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Hugo Motta acelera tramitação de PEC que extingue jornada 6×1

29 Comentários🗣️🔥 Deputados e assessores no plenário do Congresso Nacional em Brasília. (Foto: Wikimedia Commons) O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a instalação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da jornada 6×1. A decisão foi tomada após a Comissão de Constituição […]

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Deputados e assessores no plenário do Congresso Nacional em Brasília. (Foto: Wikimedia Commons)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a instalação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da jornada 6×1. A decisão foi tomada após a Comissão de Constituição e Justiça aprovar a admissibilidade do texto e permitir o debate sobre o conteúdo.

A PEC une as iniciativas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Hilton defende uma jornada de quatro dias semanais com vigência em 360 dias, enquanto Lopes propõe uma redução para 36 horas semanais ao longo de dez anos de transição.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou um projeto de lei que fixa o limite máximo em 40 horas semanais. A medida substitui a escala seis por um por cinco dias de trabalho com dois dias de descanso remunerado garantidos.

A legislação atual estabelece um teto de 44 horas semanais no país. O texto do Executivo busca modernizar as relações de trabalho sem comprometer a produtividade das empresas brasileiras.

O parecer da CCJ foi elaborado pelo deputado Paulo Azi (União Brasil-BA) e tratou apenas da constitucionalidade das propostas. Azi recomendou uma regra de transição gradual na comissão especial para que o setor produtivo se adapte sem impactos abruptos.

Paulo Azi defendeu ainda a análise de compensações fiscais para as empresas durante a tramitação. O parlamentar sugeriu uma redução de tributos sobre a folha de pagamentos para neutralizar eventual alta no custo do trabalho e estimular a formalização.

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria estima que a redução para 40 horas pode elevar os custos anuais entre 178,2 bilhões de reais e 267,2 bilhões de reais. Esse acréscimo representaria uma elevação de até 7 por cento na folha salarial das empresas.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada calcula uma alta média de 7,84 por cento no custo do trabalho celetista. O governo federal sustenta que a mudança beneficiará diretamente 37,2 milhões de trabalhadores que hoje cumprem jornadas superiores a 40 horas semanais.

A comissão especial iniciará agora a discussão de mérito e eventuais alterações no texto da PEC. Os parlamentares deverão ponderar os ganhos para os trabalhadores com a necessidade de sustentabilidade econômica das empresas.

Leia mais sobre o assunto na diariodocentrodomundo.com.br.


Leia também: Hugo Motta rebate críticas e diz que Congresso vota matérias importantes


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Rick Ancap

24/04/2026

Menos regulação, mais liberdade pra quem quer trabalhar e produzir, simples assim.

Miriam

24/04/2026

Enquanto o pessoal briga por ideologia, o Congresso vai mexendo em pontos centrais das relações de trabalho. O mínimo seria discutir tecnicamente o impacto dessa PEC antes de acelerar qualquer coisa. Menos grito, mais estudo.

Tonho Patriota

24/04/2026

ISSO É COISA DO L! QUEREM ACABAR COM O TRABALHO PRA VIVER DE AUXÍLIO E COMUNISMO!

    Zizi

    24/04/2026

    Ô Tonho, meu filho, antes de repetir essas bobagens de zap, tenta respirar fundo e pensar um pouco no que está dizendo. Essa PEC que o deputado Hugo Motta quer empurrar não tem nada a ver com o Lula nem com “comunismo”, mas sim com os interesses dos grandes empresários que querem explorar o trabalhador até o osso. Extinguir a jornada 6×1 é abrir caminho para jornadas ainda mais longas e precárias, sem descanso digno, sem proteção. Isso é o sonho molhado do patrão, não do povo. E quem está defendendo isso não é o trabalhador que vive do suor do próprio rosto, é quem vive dos lucros produzidos por esse suor.

    Você sabe, Tonho, que o Lula foi o primeiro presidente a valorizar o salário mínimo de verdade, a ampliar direitos e colocar o pobre no orçamento. O que ele defende é emprego com carteira, com férias, com 13º, com dignidade. Essa conversa de “viver de auxílio” é papo de quem nunca passou fome, de quem acha que o povo pobre é preguiçoso. Auxílio é direito social, é rede de proteção para que ninguém seja jogado na miséria. O que o Lula e o povo querem é trabalho decente, não escravidão moderna.

    Esses meninos mal-educados da elite, Tonho, é que ficam tentando te enganar, plantando medo e raiva pra fazer você defender o interesse deles. Enquanto você briga contra o “comunismo imaginário”, eles estão lá, quietinhos, aprovando leis que tiram o teu descanso, o teu almoço e o teu domingo com a família. Acorda, meu caro. O inimigo não é o trabalhador que recebe auxílio, é o político vendido e o empresário que quer transformar o Brasil num galpão de exploração.

Luciana

24/04/2026

Enquanto ficam discutindo PEC pra cá e PEC pra lá, o povo continua ralando de domingo a domingo pra pagar o gás e o cartão. Quem vive de pequeno negócio sabe o quanto é difícil fechar as contas no fim do mês. Queria ver essa pressa toda pra baixar juros e reduzir imposto, não pra mexer em direito de trabalhador.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Vão acabar com o descanso do povo e ninguém fala nada, misericórdia! 🇧🇷🙏

Clarice Historiadora

24/04/2026

Mais uma vez o Congresso brincando de “modernizar” às custas do trabalhador. Hugo Motta parece ter esquecido que a jornada 6×1 foi uma conquista arrancada com sangue e greve desde os anos 1930, como mostra a velha pesquisa de Lúcia Figueiredo sobre o sindicalismo varguista. Extinguir isso é empurrar o país de volta ao tempo das fábricas sem direitos.

Fernando O.

24/04/2026

Mais uma vez mexendo em regra trabalhista sem discutir com quem realmente trabalha. Antes de acelerar PEC, o Congresso podia mostrar os números de impacto na produtividade e no emprego. No fim, parece mais pressa política do que análise técnica.

Mariana Ambiental

24/04/2026

Mais um ataque disfarçado de “modernização”. Querem empurrar jornadas exaustivas enquanto o agronegócio e o mercado financeiro comemoram. Nenhuma preocupação real com o bem-estar de quem trabalha, só com o lucro de quem explora.

Silvia D.

24/04/2026

Mais uma vez mexendo nas regras trabalhistas sem discutir os impactos sobre a saúde dos trabalhadores. Jornadas exaustivas geram adoecimento, afastamentos e sobrecarregam o SUS. Antes de acelerar PECs, deveriam pensar em prevenção e qualidade de vida.

Francisco de Assis

24/04/2026

Rapaz, mais uma manobra pra tirar direito de trabalhador e agradar patrão. Essa turma parece que nunca pegou no batente, vive num mundo paralelo. Mas o povo tá acordando, e o Brasil soberano que Lula vem reconstruindo vai botar ordem nessa bagunça de elite alienada da cabeça.

Tadeu

24/04/2026

Sinceramente, esse tipo de PEC não muda nada na minha vida enquanto o salário continuar sendo corroído pela inflação. Podem mexer na jornada à vontade, mas o que importa mesmo é o poder de compra e o rendimento dos investimentos. O resto é barulho político pra encher pauta.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Mais uma PEC sendo empurrada sem debate sério. Acabar com a jornada 6×1 pode até parecer bom no papel, mas quero ver se vão garantir os direitos dos trabalhadores e não abrir brecha pra aumentar carga de trabalho disfarçada. Desconfio quando o assunto anda rápido demais no Congresso.

Pedro

24/04/2026

Enquanto isso, quem vive na rua rodando feito doido continua sem folga de verdade. Falam em mudar jornada, mas pra quem é motorista de aplicativo isso é piada — a gente trabalha 7×0 e ainda paga caro na gasolina e no IPVA.

Vanessa Silva

24/04/2026

Se essa PEC realmente for adiante, é essencial avaliar o impacto sobre produtividade e qualidade de vida dos trabalhadores. Cidades mais equilibradas socialmente tendem a se desenvolver melhor, e isso passa por jornadas mais humanas. Espero que o debate seja técnico, não ideológico.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Mais uma daquelas pautas que só servem pra encher o noticiário e não entregam nada concreto. O país precisa é de investimento pesado em infraestrutura, não de PEC pra mexer em jornada de trabalho. Se não tem obra, não resolve nada.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Selva! Finalmente alguém com coragem pra botar ordem nessa bagunça trabalhista. Chega de comunista chorando por folguinha, o Brasil precisa é de produtividade e disciplina. Melancia no lixo e vamo pra frente!

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Finalmente alguém com coragem pra encarar esses privilégios trabalhistas que só travam o país. Essa história de 6×1 é coisa de sindicato mimado que nunca pisou num curral. Produtividade não se faz com folguinha, se faz com trabalho e resultado. Boa, Hugo Motta, tem que passar o trator mesmo.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Mais uma manobra pra empurrar goela abaixo o que interessa aos patrões. Acabam com direitos históricos e ainda dizem que é modernização. Caminho certo pra virar uma Cuba do Norte, com o STF de plantão passando pano.

Renato Professor

24/04/2026

Mais uma vez, a sanha produtivista tenta se disfarçar de modernização. Extinguir a jornada 6×1 sem discutir coletivamente as condições de trabalho é rasgar o princípio básico da economia solidária: o de que o tempo humano não é mercadoria. Essa pressa de Hugo Motta revela mais a ignorância sobre o valor social do descanso do que qualquer compromisso com eficiência.

Adalberto Livre

24/04/2026

LÁ VEM ESSA TURMA MEXER NO QUE FUNCIONA, DEPOIS NÃO SABEM POR QUE O PAÍS NÃO ANDA!!!

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Funciona pra quem, Adalberto? Pra quem passa 12 horas na fábrica ganhando um salário que mal paga o gás? O país não anda justamente porque tem gente achando que explorar trabalhador é eficiência.

Eduardo C.

24/04/2026

Antes de aplaudir ou criticar, quero ver os números: quantos trabalhadores realmente seriam afetados e qual o impacto econômico estimado? Extinguir o 6×1 pode parecer avanço, mas sem dados concretos é só discurso vazio.

Maura Santos

24/04/2026

Ah pronto, querem acabar até com o mínimo de descanso que o trabalhador tem. Essa galera que vive de carro oficial e auxílio-moradia não faz ideia do que é pegar busão lotado pra bater ponto. Depois reclamam quando o povo lembra do apagão trabalhista que eles mesmos causaram.

Karina Libertária

24/04/2026

Ai, finalmente alguém querendo modernizar esse business arcaico! No mundo real, ninguém mais trabalha nesse esquema 6×1, isso é coisa de país que não entende produtividade. O trabalhador precisa aprender a se valorizar e investir, não ficar esperando benefício do governo.

    Alice T.

    24/04/2026

    Karina, “modernizar” pra ti é tirar o único dia de descanso de quem já rala 44 horas por semana? Produtividade pra bilionário é sempre o trabalhador virando máquina, né?

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Karina, “modernizar” não é tirar o descanso de quem já rala seis dias por semana pra enriquecer patrão. Produtividade não vem de exaustão, vem de investimento em tecnologia, educação e salário digno — três palavrinhas que o “mercado livre” costuma esquecer.

Marcos Conservador

24/04/2026

Mais uma dessas ideias que parecem “modernas”, mas no fundo servem pra bagunçar o que ainda funciona. Daqui a pouco vão dizer que descanso semanal é invenção comunista também. Precisamos é de mais responsabilidade e menos populismo travestido de reforma.

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Marcos, populismo era o povo poder comprar carne e encher o tanque sem penar, viu? Reforma boa é a que melhora a vida de quem trabalha, não a que tira o domingo do peão pra encher bolso de patrão.


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