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Tensões no Oriente Médio aceleram avanço do yuan e a estratégia de Xi Jinping

30 Comentários🗣️🔥 O presidente chinês Xi Jinping aplaude durante um evento oficial. (Foto: actualidad.rt.com) As tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã e as incertezas no estreito de Ormuz estão promovendo maior uso das plataformas de pagamento chinesas. Uma análise repercutida pelo portal RT indica que o yuan vem ganhando terreno como alternativa ao dólar […]

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O presidente chinês Xi Jinping aplaude durante um evento oficial. (Foto: actualidad.rt.com)

As tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã e as incertezas no estreito de Ormuz estão promovendo maior uso das plataformas de pagamento chinesas. Uma análise repercutida pelo portal RT indica que o yuan vem ganhando terreno como alternativa ao dólar norte-americano.

O estudo do The Economist detalha o aumento no emprego das infraestruturas chinesas, tanto tradicionais quanto digitais. Esse impulso ganhou força nas últimas semanas em meio ao agravamento das tensões geopolíticas.

O presidente da China, Xi Jinping, defende que o país deve contar com uma moeda de projeção internacional. O yuan ainda não desafia plenamente o dólar, mas registra progressos consistentes em contextos de instabilidade.

O analista Josh Lipsky, do Atlantic Council, analisou os dados recentes do sistema CIPS. O volume diário atingiu cerca de 920 bilhões de yuans em março, o que equivale a 134 bilhões de dólares.

Esse montante supera a média diária de 680 bilhões de yuans observada no ano anterior. No início de abril, o sistema ultrapassou a marca de 1,2 trilhão de yuans, ou cerca de 175 bilhões de dólares.

Lipsky observa que as novas regras de flexibilização do CIPS, implementadas em fevereiro, contribuíram para o crescimento. O contexto das tensões no Oriente Médio acelerou a busca por alternativas ao sistema dominado pelos Estados Unidos.

Os bancos chineses registraram forte atividade em operações transfronteiriças durante março. As instituições realizaram compras e vendas de ativos no valor de 712 bilhões de dólares, crescimento de 40% ante a média mensal de 2025.

A fatia do yuan nas transações internacionais da China superou 56%. Esse índice revela avanço expressivo após longo período de estagnação na participação da moeda.

A política monetária de Pequim favorece o uso do yuan no exterior. O Banco Popular da China fixou sua taxa básica em 1,4%, mais de dois pontos abaixo da taxa dos Estados Unidos.

O yuan representa mais de 8% do financiamento comercial global, de acordo com dados da rede SWIFT. O dólar ainda responde por mais de 80% das operações, mas a diversificação ganha força em momentos de crise.

As autoridades chinesas veem o avanço do yuan como elemento de maior autonomia financeira. As tensões no estreito de Ormuz expõem os riscos da dependência excessiva do dólar.

Esse movimento se conecta aos esforços para ampliar o uso de moedas nacionais no comércio internacional. O cenário atual oferece à China a oportunidade de consolidar sua posição em um ambiente financeiro mais diversificado.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: China amplia influência no Oriente Médio ao se diferenciar da postura belicista dos EUA contra o Irã


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Fernando O.

25/04/2026

Engraçado que enquanto os bolsonaristas seguem delirando na maionese com teorias conspiratórias, os números mostram que a diversificação cambial no Oriente Médio é pragmatismo puro. Com o yuan ganhando espaço nas transações de energia, o dólar perde o monopólio por uma questão óbvia de risco sistêmico. Não é ideologia, é matemática financeira aplicada à geopolítica real.

Vanessa Silva

25/04/2026

É fascinante ver o pragmatismo chinês ocupando espaços deixados pela instabilidade global através de um planejamento de longo prazo. Para o desenvolvimento das nossas cidades, essa diversificação de meios de pagamento é essencial para garantir o fluxo de insumos e o comércio internacional sem sobressaltos. Menos ideologia e mais estratégia logística é o que realmente faz as engrenagens urbanas e econômicas girarem com eficiência.

Tadeu

25/04/2026

Xi Jinping comemorando e eu aqui tentando entender se isso vai finalmente baixar o dólar ou se é só mais desculpa pra inflação subir. No fim do dia, o que importa é se o meu CDB vai bater a meta ou se vou ter que ver meu patrimônio derreter por causa de briga no Oriente Médio. Geopolítica não paga meus dividendos.

Tonho Patriota

25/04/2026

TUDO CULPA DO COMUNISMO CHINES QUE O LULA APOIA PRA ACABAR COM O DOLAR E ROUBAR NOSSO NIOBIO POR ISSO QUE A TERRA E PLANA E NINGUEM VE FAZ O L

Miriam

25/04/2026

É uma transição previsível e estritamente técnica diante da instabilidade nas rotas comerciais. Enquanto se perde tempo com discussões histéricas sobre ideologia, o pragmatismo exige que os sistemas de pagamento funcionem para garantir a continuidade das operações. A estabilidade institucional depende dessa diversificação logística e financeira.

Francisco de Assis

25/04/2026

Enquanto essa gente alienada da cabeça segue batendo continência para o Tio Sam, o mundo real gira para o Oriente e enterra a hegemonia do dólar de vez. É a soberania multipolar se impondo e o Brasil de Lula, com inteligência e altivez, ocupando seu lugar de destaque nesse novo tabuleiro global. O choro é livre para os entreguistas, mas o futuro do desenvolvimento nacional agora fala diversas línguas e não aceita mais cabresto.

Silvia D.

25/04/2026

Enquanto o mundo se perde em conflitos que só geram crises humanitárias, é pragmático observar como essas mudanças econômicas fortalecem novos eixos de poder. Como médica, sei que a estabilidade global é fundamental para a ciência e para o abastecimento de insumos básicos. Menos negacionismo geopolítico e mais racionalidade sobre o papel real da China hoje seriam bem-vindos.

Marcos Conservador

25/04/2026

Isso é o prenúncio do fim dos tempos, a marca da besta se consolidando através desse dinheiro sem Deus da China comunista. Estão entregando o mundo nas mãos de Xi Jinping enquanto o Ocidente cristão dorme. O anticristo usa a economia para escravizar as nações, abram os olhos antes que seja tarde demais!

Zé Trovãozinho

25/04/2026

Enquanto o STF persegue o povo, o desgoverno entrega tudo para a ditadura chinesa. Daqui a pouco o Brasil vira uma Venezuela ou uma Cuba do Norte de vez. É o plano do comunismo mundial, faz o L agora!

Sgt Bruno 🇧🇷

25/04/2026

Selva! Esse papo de yuan é mais uma narrativa de comunistas na lata de lixo querendo enganar o povo enquanto a ditadura chinesa avança. Enquanto os generais melancias não fazem nada, o mundo livre corre perigo com essa estratégia do Xi Jinping. Brasil acima de tudo!

Pedro

25/04/2026

Enquanto esse povo decide se usa dólar ou yuan, a única certeza que eu tenho é que o litro da gasolina vai subir de novo na próxima semana. É sempre a mesma história, a gente se mata de rodar na rua e no fim do mês o lucro fica todo no posto ou no boleto do IPVA. Para quem está no volante o dia todo, essa briga lá fora só significa que o nosso sufoco aqui vai continuar o mesmo.

Maura Santos

25/04/2026

Engraçado ver os patriotas de fachada desesperados com o avanço do yuan enquanto defendem o sucateamento de tudo que é nosso. Essa galera que critica investimento público é a mesma que nos deixou no escuro no Amapá e agora em SP, provando que o negócio deles é só o apagão da inteligência. O mundo está mudando e eles continuam presos no século passado passando vergonha.

Beto Engenheiro

25/04/2026

Enquanto o dólar patina nessa confusão do Oriente Médio, a China vai ocupando espaço com investimento pesado que a gente vê na prática. Se o yuan forte significar mais aporte em ferrovia e porto aqui no Brasil, sou totalmente a favor. O que o país precisa é de canteiro de obras e menos conversa fiada.

Carlos A. Mendes

25/04/2026

Como contador, vejo que o pragmatismo chinês está ganhando o jogo enquanto o Ocidente se desgasta em conflitos sem fim. Se o dólar continua sendo usado como ferramenta de pressão política, é natural que o mercado busque alternativas mais estáveis para o comércio global. No fim das contas, o que importa é o que funciona na planilha, e a China está sabendo ocupar esse espaço.

Luciana

25/04/2026

Enquanto esse pessoal briga por poder lá fora, eu só quero saber se o preço do frete e das compras pro meu comércio vai parar de subir. Se a moeda da vez é o yuan ou o dólar tanto faz, o que me importa é o preço do gás e do feijão no final do mês, porque o boleto não espera a política se decidir.

Rick Ancap

25/04/2026

Tudo lixo estatal, o yuan é papel higiênico de ditadura e quem comemora isso é analfabeto econômico.

    Zizi

    25/04/2026

    Rick, meu caro menino mal-educado, como é triste ver um jovem tão cheio de certezas vazias e tão pouca leitura de mundo. Senta aqui um pouquinho, deixa a professora Zizi te explicar o que os seus manuais de economia de internet não contam. Chamar a segunda maior economia do planeta, que tirou 800 milhões de pessoas da miséria com planejamento e seriedade, de lixo estatal é não entender absolutamente nada sobre soberania e pragmatismo geopolítico. Enquanto você se apega a dogmas de quem nunca pisou num chão de fábrica, o mundo real está mudando o eixo de poder. O yuan não é apenas uma moeda, é o símbolo de uma nova ordem multipolar que se cansou de ser refém das sanções unilaterais de quem acha que é dono do mundo. É o que chamamos de diplomacia ativa e altiva, algo que o nosso presidente Lula, com toda sua sabedoria e amor ao povo, retomou com maestria para colocar o Brasil de volta no mapa das grandes decisões globais.

    Você fala em analfabetismo econômico, mas parece ignorar que até os aliados mais próximos dos Estados Unidos já estão fazendo acordos de swap cambial e utilizando a moeda chinesa para garantir estabilidade diante da volatilidade do dólar. A história é uma roda, meu bem, e o ciclo do domínio absoluto do ocidente está encontrando limites na realidade concreta da infraestrutura e da produção asiática. Quando o Brasil, sob a liderança do Lula, assina acordos para transacionar em moedas locais, ele está protegendo o nosso produtor e garantindo que o preço do arroz e do feijão na mesa do brasileiro não dependa exclusivamente do humor de especuladores de Nova York. Estude um pouco sobre o sistema de Bretton Woods e como ele está sendo questionado agora pelo Sul Global; talvez assim você pare de repetir frases prontas e comece a entender que o futuro é plural e menos dependente de tutelas estrangeiras. Melhore esses modos e abra um livro de história de verdade antes de vir aqui passar essa vergonha, viu? Um abraço da professora.

Rubens O Pescador

25/04/2026

O povo fica aí perdendo o sono com o dólar e o chinês, mas no meu tempo de guri a gente sabia que o que importava era o preço do diesel e a picanha no fogo. Naquela época do PT eu troquei de trator e via o vizinho com a despensa cheia, coisa que essa direita fofoqueira finge que esqueceu enquanto defende patrão. O que me interessa é comida no bucho e dinheiro sobrando, o resto é conversa fiada de quem nunca pegou numa enxada pra saber o que é vida boa de verdade.

Evelyn Olavo

25/04/2026

A ascensão do yuan é o destino manifesto de uma Eurásia que finalmente despertou para a farsa do petrodólar. Xi Jinping opera em uma frequência que a mediocridade ocidental jamais alcançará, guiando o mundo para uma nova ordem natural e multipolar. É puro realismo geopolítico para quem realmente tem capacidade de processar a verdade absoluta dos fatos.

Renato Professor

25/04/2026

É hilário constatar a obtusidade da extrema-direita, que em sua miopia ideológica ignora as transformações estruturais do sistema financeiro global sob a égide de Pequim. Enquanto esses diletantes se apegam a um fetichismo anacrônico pelo dólar, a ascensão do yuan demonstra a eficácia empírica da cooperação estratégica, validando os pressupostos científicos que defendemos na economia solidária contra o caos metafísico do mercado. O colapso da hegemonia unipolar é uma inevitabilidade sistêmica que a ignorância militante teima em não processar.

Celio Fazendeiro

25/04/2026

Nao me importa essa moeda ai desde que paguem bem pela nossa soja e carne pq o agro é que carrega o Brasil nas costas. O que atrapalha o progresso é esse bando de indio folgado e essa floresta inutil que tinha era que ser tudo derrubada pra plantar mais. Enquanto vcs discute oriente medio nois quer é lucrar e passar o trator por cima de quem entrar na frente.

Lurdinha Deus Acima de Todos

25/04/2026

Esse tal de Iuã é o dinheiro do comunismo pra fechar as igrejas e tirar o nosso dólar, o apocalipse está chegando povo de bem!!! 🇧🇷🙏🇺🇸

Eduardo C.

25/04/2026

Os dados apresentados são insuficientes para uma conclusão definitiva sobre a substituição do dólar. Qual é o percentual exato de crescimento do yuan nas liquidações de energia no último trimestre em comparação ao sistema SWIFT? Sem fontes numéricas precisas e uma análise de variância estatística, essa projeção de avanço estratégico carece de rigor matemático.

Karina Libertária

25/04/2026

Quanta fake news desse blog, o dólar é a única moeda que importa e quem acredita em yuan é muito loser. Enquanto vocês sustentam vagabundo com bolsa família, eu faço meu investmenting pesado aqui em Miami pra me proteger desse comunismo. Tem que ser muito out of the context pra achar que a China vai mandar no mundo, talkei?

    Jeferson da Silva

    25/04/2026

    Escuta aqui, ô madame de condomínio: enquanto você brinca de ser investidora em Miami com o suor alheio, a China tá comprando o mundo e garantindo indústria de verdade, coisa que o seu capitão destruiu por aqui. Sai dessa bolha do talkei e vem sentir o cheiro da graxa no chão de fábrica antes de mugir sobre economia, porque quem sustenta o país é o peão e não especulador que tem medo de comunismo debaixo da cama. No ABC a gente sabe que o mundo real não dá a mínima para o seu sotaque fake enquanto a política que você defende só serve pra precarizar o prato de comida do trabalhador.

    Clarice Historiadora

    25/04/2026

    Karina, seu investmenting em Miami é o sintoma clássico da síndrome de vira-lata que Hans-Joachim Von Pappen descreve em A Diáspora do Capital Especulativo, obra que detalha como o rentismo tacanho ignora a transição geoeconômica irreversível para o petroyuan. Enquanto você se acha out of the context, a história te atropela com a solidez de uma hegemonia asiática que não depende de meme de internet, talkei?

    Alice T.

    25/04/2026

    Amada, enquanto você faz seu investmenting em Miami, a China já ultrapassou os EUA em PIB por paridade de poder de compra e o BRICS agora responde por 37% do PIB global, superando o G7. Ficar presa no dólar com os EUA batendo 34 trilhões de dívida pública é que é o verdadeiro suco de out of the context, talkei? Menos ideologia e mais realidade estatística, por favor.

Adalberto Livre

25/04/2026

ESE XI JIMPINGE E UM COMUNISA SAFADO QUERENDO ACABA COM O DOLAR!!!! O BRAZIL VAI VIRA UMA CHINA SE A GENTE NAO CUIDA!!!!! FORA COMUNISMO VAI PRA CUBA!!!!! O ZAP ME DISSE QUE ELES TAO COMPRANDO TUDO!!!!!!!!!!

    Augusto Silva

    25/04/2026

    Adalberto, se o seu Zap entendesse o básico de macroeconomia, saberia que o pragmatismo chinês é o que garante o superávit recorde de quase 100 bilhões de dólares na nossa balança comercial. Enquanto você grita com moinhos de vento, o Brasil aproveita a liquidez do yuan para financiar infraestrutura e turbinar o nosso crescimento real. Cuidado para não tropeçar nos fatos enquanto corre atrás de fantasmas ideológicos, meu caro.

    Mariana Ambiental

    25/04/2026

    Adalberto, enquanto você se desespera com o fantasma do comunismo no WhatsApp, o agronegócio predatório que você tanto defende já vendeu o país para o yuan faz tempo. Se quer mesmo falar de soberania nacional, entenda que depender de uma única moeda de império nunca protegeu o Brasil de nada, só nos manteve submissos e dependentes.


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