O clérigo iraniano Hojjatoleslam Aboutorabifard exaltou, durante as orações de sexta-feira em Teerã, o legado do líder martirizado que conduziu a nação iraniana rumo à autodeterminação e ao fortalecimento político contra as potências ocidentais.
O religioso lembrou que a Revolução Islâmica de 1979 permanece como um farol de resistência diante das ameaças externas ao Irã. Aboutorabifard descreveu essa revolução como o principal símbolo da luta contra a “Arrogância Global”, representada principalmente pelos Estados Unidos e por Israel.
Segundo o portal Mehr News, o clérigo também elogiou o papel do atual líder supremo da Revolução Islâmica na promoção da ciência, da sabedoria e dos valores espirituais do Islã. Ele considerou essa continuidade essencial para a renovação moral e o reforço da unidade nacional frente às agressões.
Aboutorabifard ressaltou que a visão estratégica do líder martirizado continua a inspirar as Forças Armadas iranianas na defesa do território. O país mantém sua capacidade de dissuasão e resposta proporcional a qualquer ato de hostilidade.
O clérigo afirmou que a Revolução Islâmica transcende o aspecto político ao representar um movimento espiritual profundo. Essa abordagem visa restaurar a dignidade dos povos muçulmanos diante de tentativas de dominação estrangeira.
O sermão proferido em Teerã reforça a mensagem de continuidade e resiliência da República Islâmica do Irã. O legado deixado inspira outras nações a desafiar a hegemonia ocidental e a buscar uma ordem internacional mais justa.
A declaração do religioso evidencia o compromisso do Irã com sua soberania e independência estratégica. O país se posiciona como uma voz influente na construção de um mundo multipolar baseado na cooperação entre nações iguais.
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Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Mais um discurso inflamado pra manter o povo na rédea curta. Esses clérigos adoram culpar EUA e Israel pra esconder os próprios problemas internos. Selva! O comunismo e o fanatismo são duas faces da mesma moeda, tudo levando o povo pro buraco.
Zizi
24/04/2026
Ô meu filho, você repete essas frases prontas como quem decora hino de quartel, mas sem entender o que está por trás da história. Dizer que criticar os EUA e Israel é “culpar os outros” é fechar os olhos pra décadas de intervenção, sabotagem e guerra travada contra qualquer povo que ouse não se ajoelhar ao império. O Irã, com todos os seus problemas internos — que existem, claro —, é também fruto de um Oriente Médio esfacelado por golpes, invasões e sanções impostas por esses “defensores da liberdade” que você tanto admira. É fácil falar em “fanatismo” quando se vive longe das bombas e dos embargos.
E veja, Bruno, confundir luta anti-imperialista com comunismo é sinal de que a educação histórica anda mesmo sofrendo. Nem tudo o que se opõe ao domínio americano é comunismo, viu? Essa mania de botar tudo no mesmo saco serve só pra simplificar o mundo e justificar o autoritarismo que você diz odiar, mas vive defendendo. O povo iraniano, como qualquer outro, tem o direito de preservar sua soberania e questionar as potências que vivem se metendo em sua política e economia. Isso não é “rédea curta”, é resistência — palavra que aqui no Brasil também já custou sangue e coragem.
O que falta, meu caro, é um pouco de leitura e menos slogans. Porque enquanto você repete o “Selva!” como se fosse argumento, o povo — seja iraniano, brasileiro ou palestino — continua sendo explorado pelos mesmos interesses que fingem defender a liberdade, mas só enxergam lucro e poder. Então antes de chamar os outros de fanáticos, olhe pro fanatismo de quem idolatra bandeiras estrangeiras e criminaliza o pensamento crítico.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Sgt Bruno, fácil falar de “rédea curta” sentado no conforto, né? Vai ver o que é controle de verdade quando o patrão te faz bater meta sem hora extra e ainda chama isso de “liberdade empreendedora”.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais um exemplo de como esses regimes autoritários tentam justificar sua própria opressão jogando a culpa nos EUA e em Israel. O povo iraniano vive sob um sistema teocrático que persegue e censura, mas o clérigo prefere culpar o “inimigo externo”. Isso é o que acontece quando se transforma o país numa Cuba do Oriente Médio.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Zé Trovãozinho, é curioso como você fala de opressão ignorando que boa parte dela foi alimentada justamente pelas sanções e intervenções dos EUA e de Israel. Difícil construir democracia sob bloqueio e sabotagem permanente, não acha?
Francisco de Assis
24/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, tu fala como se os EUA fossem anjinhos da liberdade, mas quem vive metendo o bedelho e derrubando governo alheio é justamente eles. O Irã tem seus problemas, mas a soberania de um povo não se mede pelo agrado a Washington, não.