Live do Cafezinho: balanço dos partidos de esquerda

Agora está provado: Graça Foster é “mau negócio”

Por Miguel do Rosário

15 de abril de 2014 : 17h36

Graça Foster pode ser uma técnica brilhante, mas receio que seja uma incompetente quando se trata de visão estratégica. Segurança energética não é apenas “valor contábil”. Os EUA não torram trilhões de dólares invadindo outros países para garantir petróleo e gasolina para suas indústrias e seus automóveis? Quando fazem isso, eles pensam em “valor contábil”?

Foster afirma que Pasadena é um “mau negócio” do ponto-de-vista contábil. Ora, como é possível que ela venha a público dizer isso sem oferecer um mísero número sobre a produção da refinaria, seus lucros, seus estoques? Que não diga uma palavra sobre seu valor estratégico?

Eu fico imaginando os funcionários de Pasadena lendo as manchetes dos jornais brasileiros, estampando frases da própria presidente da empresa falando mal de um de seus principais ativos no exterior.

A Petrobrás tem uma subsidiária nos Estados Unidos. É a Petrobrás USA. O que ela faz?

Mau negócio, para a Petrobrás, é sustentar, nos EUA, um montão de burocratas inúteis. Aposto que somente com o salário deles, daria para comprar uma Pasadena por ano.  E o pior é que eles devem ser contra Pasadena, que os obrigaria a trabalhar de verdade. Preferem trabalhar em papeis na bolsa de Nova York…

E Pasadena, que processa 100 mil barris por dia e se situa no meio do maior “hub” petrolífero do maior mercado de gasolina do mundo, é que é o “mau negócio”.

Como pode ser mau negócio, para o Brasil, que tem um déficit enorme de gasolina e derivados de petróleo, a ponto de hoje estes serem os itens que mais pesam em nossa balança, possuir uma refinaria de petróleo nos EUA, que voltou a ser um dos maiores produtores de petróleo do mundo, após novas descobertas no golfo do México e no Texas?

Petróleo é um ativo que não tem apenas “valor contábil”. Petróleo é valor estratégico. Se o Brasil tiver qualquer dificuldade para obter gasolina em outras partes do mundo, sempre poderá comprar em Pasadena.

Eu chequei a evolução dos faturamentos em Pasadena. Como qualquer outra refinaria, trata-se de um negócio instável, sujeito às intempéries do mercado internacional de petróleo. Teve um ano em que Pasadena teve prejuízo de US$ 700 milhões. Em outro, teve lucro parecido. Sob controle da Petrobrás, porém, o risco é bem menor, porque a estatal é produtora de petróleo, e portanto não haverá tanto prejuízo com eventuais altas da matéria-prima.

Vivemos uma civilização do petróleo, infelizmente. Tudo à nossa volta é feito de derivados de petróleo. Como é possível que a própria presidente da Petrobrás fale mal da primeira refinaria que adquirimos no Texas, bem no meio do maior corredor petrolífero do mundo? Uma refinaria que está dando lucro!

A própria ação da Petrobrás no Brasil é fundamentada numa lógica muito mais estratégica do que contábil. Não fosse assim, a estatal não seguraria por tanto tempo os preços da gasolina. A mesma coisa tem de valer para Pasadena!

Ela é uma cunha do Brasil no coração do império. Através dela, podemos adentrar em outros ramos da economia norte-americana, internacionalizando os investimentos brasileiros.

Refinaria é indústria de base! É estratégia de desenvolvimento! Quem quer obter ganho “contábil” abre rede de lanchonete! Quem quer garantir soberania descobre petróleo e compra refinaria!

Quanto às cláusulas não lidas, isso é desculpa esfarrapada. A Put Option é praxe. E a cláusula Marlin não foi sequer usada.

Pasadena não foi um mau negócio.

Mau negócio é Graça Foster.

*

Abaixo, as manchetes nos principais de hoje. Graça Foster botou fogo na CPI da Petrobrás e prestou uma excelente colaboração para a atmosfera de fracasso e pessimismo que os urubus tentam criar dia e noite.

É fogo! Agora a gente tem que defender os interesses nacionais contra as próprias tendências suicidas do governo.

Enquanto isso, a direita esfrega as mãos, excitada, gritando para uma Graça Foster confusa e agitada, lá em cima:

– Pula! Pula! Pula!

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Na Folha.

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No G1

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No Estadão.

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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53 comentários

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italo

18 de junho de 2015 às 23h16

Bom negocio com petroleo à 100 dolares/barril. Mau negocio se tivesse sido comprada com petroleo a 45 dolares/barril, quando o escandalo para eleger Aécio estourou, e a boa compra de 5 anos antes se tornou mau negocio como se tivesse sido comprada hoje. Fala sério, emburrecer para discutir é estratégia da globo/veja para eleger amigos.

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nilo walter

17 de abril de 2014 às 17h28

Assisti depoimento . O que Foster falou praticamente tinha sido disponibilizado no seu blog e Tijolaço . Sabiam de tudo e deixaram para falar no Senado . No meu modesto entender existe uma luta política entre Foster e Gabrielli . Graça declara que na época da compra Pasadena foi um bom negócio . Nos meses de janeiro/fevereiro 2014 a refinaria está dando lucro .Depois fala que foi uma negociação ruim . Ela disse isso propositalmente para atingir um objetivo de detonar o ex p-residente da petroleira . E não está sózinha . Desconfio que o governo deseja essa CPI . Se fosse da oposição daria um basta nessa palhaçada pois pode custar caro para eles . GRAÇA informa que tem propostas de venda da Pasadena com valores superiores ao que foi pago . Ela vai e vem . Sabe o que faz ou é uma verdadeira tola .

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nilo filho

17 de abril de 2014 às 17h23

É INSOFISMÁVEL

A compra da Refinaria de Pasadena foi um NEGÓCIO MUITO BOM para a Petrobrás NA ÉPOCA DE SUA REALIZAÇÃO.

E Só o progresso e desenvolvimento tecnológico posterior da Petrobrás (descoberta/exploração do Pré-Sal e diversidades de refino óleo leve/pesado) o tornaram “desinteressante” sob o ponto de vista contábil: retorno rápido de investimento.

A Refinaria está em pleno funcionamento e gerando lucros.

Nessa direção, as declarações colhidas na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal:

O preço total da compra – 1a. parte e 2a. – foi inferior (e não pouco) ao de duas (2) outras Refinarias de mesmo porte de Passadena-EUA vendidas no Canadá. Deve se somar a isso, outrossim, que a localização de Passadena tem mais valores agregados(centro petrolífero norte-americano, com maior comercialização e movimentação).

Esse o ponto de batida e não a pauta da velha e grande mídia comercial

Responder

nilo filho

17 de abril de 2014 às 17h16

SENTENÇA HIPOTÉTICA EM HIPOTÉTICO PORCESSO, PROFERIDA POR ANTIGO JUIZ DO INTERIOR, APOSENTADO E ACOSTUMADO À LIDES E EMBATES

VISTOS, ETC.
A OPOSIÇÃO AO GOVERNO CENTRAL, com base em notícias de irregularidades que pudessem tisnar e macular a compra da REFINARIA DE PASSADENA-EUA PELA PETROBRÁS, feita no ano de 2006, face à enorme diferença dos valores de compra (2005) e venda (2006) ocorridos e que, assim, teria ocasionado grande prejuízo à cia. brasileira adquirente, propuzeram a presente ação inominada e preparatória de ação ordinária principal de responsabilidades.
A Sra. Graças Foster, presidente da Petrobrás, foi convocada e ouvida em sessão pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.
Nessa sessão especial, respondendo aos Srs. Senadores, afirmou em resumo que:
“NAQUELE MOMENTO, PASADENA FOI UM BOM NEGÓCIO QUE, COM O PASSAR DO TEMPO, SE TRANSFORMOU EM UM MAU NEGÓCIO” (explicou que mudanças no mercado internacional de petróleo afetaram o valor de ativos em todo o mundo).
“QUANDO A PETROBRAS COMPROU PASADENA POR US$ 1,25 BILHÃO, OUTRAS REFINARIAS FORAM VENDIDAS NO CANADÁ POR US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÃO”
“ESTUDOS TÉCNICOS ELABORADOS POR CONSULTORIAS INTERNACIONAIS SOBRE PASADENA, NA ÉPOCA DA AQUISIÇÃO, APONTAVAM PARA A PERSPECTIVA DE UM BOM INVESTIMENTO”
“HOJE, olhando o negócio, não foi um bom negócio”.
“Não há negócio nesse setor que seja cem por cento seguro”
“UMA EMPRESA QUE TEM 50 BILHÕES DE REAIS NO CAIXA HOJE, UMA REPOSIÇÃO DE RESERVAS INTENSA
“A ASTRA PAGOU US$ 360 MILHÕES PELA METADE DA REFINARIA”,
“Nós queremos que tudo seja esclarecido”, reafirmou a presidente da estatal, que começou seu depoimento às 10h50.
Graças admitiu que perdas da estatal com a refinaria foram de US$ 530 milhões.
“NO MESMO PERÍODO, DUAS REFINARIAS NO CANADÁ, DE PORTES SEMELHANTES, CUSTARAM US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÕES.
Não há incidentes ou preliminaries a serem enfrentadas.

É O BREVE RELATÓRIO
DECIDO

A ação (queixa) é improcedente.
O âmago – o cerne – da questão se concentra em se saber se À ÉPOCA da aquisição pela Petrobrás teriam ocorrido irregularidades e irresponabilidades que pudessem macular a operação de compra.
A questão é de fácil solução e não envolve altas indagações.
Pouco importa – ao deslinde da questão – o valor anterior da compra da Refinaria pela empresa belga ASTRA, se foi por 42 milhões de dólares ou 1 (um) real apenas.
O que importa e dá sustentação de correção ao procedimento de compra é a circunstância, o fato, de que NA MESMA ÉPOCA duas (2) outras Refinarias do MESMO PORTE foram vendidas no Canadá por preço bem acima (1,6 bilhões de dólares e 2,8 bilhões de dólares) do pago pela Petrobrás. Não se passa, ainda, desapercebia a importância e valor da localização das Refinaria então negociadas (EUA e Canadá).
Na mesma direção e sentido, foram as declarações anteriores do presidente da Petrobrás, Sr. José Sérgio Gabrielli, no periodo da aquisção.
Não há, portanto, diante desses dados possibilidades de se afirmar – nem ao longe – pela irregularidade na aquisição/compra da Refinaria de Passadena pela Petrobrás.
Conquanto, bastassem esses simples e importantes dados (acima examinados) para a solução do caso ora em exame, apenas para enriquecimento das argumentações de validade e revanche da compra da Refinaria de Passadena-EUA pela Petrobrás, temos:
Não existem negócios sem riscos
A própria evolução técnica da Petrobrás (Pré-Sal) e do refino de óleo leve/pesado, alteraram as condições e correlações anteriores e de hoje, o que retira o aspecto queixoso da Oposição.

A evolução tecnológica, portanto, da Petrobrás anulou as vantagens da compra.

É necessário deixar claro que apenas, eventualmente, e sob o aspecto estritamente contábil, se poderia imaginar tenha ocorrido um “mau negócio” e, ainda, não se levando em conta a localização estratégica da Refinaria (centro petrolífero dos EUA) e facilidades de comércio e remanejamento (pela existência de equipamentos que favorecem a movimentação dos produtos).

Analogias: (1) se construo uma fábrica de dirigíveis e logo depois os aviões são inventados e fabricados, foi um bom negócio que se tornou ruim… ; (2) Se invisto na construção de uma índústria de valor promissor e, depois, ocorre um “tsunami”, era um bom negócio que se tornou mau…; (3) se compro um apartamente de veraneio por bom preço e, depois, surgirem outras oportunidades melhores de recreação que tornaram aquele supérfuo, fiz um bom negócio inicial mas que se tornou mau negócio…

Nem, também, se justifica a queixa apresentada pela Oposição ao Governo, a “falha administrativa” ocorrida no não exame específico das cláusulas “Marlim” e “Put Option”, comuns em contratos desse vulto e que não comprometem ou comprometeram o negócio.

A cláusula “Marlim” (garante ao sócio Astra, não produtor, não refinador, um lucro certo para cobertura de eventual paralização ou diminuição da produção pela Petrobrás), aliás, no caso, nem foi acionada (utilizada) por não ocorrida a circunstânca.

Já a “Put Option” deu causa a aquisição total da Refinaria. Bom ou mal negócio?
Depende do ponto de vista subjetivo. Contábil? Talves. Estratégico? Não.

Essa opção permitiu que a Petrobrás se tornasse a única proprietária da Refinaria. Ora, petróleo é um bem material de elevado valor estratégico para qualquer país. Não ter sócio é bom e, melhor ainda, para o país, não tê-lo se esse sócio for estrangeiro.

A compra exigiu investimentos (foram feitos) e a Refinaria está lá encrustada, em plena operação, dando lucro.

Nada há, destarte, o que se reclamar.

ANTE O EXPOSTO, e do mais que consta, JULGO IMPROCEDENTE a presenta ação inominada e preparatória de ação principal de responsabilidades e determino, transitada em julgada a sentença, o arquivamento do feito.

Sem verbas de honorário,

Custas na forma da lei.

DO INTERIOR, 16 de abril de 2014

JUIZ DE DIREITO

OBSERVAÇÕES DO JUIZ À PARTE DA SENTENCE ACIMA:

Há um velho adágio;

“EM POLÍTICA, O FATO NÃO INTERESSA. O QUE INTERESSA É A VERSÃO DADA AO FATO”

DILMA é uma mulher séria, correta, responsável e honesta. Não tenho dúvidas quanto a isso.

Não obstante, salvo engano, faltam-lhe traquejos políticos.

A sua posição republicana de não intervir – em princípio – junto aos parlamentares aliados, ministros e membros do governo, sob o aspecto politico-administrativo é falha.

Republicano é defender o governo republicano.

Republicano, nesse sentido, é orientar quem quer que seja chamado a responder por políticas e atos de seu governo.

A Sra. Graça foi colocada no covil dos leões – hábeis, treinados e vorazes na arte de arguir – sem qualquer preparo anterior.

O que se viu foi um depoimento que durou mais de 5 horas onde, enredada, Graças não soube se defender e bem esclarecer o fatos através de informações e respostas concisas, curtas, claras, secas e de dfícil edição ou manipulação.

Responder

nilo filho

17 de abril de 2014 às 17h12

Presidente Graça explica aquisição da refinaria de Pasadena

http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/presidente-graca-explica-aquisicao-da-refinaria-de-pasadena.htm

Nossa presidente, Maria das Graças Silva Foster, esclareceu na última terça-feira (15/4), em audiência pública conjunta da Comissão de Assuntos Econômicos e da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal, detalhes sobre a aquisição da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Segundo ela, o planejamento da compra foi feito numa época em que era necessário ampliar nosso parque de refino.
Sobre os valores envolvidos no negócio, foram desembolsados US$ 554 milhões com a compra de 100% das ações da PRSI-Refinaria e US$ 341 milhões por 100% das quotas da companhia de trading (comercializadora de petróleo e derivados), totalizando US$ 895 milhões. Adicionalmente, houve o gasto de US$ 354 milhões com juros, empréstimos e garantias, despesas legais e complemento do acordo com a Astra. Desta forma, o total desembolsado com o negócio Pasadena foi de US$ 1.249 milhões.
Graça Foster explicou ainda que a Comissão de Apuração Interna que instauramos em março para analisar os processos de compra da refinaria, apurou, até o momento, que a Astra não desembolsou apenas US$ 42,5 milhões pela refinaria, como tem sido noticiado, mas sim um valor estimado em US$ 360 milhões, sendo US$ 248 milhões pela refinaria e estoques mais US$ 112 milhões de investimentos realizados antes da venda à Petrobras.
??Cronologia?
?A presidente apresentou uma cronologia das negociações. Ela explicou que nosso Conselho de Administração aprovou em 2006 a compra de 50% de participação em Pasadena, pelo valor de US$ 359 milhões, e que a análise dos dados na época demonstrava que tratava-se de um bom negócio, alinhado ao planejamento estratégico vigente.
Graça acrescentou que as margens de refino naquele momento eram altas e que processar petróleo pesado do campo de Marlim e transformá-lo em derivados (produtos de maior valor agregado) nos permitiria capturar melhores margens, estratégia esta respaldada por duas consultorias de renome.
“Pasadena é uma refinaria de 100 mil barris por dia, está localizada num dos principais hubs de petróleo e derivados nos Estados Unidos, um dos maiores mercados mundiais de derivados, está num local onde varias refinarias têm um conjunto de operações, favorecendo essa movimentação de carga e a parceria entre refinadores.”, ressaltou.
Graça confirmou que o resumo executivo apresentado ao Conselho de Administração naquela ocasião não citava as cláusulas de “Put Option” e “Marlim”. “Não havia menção às duas cláusulas, extremamente importantes neste negócio. Não houve citação, nem intenção manifestada, da compra dos 50% remanescentes da refinaria de Pasadena”, esclareceu.
A partir de 2007, houve desentendimentos entre os sócios em relação à gestão da refinaria e, em dezembro daquele ano, firmamos com a Astra uma carta de intenções para a compra dos outros 50%.
Em março de 2008, nossa diretoria submeteu a proposta de compra ao Conselho de Administração, que não a autorizou.
A Astra exerceu sua opção de venda (put option) e assumimos o controle da integralidade da refinaria ainda em 2008. Em 2012, houve uma negociação final entre as partes, classificada pela presidente como “completa e definitiva”.
Desde 2006, ressalvou a presidente, houve diversas alterações no cenário econômico e do mercado de petróleo, tanto brasileiro quanto mundial, como a crise econômica de 2008, que reduziu as margens de refino e o consumo de derivados, e a descoberta do pré-sal, nos levando a rever nossas prioridades.
Em março de 2009, as margens de refino caíram por conta da crise.
“O consumo de gasolina, que é o que Pasadena produz, nos Estados Unidos, caiu 1 milhão de barris”, informou. “Diversas refinarias fecharam”.
Assim, o negócio originalmente concebido transformou-se em um empreendimento de baixo retorno sobre o capital investido, que totalizou US$ 1.249 milhões.
Graça ressaltou, no entanto, que hoje temos um ativo de qualidade, com um parque de refino que opera com segurança, e vem dando resultado positivo neste ano. “Além da melhor performance operacional, temos o petróleo não convencional, leve, de xisto, que chega à nossa refinaria e se traduz em resultado positivo”, afirmou.
Controle interno e externo?
A presidente informou que somos fiscalizados e colaboramos com os órgãos de controle como o TCU, a CGU e o Ministério Público. Desde novembro de 2012, foram 16 solicitações do TCU e 5 da CGU, todas respondidas. “Nós temos desde novembro de 2012 diversas oportunidades de relacionamento com CGU e TCU. Nós temos dezenas de respostas ao TCU, uma agenda extremamente disciplinada, todo o interesse em atender o TCU. Temos relatórios e relatórios de informações e uma comissão interna para deixar totalmente claros os processos de Pasadena”. Sobre a Comissão Interna de Apuração criada em 24 de março, Graça informou que suas conclusões deverão ser apresentadas nos próximos 30 dias.
Crescimento em reservas, produção e capacidade de refino
A executiva apresentou números que demonstram que estamos bem posicionada no mercado de energia quando comparada com outras grandes companhias do setor.
“Pelo 22º ano consecutivo, nós temos descoberto mais do que produzido. Isso é muito significativo em termos de segurança energética e rentabilidade para o Brasil e para a companhia”, ressaltou.??A projeção para o futuro é de crescimento na produção. “Nossa produção é crescente, nós vamos atingir os 4,2 milhões de barris de petróleo por dia em 2020″, ela informou, acrescentando que em 2014 a produção subirá 7,5%. “Concluímos nove unidades de produção em 2013. Não conheço nenhuma empresa de petróleo que tenha feito isso no mundo”, comparou a presidente.
O crescimento da produção de petróleo, a entrada em operação das novas refinarias e a convergência dos preços no Brasil com as referências internacionais, conforme a política de preços de diesel e gasolina, permitirão que tenhamos fluxo de caixa livre a partir de 2015, iniciando a trajetória de redução do seu endividamento.

Responder

Lourdes Sampaio

17 de abril de 2014 às 02h11

Quem entra em debate, deve apresentar argumentos e não ofensas….

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PEDALA DIREITA

16 de abril de 2014 às 14h29

Miguel, a gente que tá na luta, dando a cara pra bater, entende sua indignação. Entende mesmo que Graça foi infeliz, ou poderia ter sido mais feliz na sua fala ao senado. Porém, temos de levar em conta algo muito, muito importante: Graça é uma técnica da Petrobrás, e sua expertise é nesta área. E para por aí. Sobre a questão política, há pessoas responsáveis pelas duas vertentes nas quais essa questão se bifurca, com relação ao governo Dilma: no gerenciamento político das relações institucionais e no gerenciamento da comunicação do governo. O mesmo vale para a própria Petrobrás. O próprio posicionamento de Graça, levando com base a contabilidade, é natural de uma técnica. E uma técnica que está levando a empresa a um patamar jamais imaginado pelos brasileiros, com o apoio técnico de funcionários altamente qualificados e de nível mundial. No entanto, a comunicação e a ação política da Petrobrás deveria ser feita em conjunto com a base comunicacional escolhida pela presidência da república. E qual é essa base no caso da Petrobrás? Parte de um possível equívoco na tal resposta sobre as cláusulas contratuais (que realmente, foram omitidas) da compra da refinaria. E chegamos ao X da questão: depois de Franklin Martins, que pelo jeito não é a escolha de Dilma (ou foi retirado para amansar a Globo e Cia.)não houve alguém com a capacidade política e comunicacional de dar um rumo à forma como o governo federal se posiciona, primeiramente diante do mundo político e institucional, considerando a questão da mídia ser declaradamente partidária no Brasil, segundo em considerando que o brasileiro já está se esquecendo das conquistas dos governos progressistas, por mais grandiosas que elas sejam. A grandiosidade da comunicação governamental é algo que é dominada por poucos profissionais e o mais capacitado deles é Franklin Martins, concentrada em poucos veículos e mais que tudo, não tem uma concentração ou hierarquização que faça com que se multiplique pela internet (único meio de confronto à midia que se vende) uma base do que se deve responder homogeneamente no confronto de ideias e palavras que o governo tem com o PIG. A mídia feriu Franklin como feriu Dirceu, pois sabe que são cabeças pensantes que têm visão de longo prazo e profundidade da questão política, de forma a afastá-los do coração do governo. Lula é a cabeça, mas não está no dia a dia do governo. E Dilma, uma técnica como Graça, tem dificuldades em se comunicar com o Brasil. E a mídia usa isso para tentar colocar nas cordas o governo. Em suma, se há erros nas falas de Graça, este erro foi em não prepará-la para o embate político no Senado, pois na verdade, ela não é um quadro político, é um quadro técnico que deveria ser preparado para enfrentar as raposas do parlamento. Mas técnicos têm a mania de serem técnicos. E alguém em Brasília se esqueceu disso. Ou não sabia.

Responder

Rodrigo Lopes Torres

16 de abril de 2014 às 17h12

1) o jornalista que lê mal e sai taxando os outros de problemas psicológicos;
2) o idiotinha com colocações do tipo, está lendo “gibi”
3) e um monte, um monte de racalcadinha que extravasa aqui as suas carências manifestando apoio com essas curtidinhas mudas
argh….
Como eu disse, isso cheira a estupidez e má-informação, não apareço aqui mais por nada.

Responder

Gisele Vieira

16 de abril de 2014 às 14h53

Só uma pergunta Rafael Soares, desculpa minha ignorância mas realmente não tive alcance aos seus comentários: O que nos sugere pra não “perdermos a oportunidade histórica de mudar o país”?

Responder

JURIDICO

16 de abril de 2014 às 11h18

PASADENA deu 50 milhoes de lucro no bimestre 2014

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O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 13h51

Rafael Soares eu não inverti nada. O discurso dela está registrado.

Responder

O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 13h50

Rafael Soares quem está falando em “ideologia política” ou em PT? Cruz, que obsessão!

Responder

neide

16 de abril de 2014 às 10h24

Eu já sabia que ocafezinho tinha mais autoridade para conhecer a verdade do que a Petrobras do que o tal PIG (esses mentirosos), e do que a Presidente Dilma (que já declarou que não compraria a refinaria, se soubesse dos fatos).

Agora, vejo que ocafezinho sabe mais até do que a Presidente da Petrobras!

Campanha: ocafezinho para Presidência da República!

Abaixo o PIG!

Responder

FOSTER YOURSELF!

16 de abril de 2014 às 10h17

Da forma como as coisas caminham, logo teremos nova expressão: FOSTER YOURSELF!

Responder

Rafael Soares

16 de abril de 2014 às 12h32

Quanto mais você se explica, mais ridículo fica, é isso que tentam pregar, separar o Brasil entre “vocês e nós” quando na verdade somos TODOS filhos da mesma pátria, e sofremos em tudo o que acontece com ela, essa coisa de querer separar as pessoas é uma estratégia velha, usada pelo PT nos anos 80 não cola mais isso, ESTAMOS (sem separação de pessoas) perdendo a oportunidade histórica de mudar o país, mas mentes alienadas como a sua tendem a não perceber isso (será?), ideologia política não enche barriga de ninguém não, ideologia política não acorda às 6 da manhã pra ir trabalhar, ideologia política não sofre com a violência no dia a dia, tanto o pessoal do governo atual como dos anteriores estão com a vida ganha faz muito tempo, e a sua como está? Se continuarmos a ter esse pensamento pequeno de tentar separar o Brasil entre “Nós e vocês”, não iremos para lugar algum, essa sua postagem sobre a Graça Foster invertendo completamente o que foi dito foi vergonhosa, dá a impressão que você acha que quem vai ler são todos burros, como disse alienação política não nos levará a lugar algum.

Responder

Daniel Rodrigues Vieira

16 de abril de 2014 às 12h10

Esse Rodrigo tá lendo muito Gibi..kkkkkkkkkkkkkk

Responder

O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 12h08

Rodrigo Lopes Torresem 1. Lugar não sou “vocês”. Em 2. Não entendi patavinas da sua crítica. Ela é totalmente esquizofrênica. Vale para vc tb Rafael Soares.

Responder

Rafael Soares

16 de abril de 2014 às 11h25

kkkkkkkkkk cara como você distorce as informações, isso se chama alienação ou puro interesse pessoal, concordo com o Rodrigo Lopes Torres, em gênero número e grau.

Responder

nilo filho

16 de abril de 2014 às 08h09

RESUMO DAS DECLARAÇÕES (5 HORAS) DE GRAÇA FOSTER (PRESIDENTE DA PETROBRÁS) NO SENADO

“NAQUELE MOMENTO, PASADENA FOI UM BOM NEGÓCIO QUE, COM O PASSAR DO TEMPO, SE TRANSFORMOU EM UM MAU NEGÓCIO”, que explicando que mudanças no mercado internacional de petróleo afetam o valor de ativos em todo o mundo.
“QUANDO A PETROBRAS COMPROU PASADENA POR US$ 1,25 BILHÃO, OUTRAS REFINARIAS FORAM VENDIDAS NO CANADÁ POR US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÃO”
“ESTUDOS TÉCNICOS ELABORADOS POR CONSULTORIAS INTERNACIONAIS SOBRE PASADENA, NA ÉPOCA DA AQUISIÇÃO, APONTAVAM PARA A PERSPECTIVA DE UM BOM INVESTIMENTO”
“Hoje, olhando o negócio, não foi um bom negócio”, reconheceu ela. “Não há negócio nesse setor que seja cem por cento seguro”
“UMA EMPRESA QUE TEM 50 BILHÕES DE REAIS NO CAIXA HOJE, UMA REPOSIÇÃO DE RESERVAS INTENSA
“A ASTRA PAGOU US$ 360 MILHÕES PELA METADE DA REFINARIA”,
“Nós queremos que tudo seja esclarecido”, reafirmou a presidente da estatal, que começou seu depoimento às 10h50.
Graça admitiu que perdas da estatal com a refinaria foram de US$ 530 milhões.
“NO MESMO PERÍODO, DUAS REFINARIAS NO CANADÁ, DE PORTES SEMELHANTES, CUSTARAM US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÕES.
NOTA MINHA:
Não existem negócios sem riscos
A própria evolução da Petrobrás (Pré-Sal) e do refino de óleo leve/pessado, alteraram as condições e correlações anteriores e de hoje – sob o aspecto “contábil”, não estratégico (localização: EUA) e facilidades de comércio e remanejamento (equipamentos que favorecem a movimentação dos produtos) – se pode dizer “um mau negócio”. Analogias: se construo uma fábrica de dirigíveis e logo depois os aviões são inventados e fabricados, foi um bom negócio que se tornou ruim… Se invisto na construção de uma índústria de valor promissor e, depois, ocorre um “tsunami”, fiz um mal negócio?…

A falha administrativa – o não exame das cláusulas “Marlim” e “Put Option”, comuns em contratos desse vulto não comprometeram ou comprometem o negócio.

A cláusula “Marlim” (garante ao sócio não produtor, não refinador, um lucro certo e, ainda, abaixo do valor do mercado à época), aliás, nem foi acionada (utilizada) por não ocorrida.

Já a “Put Option” deu causa a aquisição total da Refinaria. Bom ou mal negócio? Depende do ponto de vista. Contábil? Talves. Estratégico? Não.

Essa opção permitiu que a Petrobrás se tornasse a única proprietária da Refinaria. Ora, petrólio é um bem material de elevado valor estratégico. Não ter sócio é bom e, melhor ainda, se esse sócio for estrangeiro.

A compra exigiu investimentos (foram feitos) e a Refinaria está lá encrustada, em plena operação, dando lucro.

Mau negócio, do meu ponto de vista NÃO !

Rosário, concordo com a total falta de “traquejo”político de Graça: “no covil dos leões não se preparou previamente (com os Senadores da situação) e não foi incisiva com respostas curtas, resumidas e clara….

Fontes:
http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/136841/Graça-Pasadena-foi-bom-negócio-que-virou-ruim.htm

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/04/graca-foster-2018nao-existe-operacao-100-segura2019-9492.html

Responder

Daniel Rodrigues Vieira

16 de abril de 2014 às 10h53

“Não há como reconhecer hoje ter sido um bom negócio. Isso é inquestionável do ponto de vista contábil. Pasadena é apenas um dos negócios da Petrobras. Um bom projeto no início e que se transformou num projeto de baixa probabilidade de retorno” Graça Foster

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Rodrigo Lopes Torres

16 de abril de 2014 às 10h05

Gente, impressionante as distorções que vocês são capazes de cometer em nome de uma visão diatópica e medíocre, tirada de uma partidarismo tão pouco esclarecido que sinceramente falta muito pouco para vocês fazerem a saudação do Führer, e aí se é Dilma, ou se é Aécio, ou se é Dilma vestida de Aécio, ou um Aécio transformista, fantasiado de Dilma, para vocês decerto é tudo o mesmo, só muda o sinal, amor por ódio, ódio por amor, soldadinhos de chumbo. É sério, nem sei como cheguei aqui (tem como bloquear isso?). Esse negócio de “Está provado: Foster é mau negócio” embrulhou meu estômago. Isso aqui é a antípoda, é a perfeita contraimagem do discurso fascistóide de Olavos de Carvalho e etc. Nojento isso aqui.

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Rodrigo Lopes Torres

16 de abril de 2014 às 09h46

Gente, impressionante as distorções que vocês são capazes de cometer em nome de uma visão diatópica e medíocre, tirada de uma partidarismo tão pouco esclarecido que sinceramente falta muito pouco para vocês fazerem a saudação do Führer, e aí se é Dilma, ou se é Aécio, ou se é Dilma vestida de Aécio, ou um Aécio transformista, fantasiado de Dilma, para vocês decerto é tudo o mesmo, só muda o sinal, amor por ódio, ódio por amor, ignorantes, soldadinhos de chumbo.

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Arnaldo Pereira Dos Santos

16 de abril de 2014 às 04h26

Concordo com você Lourdes.

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Lourdes Sampaio

16 de abril de 2014 às 02h28

Foi um bom negócio por causa de sua localização…. aliás um ótimo negócio q os americanos querem reverter e por isso está esse esparrame de divulgações contra.

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ronaldo

15 de abril de 2014 às 23h23

Uma estratégia ruim para não ter cpi.
Foster e Dilma estiveram juntas ontem. O histórico em slides apresentado ao senado hoje já estava pronto, mas este discurso que de mau negócio, certamente,foi combinado ontem. Um erro. Não quero pensar na possibilidade disso ter sido um acordo pra não ter cpi.
E ainda fritaram o Gabrielli e, no pacote, o Cerveró.

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O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 02h20

Douglas isso td mundo sabe

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Miguel do Rosário

15 de abril de 2014 às 23h14

Isso todo mundo sabe, queria números exatos.

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julio

15 de abril de 2014 às 23h08

Não existe negócio sem risco. A única oportunidade que o investidor não correu risco foi com a compra da Vale, um patrimônio de 70 bilhões que foi vendido por 2,7 bilhões, pechincha patrocinada pelo partido do Aécio. Esse sim ficou conhecido como o maior caso de corrupção da história do Brasil.

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Douglas Dias

16 de abril de 2014 às 01h22

Ela fez menção sim à produção de petróleo! Disse que são 100.000 barris/dia produzidos em Pasadena.

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Leandro Pereira

15 de abril de 2014 às 22h20

Nessa constante batalha entre direita e PT (que hoje definitivamente não é de esquerda) erros não são reconhecidos por mais óbvios que sejam. Miguel, admiro seu trabalho, mas sonho em um dia no qual lerei neste espaço um reconhecimento ao erro pratico pelo PT, sem deixar de lado essa mania louca de não fornecer armas à direita, mesmo que sejam munidos pela trapalhadas da esquerda (leia-se erroneamente PT) Abs!

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Mauro Cavalcanti

16 de abril de 2014 às 01h04

PQP, sem comentários!

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Lourdes Sampaio

16 de abril de 2014 às 00h56

Em 2006 foi o q ela disse…. porém não são dados atuais…. hoje a refinaria dá lucro

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Daniel Rodrigues Vieira

16 de abril de 2014 às 00h48

Ela deixou claro que hoje a refinaria não foi um bom negocio, mas na época sim, pois não tínhamos pre-sal, e outras variáveis. As margens do refino são muito estreitas, pois compra o barril a 108, e vende derivados a 120 dolares. Na epoca a capacidade instalada do refino mundial estava próximo dum gargalo, e os carros flex estavam deixando de aumentar a demanda por gasolina no Brasil. Isso justificava investir no mercado americano e usar petroleo pesado de marlin e outros da Petrobras no campo do México.

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O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 00h08

Liza Moretti infelizmente ela deixou bem claro. e o resultado de seu discurso foi isso. ela foi infeliz e tola.

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O Cafezinho

16 de abril de 2014 às 00h05

Não, Fernando Cunha. Isso eu entendi. Mas refinaria é assim. Dá prejuízo num ano, lucro no outro. O valor de uma refinaria é mais que “contábil”. É estratégico.

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Bira Huffel

15 de abril de 2014 às 23h16

Deu munição para oposição, hoje as manchetes são Graça confirma Pasadena foi um mau negócio.

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Celso Orrico

15 de abril de 2014 às 20h15

Miguel Pasadena refina 100000 e não 100 barris por dia.. vi a Graça Foster hoje, ela foi técnica e nada política…a frase dela foi distorcida pela mídia, disse que foi bom negócio na época mas que com a crise e o gás xisto do EEUU deixou de ser..quem deveria ter feito o debate político era os Senadores da base, alguins até tentaram mas muito timidamente..a Vanessa Graziotin do PC do B foi a mais incisiva dizendo que a questão é política eleitoreira e o que está por trás é o regime de partilha..

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Liza Moretti

15 de abril de 2014 às 22h50

Aff que exagero… pegaram a frase dela fora do contexto!! Sempre fazem…Acho que vc ta fazendo mais carnaval do que a pro-pia mídia! Vou postar os videos!

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Hirto Gervásio

15 de abril de 2014 às 22h35

O Cafezinho mudou o texto, a Graça Foster disse que foi um bom negócio.

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Cleide Portella

15 de abril de 2014 às 22h19

Putz!! Dar munição para oposição!!

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Décio

15 de abril de 2014 às 19h15

Ué, agora os EUA são referência? Vá pro inferno, seu salafrário vigarista.

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Luiz M Barros

15 de abril de 2014 às 19h14

Bem Miguel tanto ela e Dilma como interviu o lider do governo no senado disseram a verdade técnica pois não sabem contornar o objetivo politico eleitoral da oposição. O lider até citou aquele artigo da Reuters. Mas adianta? Ela logo deveria ter colocado como colocou em outras respostas que Pasadena dá lucro. Mas para o PIG não importa a verdade das duas gerentes. Resta-nos a confiança de Lula nos blogs para fazer o árduo contraponto. Console-se com o artigo do Wanderley http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/04/11/wanderley-oposicoes-nao-ganham-eleicoes-governos-perdem/ “À oposição resta o malabarismo de seus jornais e órgãos de divulgação para transformar o feito em mal feito” Ou Dilma em Pernambuco de forma mais singela “Não é possível fazer críticas por falta de investimento e ao mesmo tempo criticar os investimentos, não fecha” Fiquei assistindo toda a tarde mas amanhã atendo o SOS

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André Pieroni

15 de abril de 2014 às 21h56

Pisou na bola.

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Erich Lie Ginach

15 de abril de 2014 às 21h48

É isso aí, Miguel. Esse governo infelizmente não percebe que Petrobrás é estratégica e política. Vamos ter de arregaçar as mangas para, mais uma vez, defender nosso petróleo!

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Parlo Piano

15 de abril de 2014 às 21h39

Acho que não bastou o Lula falar da condição política da Petro,,, Com todo respeito e licença a todos os títulos acadêmicos da ´senhora graça´, mas acho o mestre torneiro mecânico precisa ´desenhar´ pra ela entender,,,

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Francisco Ebeling Barros

15 de abril de 2014 às 21h34

O Fernando Cunha ai acima está certo. Ela pode não ser uma boa oradora mas foi bem….

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luiz Hamilton

15 de abril de 2014 às 18h26

parece que às divergências entre ela e Sérgio Gabrielle são mais importantes que os interesses da petrobras é lamentável. Aqui pra nós que mulher sem graça em todos os aspectos!

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Franklin

15 de abril de 2014 às 17h59

Inacreditável! Meu Deus Do Céu! Como é que agente vai defender Pasadena agora! Existem vários tipos de inteligência, com certeza a Graça Foster não tem todas as inteligências necessárias para o cargo.

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Marcio Hachmann

15 de abril de 2014 às 20h55

pq ela não apresenta esse ponto de vista?

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Giovanni

15 de abril de 2014 às 17h55

Verdade José, esperava-se muito mais desta senhora, uma burocrata no sentido stricto da palavra….

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Jose LUIZ RIBEIRO DA SILVA

15 de abril de 2014 às 17h49

Finalmente algum blogueiro desse lado da trincheira perdeu a paciência. cara é duro, as eleições estão ai. Somos praticamente linchados em praça pública e esse governo nem faz a lição de casa direito.
Acho um absurdo este apoio imediato em favor do Governo em nome de se manter uma esquerda cada vez mais deslumbrado com o poder.

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Deivid Ferreira

15 de abril de 2014 às 20h47

Foi foda mesmo, eu pensei “eu estava errado?” Nada, a mulher é que vacilou mesmo…

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Fernando Cunha

15 de abril de 2014 às 20h46

Foi explicado na entrevista. As análises feitas para a época, apontavam como sendo um ótimo negócio. Aí veio a crise mundial com redução de consumo de combustíveis, inclusive nos EUA, gerando prejuízo.

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