O professor da Universidade de Teerã e ex-assessor da equipe de negociação nuclear do Irã, Mohammad Marandi, acusou a Casa Branca e a imprensa dos Estados Unidos de mentirem sobre supostos planos de diálogo direto entre Teerã e o governo de Donald Trump.
Segundo Marandi, o objetivo consiste em construir uma narrativa que permita acusar o Irã de violar compromissos e justificar novas ações hostis perante a opinião pública norte-americana.
Em publicação na rede social X, Marandi afirmou que Washington manipula os fatos para pavimentar o caminho a futuras operações agressivas. O ex-assessor garantiu que a República Islâmica do Irã se mantém coesa e totalmente preparada para responder a qualquer pressão externa.
Essas declarações surgiram após o cancelamento das conversações previstas para Islamabad, no Paquistão. Os governos de Washington e Teerã divulgaram versões conflitantes sobre o andamento e o conteúdo dos diálogos indiretos.
Trump disse à Reuters que o Irã apresentou uma oferta para cumprir as demandas americanas. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou à Fox News que autoridades iranianas pediram uma reunião presencial com representantes dos EUA.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, rebateu essa versão e afirmou que a presença do chanceler iraniano Abbas Araghchi no Paquistão limitou-se a discussões com líderes paquistaneses sobre mediação regional. Baghaei enfatizou que não houve qualquer encontro ou plano de encontro com o lado norte-americano.
Trump alegou ainda que o governo iraniano se encontrava gravemente dividido internamente. Em resposta coordenada, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento Mohammad Bagher Ghalibaf e o chefe do Poder Judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei publicaram mensagens idênticas simultaneamente, projetando unidade e estabilidade institucional.
A iniciativa refutou diretamente a narrativa de divisões internas propagada por Washington. A agência Tasnim noticiou que o Irã não solicitou a extensão do cessar-fogo vigente, e analistas iranianos consideram o anúncio de Trump uma manobra para ocultar possíveis reveses diplomáticos.
Baghaei acrescentou que Teerã optou por evitar conversas diretas com os EUA em razão das posições inconsistentes e contraditórias da Casa Branca. O governo iraniano avalia que tal comportamento elimina as condições para um diálogo sério e produtivo.
A posição expressa por Marandi revela a desconfiança crescente de Teerã em relação às verdadeiras intenções dos Estados Unidos. O Irã continua a defender sua soberania enquanto aponta as contradições entre o discurso de diálogo e a prática de sanções e ameaças vindas de Washington.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Trump fala em fim da guerra, mas Irã desmente e expõe covardia da Casa Branca
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Luciana
25/04/2026
Lá fora o povo briga por quem mentiu mais, e aqui a gente continua brigando pra pagar o gás e o arroz. Política internacional é importante, mas o que pesa mesmo é o boleto no fim do mês. Enquanto eles discutem diplomacia, a gente conta moeda pra encher o tanque.
Rick Ancap
25/04/2026
Mentira na Casa Branca? Uau, que novidade… devia privatizar logo o governo pra ver se funciona.
Zé Trovãozinho
25/04/2026
Ah pronto, mais uma vez a “democracia exemplar” mostrando sua verdadeira face. Mentira e manipulação são o prato do dia na Casa Branca, mas se fosse na “Cuba do Norte” já estavam gritando ditadura. Essa turma adora apontar o dedo, mas não olha o próprio rabo.
Silvia D.
25/04/2026
Mais uma vez, vemos como a geopolítica é contaminada por narrativas e desinformação. É o mesmo mecanismo que vimos na pandemia: distorcem fatos e desacreditam fontes confiáveis. A verdade precisa de transparência e responsabilidade — sem isso, o mundo inteiro paga o preço.
Vanessa Silva
25/04/2026
Difícil saber onde termina a diplomacia e começa o jogo político. Mas, sinceramente, enquanto os países continuam trocando acusações, o mundo real precisa de estabilidade — especialmente nas cidades que sofrem com os efeitos dessas tensões econômicas e energéticas. O foco deveria ser em acordos transparentes e planejamento de longo prazo, não em narrativas para consumo interno.
Carlos A. Mendes
25/04/2026
Difícil saber em quem confiar quando o assunto é política internacional. Os EUA sempre vendem uma versão conveniente das histórias, e o Irã também não é exatamente transparente. No fim, quem paga o preço dessas disputas é o povo comum, enquanto os poderosos jogam seu xadrez geopolítico.
Jeferson da Silva
25/04/2026
Esses caras dos Estados Unidos vivem falando em “democracia” e “transparência”, mas quando o assunto é interesse deles, a verdade some rapidinho. A mentira é ferramenta de política externa pra manter o controle e o lucro das grandes corporações. Enquanto isso, quem paga o preço são os trabalhadores do mundo inteiro.
Francisco de Assis
25/04/2026
Rapaz, mas é o velho jogo dos gringos, né? Mentem, distorcem e depois posam de defensores da paz. Enquanto isso, o Brasil vai mostrando ao mundo que dá pra ter soberania e diálogo sem se ajoelhar pra ninguém. É isso que incomoda essa gente alienada da cabeça!
Renato Professor
25/04/2026
A histeria midiática em torno do Irã é mais um capítulo da velha arrogância imperial. Washington trata a verdade como mercadoria estratégica: só vale quando serve aos seus interesses. O curioso é ver gente aqui repetindo, sem ler uma linha de história, o discurso pronto da Casa Branca.
Tadeu
25/04/2026
Sinceramente, isso aí é mais um capítulo da novela EUA x Irã. Pode até ser importante pra diplomacia, mas o que eu quero saber é se isso vai mexer no preço do petróleo e, por tabela, na inflação aqui. Se o barril subir, aí sim começa a me preocupar.
Eduardo C.
25/04/2026
Antes de acreditar em qualquer lado, quero ver números e documentos. Acusação sem dados concretos é só ruído. A Casa Branca mente? Pode ser. Mas sem fonte verificável, é só mais um chute no escuro.
Miriam
25/04/2026
Mais uma disputa de versões entre governos que vivem de narrativas. No fim, quem paga o preço dessas bravatas diplomáticas é sempre o cidadão comum. Eu só queria ver um pouco mais de transparência e menos teatro internacional.
Fernando O.
25/04/2026
Essas disputas de versão entre Irã e EUA são quase rotina, mas sempre revelam o quanto a comunicação oficial é moldada pra consumo interno. O problema é que muita gente compra o discurso pronto, sem olhar os números e os fatos concretos por trás.
Adalberto Livre
25/04/2026
ESSA CASA BRANCA MENTE MAIS QUE POLÍTICO EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO, MEU DEUS!
Lurdinha Deus Acima de Todos
25/04/2026
Aff, esses gringos mentem mais que notícia de zap, misericórdia! 🇧🇷🙏🇺🇸
Celio Fazendeiro
25/04/2026
Lá vem mais um iraniano querendo posar de vítima enquanto o mundo tenta lidar com o fanatismo deles. A Casa Branca pode até mentir, mas Teerã vive de enganar o Ocidente. Esses caras só entendem a linguagem da força — conversa mole não resolve nada.
Pedro
25/04/2026
Essas tretas internacionais parecem novela, mas no fim quem paga a conta é sempre o povo. Aqui a gasolina sobe por causa de qualquer tensão lá fora, e a gente que roda o dia todo sente no bolso. Política distante, mas impacto direto no tanque.
Clarice Historiadora
25/04/2026
Engraçado ver gente ainda achando que a Casa Branca é sinônimo de transparência. Desde a crise do Irã em 1953, quando a CIA derrubou Mossadegh, a mentira diplomática é política de Estado por lá. Marandi só escancarou o que os livros de história já gritam há décadas.
Tonho Patriota
25/04/2026
EU JÁ SABIA! TUDO MENTIRA DESSA CASA BRANCA COMUNISTA, FAZ O L AÍ PRA VER!
Alice T.
25/04/2026
Tonho, comunista é a última coisa que a Casa Branca é, né? Os caras defendem bilionário e petróleo com unhas e dentes, mas o povão compra o papo como se fosse revolução.
Marcos Conservador
25/04/2026
Ora, mas é claro que mentem! A Casa Branca e sua mídia são especialistas em moldar narrativas pra enganar o povo e empurrar seus interesses globalistas. E ainda tem gente que acredita nesses “defensores da liberdade”…
Mariana Ambiental
25/04/2026
Marcos, o problema é que enquanto você foca na “mídia globalista”, o agronegócio predatório e as corporações seguem passando a boiada sem prestar contas. A manipulação não vem só de Washington — tem muito lobby de terno nacional operando aqui também.
Evelyn Olavo
25/04/2026
Mais uma vez, a narrativa ocidental tenta pintar o Irã como o vilão enquanto esconde suas próprias manobras. Quando alguém de dentro denuncia a manipulação, a mídia finge que não ouviu. A hipocrisia geopolítica dos EUA já virou rotina.
Rubens O Pescador
25/04/2026
Ora, mas novidade seria se a Casa Branca falasse a verdade, né? Esses gringos vivem de inventar história pra justificar sanção e guerra. Aqui no interior a gente aprendeu que conversa boa é olho no olho, sem mentira — coisa que falta pros poderosos lá de cima.
Sgt Bruno 🇧🇷
25/04/2026
Ah, mas é claro que a Casa Branca mente, né? Esses globalistas vivem de enganar o povo e posar de bonzinhos enquanto fazem acordo por baixo dos panos. O Irã só tá mostrando o jogo sujo deles. Selva!
Beto Engenheiro
25/04/2026
Mais uma dessas brigas de bastidor que não levam a lugar nenhum. Enquanto ficam trocando acusações, o mundo precisa é de acordos concretos e resultados práticos. Política externa sem entrega é só fumaça — quero ver obra feita, não discurso.
Karina Libertária
24/04/2026
Ah, lá vem mais uma fake news da mídia americana tentando limpar a barra da Casa Branca. Aqui em Miami a gente vê como esse pessoal adora manipular narratives pra manter o povo distraído. Enquanto isso, quem trabalha e investe de verdade continua tocando a vida — sem depender de governo nenhum.
Zizi
24/04/2026
Karina, minha querida, eu entendo seu cansaço com a manipulação da mídia — afinal, quem viveu os últimos anos sabe bem como a informação virou arma de guerra. Mas veja, chamar de fake news qualquer denúncia que contrarie os interesses de Washington é cair justamente na armadilha que eles montam. Os Estados Unidos têm longa tradição de intervir, distorcer e mentir quando o assunto é Oriente Médio. Desde o golpe no Irã em 1953 até as “armas de destruição em massa” no Iraque, a Casa Branca sempre usou a narrativa para justificar seus jogos geopolíticos. Essa denúncia do ex-assessor iraniano, portanto, merece ser ouvida com atenção — não porque venha de um “inimigo”, mas porque expõe o modo como o poder global se constrói sobre meias verdades.
Agora, essa história de que “quem trabalha e investe não depende de governo nenhum” é uma ilusão bem liberal, viu? Nenhum trabalhador, empresário ou investidor vive isolado do Estado. As estradas, a energia, a moeda, a segurança jurídica — tudo isso é sustentado por políticas públicas e pelo esforço coletivo do povo. Até a sua vida em Miami, Karina, é moldada por impostos e regulações que garantem o funcionamento da sociedade. O problema é que o discurso liberal prefere fingir que o mérito individual nasce no vácuo, quando na verdade é o resultado de uma teia social complexa, construída por gerações de gente que acreditou no bem comum.
E veja, minha filha, não estou aqui pra te dar bronca, mas pra te convidar a pensar historicamente. O mundo não se divide entre quem “trabalha” e quem “depende do governo”. Essa é uma falsa dicotomia inventada pra manter o povo brigando entre si, enquanto as grandes corporações seguem lucrando. O que precisamos é recuperar o sentido de comunidade, de solidariedade, de projeto nacional — coisas que o neoliberalismo tentou apagar. Porque, no fim das contas, o que sustenta um país não é o capital especulativo, mas o povo que acredita que cuidar um do outro é o melhor investimento que existe.
Augusto Silva
24/04/2026
Karina, curioso você falar em “não depender de governo” morando em Miami — cidade que só respira graças a subsídios, isenções e contratos públicos. No fim, até o liberal mais convicto acaba surfando na maré do Estado que tanto diz desprezar.
Maura Santos
24/04/2026
Karina, engraçado falar em “não depender de governo” morando num dos lugares mais subsidiados dos EUA, né? Aqui a gente lembra bem do que acontece quando a turma “deixa o mercado agir”: apagão, inflação e o povo no escuro.