Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Congresso em Notas analisa decisão do STF

Por Miguel do Rosário

17 de dezembro de 2015 : 22h12

CONGRESSO EM NOTAS
no.13, 17/12/15

RESULTADO DA DECISÃO DO STF SOBRE O RITO DO IMPEACHMENT

A ação que o Supremo julgou é de autoria do PC do B. Outras medidas judiciais de teor semelhante haviam sido impetradas pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Wadih Damous (PT-RJ) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA).

A decisão foi sobre o rito processual. Todos os argumentos de mérito, isto é, de conteúdo, serão decididos pelos parlamentares. Os resultados são:

1. NÃO CABE DEFESA PRÉVIA DA PRESIDENTA. Posição unânime dos ministros.
2. AS VOTAÇÕES DEVEM SER ABERTAS. Pela votação fechada os Ministros Edson Fachin, Teori Zavaski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, que perderam. Fachin, há poucos dias, quando decidiu sobre a votação da prisão de Delcídio do Amaral, havia dito que todas as decisões devem ser abertas, salvo mas exceções constitucionalmente previstas. Mas o ministro se contradisse e votou pela votação fechada.
3. NÃO CABEM CANDIDATURAS AVULSAS. A composição na comissão especial é definida pelos respectivos líderes partidários. Perderam nesse ponto os Ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Esse aspecto é especialmente importante diante do fato de que hoje o deputado Leonardo Piccianni (PMDB-RJ), aliado do governo, retomou a liderança de seu partido. Esses dois pontos nulificam a eleição da comissão especial ocorrida na semana passada.
4. POSSÍVEL AFASTAMENTO DA PRESIDENTA. Dilma deixaria o cargo somente se o processo for admitido no Senado, e o Senado não deve obrigatoriamente julgar o processo admitido na Câmara. Vencidos nesse ponto foram os Ministros Edson Fachin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
5. REGRA DA MARIORIA. A admissibilidade do processo e o respectivo afastamento da presidenta são votados por maioria simples pelo Plenário do Senado. Perderam nesse item os Ministros Edson Fachin e Marco Aurélio.
6. SUSPEIÇÃO DE CUNHA. Cunha não foi considerado suspeito para ter recebido o pedido de impeachment. Não se entendeu que a recepção foi mera retaliação ou que isso seria ilegítimo. Parece ser havido unanimidade nesse ponto.

COMO FICA O RITO DO IMPEACHMENT. No momento a Secretaria Geral da Mesa da Câmara está reunida para definir como operacionalizar a decisão do Supremo. Eduardo Cunha também anunciou que pode apresentar recurso ao STF. De qualquer maneira, considerando o conteúdo da decisão, segue a exposição de como deve ficar o procedimento:

NA CÂMARA
1. A denúncia já foi lida em Plenário.
2. Diante da decisão do Supremo invalidando o voto secreto e a disputa de chapas, a Comissão Especial deverá ser criada e eleita novamente. A Comissão Especial será composta proporcionalmente de acordo com o tamanho das bancadas. Terá 65 titulares e 65 suplentes indicados pelos respectivos líderes partidários. Todos partidos poderão participar. Não cabem candidaturas ou chapas avulsas. Cunha já sugeriu à imprensa que irá articular pela rejeição da única comissão apresentada, tendo mais votos contrários do que favoráveis. Ele, sem o controle das indicações de seu partido, indica que trabalhará para criar um impasse de solução polêmica.
3. Dentro de 48 horas a Comissão se reunirá para eleger presidente e relator. Há dúvida ainda sobre como serão contadas as horas. No caso Collor as horas foram contadas sem interrupção, inclusive nos finais de semana.
4. Dilma será notificada e terá 10 sessões para apresentar defesa. Em tempos normais ocorrem três sessões com quórum por semana.
5. O relator emitirá parecer em até 5 sessões, concluindo pelo deferimento ou indeferimento do pedido de autorização. A Comissão vota o parecer.
6. O parecer da Comissão Especial será lido no expediente da Câmara dos Deputados e publicado.
7. Depois de 48 horas da publicação, o parecer será incluído na Ordem do Dia da sessão seguinte.
8. O parecer é discutido e votado pelo Plenário da Câmara. O processo de impeachment só pode ser aberto com o voto favorável de 2/3 da Câmara (342 deputados). Portanto, 172 Deputados votantes, ausentes ou em abstenção barram o impeachment.
9. A partir daí o trâmite é no Senado.

NO SENADO
1. Recebida pela Mesa do Senado a autorização da Câmara para instauração do processo, o documento será lido na sessão seguinte.
2. Após a leitura será votada a admissibilidade, por maioria simples, no Plenário no Senado. Se for admitido o processo de impeachment, Dilma deve se afastar por 180 dias e Temer assume. Se, decorrido este prazo e o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento da Presidente da República, sem prejuízo do prosseguimento regular do processo.
3. Admitido o processo, será eleita comissão, constituída por um quarto da composição do Senado, obedecida a proporcionalidade das representações partidárias.
4. A comissão encerrará seu trabalho com o fornecimento do libelo acusatório.
5. É marcado dia e hora para o julgamento, presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, e com presença da acusada.
6. A maioria necessária para aprovar o impeachment é de 2/3 (54 Senadores).

MAPA DA VOTAÇÃO NO STF

ScreenHunter_265 Dec. 17 22.08

* O Congresso em Notas é um boletim produzido pelo Laboratório de Estudos da Mídia e Esferea Pública (LEMEP), do IESP-UERJ, com notícias e análises sobre o que acontece no Congresso Nacional. O Cafezinho divulga o boletim em primeira mão. 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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34 comentários

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Enio

22 de dezembro de 2015 às 10h15

Será que a consciência do dr. Fachin também foi sequestrada pelo GM? Porque a consciência do dr. Toffolli já foi, em troca do irmão e 54 milhões de reais.
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,irmao-de-dias-toffoli-e-denunciado-por-desvio-de-r-57-mi-imp-,1599124

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Maria Helena Araujo Silva

21 de dezembro de 2015 às 00h03

Dilma Rousseff de mãos dadas com o investigado Renan Calheiros dá sempre a impressão de uma senhora brincando no barro depois do banho. Michel Temer com o denunciado Eduardo Cunha a tiracolo transmite a imagem de um senhor que apertou o cinto por baixo do cós das calças, podendo perdê-las a qualquer momento. Uma oposição que passa meses negociando com o sujo a deposição da mal lavada revela um comportamento de alto risco, com clara tendência para a autodesmoralização. E a plateia, submetida a um simulacro de democracia, boceja. Em vez de passeatas, faz a sesta depois da macarronada de domingo. Sob protesto.

É contra esse pano de fundo que vêm à luz os dados da mais recente pesquisa Datafolha. Depois de atingir o ápice da impopularidade em agosto, com 71% de desaprovação, Dilma saboreia uma ligeira melhora na sua imagem. Continua no pântano, mas já consegue colocar o nariz para fora. Seu desempenho é considerado ruim ou péssimo por 65% dos brasileiros. A maioria (60%) ainda torce pela abertura de um processo de impeachment. Mas um percentual quase idêntico de brasileiros (58%) acha que o vice-presidente Michel Temer faria um governo igual ou pior do que o de Dilma.

O Congresso sairá em recesso —bocejo— ou os congressistas cancelarão suas férias? Alguém se importa? Haverá maioria para aprovar o impechment —bocejo—ou a presidente salvará o pescoço da guilhotina? O pior de viver numa democracia nivelada pela indecência é que o suspense perde a graça. E as pessoas perdem o interesse. Potencializa-se o efeito “farinha do mesmo saco”. Os políticos passam a ser vistos todos como se fossem uns a cara esculpida e escarrada dos outros. Importam-se apenas com os próprios interesses. E roubam, roubam.

A velha tese do Churchill segundo a qual a democracia é o pior regime imaginável com exceção de todos os outros, acabará ganhando uma versão brasileira: até um arremedo de democracia é preferível a todas as alternativas de ilicitocracia que costumam vigorar no Brasil. A política nacional parece empenhada em testar até onde pode ir no seu desprezo pela opinião pública. Aos poucos, o Brasil vai se tornando um país muito distante, uma democracia lá longe. Tratado como cão, o povo já não abana o rabo. Mas não sabe a quem deve morder primeiro. Na dúvida, boceja.

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Pancho Flessak 14 horas atrás
Alegro-me em poder desapontar a súcia militante e ParasiTária da tragédia petista, mas essa bolha de otimismo oficial, se é que de fato ela existe, nada mais é do que o resultado da pregação oficiosa dos noticiários da televisão aberta, turbinados a bilhões do dinheiro do contribuinte jogados fora em propaganda mentirosa e enganosa, que apenas iludem o rúmen da escumalha desinformada, mal escolarizada e de olhos permanentes em benesses custeadas com o suor de quem trabalha e produz. Essa bolha de falso otimismo que o Datafolha detectou, para mim, não passa de pum de sapo no fundo da lagoa…
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souluzotupinegão 1 hora atrás
O engraçado é Renan o probo, a partir de agora ser o bem amado do petismo. Que coisa!!!
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
1,6 bilhão de vezes impeachment Brasil 20.12.15 15:22 Enquanto parte da oposição tenta mais uma vez escapar do compromisso com o impeachment de Dilma, a plataforma QSocialNow mediu que o termo nunca esteve tão forte na internet. Segundo O Globo, apenas no Twitter, entre 11 e 17 de dezembro, a palavra “impeachment” foi lida 1,6 bilhão de vezes. O Google Trends observou fenômeno parecido, conforme gráfico abaixo:
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
O mesmo Datafolha Brasil 19.12.15 18:58 O mesmo Datafolha que jura ter contado 55 mil pessoas na marcha da mortadela em defesa de Dilma diz agora que a avaliação da presidente melhorou. Com se essa presidente não tivesse perdido seu principal ministro no meio da semana, como se essa presidente não tivesse rebaixado a economia brasileira a lixo, como se a presid

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Maria Helena Araujo Silva

21 de dezembro de 2015 às 00h03

Dilma Rousseff de mãos dadas com o investigado Renan Calheiros dá sempre a impressão de uma senhora brincando no barro depois do banho. Michel Temer com o denunciado Eduardo Cunha a tiracolo transmite a imagem de um senhor que apertou o cinto por baixo do cós das calças, podendo perdê-las a qualquer momento. Uma oposição que passa meses negociando com o sujo a deposição da mal lavada revela um comportamento de alto risco, com clara tendência para a autodesmoralização. E a plateia, submetida a um simulacro de democracia, boceja. Em vez de passeatas, faz a sesta depois da macarronada de domingo. Sob protesto.

É contra esse pano de fundo que vêm à luz os dados da mais recente pesquisa Datafolha. Depois de atingir o ápice da impopularidade em agosto, com 71% de desaprovação, Dilma saboreia uma ligeira melhora na sua imagem. Continua no pântano, mas já consegue colocar o nariz para fora. Seu desempenho é considerado ruim ou péssimo por 65% dos brasileiros. A maioria (60%) ainda torce pela abertura de um processo de impeachment. Mas um percentual quase idêntico de brasileiros (58%) acha que o vice-presidente Michel Temer faria um governo igual ou pior do que o de Dilma.

O Congresso sairá em recesso —bocejo— ou os congressistas cancelarão suas férias? Alguém se importa? Haverá maioria para aprovar o impechment —bocejo—ou a presidente salvará o pescoço da guilhotina? O pior de viver numa democracia nivelada pela indecência é que o suspense perde a graça. E as pessoas perdem o interesse. Potencializa-se o efeito “farinha do mesmo saco”. Os políticos passam a ser vistos todos como se fossem uns a cara esculpida e escarrada dos outros. Importam-se apenas com os próprios interesses. E roubam, roubam.

A velha tese do Churchill segundo a qual a democracia é o pior regime imaginável com exceção de todos os outros, acabará ganhando uma versão brasileira: até um arremedo de democracia é preferível a todas as alternativas de ilicitocracia que costumam vigorar no Brasil. A política nacional parece empenhada em testar até onde pode ir no seu desprezo pela opinião pública. Aos poucos, o Brasil vai se tornando um país muito distante, uma democracia lá longe. Tratado como cão, o povo já não abana o rabo. Mas não sabe a quem deve morder primeiro. Na dúvida, boceja.

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Pancho Flessak 14 horas atrás
Alegro-me em poder desapontar a súcia militante e ParasiTária da tragédia petista, mas essa bolha de otimismo oficial, se é que de fato ela existe, nada mais é do que o resultado da pregação oficiosa dos noticiários da televisão aberta, turbinados a bilhões do dinheiro do contribuinte jogados fora em propaganda mentirosa e enganosa, que apenas iludem o rúmen da escumalha desinformada, mal escolarizada e de olhos permanentes em benesses custeadas com o suor de quem trabalha e produz. Essa bolha de falso otimismo que o Datafolha detectou, para mim, não passa de pum de sapo no fundo da lagoa…
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souluzotupinegão 1 hora atrás
O engraçado é Renan o probo, a partir de agora ser o bem amado do petismo. Que coisa!!!
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
1,6 bilhão de vezes impeachment Brasil 20.12.15 15:22 Enquanto parte da oposição tenta mais uma vez escapar do compromisso com o impeachment de Dilma, a plataforma QSocialNow mediu que o termo nunca esteve tão forte na internet. Segundo O Globo, apenas no Twitter, entre 11 e 17 de dezembro, a palavra “impeachment” foi lida 1,6 bilhão de vezes. O Google Trends observou fenômeno parecido, conforme gráfico abaixo:
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TRAlDORES DO BRASIL 1 hora atrás
O mesmo Datafolha Brasil 19.12.15 18:58 O mesmo Datafolha que jura ter contado 55 mil pessoas na marcha da mortadela em defesa de Dilma diz agora que a avaliação da presidente melhorou. Com se essa presidente não tivesse perdido seu principal ministro no meio da semana, como se essa presidente não tivesse rebaixado a economia brasileira a lixo, como se a presid

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Paulo Alves

18 de dezembro de 2015 às 21h22

Tá doendo né? E vai doer ainda mais.Porque será que os ministros que a oposição chamava de empregados do PT, votaram contra?Uma grande encenação talvez?Conbinaram no dia anterior que cada um votaria em contrário senso numa fantastica teoria conspiratória?Galera ali interpreta-se o que a redação não deixou claro;Ou não precisaria existir aquela instancia com tal atribuição.No dia anterior, ao vazar o voto do relator, exultou a oposição já antecipando o resultado.Para o oráculo de Merval Pereira, haveria unanimidade.Erraram e erraram feio na sua ansia de legitimar um golpe.Vai doer porque os novos tempos estão chegando, com mudanças verdadeiras e portanto duradouras.Que sejam bem vindos os novos tempos.Dilma poderá ser impedida, e eu não acredito nisso mas se o for, será por regra escrita previamente e de clara compreensão como precisa ser num jogo limpo.

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Paulo Alves

18 de dezembro de 2015 às 21h22

Tá doendo né? E vai doer ainda mais.Porque será que os ministros que a oposição chamava de empregados do PT, votaram contra?Uma grande encenação talvez?Conbinaram no dia anterior que cada um votaria em contrário senso numa fantastica teoria conspiratória?Galera ali interpreta-se o que a redação não deixou claro;Ou não precisaria existir aquela instancia com tal atribuição.No dia anterior, ao vazar o voto do relator, exultou a oposição já antecipando o resultado.Para o oráculo de Merval Pereira, haveria unanimidade.Erraram e erraram feio na sua ansia de legitimar um golpe.Vai doer porque os novos tempos estão chegando, com mudanças verdadeiras e portanto duradouras.Que sejam bem vindos os novos tempos.Dilma poderá ser impedida, e eu não acredito nisso mas se o for, será por regra escrita previamente e de clara compreensão como precisa ser num jogo limpo.

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Cida Matos

18 de dezembro de 2015 às 19h16

maior golpe esse políticos ladrões q compra ministro e FAZ parte dessa vergonha acorda Brasil

Responder

Eduardo Almeida

18 de dezembro de 2015 às 14h20

Este ministro medroso deveria se chamar “Edson Fraquim!!”

Responder

Luís CPPrudente

18 de dezembro de 2015 às 14h04

O ministro Barroso está de parabéns por redirecionar os votos dos demais ministros a favor da Democracia e contra o golpe.
O ministro Fachim parece ser uma pessoa boa (não é da índole de Gilmar PSDB-MT), no entanto ele fraquejou e ficou ao lado do golpsimo.
O ministro Tóffoli foi abduzido pelo Gilmar (PSDB-MT) e parece caminhar para “o lado mal da Força”, onde se encontra o ministro Gilmar (PSDB-MT).

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marilamar

18 de dezembro de 2015 às 12h53

Mais uma mao podre da Dilma, na indicaçao de Ministro para STF, este FACHIN é do Paraná, entao nem precisa falar mais nada, é só olhar a JUSTIÇA DO PARANÁ…, e a mesma de SP, GO, PA, MT, RN e todos os estados desgovernados pela gigantesca maquina de roubar cofres publicos do Brasil, chame o LADRAO, pois a JUSTIÇA eles j´pa compraram faz tempo??? E o TOFFOLI aceitou a colerinha que o Gilmar Dantas Roger Gautama IDP TJ/BA Globo PSDB de FHC lhe ofereceu, agora é mais um brinquedinho do GILMAL!!!

Responder

Mauricio Gomes

18 de dezembro de 2015 às 11h42

Tem uma ameba “comentando” aqui com a alcunha de Jean Pierre Lorraine (parece nome de shampoo) que tem a cara de pau de citar como fonte um blog de um crápula demitido da Veja. Esse é o nível intelectual da reaçada, tá doendo no lombo deles a paulada de ontem…

Responder

    Elizabeth de Andrade

    18 de dezembro de 2015 às 12h50

    PHEI! Na mosca com o shampoo. Quem lê Veja, não tem nada a fazer aqui, nesta página. Eca!

    Responder

Bruna Luvison

18 de dezembro de 2015 às 13h34

Algum de vocês, me explica porque o pedido de impeachment é um golpe porfavor? E aproveita e me explica porque a alteração da lei referente a meta fiscal e agora essa decisão de passar por cima do STF e usar os comparsas para decidirem o que vai acontecer não é considerado golpe?

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    Diego Toledo

    18 de dezembro de 2015 às 13h39

    vc não quer entender, vc já tem sua opinião formada ao falar de comparsas. Golpista detected! Chora mais que Dilma só sai em 2018, acabou!

    Responder

    Bruna Luvison

    18 de dezembro de 2015 às 14h02

    Mas tenta Diego! Me explica.. Vamos ver se a tua lógica bate a minha ..

    Responder

    Jullian Lima

    18 de dezembro de 2015 às 14h34

    Posso tentar… impeachment é um processo válido e constitucional de proteção. Porém quando aberro com razões jurídicas para tal. Qualquer outra forma sem base jurídica e calçada ppr desejos politicos meramente partidários, é considerado golpe. Vamos lá….

    As tais pedaladas, a base dita jurídica do pedido de impeachment. Bom, ela fala sobre o governo usar banco públicos para fazer repasse no pagamento de ordens do governo, como pensões e bolsas assistencialistas. O banco usava dinheiro próprio e o governo repassava dias depois. Tal pratica usada desde o governo fhc e lula. A utilização de ativos diz ser a peça diferencial para a condenação, mas não é o caso….

    Se vc ler por cima o parecer do relator Nardes você verá oque varios juristas já comentaram sobre a decisão do relator ser diferente da explicação técnica. Pois a própria explicação técnica do caso feita por Nardes acaba por responder tais tecnicalidades do ditos crimes do governo dilma como um caso consequente a outros governos e práticas essas já conhecidas e tratadas como normalidades ainda que dignas de especial atenção e estudo para a melhoria dos atos. Foram ditos serem modelos diferentes em fluxo mas a base administrativa sendo a mesma dos governos anteriores. E mesmo no próprio governo Dilma. Ou seja no parecer existe toda a abertura de fatos que rebate a condenação contida no voto. Ou seja, o voto de Nardes não encontra sequer força técnica no seu próprio parecer de indução a condenação.

    O voto do TCU foi extremamente político. E eu não falo de posicionamento ou partidário, mas de posição política do TCU. O poder auxiliar já sentia há meses a falta de protagonismo ou relevância por parte dos outros poderes, principalmente do governo. O voto do tcu ao meu ver foi no sentido de procurar uma forma de mostrar presente. Entre tantos órgãos se mostrando presentes na discussão política e social de hoje em dia o tcu ficou apagado a um.auxilio visto cono quase inútil- pecha essa merecida pelas decisões pouco e quase nunca contundentes de sua corte. E tal pensamento segue claramente as vias de ações entre outros poderes. Principalmente quando se trata deles se tornando foco em discussões que hoje tratam de interesse geral e que repercutem com maior fluxo e conhecimento do povo. Hoje nossos poderes brigam por suas relevância, no caso do tcu de forma mesquinha e arranhando a imagem de auxilio ou do auxilio ser maior do que o interesse do próprio em julgar ou simplesmente ser a voz da razão técnica e não mais um órgão contaminado pelas necessidades políticas.

    Responder

    Elizabeth de Andrade

    18 de dezembro de 2015 às 12h52

    #DilmaFica #Lula2018 Leitura é fundamental para entender isto!

    Responder

    Laercio Medeiros Epaminondas

    18 de dezembro de 2015 às 16h04

    Parabéns Jullian, esses seus esclarecimentos afastaram todas as dúvidas a respeito desse assunto, demonstrando de forma precisa a entre o processo do impeachment e o golpe. , ou seja, demonstrando a diferença de forma precisa e clara existente entre o processo de impeachment e o golpe.

    Responder

    Raphaela Rocha

    19 de dezembro de 2015 às 11h08

    O impedimento é ferramenta para tirar do poder do executivo Federal o presidente que tenha cometido acoes listadas pela Constituição. A acao questionada hoje como sendo razão do impedimento de Dilma seria o crime de responsabilidade, pelo enquadramento nele das pedaladas fiscais, que foram apontadas no parecer do TCU. Entretanto, o simples voto negativo das contas da presidente pelo TCU não basta para configurar crime de responsabilidade. Segundo a Constituição, esse voto não é definitivo, é um parecer ao Congresso, que pode ser ou não acatado pela Câmara. Ha inumeros pareceres juristas de não enquadramento das pedaladas com crime de responsabilidade, e essa é uma prática que ocorra há vários mandatos e ocorre legalmente aceita em várias esferas estaduais e municipais. Vamos impedir todos as esferas??? Sem falar que, a presidente so pode ser condenada por crime de responsabilidade ocorrido no mandato, e essas pedaladas fiscais se referem não são deste mandato. Não estou defendendo o governo, muito menos as pedaladas fiscais. Pra mim o governo é uma decepção. Mas a decepção não ? motivo de tirar uma presidente democraticamente eleita pela.maioria do país. Não estamos brincando de Brasil, não somos.meninos mimados que só porque perdemos a jogada ou não gostamos de como ela está sendo feita, que vamos la e furar a bola!

    Responder

    Bruna Luvison

    19 de dezembro de 2015 às 17h08

    Julian você apagou minha outra questão? ou foi outra pessoa.. gostaria de poder continuar, mas desse jeito não dá ne.. o começo de tudo é a discussão e não a defesa cega por algo até a morte..

    Responder

Jorge Carvalho

18 de dezembro de 2015 às 12h35

Na análise do artigo, há uma injustiça ao Min. Fachin, quando menciona sua decisão no caso da votação para decidir a manutenção ou não da prisão do Sen. Delcídio, que seria aberta. Veja que no voto do Relator Min. Fachin, ele deixou claro a distinção entre votação para eleição e votação para deliberação. Esta sendo sempre aberta e aquela, salvo exceções constitucionalmente previstas, sempre secreta. Portanto, é injusto afirma que houve contradição do Fachin nesse aspecto.

Responder

    Bruna Luvison

    18 de dezembro de 2015 às 18h18

    Agora mais uma questão para eu poder expor o meu ponto para ti. qual a tua opinião em relação a politica em geral e aos politicos hoje em mandato, independente de partido ok..

    Responder

    Jorge Carvalho

    18 de dezembro de 2015 às 22h33

    Bruna Luvison, sobre o conceito ou definição do que seja a política em geral com você perguntou… Veja que resposta interessante de um matuto aqui do Piauí, retratado na crônica Saladas de Apelidos, do escritor Gilvanni de Amorim, In Relatos da Aldeia, Edições Pulsar, Teresina, pág. 85: “(…) Teozim do Cabeça, alegre e falante, era tido pelos seus como o mais sabido, o mais capacitado para dirimir as dúvidas do lugarejo onde morava: uma vez lhe perguntaram o que é a política, e ele depois de matutar se saiu com esta pedra preciosa:

    – A política é um esporte de sucessivos esquisitos! (…)”.

    Responder

    Jorge Carvalho

    18 de dezembro de 2015 às 22h45

    Bruna, sobre os políticos com mandatos, veja a visão sobre eles – com raras exceções – que tem o mesmo escritor que citei, assim os conceitua:
    “(…)
    Ó políticos berdamerdas! Proh pudor!
    Sanguessugas do povo! Verborreias!
    Ó montes de carne! Ó gorduras!
    Bundas-redondas do Congresso Nacional!
    Morrei, animais cruéis que sois!
    Raios vos partam o lombo, brutos que sois!

    Ah, o sangue sugado do povo,
    Da gente miserável e oprimida,
    E que nem assim se esquece de rir!
    Ri porque não sabe dos conchavos de
    gabinete,
    Ah, a pena que tenho dessa gente…
    E, ó dor, a raiva que tenho!
    Ó asnos! Parvos! Ingênuos!
    Bocós brasileiros!
    Ó mulas de cargas, parai de pastar!
    Ó bestas manobradas, escoiceai! Escoiceai!

    (…)

    Ah, a condição de poeta…
    Irrisória, depreciada, que raiva!
    Poderia ser capitalista!
    E encheria burras de dinheiro alheio!
    E compraria o que me desse na cabeça
    oca!
    Viajaria hoje a Cingapura,
    Amanhã estaria em Liverpool…
    Poderia ser político!
    E teria uma corte de bajuladores!
    Seria elogiado pelas mentiras que soltasse
    na TV!
    E nas ruas os idiotas me apontariam
    Como o Grande Defensor da Democracia!

    Eh-la-hô, poderia ser um puxa-saco!
    Eh-la-hô, um pau-mandado!
    Eh-la-hô, um escroque!
    Eh-la-hô, um esnobe de televisão!
    Eh-la-hô, um socialite de coluna social!
    Eh-la-hô, poderia ser tudo isso!
    Eh-la-hô, eh-la-hô! E muito mais!
    Eh-la-hô, eh-la-hô! E seria reconhecido!
    Eh-la-hô, eh-la-hô! E seria valorizado!
    Eh-la-hô, eh-la-hô, eh-la-hô!

    Gilvanni de Amorim, “In” Ode ao amor desvanecido, Edições Pulsar, Teresina, 2013, pág. 89.

    Responder

Lisete Escobar

18 de dezembro de 2015 às 12h33

Ministro Fachim parece estar contra a Democracia !!!! Afff

Responder

Gf Andrezão

18 de dezembro de 2015 às 11h58

Isso tem nome ministro fachim….democracia..!!!

Responder

Gugu Mello

18 de dezembro de 2015 às 11h40

Apesar de todas as artimanhas, frieza e dissimulações, o pano de fundo começa a cair : – Cunha em suas entrevistas já começa a ¨embargar ¨a voz !!

Responder

Vera Lucia Alves Milanez

18 de dezembro de 2015 às 11h33

que banho heim achim.

Responder

Fred Brasil

18 de dezembro de 2015 às 11h01

Bom dia

Responder

Everaldo

18 de dezembro de 2015 às 08h41

Ou seja, o BARROSO “passou” o FACÃO no FACHIN.
Miguel, com todo o respeito, mas pude ver que tem ministro ali que não lê “em detalhes” as interferências entre leis.
Até eu que nem entendo muitas vezes o que falam, pude entender na exposição do Barroso como funciona. Ele foi muito didático.
BARROSO SALVOU A DEMOCRACIA, pelo menos por enquanto.

Responder

Diego

18 de dezembro de 2015 às 08h37

Há mais de um ano a câmara dos deputados federais vem pautando o governo, dificultando tudo que é necessário e bom para o país. EC/PSDB/mídia-máfia jogaram tudo no quando pior melhor esperando que com isso seus comparsas voltem ao poder. Querem o cofre e que se dane o Brasil e os brasileiros, mas a alienação que a mídia-máfia prega tem contraponto e não funciona mais. A mídia contrariada tenta dominar o STF e demais poderes usando a alienação pública. Essa mídia não vai bem se não obter quantias volumosas do governo, o governo alimenta cobras, isso tem que acabar. Essa mídia manipula e omite. Acha que não meooo? Só um exemplo recente, vejam a Argentina, os neoliberais voltaram por lá, e o povo argentino já empobreceu instantaneamente mais de 30% pela desvalorização do peso argentino frente ao dólar e a mídia nada. Aqui, ela e oposição tem o mesmo lado.

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Vicente

18 de dezembro de 2015 às 07h56

Depois dessa, como não demitem o Merval?
Ele fala sem base na realidade, mas apenas na sua vontade.
Que serviço público presta um pseudo jornalista desses?
Usar concessão pública para fazer propaganda política, pode isso, Arnaldo?

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    MANREL

    18 de dezembro de 2015 às 13h46

    Vicente, se tirar Merval, o vou rir de quem?
    O Merval não sabe porque a cabrita faz cocô em formato de bolinhas, mas um dia descobre ele é esforçado.

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