As unidades de conservação brasileiras oferecem atualmente roteiros de ecoturismo direcionados ao acesso a grandes quedas d’água. As rotas estruturadas em diferentes biomas do país variam em nível de dificuldade e distância para os visitantes. Na Bahia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina organiza a visitação à Cachoeira da Fumaça, que atinge 380 metros de altura.
O trajeto até o topo da queda baiana soma 6 quilômetros a partir do Vale do Capão e exige preparo físico prévio. Em Minas Gerais, o Parque Natural Municipal do Tabuleiro gerencia o acesso a uma cachoeira de 273 metros. A estrutura em Conceição do Mato Dentro conta com duas rotas principais, direcionadas à parte superior e ao poço da base.
Na região Centro-Oeste, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães mantém um mirante para a observação da Cachoeira Véu de Noiva. O regulamento deste destino em Mato Grosso proíbe o banho dos visitantes na área principal, que registra 86 metros de queda. A infraestrutura de ecoturismo com foco em grandes dimensões também está presente na região Sul do país.
Complexos turísticos na região Sul
No Paraná, o Parque Nacional do Iguaçu direciona o fluxo de turistas por passarelas para a observação das 275 quedas d’água do complexo. O caminho principal conduz os visitantes até os pontos de observação da Garganta do Diabo. O inventário estrutural das unidades de conservação apresenta as seguintes dimensões das principais quedas citadas:
- Salto do Yucumã: 1.800 metros de extensão no Parque Estadual do Turvo, no Rio Grande do Sul.
- Cachoeira da Fumaça: 380 metros de queda no Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia.
- Cataratas do Iguaçu: 275 quedas simultâneas no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná.
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