Vila Militar do Chaves (Adnet satiriza Bolsonaro)

Entrevista com general Augusto Heleno, ministro de Gabinete de Segurança Institucional

Por Miguel do Rosário

21 de novembro de 2018 : 14h17

O general Augusto Heleno será ministro do Gabinete de Segurança Institucional, a área do governo responsável pelos serviços oficiais de inteligência.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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5 comentários

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Marcos Pinto Basto

12 de dezembro de 2018 às 02h15

O Brasil está mergulhado num lamaçal de procedimentos muito sujos, omissões gritantes de quem poderia mostrar os caminhos da ordem com a agravante que a maioria do Povo prima por uma ignorância congênita, permitindo que os espertalhões de plantão se aproveitem para abocanhar o que lhes interessa e venderem-se a interesses externos que lesam gravemente a Pátria. Ouvindo o gal Heleno fica-se imediatamente com a certeza que oculta a participação dos militares na continuação do golpe, mas só notaremos isso com maior notoriedade quando o Bolsonaro assumir o governo. Ninguém duvida mais que vamos ter duras perdas de direitos adquiridos, nem os boçalnatários que participaram da grande farsa destas eleições.

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Paulo

21 de novembro de 2018 às 18h18

Interessante, de fato, o desserviço que o diplomata Celso Amorim vem prestando aos interesses nacionais. Mas nada que devesse surpreender, a partir dos apelos do PT a OEA e ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, expondo o país ao descrédito internacional.

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Aroldo Bernhardt

21 de novembro de 2018 às 14h39

O que me chama a atenção é que a culpa é do PT. Omitem que Temer assumiu com um programa “A Ponte Para o Futuro” que levaria o país para uma nova era e é ele, Temer, quem está passando o bastão, mas apontam o dedo em riste para o PT, como se o governo Temer sequer tivesse existido. Se olharmos as estatísticas do IBGE relativos ao período Lula e primeiro mandato Dilma, os números mostram coisa bem diferente. A continuar assim vão colocar a culpa em D.Pedro II ou quem sabe em Cabral.

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    Paulo

    21 de novembro de 2018 às 18h14

    O 2º mandato Dilma não foi governo do PT?

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    Caue Scorsato

    22 de novembro de 2018 às 09h28

    ah, só pra lembrar, de quem é a culpa de temer na linha de sucessão mesmo?

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