendia.
Pedro
23/04/2026
Enquanto isso, aqui a gente segue tentando preservar metade do tanque de gasolina até o fim do dia. Falam de mísseis e estratégias, mas a guerra que eu vejo é pra manter o carro rodando com o preço do combustível lá em cima.
Fernando O.
23/04/2026
Mais uma prova de que o discurso dos EUA sobre “enfraquecer” o Irã era mais propaganda do que fato. Os números mostram que Teerã continua com poder de dissuasão relevante. O pessoal que acredita cegamente nas versões de Washington precisa começar a olhar os dados com mais frieza.
Adalberto Livre
23/04/2026
E O COMUNISMO NÃO FAZ MÍSSIL, NÉ? DEPOIS QUEREM CULPAR OS EUA!
Alice T.
23/04/2026
Adalberto, comunismo nem existe mais em país que faça míssil, mas os EUA seguem torrando trilhões em guerra e chamando isso de “defesa”. Hipocrisia com selo Made in Capitalism.