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Governo nomeia golpista para dirigir Arquivo Nacional

Por Miguel do Rosário

23 de janeiro de 2016 : 10h52

Reproduzo abaixo mensagem que recebi de uma internauta, que assina com o pseudônimo de Rosa Luxemburgo, denunciando a nomeação, para a direção do Arquivo Nacional, de uma figura de questionável reputação política, além de inveterado golpista.

A internauta alerta para movimentos do governo que podem se tornar novas sequências de tiros no pé.

Ao final do texto, ela aventa a possibilidade da nomeação ter a ver com a luta contra o impeachment.

Bem, seria muito curioso que o governo, para lutar contra o impeachment, esteja dando mais cargos e mais poder justamente aos defensores do impeachment!

É interessante saber ainda que, segundo nota dos servidores do Arquivo Nacional, a nomeação veio do Ministério da Justiça.

Como assim?

A única maneira de Dilma realmente vencer o golpe é fazendo um bom governo e se comunicando melhor.

Ao invés de distribuir cargos a golpistas, o governo pode criar novos e melhores canais de comunicação.

Será melhor para o país e para o próprio governo.

***

Prezado jornalista Miguel do Rosário,

Escrevo a você por apreciar o seu trabalho incansável em defesa das causas populares e dos interesses do Brasil. E porque talvez o assunto seja digno de nota.

O Arquivo Nacional é um órgão pequeno. São apenas 500 servidores divididos entre a sede, no Rio de Janeiro, e instalações auxiliares, em Brasília-DF.

Digo isso para apontar que tudo de bom ou de ruim que ocorre lá deve ser analisado em conformidade com a própria dimensão do órgão.

Mas, ao mesmo tempo, o Arquivo Nacional é o repositório de grande parte da memória nacional, pelo menos daquela parcela registrada em documentos. Guarda desde a documentação do Brasil-colônia até os arquivos da Comissão Nacional da Verdade.

Por essa razão, acho que vale a pena para você ler o relato de uma (pequena) catástrofe nacional, e das pequenas, por vezes imperceptíveis, rachaduras que a crise política está causando na administração pública.

No último dia 19 de janeiro foi anunciada a exoneração do longevo diretor do Arquivo Nacional, Jaime Antunes da Silva, um professor do Departamento de História da UERJ. Aparentemente, Antunes fazia um bom trabalho e, que se saiba, não tem padrinhos políticos ou escândalos de corrupção nas costas.

O problema, contudo, não foi a exoneração de Antunes, mas sim quem o governo Dilma encontrou para substituí-lo.

Trata-se de Ricardo Marques, empresário de “TI” (tecnologia da informação), pastor evangélico bissexto, 51 anos, carioca radicado no DF há duas décadas.

Marques é ligado à Frente Parlamentar Evangélica. Especificamente, pertence ao grupo da deputada distrital Celina Leão (PDT-DF) e do deputado federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF).

Para que se tenha uma ideia de que turma é essa, basta apontar que Celina costuma repercutir os ataques mais baixos de Silas Malafaia contra Lula. Quanto ao Ronaldo, é um dos principais promotores do tal “Estatuto da Família”.

O indicado deles para o Arquivo Nacional, Ricardo Marques, é um típico caso de sucesso empresarial “à moda Brasília”. Não conheço de perto suas habilidades gerenciais, mas o fato é que se trata de um mestre em cultivar relações pessoais, principalmente no meio evangélico.

Foi por essa estrada de tijolos amarelos que ele obteve contratos com a administração, vendeu serviços, enriqueceu, ajudou políticos e acabou nomeado Secretário de Cultura do DF durante a gestão de Maria de Lourdes Abadia (PSDB).

Andou um tempo encalacrado num escândalo de propina na prestação de serviços de TI ao Senado (quando era representante de uma empresa chamada Aceco). Mesmo assim, costuma dizer que já “pensou muito em morar fora do país” por conta “dessa situação toda de falta de ética na política”. Só não foi embora, diz, por “dever patriótico”, e porque “não desistirá do Brasil e de Brasília”.

Ricardo é muito religioso. Mas comete o pecado da soberba: adora auto-exposição.

Foi agraciado, em outubro de 2015, com o título de “cidadão honorário” de Brasília. A homenagem foi proposta, originalmente, por Júnior Brunelli, em 2009. Você talvez se lembre de Brunelli pela alcunha de “deputado da oração da propina”, em virtude de uma gravação na qual ele aparece agradecendo a Deus por ter recebido recursos escusos. Com Brunelli no inferno, a homenagem atrasou, e coube a Celina Leão organizar a festa.

No Twitter, Marques costumava registrar, até muito recentemente, pedidos pela derrubada da Dilma. Para ele, o governo é um fracasso total e que há base jurídica para removê-lo (os tweets ainda estão no ar!).

Quando Eduardo Cunha começou a pegar fogo, por conta dos dólares na Suíça, Marques resolveu, como bom oposicionista, emendar o pedido: Dilma “e” Cunha deveriam ser derrubados.

Isso no tempo em que ele estava confiante de que o rito do impeachment seria aprovado no STF, e que o Brasil “seria passado a limpo”.

Em novembro e dezembro de 2015, já após a derrota do rito do impeachment proposto por Cunha, Marques ficou estranhamente silencioso e parou de atacar o governo.

Menos de 3 meses depois, eis que esse “empresário de TI” aparece na imprensa como futuro diretor do Arquivo Nacional. Em seu curriculum vitae, além dos feitos já mencionados, consta ter desenvolvido uma plataforma digital chamada “Vendedores de Cristo” (sic).

***

O que quer, afinal, esse empresário de TI, ligado à Frente Parlamentar Evangélica, no Arquivo Nacional?

Servir à causa republicana, segundo diz.

E o melhor lugar para tanto parece ser um órgão com milhões de documentos a serem digitalizados e que, apenas por coincidência, é central numa área com forte demanda tecnológica – no Brasil e no exterior (na África, por exemplo…).

E o que quer o governo?

O que se comenta em Brasília é que o caso envolve a troca de apoio parlamentar no processo de impeachment.

Se este último aspecto é verdade – e parece ser – então a situação é muito grave: o governo está “raspando o tacho”, entregando até mesmo órgãos pequenos e técnicos aos seus inimigos. Dezenas de pequenas catástrofes como essa devem estar ocorrendo Brasil afora.

***

Em uma de suas últimas postagens no Twitter, em 7 de janeiro de 2016, Ricardo Marques anotou: “Estive reunido com o presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha. Impressionante a postura firme e serena. Política quente neste ano!”

Pequenas rachaduras podem ser um primeiro sinal de grandes desabamentos.

Abraços,
“Rosa Luxemburgo”

PS: “Veja” e “O Globo” estão investigando o assunto. Só “Deus” sabe com quais propósitos.

Leitura e audiovisual suplementar, caso você se interesse pelo assunto e queira confirmar as informações que apresentei aqui:
Perfeito de Ricardo Marques: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ricardo_Marques
Twitter de Marques – https://twitter.com/emp_marques
Quem homenageia Marques em BSB: http://paulasantana.gpsbrasilia.com.br/news/p:0/idp:33834/nm:Cidadao-Honorario/
Entrevista com Ricardo Marques – http://www.metropoles.com/colunas-blogs/grande-angular/ex-secretario-de-cultura-do-df-no-governo-abadia-vai-comandar-o-arquivo-nacional
Celina Leão e Silas Malafaia – http://blogcelinaleao.blogspot.com.br/2014/07/pastor-silas-malafaia-entra-em-guerra.html
Ronaldo Fonseca VS Jean Willys (Família) https://www.youtube.com/watch?v=VO3Z736GRUU
Júnior Brunelli – https://www.youtube.com/watch?v=VXeL3qBu860
Aceco e propina no Senado:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1011200016.htm

***

Um adendo: nota da Associação dos Arquivistas do Estado de São Paulo.

Acabou de sair no facebook: https://www.facebook.com/arqsp?fref=ts

UM NOVO DIRETOR PARA O ARQUIVO NACIONAL
MOÇÃO DE REPÚDIO DA ASSOCIAÇÃO DE ARQUIVISTAS DE SÃO PAULO

No último dia 19 de janeiro foi anunciada a exoneração de Jaime Antunes da Silva do cargo que ocupava, desde 1992, à frente do Arquivo Nacional. Para substituí-lo no comando da mais importante instituição arquivística do país, o ministro da Justiça escolheu José Ricardo Marques, ex-secretário de Cultura do Distrito Federal, que ostenta em seu currículo a filiação ao PDT e a prestação de serviços a órgãos públicos como vendedor especializado no ramo da tecnologia da informação. Segundo matéria disponibilizada pela imprensa (notícias do Metrópoles e de O Globo, ambas de 19 de janeiro), a mudança é fruto de indicação feita pelo deputado federal e pastor evangélico Ronaldo Fonseca (PROS-DF) e tem por objetivo a cobertura de cota política. Trata-se, portanto, de “loteamento” partidário de cargo eminentemente técnico, contribuindo para o processo de fragilização do Arquivo Nacional que teve início quando de sua transferência da Casa Civil da Presidência da República para o Ministério da Justiça, em 2011.

Os organismos de custódia de documentos não têm tido muita sorte entre nós. Desprestigiados pelos próprios setores administrativos a que estão subordinados, que não raro ignoram sua discreta mas fundamental importância, os arquivos públicos acabam por servir de moeda de troca em barganhas políticas feitas em nome de uma duvidosa e improvável governabilidade. Nessa transação, infelizmente, os arquivos valem sempre pouco, muito pouco. Tão pouco que qualquer atividade – seja ela ligada ao comércio de estantes de aço ou de processos de digitalização, seja a fatores inteiramente alheios ao modus operandi da instituição (o credo religioso ou a militância em determinadas confrarias evangélicas) – passa a valer a mesma coisa que o domínio dos conceitos e princípios de uma área de conhecimento ou a experiência acumulada no trato com a gestão documental. E tudo isso sem provocar qualquer constrangimento de ordem ética em quem foi indicado para o novo cargo ou em quem foi responsável pela indicação.

Pobre Arquivo Nacional! Dias tenebrosos o esperam…

***

PS Cafezinho: eu fotografei algumas postagens deste cidadão no Twitter. De fato, é assustador que uma figura tão desqualificada, um coxinha tão identificado com a oposição ao governo, tão partidário do impeachment seja nomeado, pelo governo, para algum cargo.

Repare ainda que ele escreve “imprecionado”…

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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41 comentários

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Pafúncio Brasileiro

25 de janeiro de 2016 às 18h57

Estou impressionado com este sujeito. Claro, no mau sentido !

Responder

Maria Rita

25 de janeiro de 2016 às 10h57

Haja mediocridade!

Responder

Leonio Matos Gomes

24 de janeiro de 2016 às 16h38

Isso que não entendo, falta coragem! Já falei pra muitos, temos mais coxinhas no governo, dito de esquerda, que em governos coxinhas de verdade.

Responder

Alvaro Rangel

24 de janeiro de 2016 às 15h43

Dá para entender porque o PT não pode ser considerado de esquerda (e nunca foi esquerda); mas, no máximo, centro-esquerda?

Responder

Jarbas Pedro Barros Araujo

24 de janeiro de 2016 às 14h59

todo instante temos nos, os militantes de limpar estas merdas, sabemos que a política se faz com acordos, mas que o PDT E PROS QUE ENCONTRE PESSOAS COM MAIS SERENIDADE E POSTURA ÉTICA NOS SEUS INDICADOS.

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Abnele Queiroz

24 de janeiro de 2016 às 12h02

Firme e forte com 5 milhões na Suíça!

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Zeca Peixoto

24 de janeiro de 2016 às 02h21

E não é só na esfera nacional, não… Melhor ficar na minha. Me conheço…

Responder

Paulo Ricardo Santanna

24 de janeiro de 2016 às 00h12

Eu não sei se já foi nomeado,mas se foi eu larguei! Se a Dilma realmente quer se manter no cargo que lhe foi conferido,então que passe a perguntar para o povo que segura a onda da direita golpista,o que fazer quem colocar, em qual lugar,porque do jeito que esta não da mais.Trabalhe só que é melhor do que ficar arrumando cargos para os que te falam pelas costas.Pra mim deu ! que venha o golpe,que se perpetuem os sem vergonhas.

Responder

Maria Thereza

23 de janeiro de 2016 às 23h07

e depois é o PT que aparelha…. só rindo (pra não chorar)

Responder

Odorico Carvalho

23 de janeiro de 2016 às 22h03

Eu duvido que nos Estados Unidos se nomeie alguém sem uma pesquisa minuciosa na vida do candidato. Essa frouxidão é vergonhosa!

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    Hell Back

    23 de janeiro de 2016 às 21h39

    Prá começar, o cidadão “impreCionado” não passava no quesito “alfabetização”. rsrsrs

    Responder

Ana Patricia Alves

23 de janeiro de 2016 às 18h59

Sem palavras

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Gf Andrezão

23 de janeiro de 2016 às 18h46

Ladrão VC quer dizer..

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Everton De Oliveira Dias

23 de janeiro de 2016 às 18h01

Primeiro quem denuncia e não dá nome é pior que o cara!Eu não dou crédito à pessoas que não se identificam!

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    Rosa

    23 de janeiro de 2016 às 17h19

    Você tem razão, em parte. Eu não dou “a cara para bater” por vou ficar sem proteção nenhuma depois. E dependo do meu salário. Mas os links estão aí. Você pode jogar fora tudo o que eu escrevi. Apenas acesse os links. Eles não são meus. Alguns, foram produzidos pelo próprio Ricardo Marques e equipe, como a conta dele no twitter e o perfil na Wikipedia .

    Responder

Moisés Espíndola

23 de janeiro de 2016 às 17h51

Existem milhares deles, dormindo com o inimigo sempre

Responder

Julia Joyce

23 de janeiro de 2016 às 17h36

Esmeraldo Cruz Sampaio-veja oque vc vive falando -ah leia os comentários kkkkkkkkk

Responder

Silvio Alves Barbosa

23 de janeiro de 2016 às 17h18

Lixo

Responder

Alfonso Tarallo

23 de janeiro de 2016 às 16h38

Continua o comportamento conciliador e oportunista do governo!

Responder

Hell Back

23 de janeiro de 2016 às 14h12

E eu estou impreSSionado com o seu “impreCionado”. rsrsrs

Responder

Zeca Pataca Jr.

23 de janeiro de 2016 às 15h10

Vejam isto Odair Ferreira Pedro Geraldo Carvalho Silva Alcina Maria Batista Campos Jucelene Rocha Tânia Maria Amaral … Assim não dá!!

Responder

Edu Guimarães

23 de janeiro de 2016 às 14h48

Marcelo Nicolau

Responder

Ricardo G. Ramos

23 de janeiro de 2016 às 14h43

“Menos de 3 meses depois, eis que esse “empresário de TI” aparece na imprensa como futuro diretor do Arquivo Nacional. Em seu curriculum vitae, além dos feitos já mencionados, consta ter desenvolvido uma plataforma digital chamada “Vendedores de Cristo” (sic).” É foda.

Responder

Juliana Pinheiro

23 de janeiro de 2016 às 14h42

Assim fica difícil.

Responder

Helio Eduardo Pinto Pinheiro

23 de janeiro de 2016 às 14h30

A SE CONFIRMAR, DESISTO AQUI E AGORA DE DEFENDER ESTE GOVERNO E SUA PERMANÊNCIA! JUNTO A TANTOS DESATINOS, MAIS UM, NESTE NÍVEL, PASSA DO ABSURDO, COMPREENSÍVEL E ACEITÁVEL! AGUARDAREI PELOS FATOS!!!

Responder

    Universitária

    23 de janeiro de 2016 às 13h20

    Desistir jamais!
    É ir pra rua e mostrar nossas pautas.
    O Levy caiu e outros cairão.
    É preciso preservar.

    Responder

Thila

23 de janeiro de 2016 às 12h29

Se é verdade só o comentário de 07/01 já seria motivo p cancelamento do convite. Afinal o PIG mente demais. E realmente nossa Dilma está com a tal síndrome( Estocolmo). Vou pesquisar no site do PT.

Responder

Manoel ex-PeTralha

23 de janeiro de 2016 às 12h22

Tá tudo certo. Dilma nomeou Cardozo Ministro da Justiça e o mantém lá. Este episódio é ‘fichinha’.

Responder

Valderez Moura

23 de janeiro de 2016 às 14h08

Vamos rir.Só o q nos resta.

Responder

Joaquim Corrêa

23 de janeiro de 2016 às 14h06

Cheguei a pensar que a grande besteira teria sido a nomeação da Kátia Abreu para a pasta da Agricultura (que pela sacanagem que rola, deveria se chamar Ministério do Agronegócio da Monsanto).
Desde o início do ano passado, quando o governo teve a chance de se livrar da ala oposicionista do PMDB e usar o valor do voto para tomar as rédeas da economia, resolveu entrega-la ao liberal Levy que, com sua proposta de arrocho (quantos anos ouvindo isto), juros altos e liberdade para os especuladores do dólar (que deveriam estar em cana se o BC não bancaste o padrinho), podemos afirmar que já é um rajada no pé, porque um tiro seria eufemismo.

Responder

Beto Milfont

23 de janeiro de 2016 às 13h54

Ela precisa sem bem assessorada…ela não pode saber de tudo…

Responder

Mário Cavalcante

23 de janeiro de 2016 às 13h49

lamentável e decepcionante!…

Responder

Elliel G Barros

23 de janeiro de 2016 às 13h37

O próprio governo mina sua estrutura e depois quer que a militância segure o desmoronamento!
Assim não dá né dona Dilma! Ou ajuda a remar ou temos que deixar o barco a deriva!

Responder

Edemar Motta

23 de janeiro de 2016 às 13h37

Dilma, futura campeã olímpica de tiro no pé.

Responder

Maiza Ramalho Cazado

23 de janeiro de 2016 às 13h21

Afff!

Responder

David Azevedo

23 de janeiro de 2016 às 13h10

Vai entender…

Responder

Rosa Nunes

23 de janeiro de 2016 às 13h09

Típico de Dilma

Responder

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