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Ministério Público de São Paulo move ação contra Haddad por cumprir Plano Nacional de Mobilidade

Por Redação

02 de dezembro de 2015 : 16h11

por Carlos Eduardo, editor-assistente do Cafezinho

A perseguição do Ministério Público de São Paulo contra o prefeito Fernando Haddad ganhou mais um capítulo esta semana. Depois de se achar no direito de interferir em um política pública do município, tentando proibir o fechamento da Av. Paulista aos domingos, mais uma vez o MP de São Paulo tenta multar o prefeito Haddad por colocar em prática o Plano Nacional de Mobilidade, sancionado pela presidenta Dilma em 2012.

O Código Brasileiro de Trânsito determina que todo o dinheiro arrecadado pelos municípios com multas de trânsito deve ser aplicado em melhorias na sinalização, no aperfeiçoamento da engenharia de tráfego, no policiamento das vias, no aumento da fiscalização ou em campanhas educativas de trânsito. (grifo nosso)

E o que o prefeito Haddad fez com o dinheiro das multas? Segundo o procurador Milani, responsável pela ação, o dinheiro foi utilizado em:

  • Obras de implantação de terminais de ônibus;
  • Obras de ciclovias e ciclofaixas;
  • Despesas operacionais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET);
  • E o restante para a Guarda Municipal, na aplicação de multas.

Portanto, vamos raciocinar por um instante.

Novos pontos de ônibus e ampliação das vias para bicicleta fazem parte do aperfeiçoamento de engenharia de tráfego, como manda a lei. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) é responsável pela sinalização das vias, campanhas educativas, fiscalização etc. Logo dentro do que manda a lei. Por último, a Guarda Municipal é responsável pela aplicação das penalidades de trânsito, outra possível destinação do dinheiro das multas, segundo o Código Brasileiro de Trânsito.

Tudo isso parece bastante óbvio, não? Menos para os procuradores do MP que estão tentando processar o prefeito Fernando Haddad por aplicar o dinheiro das multas exatamente onde manda a lei.

Fica a impressão de que na cabeça dos procuradores o dinheiro arrecadado com multas de trânsito só pode ser aplicado em políticas para os carros, nunca em benefício do transporte público ou das bicicletas. Haja paciência!

Abaixo reportagem da Rede Brasil Atual

***

haddad

Prefeitura diz que desinformação baseia ação de Ministério Público

por redação RBA

A prefeitura de São Paulo afirmou ontem (1º) que a ação movida pelo Ministério Público (MP) contra autoridades da gestão Fernando Haddad é baseada em “equívocos e desinformação”. Em nota, a administração da capital diz lamentar que o “procurador Marcelo Milani não tenha buscado esclarecimentos formais ou feito pesquisas técnicas antes de apresentar uma ação civil pública baseada em equívocos e desinformação”.

A mensagem responde à decisão de Milani e do procurador Wilson Ricardo Tafner, do Patrimônio Público e Social do Ministério Público de São Paulo, de ingressar na Justiça estadual com uma ação civil pública, por improbidade administrativa, contra o prefeito Haddad e três secretários municipais. Na ação, alegam desvio de finalidade no uso do fundo que gere os recursos arrecadados por multas de trânsito, estimam prejuízo de R$ 617 milhões e pedem a condenação de todos os envolvidos, o que poderá provocar perda do cargo, bloqueio de bens, o ressarcimento aos cofres públicos do dinheiro desviado e danos morais difusos de R$ 185 milhões.

A um dos argumentos dos procuradores, de que na cidade existiria uma “indústria da multa” com fins “arrecadatórios”, a prefeitura responde que se trata de “bordão” criado por setores que estariam descontentes com o êxito da política de mobilidade para a melhora do trânsito e a redução de acidentes. “O promotor também demonstra que discorda da lei federal do Plano de Mobilidade Urbana, que dá respaldo ao investimento em formas de transporte que não sejam o carro, como, por exemplo, as melhorias para os ônibus e bicicletas (viário, terminais e sinalização)”, diz a nota.

Leia a íntegra

A Prefeitura de São Paulo reitera que prestará todos os esclarecimentos necessários ao Ministério Público e à Justiça e lamenta que o promotor Marcelo Milani não tenha buscado esclarecimentos formais ou feito pesquisas técnicas antes de apresentar uma ação civil pública baseada em equívocos e desinformação. Um exemplo disso é a alegação de Milani de que existiria uma “indústria da multa” com fins “arrecadatórios” na cidade, um bordão criado por setores descontentes com o êxito da política de mobilidade, que melhorou o trânsito e reduziu acidentes. O promotor também demonstra que discorda da lei federal do Plano de Mobilidade Urbana, que dá respaldo ao investimento em formas de transporte que não sejam o carro, como, por exemplo, as melhorias para os ônibus e bicicletas (viário, terminais e sinalização).

O promotor afirma equivocadamente à Justiça que “todo motorista que circulou por São Paulo foi multado” ao verificar que o número de multas é maior que a frota de veículos. Mas a verdade é que 71% da frota não recebeu nenhuma multa em 2014, e que 5% dos veículos são responsáveis por metade das infrações cometidas no ano passado. Outro erro do promotor é a acusação de que os recursos de multas servem para “fechar contas” porque o município “gasta mais do que arrecada”. Na realidade, a atual gestão acaba de receber nota de grau de investimento da agência Fitch Ratings, devido ao saneamento exemplar de suas finanças, com aferição de superávit primário nos últimos três anos, mesmo com o cenário adverso da economia.

O Ministério Público afirma que a ação foi demandada por queixa feita por um cidadão paulistano, em agosto deste ano. A ação se refere ao ano de 2014 e, segundo o promotor Milani, a investigação deverá atingir os quatro anos anteriores pois, antes desse período, a lei determina a prescrição do que considera crime: usar o dinheiro arrecadado com as multas em funções que não estão previstas pelo Código Brasileiro de Trânsito, como sinalização, engenharia de tráfego, fiscalização e educação de trânsito. O procurador pondera que os recursos não teriam sido utilizados para “propósitos pessoais” dos acusados, mas para pagamento de obras de implementação de terminais de ônibus, obras de vias para bicicletas, despesas operacionais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Guarda Municipal para a aplicação de multas.

“Estão usando as multas como se fosse arrecadação paralela”, disse Milani, que admitiu, ainda, que as cinco contas correntes, além do fundo, não foram criadas pela atual administração e existem “pelo menos” desde 2010.

A prefeitura de São Paulo reagiu com estranhamento à decisão do Ministério Público de entrar com a ação “apenas contra essa gestão”. “Para a prefeitura de São Paulo, trata-se de uma questão de compreensão por parte do Ministério Público do que é segurança e educação de trânsito. No entendimento da administração municipal, os recursos foram aplicados corretamente e com transparência, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito e com a Lei Municipal 14.488/2007, o decreto 49.399/2008 e as portarias 1483/08, 163/13, 198/14 e 133/2015 que regulam o Fundo Municipal de Desenvolvimento do Trânsito. Esse padrão foi seguido por todas as administrações anteriores”, diz outra nota da administração divulgada ontem à tarde.

Com informações da Agência Brasil

***

MP move ação contra o prefeito de São Paulo e três secretários

por Elaine Patricia Cruz, na Agência Brasil

O Ministério Público (MP) de São Paulo entrou na Justiça estadual com uma ação civil pública, por improbidade administrativa, contra o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e três secretários municipais. Eles são acusados de desvio de finalidade no uso do fundo que gere os recursos arrecadados com a aplicação de multas de trânsito na capital paulista. O Ministério Público estima que o prejuízo pode chegar a R$ 617 milhões.
Na ação, os promotores Marcelo Milani e Wilson Ricardo Tafner, do Patrimônio Público e Social, pedem a condenação de todos os envolvidos, o que poderá provocar a perda do cargo, o bloqueio de bens dos acusados, o ressarcimento aos cofres públicos do dinheiro desviado e danos morais difusos de R$ 185 milhões.

Segundo Milani, o Ministério Público decidiu entrar com a ação após ter recebido uma queixa sobre a utilização dos recursos arrecadados com as multas. A queixa foi feita por um cidadão paulistano, em agosto deste ano. A ação se refere ao ano de 2014, quando o valor arrecadado somou R$ 892 milhões, com a aplicação de mais de 10,6 milhões de multas. O promotor informou ainda que a investigação do MP deverá atingir os quatro anos anteriores, pois antes desse períodio a lei determina a perscrição do crime.

De acordo com o promotor, a prefeitura incorreu em dez irregularidades ao usar o dinheiro arrecadado com as multas em funções que não estão previstas pelo Código Brasileiro de Trânsito. O Código determina, por exemplo, que todas as receitas provenientes de multas sejam aplicadas em sinalização de trânsito, na engenharia de tráfego, no policiamento, na fiscalização ou na educação de trânsito.

Segundo Milani, o dinheiro teria sido utilizado, não para propósitos pessoais dos acusados, mas para pagamento, por exemplo, de obras de implantação de terminais de ônibus, no valor de R$ 15 milhões; para pagamento de obras de vias para bicicletas, R$ 25 milhões; no repasse de R$ 571 milhões para despesas operacionais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET); e para a Guarda Municipal para a aplicação de multas. “Estão usando as multas como se fosse arrecadação paralela”, disse Milani.

Outra irregularidade encontrada pelos promotores, de acordo pelo MP, é o fato de a prefeitura administrar mais de uma conta-corrente para as multas quando, segundo uma lei municipal editada em 2007 (Lei 14.488), deveria usar o Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito para a administração desse dinheiro. “Foi dada uma pedalada pela prefeitura”, disse Milani.

O promotor admitiu, no entanto, que as cinco contas-correntes, além do fundo, não foram criadas pela atual administração, mas existem pelo menos desde 2010. Ou seja, a movimentação irregular do dinheiro das multas pode estar ocorrendo na cidade há mais tempo. “Não foi só essa prefeitura que se utilizou disso”, afirmou.

Milani informou que existe outra investigação em curso, semelhante a essa, mas que envolve o governo do estado de São Paulo. “Temos investigação também referente a multas no estado de São Paulo, que é da malha rodoviária estadual. E há uma suspeita que isso também pode estar sendo feito em outras prefeituras do país, usando o dinheiro das multas como fonte de arrecadação”. O promotor não ofereceu mais detalhes sobre essas investigações.

Por meio de nota, a prefeitura de São Paulo disse estranhar que o Ministério Público tenha entrado com a ação “apenas contra essa gestão”. “Para a prefeitura de São Paulo, trata-se de uma questão de compreensão por parte do Ministério Público do que é segurança e educação de trânsito. No entendimento da administração municipal, os recursos foram aplicados corretamente e com transparência, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito e com a Lei Municipal 14.488/2007, o decreto 49.399/2008 e as portarias 1483/08, 163/13, 198/14 e 133/2015 que regulam o Fundo Municipal de Desenvolvimento do Trânsito. Esse padrão foi seguido por todas as administrações anteriores”, diz a prefeitura.

Edição: Aécio Amado

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61 comentários

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Ronaldo Tavares

04 de dezembro de 2015 às 02h02

Eliane Carvalho Julio Bernardino Henrique Emanuel Gomes Pedrosa

Responder

Ronaldo Tavares

04 de dezembro de 2015 às 02h02

Eliane Carvalho Julio Bernardino Henrique Emanuel Gomes Pedrosa

Responder

Ronaldo Tavares

04 de dezembro de 2015 às 02h02

Eliane Carvalho Julio Bernardino Henrique Emanuel Gomes Pedrosa

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Solange Pestana

03 de dezembro de 2015 às 23h35

E Lulaaaa assombrando voltar em 2018 kkkkkk .

Responder

Denize Paulo

03 de dezembro de 2015 às 19h29

Surrealismo!

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Nenê Garcia

03 de dezembro de 2015 às 17h46

Só imbecil não entende o benefício de transporte alternativo. Simples.

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Sueli Pereira

03 de dezembro de 2015 às 14h41

Tô falando. Hoje em dia todos querem 5 minutos de ” artistagem” .
Como perturbam quem trabalha para o povo

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Deusoca Deusoca

03 de dezembro de 2015 às 14h20

Perdendo a linha claramente o MP está ajudando a levar Haddad pro segundo turno.

Responder

Jorge Menezes

03 de dezembro de 2015 às 04h31

Quem circula em carros blindados no trajeto entre condomínios fechados e prédios com segurança paga pelo contribuinte têm notoriamente pouca empatia por bicicletas ou transportes coletivos.

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Velton Dagmar Gonçalves Novaes

03 de dezembro de 2015 às 03h50

Sinto um cheiro de poda no ar, o prefeito tá crescendo a cada dia, vamos dá um chega pra lá, êta MP bandeado

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Fred Brasil

03 de dezembro de 2015 às 01h33

Bater em mães de família, bater em menores de idade, deixar o povo sem água, fechar centenas de escolas…ah isso pode.

Responder

Fred Brasil

03 de dezembro de 2015 às 01h33

Bater em mães de família, bater em menores de idade, deixar o povo sem água, fechar centenas de escolas…ah isso pode.

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Flavio Ataliba Abreu Netto

03 de dezembro de 2015 às 01h19

como diria minha professora, Mme Theveneux: pas possible…..

Responder

Flavio Ataliba Abreu Netto

03 de dezembro de 2015 às 01h19

como diria minha professora, Mme Theveneux: pas possible…..

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Ester Lorenzetti de Mello

03 de dezembro de 2015 às 00h57

PERSEGUIÇÃO. VERGONHA.

Responder

Roger Gilmour

03 de dezembro de 2015 às 00h10

Na verdade o dinheiro das multas só pode ser usado para beneficiar os de sempre, fodendo o resto!

Responder

Roger Gilmour

03 de dezembro de 2015 às 00h10

Na verdade o dinheiro das multas só pode ser usado para beneficiar os de sempre, fodendo o resto!

Responder

Maria Regina Novaes

02 de dezembro de 2015 às 23h41

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….E o Metrô,CPTM,Sabesp

Responder

Maria Regina Novaes

02 de dezembro de 2015 às 23h41

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….E o Metrô,CPTM,Sabesp

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Douglas Gobbet

02 de dezembro de 2015 às 21h56

PELO PREÇO QUE COBRAM DOS CARROS, MAIS IPVA E MULTAS … QUEM DEVERIA CUIDAR DAS ESTRADAS SERIAM AS MONTADORAS … PELO MENOS ELAS SÃO MAIS SÉRIAS QUE QUALQUER PAU NO CU DE NOSSOS POLÍTICOS …

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Graziela Ares

02 de dezembro de 2015 às 21h53

Socorro! Esse poço nao tem fim?

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Ma Domont

02 de dezembro de 2015 às 21h41

SP sem água por conta do PSDB,mas ñ é importante pro MP…

Responder

Jandira Parana

02 de dezembro de 2015 às 21h15

Que perseguição !!!

Responder

Luiz Pino Orozimbo Gomes

02 de dezembro de 2015 às 21h03

Será que o processo irá para Curitiba? Ah, não precisa. SP também é ninho tucano.

Responder

Joaodamasceno Matos de Menezes

02 de dezembro de 2015 às 21h02

É uma piada, o PT e as esquerdas acreditam nas próprias mentiras. #ForaAnta #foraPT #LuladrãoNaCadeia.

Responder

Lenilson Batista

02 de dezembro de 2015 às 20h48

E o trensalão passou e eles não viram, ou viram e enbarcaram nele? Palhaçada!

Responder

Roberto Pina

02 de dezembro de 2015 às 20h33

Mas as escolas fechando esses lixos não olham!

Responder

Odenir Batista

02 de dezembro de 2015 às 19h47

TÔ COM A IMPRESSÃO DE ESTE É UM JUDICIARIO DESCARADO E SEM VERGONHA NENHUMA …

Responder

José Luiz Penapereira

02 de dezembro de 2015 às 19h45

Vergonha alheia.

Responder

Gilberto Friedman

02 de dezembro de 2015 às 19h35

Ernani Miura, leia no site do MP de SP. Refere-se a mesma irregularidade da prefeitura de SP, esta e as anteriores. Explica o porque da irregularidade. Foi baseada em denúncia de cidadão paulistano. O MP não pode se omitir, isso sim seria um atentado a democracia e a cidadania. O resto é papo deturpado para ficar justificando perseguições fantasmas.
http://www.mpsp.mp.br

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    O Cafezinho

    02 de dezembro de 2015 às 19h46

    Sim a ação foi motivada por uma denúncia de um cidadão paulistano e o MP tem o dever de averiguar toda as denúncias. Mas está claro que a denúncia em si não faz sentido, portanto porque abrir uma ação contra o prefeito? Gastar o tempo e os recursos do MP com uma ação sem cabimento é desperdício de dinheiro público, não acha?

    Responder

    Gilberto Friedman

    02 de dezembro de 2015 às 19h51

    A ação tem sentido no parecer do procurador e está fundamentada. Precisa ser apurada. Se o prefeito souber explicar a irregularidade, ele não será punido ao fim do processo.

    Responder

    Joaquim Corrêa

    02 de dezembro de 2015 às 20h07

    Conversar com burocrata é uma merda.
    Anda com um livro embaixo do braço, só aceita o que está impresso.
    Usar bom senso é uma verdadeira ofensa.

    Responder

    Júlio Córdoba Pires Ferreira

    02 de dezembro de 2015 às 20h27

    É perseguição sim. O fato é que se o prefeito fosse o Serra, ele poderia até pintar a casa da mãe dele com dinheiro das multas que o MP sentava em cima e arquivava a denúncia.

    Responder

    Sandoval Miranda

    02 de dezembro de 2015 às 21h14

    O MP é aquele que está multando a Prefeitura por fechar a Paulista para o lazer. Já ouvi que alguns procuradores declararam que a que a cultura da cidade é rodoviária; e que, portanto, não faz sentido fechar a Paulista. Esses mesmos procuradores, se estivessem em 1888, provavelmente também fariam parecer “bem fundamentado” contra a abolição. Afinal, naquela época, a cultura do país era escravocrata. O principal entrave ao desenvolvimento social de nosso país não é nem tanto o Legislativo, nem tanto o Executivo, mas a escumalha privilegiada, parcial e retrógrada do Judiciário (o mais caro e ineficiente do mundo).

    Responder

    Roger Gilmour

    03 de dezembro de 2015 às 00h12

    Tem que mandar esse cidadão paulistano ir chupar um canavial de rola e arquivar essa merda.
    Mas não, o denunciado é petista; e contra petista vale abrir processo até por disputa de par ou impar.
    Tomar no cu!

    Responder

    Roger Gilmour

    03 de dezembro de 2015 às 00h12

    Tem que mandar esse cidadão paulistano ir chupar um canavial de rola e arquivar essa merda.
    Mas não, o denunciado é petista; e contra petista vale abrir processo até por disputa de par ou impar.
    Tomar no cu!

    Responder

Elizângela Carvalho

02 de dezembro de 2015 às 19h33

Mas não faz nada contra o Governador que quer fechar 93 escolas!!! Não faz nada contra a prisão de jovens em manifestação pacífica pela manutenção dos seus espaços na educação!! Grande MP!!!

Responder

Ge Munhoz

02 de dezembro de 2015 às 19h32

A perseguiçao ao partido esta declarada, na maior cara de pau…sem pudor algum. meudeus…onde tdo isso vai parar.

Responder

Marciano Moreira

02 de dezembro de 2015 às 19h27

MP reaça

Responder

Go Lopes

02 de dezembro de 2015 às 19h24

Direitopatas

Responder

Rogerio Vieira

02 de dezembro de 2015 às 19h20

A Lava Jato fechou as fontes…

Responder

Jasson Reis

02 de dezembro de 2015 às 19h11

Bandidos de toga

Responder

Antonio Nunes

02 de dezembro de 2015 às 18h59

Mover ação contra o governador que manda espancar a população que paga seus salários, nem pensar não é?

Responder

Célia Maria Marreiros Solano

02 de dezembro de 2015 às 18h58

O prefeito recebe prêmio internacional, pelo trabalho em prol da mobilidade urbana. Em quanto isso, juízes paulistas o condenam pelo mesmo trabalho.
Morro e não vejo tudo!

Responder

Misael B. S. Filho

02 de dezembro de 2015 às 18h57

o MP de SP não faz e não deixa fazer nada em benefício da população é uma Casta de privilegiados que buscam apenas aparecer na mídia podre e comprada de SP.

Responder

Gelasio Felipe Filho

02 de dezembro de 2015 às 18h55

É inacreditável isso! Promotor ser contra a mobilidade publica? Só em São Paulo mesmo onde quase tudo ta um caos, essa justiça está no mesmo barco, quanto pior melhor… Acorda cidadão.

Responder

    Joaquim Corrêa

    03 de dezembro de 2015 às 01h55

    Não é privilégio de São Paulo a promotoria ensandecida e partidária.
    Aqui em Florianópolis, o MP bloqueia tentativa de construtoras tomarem uma área pública para construção de um enorme hotel.
    Os donos das empresas sempre recorrem aos juízes do Rio Grande do Sul para obter liminares intermináveis, por que lá, não estão nem aí para preservação de ambiente, só passam as férias aqui, ou seja, o hotel vem a calhar.
    Razões, motivos e embasamento jurídico, um linguajar criado para enrolar trouxa.

    Responder

    Joaquim Corrêa

    03 de dezembro de 2015 às 01h55

    Não é privilégio de São Paulo a promotoria ensandecida e partidária.
    Aqui em Florianópolis, o MP bloqueia tentativa de construtoras tomarem uma área pública para construção de um enorme hotel.
    Os donos das empresas sempre recorrem aos juízes do Rio Grande do Sul para obter liminares intermináveis, por que lá, não estão nem aí para preservação de ambiente, só passam as férias aqui, ou seja, o hotel vem a calhar.
    Razões, motivos e embasamento jurídico, um linguajar criado para enrolar trouxa.

    Responder

Mauricio Gomes

02 de dezembro de 2015 às 16h54

Esse MP paulista é vergonhoso. Quando trata-se de investigar escândalos tucanos, tudo acaba em uma gaveta ou em pizza. O Heil Geraldo manda a PM e milícia fascistas espancar alunos e professores, mas isso não interessa a esse MP podre e partidário. Nem o trensalão ou o escândalo da SABESP. Pobre São Paulo….

Responder

Beth Andrade

02 de dezembro de 2015 às 18h54

Compartilhem!

Diariamente, a Democracia, o povo, no Brasil é atacado de forma odiosa.

O judiciário e todas as instituições podres brasileiras desmoralizam e querem desprestigiar o Brasil diante da comunidade internacional.

Esclarecendo: com CNJ, OAB, CASA CIVIL, CNBB e as partes “boas”, se houver, da PF, MPF, MPU, STF, CGU, AGU, TCU, PGR, TSE.

As INSTITUIÇÕES precisam ser SUPREMAS, JUSTAS, PROBAS e GUARDIÃS da LEI e da ORDEM. Precisam se fazerem prevalecer sobre seus PREPOSTOS e VOGAIS.
. Exemplos:
a)- Cunha não é uma CÂMARA;
b)- Nardes não é um TCU;
c)- Gilmar Mendes não é um STF;
d)- Renan não é um SENADO;
e)- Moro não é um MPF;
f)- Malafaia não é IGREJA;
g)- Globo não é a VOZ DO POVO;
i)- FHC, SERRA, AÉCIO não são o BRASIL e/ou a SOBERANIA NACIONAL !
. Com sérios agravantes: Todos são processados ou respondem denúncias, processos/ações em curso !

BRASIL, PAÍS DO AVESSO: A IMPRENSA PODRE E AS INSTITUIÇÕES SUSPEITAS, TODAS CONTRA A DEMOCRACIA, CONTRA O POVO.

A grande imprensa brasileira está destruindo tudo pela frente: os principais partidos, instituições, políticos, política, economia. AS VELHAS MÍDIAS ESTÃO ACABANDO COM A DEMOCRACIA BRASILEIRA.
Obrigado kamels, civitas, marinhos, etc, por transformar o Brasil numa republiqueta de bananas.

#PelaMoralizaçãoDoJudiciário #ForaZéCardozo! #TiraOZéDoMinistérioDilma! #VazaCardoso #PrimaveraDasMulheres #MulheresContraCunha #NãoAoPL5069? #CunhaNaCadeia #ForaCunha #Pl5069 #ForaTvGlobo! #Lula2018!
#ACegueiraDaEstupidez #FimDoPolíticoProfissional #EleitorBurroProfissionalizaOPolíticoEsperto
#PrecisamosDeMaisMarietas #MaisMédicos #MaisJuizesSuiços! #ACriseÉLindaApesarDaMídia
#SouMineiraAécioNuncaMais #FimDaPM

Responder

Everton De Oliveira Dias

02 de dezembro de 2015 às 18h52

Esse MP é PODRE!!!Corruptos ligados ao PSDB!

Responder

Luzeneide Fernandes

02 de dezembro de 2015 às 18h52

O Ministério Publico de S.Paulo, se tivesse peito e coragem, deveria mover ação contra o Alckmin … Ou será que está ganhando muito dindin do governo Tucano ?

Responder

Vicente Naspolini

02 de dezembro de 2015 às 18h51

O MP de SP é a vergonha alheia da instituição.

Responder

Walter Pereira de Sousa

02 de dezembro de 2015 às 18h48

Enquanto isso o mp paulista fecha os olhos para o fechamento das escolas.

Responder

Umberto Alves

02 de dezembro de 2015 às 18h44

Fica a impressão de que na cabeça dos procuradores o dinheiro arrecadado com multas de trânsito só pode ser aplicado em políticas para os carros, nunca em benefício do transporte público ou das bicicletas.

Responder

Carlos Jorge Martins Jorge

02 de dezembro de 2015 às 18h43

BURRICE !

Responder

Pietro Azzulk

02 de dezembro de 2015 às 18h43

E um absurdo estes juízes corruptos, direitistas são contra os benefícios para o povo

Responder

Josinaldo Sobreira

02 de dezembro de 2015 às 18h35

O estado da contra-mão !

Responder

Petralha Zuero

02 de dezembro de 2015 às 18h21

Responder

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