Não está fácil!
A situação do presidente Lula é delicada e exige atenção para quem faz parte do governo. Os alertas estão sendo dados a cada pesquisa e ignorá-los ou relativizá-los pode sentenciar de morte o projeto de reeleição do presidente.
Na pesquisa divulgada nesta sexta pelo Paraná Pesquisas, 52,2% dos entrevistados dizem que Lula não merece ser reeleito contra 43,9% que defendem sua reeleição.
É hora de separar o joio do trigo e alinhar estratégias, sem improvisos.
Já o senador Flávio, apesar de ser o político mais profissional do clã do ex-presidente Bolsonaro, é tratado como uma ‘novidade’.
Ele tem aglutinado apoios e tomou a frente das articulações para unificar ao máximo o campo da direita, pegando para si a responsabilidade de montar palanques, fechar alianças, captar apoios em setores do stablishment (econômico, midiático e político) e liderar o projeto da oposição.
Além disso, os ajustes no seu discurso ao longo das últimas semanas mostra que a sua trajetória até a eleição não será impulsiva, como foi a do pai na eleição de 2018, mas em volta de uma engenharia simbólica que tem como objetivo construir sua imagem de “equilibrado”, com discurso não extremista e transformar esse novo vínculo com o eleitor em capital político e eleitoral.
Diga-se de passagem, estratégia que estava sendo projetada para o governador Tarcísio de Freitas (SP).
Vamos aos números!
Um levantamento divulgado nesta sexta-feira, 27, pelo instituto Paraná Pesquisas aponta empate na disputa presidencial entre o presidente Lula e o senador Flávio, tanto em simulações de primeiro turno quanto em projeções de segundo turno para as eleições de 2026.
No primeiro cenário estimulado, Lula registra 39,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 35,3%. Na sequência aparecem o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 7,6%, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,8%. O empresário Renan Santos (Missão) marca 1,5%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 0,5%. Brancos, nulos ou nenhum candidato totalizam 6,7%, e 5% não souberam ou preferiram não responder.

Em outro cenário testado para o primeiro turno, Lula aparece com 40,5%, contra 36,6% de Flávio. Nesse quadro, Romeu Zema registra 4,3%, seguido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 3,7%. Renan Santos mantém 1,5% e Aldo Rebelo soma 0,4%. Os votos em branco, nulos ou nenhum candidato chegam a 7,8%, e 5,2% dos entrevistados não responderam.
O instituto também simulou três cenários de segundo turno. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador aparece numericamente à frente do presidente pela primeira vez na série histórica do levantamento. Apesar disso, o resultado configura empate técnico, já que a diferença entre os dois permanece dentro da margem de erro.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais domiciliares. O estudo tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07974/2026.
LEIA TAMBÉM: AtlasIntel: Flávio sobe, ultrapassa Lula no segundo turno e ameaça reeleição do petista


Evandro Pereira
27/02/2026 - 13h08
Nas cordas só e somente só, por incompetência da comunicação ❗ Não faz as “MANHANERAS” que deu certo no México ❗ Não pauta o debate e aí a mídia corporativa imunda faz a pauta dela: farsa jato 2.0 ❗ Não faz um pronunciamento a Nação, uma ferramenta que dispõe mas não usa ❗ Não contrata serviços de whatsapp pra fazer disparos em massa, com grana oficial do governo e dentro da legalidade e assim furar as bolhas das Tias do ZAP ❗❗❗
Yuri
27/02/2026 - 11h15
O boneco infavél do Consorcio STF/Globo està politicamete morto ha mais de 10 anos.
Paulo
27/02/2026 - 10h01
Eu imaginava que com a morte de Lula e Bolsonaro teríamos paz, mas agora vejo que não…Tá osso…Outra reflexão que me ocorre é constatar que as políticas sociais já não definem eleição no Brasil…