Cafezinho 2 minutos: Posse de Bolsonaro e alegações finais contra Lula

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A entrevista de Ciro Gomes ao Valor

Por Miguel do Rosário

29 de novembro de 2018 : 10h39

No Valor

“Quem ganhou foi o antipetismo”, diz Ciro

29/11/2018 às 05h00

Na primeira entrevista concedida após uma cirurgia na próstata, o convalescente Ciro Gomes, candidato derrotado à Presidência, nega que a eleição de Jair Bolsonaro configure um risco à democracia brasileira e afirma que é preciso respeitar “o tempo e a majestade da vitória do camarada”. Nem por isso, deixa de fazer duras críticas ao modo como o novo governo concebe as futuras estratégias econômica e política.

Em conversa de mais de uma hora no apartamento de seu filho, na Zona Oeste da capital paulista, Ciro Gomes declara ao Valor que Bolsonaro não entende o país. E a equipe que está recrutando, menos ainda. Para ele, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, “parou de ler nos anos 1980 e definitivamente não leu nada depois de 2008”, ano em que foi deflagrada a crise econômico-financeira mundial. E justamente a economia, a seu ver, será a grande definidora do sucesso do governo, em uma lua de mel que praticamente não existirá.

Ciro Gomes acusa o PT de dar origem à onda bolsonarista e afirma que a atuação do partido nestas e em outras eleições não permite distingui-lo moralmente em relação a Bolsonaro. Sobre Fernando Haddad, também derrotado, Ciro não tem acusações morais e elogia a excelente formação, mas não o considera um quadro de liderança capaz de vencer eleições. “É um acomodatício, uma pessoa da elite”. Mas esperaria dele um convite para jantar. A seguir, trechos da entrevista:

Valor: Como o senhor avalia as definições do governo Bolsonaro até agora? O que sinalizam e o que se pode esperar da gestão, considerando, por exemplo, a formação da equipe?

Ciro Gomes: É um atributo do presidente eleito desenhar seu governo, recrutar as pessoas que entenda como convenientes e oportunas. Esse respeito ao eleito é um ritual que está muito desmoralizado no Brasil. É por aí que a democracia também se deteriora. Não vi nenhuma violação da democracia, mas a campanha do PT incitou ao terror, como se a eleição do Bolsonaro em si, por definição, fosse uma ruptura da democracia.

Valor: O senhor não vê assim?

Ciro: Absolutamente, não. Até aqui, 27 de novembro, às duas da tarde, nenhuma violação à democracia aconteceu. Aconteceram violações da regra democrática, eleitoral, mas de parte a parte. O PT fez exatamente a mesma coisa, caixa dois, mentira na internet, fake news, uso de pacotes do WhatsApp. Então é importante respeitar o tempo e a majestade da vitória do camarada que eu gostaria que tivesse sido eu. As pessoas optaram por outro candidato, então é meu dever dizer: “Boa sorte. Vou torcer.”

Valor: O senhor não o considera uma pessoa de extrema direita?

Ciro: Eu o considero, como já falei na campanha, uma cédula de 3 reais. Ele é qualquer coisa e é nada. Eu o conheço bastante bem, foi deputado por 28 anos, fui colega dele. Ele sai de uma agenda miúda, de bajulação corporativa dos militares reformados, para uma defesa da memória de 64, e acaba achando uma oportunidade de negar tudo o que está aí. Mas sendo exatamente parte orgânica e central de tudo de pior que está aí. Agora, ele foi eleito e, eleito, tem essa vênia. Isto dito, não creio, francamente, que [seu governo] possa dar certo, porque falta concepção.

Valor: O que isso quer dizer?

Ciro: Ele não entende o país. E a equipe que está recrutando, menos ainda. Então, a ideia de que será outdoor, um relações públicas na Presidência e que vai feudalizar o poder real em superministros fragmentários, isso não pode dar certo no presidencialismo e nem na conjuntura brasileira, que é trágica. Porque tem um problema de concepção que herdamos de Fernando Henrique [Cardoso] e do PT. E você não encontra a solução que estão propondo. Por exemplo, o que a gente consegue filtrar da agenda do Paulo Guedes, que eu conheço há muitos anos? É um cara razoável, nunca foi brilhante, é egresso [da Escola] de Chicago, parou de ler nos anos 1980 e definitivamente não leu nada depois de 2008.

Valor: Ganhou bastante dinheiro, não é?

Ciro: Continua ganhando bastante dinheiro, essa é a vocação dele. Nunca teve vocação para lidar com pessoas e nenhuma vivência no serviço público. Mas a questão é que a concepção dele está desmoralizada no campo teórico. Não há mais uma única cabeça relevante no planeta Terra – e eu frequento esse universo, estou indo para os Estados Unidos no aniversário do [linguista e filósofo americano] Noam Chomsky, a convite dele – conheço diversos lados, e ninguém mais defende o Consenso de Washington. Tem umas questões básicas, fáceis de entender, que é reduzir o Estado a uma dimensão mínima, desentranhá-lo do domínio econômico, que deveria ser um teatro monopolista da iniciativa privada, e esperar daí que, cumprida essa agenda, nós seremos salvos – pelo capital dos outros – da nossa imprudência, da nossa incapacidade conceitual de nos compreender como nação e de desenhar nossa estratégia. Não existe precedente teórico nem empírico disso em nenhuma nação, em tempo algum. Na concepção econômica, não vejo como dar certo diante do baixo nível de formação bruta de capital, de gravíssima desqualificação do nosso capital humano, do grave problema de infraestrutura, da falta de financiamento privado e público da economia, da crise fiscal sem precedentes e da crise patrimonial que sinaliza rupturas. Essas são as questões que deveriam ser tratadas. De outro lado, a questão da concepção política. Há um problema gravíssimo de hiperfragmentação da representação política no país, é um fim de ciclo, e a coesão não será feita por cooptação individual como ele [Bolsonaro] está fazendo. Esse é o cenário certo do fracasso. Você pode tentar repetir aquilo que já vimos, que é lotear o governo, o que dá errado também, ou tentar uma outra e audaciosa relação.

Valor: É o que o senhor tentaria fazer se tivesse ganhado?

Ciro: Sim, trocar a interlocução de varejo por uma interlocução de atacado, redesenhando o pacto federativo em troca das reformas do país. Ele faz o oposto.

Valor: Como seria isso que o senhor propõe?

Ciro: A federação está quebrada. E só quem tem o poder de reestruturar essa quebradeira é a União federal. São coisas audaciosas que não passam na cabeça do Paulo Guedes e nem quer ouvir, porque tem interdição preconceituosa que ele chama de inteligência. Por exemplo, qual a grande questão de Minas Gerais? Previdência Social, assim como no Rio Grande do Sul. Não tem reforma da Previdência, que viola direitos adquiridos, que resolva. Tem pensar outros modelos. Minas Gerais possui ativos, como direitos de lavra, que podem chegar à conta de meio trilhão, ou um quatro de trilhão, mas aí está um ativo ilíquido. Como a Previdência não precisa de um ativo líquido, à vista, a União poderia pegar esse direito de lavra, emitir um lote especial de títulos prefixados, fazer o lastro… Enfim, existem desenhos. Mas precisa discutir, pensar, refletir. Aí o governador [eleito] de Minas [Romeu Zema, do Novo], na mesma linha, acha que a solução é vender o Palácio da Liberdade.

Valor: A lua de mel acabará logo? Ou nem haverá lua de mel?

Ciro: Como estamos vivendo um fim de ciclo. Mas Bolsonaro tem um universo que intuitivamente domina: esse universo “criptoconservador” de costumes. Ele pode se refugiar nisso. Assim, pode extrair seis meses, e propor a redução da maioridade penal, o agravamento da lei de execução penal…

Valor: Enquanto isso vai ganhando tempo?

Ciro: Ganha tempo e cumpre a palavra [de campanha]. Porque o povão é muito mais sábio que os políticos e jornalistas supomos. O povão quer ver você agarrado com o problema, de forma coerente com o que você falou para se eleger. Por exemplo, Escola sem Partido. Isso é uma picaretagem! Imagine a fiscalização que teria de ter para romper com a conquista do Iluminismo, da Renascença, que superou a Idade Média…

Valor: Ou seja, ele direciona os holofotes para esses assuntos, desviando a atenção da economia e da política que sofrem os problemas de concepção que o senhor citou?

Ciro: A economia é quem será o definidor [do sucesso do governo]. Mas eu não vejo o novo governo nem sequer considerando as questões que tentei dizer na campanha. Tem o tal mercado especulando que vamos crescer 3 pontos [crescimento de 3% no PIB], isso dá uma ilusão, uma propaganda, mas devemos chegar a 1,5%, 1,75%.

Valor: O mercado está colocando fichas na reforma da Previdência, como se resolvesse boa parte dos problemas econômicos?

Ciro: É uma baboseira. Também não há concepção aí. O modelo previdenciário brasileiro, de repartição, é irreformável. Impressionante como as pessoas não querem ouvir isso. Só o Brasil, a Argentina e a Venezuela insistem no modelo de repartição. Neste caso, não são uma boa companhia, certo? Os três estão quebrados. Um regime de repartição funciona com esse nível de precariedade na relação de trabalho?

Valor: Então, mesmo obtendo sucesso em aprovar a reforma da Previdência, não vai adiantar muito? Nem mesmo se a aprovação criar uma onda de otimismo em torno da recuperação da economia?

Ciro: A questão básica é o déficit de transações correntes, que aprecia o câmbio. Apreciando o câmbio, temos inflação.

Valor: A sua previsão para a economia não é das melhores?

Ciro: É de medíocre para ruim. Na economia, as expectativas influem mas, quando colidem com as premissas fáticas, as expectativas são falsas. Primeiro: o consumo das famílias lamentavelmente é o grande motor do crescimento econômico brasileiro, imitando os americanos, que financiam esse consumismo explosivo com emissão de dólares sem efeito inflacionário – mas nós não temos essa peculiaridade. Como está o consumo das famílias aqui? Você tem 63 milhões de pessoas inadimplentes no SPC [Serviço de Proteção ao Crédito] e isso é um problema macroeconômico, nenhuma chance de o mercado, individualmente, resolver. Você tem número de desempregados e de informalidade, portanto, o consumo das famílias muito provavelmente não será muito estimulante.

Valor: Mas os lucros estão voltando, segundo manchete do Valor de hoje [a reportagem de 28/11 mostra que o lucro líquido de 281 companhias abertas cresceu 16,3% em relação a mesmo período do ano passado].

Ciro: Como pode ter lucro se estamos com 30% de capacidade ociosa e com o Brasil se desindustrializando tão selvagemente? Terceiro: o investimento do setor público. Qual o cenário? Eles se interditaram na campanha dizendo que não tem aumento de tributo. Já falaram em CPMF. Sem aumento de receita, há zero chance de restaurar a condição fiscal brasileira. E quarto: o desequilíbrio externo. Sem uma política industrial, a crença de que o Brasil vai pagar eletroeletrônico, bens de capital, informática e química fina com feijão, milho, boi e soja in natura é completamente ilusória.

Valor: Diante dessa situação econômica que o senhor descreve, como ficará o eleitor do Bolsonaro, que parece desejar soluções rápidas que, segundo o senhor, não vai entregar?

Ciro: Não, mesmo.

Valor: Essa direita que está assumindo poderá não durar muito tempo no poder?

Ciro: Não tem essa direita. Essa daí só se reuniu para negar. E nisso é indispensável refletir a contribuição do PT. Não ganhou a direita, ganhou o antipetismo. Se não, eu seria obrigado a achar que 65% do eleitorado do Rio Grande do Sul é fascista, de direita, e sei que não é. Precisa tomar um pouco de cuidado com essa mistificação petista. O PT produziu essa onda [bolsonarista], que é a maior força política, mas é uma força para negar. O Sergio Moro está encarregado da Justiça, que engloba combate à corrupção e segurança pública. Corrupção é um problema gravíssimo, mas na cabeça do povo o maior problema são 63 mil homicídios e 60 mil estupros registrados por ano, quase todo mundo jovem. Moro, despreparadíssimo, exibicionista, jejuno – como meu pai chamava o cabra que não tem vivência nenhuma – não é má pessoa, mas é um quadro publicitário. E onde acontece a corrupção que é a predileção do Moro? Por definição, acontece no governo, e não na oposição. Como será seu comportamento? Vai fazer o que fazia em Curitiba, vazar informações para a imprensa?

Valor: Como é a pessoa do Bolsonaro?

Ciro: Ele domina um assunto que lhe deu sete mandatos: quinquênio, aposentadoria, progressão, viúva de militar… Do petismo para cá, ele começa a ser mandatado para reagir à agenda “revanchista” – ponha muitas aspas nisso, porque a palavra é deles – do PT. Por exemplo, Comissão da Verdade. O Bolsonaro disse lá atrás que tinha votado em mim para presidente da República [anteriormente, Ciro Gomes concorreu em 1998 e 2002]. Então, eu tinha uma certa ascendência sobre ele. Poucas pessoas na Câmara o cumprimentavam. É tímido, retraído, se sente meio sombreado por todo mundo, é solitário mesmo.

Valor: Teria um complexo de inferioridade?

Ciro: Gravíssimo.

Valor: Um apoio crítico seu ao Haddad, no segundo turno, não teria evitado a eleição do Bolsonaro?

Ciro: Eu dei o apoio crítico ao Haddad. Agora deixa eu lhe dizer que, se o Haddad estive sido eleito pouca coisa seria diferente. Você pode evidentemente destacar a personalidade do Haddad como homem cordial, do diálogo, mas perdeu as eleições para prefeito na reeleição de São Paulo dois anos atrás. E não perdeu como é natural qualquer um de nós perder. Perdeu em todas as urnas. Perdeu para os votos nulos e brancos, estando no cargo! Qual país do mundo lançaria para presidente da República alguém com essa biografia? Ele é um acomodatício, uma pessoa da elite.

Valor: Mas o senhor deu mesmo apoio crítico ao Haddad?

Ciro: Quase o partido [PDT] se arrebenta, porque a maioria esmagadora do partido, 90%, queria a neutralidade ou o oposto [apoiar Bolsonaro]. Iam brigar, eu tive de interferir na reunião. O [presidente do PDT Carlos] Lupi fez a resolução e ameaçou renunciar. Quando vi que a coisa tinha azedado, entrei e disse: “Com respeito a todo mundo, apoio a resolução do presidente. E faço um apelo porque o que está em jogo aqui é a nossa unidade. Esta eleição já está perdida!” No domingo à noite da eleição, eu desci do meu prédio, a imprensa estava lá e eu falei: “Ele não!” Para mim já estava muito claro que “Ele não” e acabou!

Valor: Mas “Ele Não” significava “Haddad Sim”?

Ciro: Não sei! Agora repare bem. O que o PT fez nestas eleições e em todas as outras não permite a eles terem qualquer distinção moral em relação ao Bolsonaro. Dói para mim dizer isto. Não permite que eles falem em democracia.

Valor: Mas e a questão da defesa de direitos humanos, por exemplo?

Ciro: Papo furado. A retórica do PT é maravilhosa. Qual é a mudança, na prática, das torturas das delegacias brasileiras ao longo dos últimos 16 anos? O PT virou isto: cooptação, manipulação, aparelhamento das instituições. O resultado é que a sociedade brasileira debilitou-se. Qual foi a deformação que o Bolsonaro fez que o PT não fez? E eu, Ciro Gomes, sou obrigado a coonestar isto? Em nome de quê? Sabe qual o único estado que deu dois terços dos votos contra o impeachment no Brasil? O Ceará. O único! Sabe com quem o Haddad foi se aliar nesta eleição lá? Com o Eunício [Oliveira, do MDB]. Vou te contar uma que as pessoas não sabem. Nós, pelas tantas, na habilidade extraordinária do meu irmão Cid, resolvemos convidar a Dilma para ser senadora pelo Ceará. Fizemos pesquisa, tínhamos boa condição, ela é bem querida no Ceará. Nós sempre divulgamos o que ela nos ajudou a fazer e tal. O Cid com 80 e a Dilma com 60 [% das intenções de voto]. Ela topou, nós alugamos uma casa, para ela poder fisicamente transferir o domicilio e não ter contestação. O jato que o nosso partido pagou foi buscá-la e ela não apareceu. No dia seguinte, me liga o Fernando Pimentel [PT], governador de Minas. e pede para falar comigo urgente. Aí eu vou a Minas falar com Pimentel e ele me diz: “O Lula me ligou impondo a candidatura da Dilma a senadora, tá desfazendo a minha aliança inteira aqui. Desse jeito eu vou perder a eleição”. Ou seja, enterrou o Pimentel, tirou a Dilma de uma aliança feita onde estava eleita, para forçar a mão pelo Eunício. Aí quer o meu apoio?

Valor: Na sua opinião, o que deve acontecer com o PT a partir de agora?

Ciro: Há vários PTs. Enquanto a grande tese for o Lula Livre e ir a Curitiba perguntar o que fazer na semana, eles vão definhar. Mas é um partido importante. Tem base.

Valor: O senhor é candidato à Presidência da República em 2022?

Ciro: O PDT pediu autorização a mim para dizer que vai me lançar agora, na sequência da posse do Bolsonaro, eu não vetei. Mas uma candidatura depende de um conjunto de fatores que só serão dados lá na frente. Enfim, você vai me ver em permanente campanha como eu já estou há muitos anos.

Valor: O senhor não vê o risco de uma ruptura democrática no governo Bolsonaro?

Ciro: Não vejo. O PT introduziu no imaginário brasileiro, principalmente nas elites, esse terror.

Valor: Não se fundamenta em nada?

Ciro: Não, nada.

Valor: Qual sua relação pessoal com Haddad?

Ciro: Excelente. Não sei se restou alguma mágoa dele. Mas eu não misturo pessoalidades com meus adversários, todos eu cumprimento.

Valor: Mas vocês conversaram depois das eleições?

Ciro: Não. Inacreditavelmente eu soube que ele está dando entrevista e fala de mim toda hora [concedeu entrevista à “Folha de S.Paulo”, publicada no dia anterior]. Mas, desse jeito, ele tem de me esquecer. Ou me esquece, ou me convida para jantar!

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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79 comentários

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Paulo Cesar Casin

02 de dezembro de 2018 às 14h59

Essa direita que está assumindo poderá não durar muito tempo no poder?

MELHOR PERGUNTA DO VALOR… E A MELHOR RESPOSTA SERIA COM UMA OUTRA PERGUNTA: POR QUÊ CIRO GOMES NÃO SE UNIU COM OS DEMAIS CANDIDATOS DAS ESQUERDA JÁ NO PRIMEIRO TURNO,SABENDO QUE ELE NÃO ERA O NÚMERO UM NESSA DESASTROSA CAMPANHA Á PRESIDENTE DA REPUBLICA? ENFIM, NÃO FOI TÃO SOMENTE A ESQUERDA QUE PERDEU, QUEM PERDEU FOI O POVO BRASILEIRO QUE IRÁ EM UM NOVO PERÍODO DE ESCURIDÃO E DITADURA. SERÁ UM MASSACRE DE TODA LIBERDADE UE CONHECEMOS. QUANTO A ESQUERDA ESTARÁ, COMO UNIDA NA PRISÃO!

Responder

Antonio Cândido

01 de dezembro de 2018 às 05h40

Congratulo o Cafezinho por divulgar na íntegra a entrevista do Ciro, e principalmente deixar que seus leitores a interpretassem, não desse sua opinião, que sabendo ser simpática ao Ciro que apenas turvaria o entendimento das posições bem explicadinhas na enttevista, coisa que irrita loucamente blogueiros partidários que não lutam, a meu ver/ler, por uma união crítica da esquerda, mas sim têm um comportamento histriônico quando colocadas em questionamento suas interpretações plenas de certezas. Como o que aconteceu a um comentário meu “contra” a posição do jornalista, por esssa motivação, logo miope, sobre o Ciro como a qualquer outra idéia fora do seu espectro de certezas! Chegando ao ponto em seu “ataque de pelancas”, além de cheio de impropérios contra mim, mandar eu sair dali e ir prô O Cafezinho. Só depois alguem lá vendo que eu modestamente, também, colaboro financeiramente com o 247, sutilmente pediu desculpas.
Gostaria de ler críticas ponto a ponto da entrevista do Ciro, por alguém sem certezas absolutas contra ou a favor dos fatos e motivos colocados.
Não via para 2018, e não vejo opção melhor do que o Ciro para 2022. Nem por isso apoiarei apenas O Cafezinho, o 247 e outros pode contar com minha modesta ajuda. Adoro as divergências de idéias mesmo que petriamente colocadas.
Só a união dos Pensamentos de Esquerda, sem as certezas obliteradas de alguns, deixará a Nação livre de Boçalanatos de direita ou esquerda, no futuro.

Responder

Paulo José

30 de novembro de 2018 às 12h20

Ciro tornou-se um político de 3 categoria.
Não apoia claramente o Bolsonaro mas enche o peito pra falar mal do PT.
Omite a prisão e processos fajutos contra Lula e PT e diz que vivemos numa democracia normal.
Vejamos daqui pra frente. Mas ao que tudo indica ele pegou a doença do Aécio. Mas como consegue ser pior que o tucano, que não aceitou ser segundo colocado, Ciro não aceita ter sido o terceiro. Vai acabar com o PDT, que vem definhando há anos.
O PT, que todos dizem que acabou, pode até voltar a crescer, como aconteceu este ano, se compararmos com 2016. Então Ciro, qual será seu próximo partido depois de ter acabado com o PDT, assim como fez com o PPS?

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Mário Cesar Serafim

30 de novembro de 2018 às 10h15

O Miguel ainda não percebeu que o Ciro perdeu o trem da história. A neutralidade dele na eleição foi a gota d´agua que sepultou quaisquer pretensões políticas na esquerda e no centro. O Ciro é só um cadáver politico. Como dizia o velho Brizola, a política ama a traição, porém abomina o traidor. Que o Ciro individualista descanse em paz!

Responder

    marco

    30 de novembro de 2018 às 13h00

    Parece que os militantes do pt ainda estão na fase da negação, ainda não caiu a ficha, para a maioria dos brasileiros pt , nunca mais.
    Isso não significa que concordamos com a prisão sem provas do Lula, aliás essa solidariedade foi confundida pelo partido como apoia ao novo poste;pois sem Lula é o que tem um a quatro anos.
    ;

    Responder

Tamosai

30 de novembro de 2018 às 09h51

Respeito muito o blog do Miguel pelas análises e conteúdo.
Infelizmente o Ciro ficou intragável. Para o Ciro qualquer opção que não seja ele é ruim. Todos são ruins, menos ele. Com certeza ele tem ideias boas, mas esse tipo de atitude de “one man show” não o ajuda. Vai ficar sempre uma espécie de Marina, só que com mais conteúdo.
Fica a pergunta: por que ele foi para a Europa “descansar” enquanto o circo pegava fogo antes do 2. turno? Se ele fosse um dos candidatos do 2. turno iria descansar?

Responder

Fábio maia

30 de novembro de 2018 às 05h12

Replicar entrevista sem um único comentário ou critica? Informação e poder. Esse blog caiu muito de uns tempos pra cá. Vergonhoso

Responder

    Miguel

    30 de novembro de 2018 às 23h02

    Fabio, há temas que quero que você os leitores julguem sem minha interferência. Ademais há muita truculência e sectarismo quando o tema é Ciro, por causa da disputa dentro da esquerda. É muito desgastante ficar no meio desse fogo cruzado. Então público as entrevistas sem adjetivar. Repare q mesmo assim me xingam. Para alguns, eu não poderia sequer reproduzir entrevistas de figuras que eles não gostam.

    Abs

    Responder

Carlos Dias

30 de novembro de 2018 às 00h14

Desisto desse blog…

Responder

    Ultra Mario

    30 de novembro de 2018 às 01h22

    Maldito seja cafezinho, pare de publicar entrevistas.

    Responder

Leonardo Santos

29 de novembro de 2018 às 23h54

Gostem dele ou não, reparei que os comentários nas notícias do Ciro são bem maiores que a média das outras notícias.

Responder

    Paulo Rogério

    30 de novembro de 2018 às 07h35

    Bingo!!!
    O Miguel é um apoiador do Ciro e nunca negou isso. É um dos grandes analistas independentes da mídia alternativa.
    Mas, quando outros blogs “petistas” mancheteiam o Ciro Gomes é apenas na tentativa de alavancar a audiência. O 247 fez isso descaradamente durante todo o ano. Os artigos sobre o Ciro, maldosamente manchetados de forma cretina, batiam recordes de visualizações e comentários. Eu mesmo tentei debater com os trolls petistas no 247 — e com os muitos robôs, até perceber que eram apenas robôs — mas depois desisti, porque estava apenas turbinando a audiência deles. E, sejamos honestos, o 247 nunca se interessou realmente na defesa da democracia mas, tão somente, em ajudar a empurrar goela abaixo dos eleitores a estratégia natimorta do PT.
    O pior é que, agora, com as eleições perdidas, a galera do PT continua a combater o…Ciro Gomes!!! Vão levar pau nas próximas eleições municipais e, em 2022, pegarão o mesmo caminho para o limbo que hoje o PSDB tomou.

    Responder

      Paulo José

      30 de novembro de 2018 às 18h04

      Os principais alvo das críticas dos petistas, ao menos dos políticos petistas é a entrega da soberania nacional e o abuso do judiciário.
      Já Ciro é um leão pra falar mal do PT e um gatinho angorá pra falar mal do Bolsonaro.
      Ciro disse que o PDT elegeria a maior bancada no congresso, de 50 a 70 deputados. Quantos foram eleitos pelo PDT? 28! isso mesmo, apenas 28! Menos que o PP, partido mais envolvido em escândalos de corrupção da história da república.
      Vai acabar com o belíssimo PDT por vaidade e ressentimento pessoal ao Lula. Lamentável que os projetos pessoais dele estejam acima dos projetos nacionais e do povo.

      Responder

    Alan Cepile

    30 de novembro de 2018 às 10h53

    Claro, como o “rei da estratégia” elegeu o bozo e está preso, Ciro é o maior expoente da política nacional no momento e isso move as paixões, principalmente da petezada que não quer largar o osso que já largou em 2016.

    Responder

enganado

29 de novembro de 2018 às 21h53

Continua a mesma merda, só sabe falar mal do PT. Cavalo de Troia de terno e (b)ravata.

Responder

Ataulpho Andrade

29 de novembro de 2018 às 21h34

Votei nesse sujeito no 1º turno. Acho muito inteligente. Mas não posso concordar com a naturalização do governo Bolsonaro e com essa idéia fixa de tirar uma casquinha do PT.

Se Bolsonaro tiver sucesso, estamos todos ferrados! Qualquer um que defenda o lado dos trabalhadores (e tenha discernimento) quer que esse governo dê errado! Inclusive, já dá para notar um prenúncio de ditadura militar. E nem precisa ter acesso a relatórios de inteligência. É só seguir o Twitter do Villas-Boas. É claro que o arremedo de democracia que temos está em risco!

Há muitas mágoas, eu mesmo falei muitas do PT, votei no Ciro, mas o fato é que é o partido mais importante da esquerda, ponto. Ciro apresentou suas armas, Lula apresentou as dele. E Lula fez 45% no segundo turno com um candidato fraco, em meio a talvez a maior fraude eleitoral da história do país. E ainda por cima, era pra ele ser o candidato. Ou seja, fraude pura.

Tem coisas que são inegociáveis. Nossa democracia é inegociável, não se deve bajular quem brinca com essa conquista tão dura do nosso povo. Por mais magrinha que ela seja.

Lula fora da cadeia também não dá para negociar. É o maior líder popular da história do país, e está preso por uma peça de ficção de Sérgio Moro, um fascista convicto. Aquele, me desculpem a sinceridade, bostinha do Fernando Canzian até tirou um artigo na folha hoje para criticar quem diz Lula livre. A ele eu respondo: Lula Livre!

Responder

    Ultra Mario

    30 de novembro de 2018 às 01h28

    Concordo em parte. Gente autoritária tem que ser pressionada a todo instante, não pode ceder nem 1 centímetro.

    É muito estranho uma pessoa que preza tanto pela democracia como o Ciro ficar falando que não tem riscos, como assim? Todo autoritário/neofascista moderno chegou ao poder via votos, e todos bradavam em voz alta exatamente o que eram.

    Tá até parecendo o JK. Só resolveu se mexer quando percebeu que não era só o Jango que ia cair.

    Responder

Gabriel

29 de novembro de 2018 às 19h02

E o PT prefere continuar botando um poste do Lula que um líder nato. Deu no que deu.

Responder

Marcos Videira

29 de novembro de 2018 às 18h08

Se os líderes democráticos tiverem um comportamento semelhante aos comentaristas deste blog, JAMAIS teremos uma Frente Ampla Única e Bolsonaro ficará muito feliz…

Responder

joao

29 de novembro de 2018 às 17h18

Pelo menos ja sei em quem nao vou votar de jeito nenhum em 2022, neste coronel do Ceara.Se nao consegue chegar nem no segundo turno sera sempre expectador e palpiteiro de terceira categoria.

Responder

maria do carmo

29 de novembro de 2018 às 16h51

Ciro diz Haddad nao e capaz de vencer eleicao, Ciro me lembra Aecio nao aceita que ficou em terceiro lugar e fica pisando nas calcinhas identico a Aecio, alem de que atacou Bolsonaro, nao adianta querer negar disse que Bolsonaro entre outras coisas comprometia a democracia, acorda Ciro estamos na era digital e pra esquecer o que disse fica mal deixe ser amargurado pelo terceiro lugar, voce errou sim e errou feio, voce nao se conforma de ser o terceiro e nao se esqueca voce perdeu em nao apoiar Haddad, nao se esqueca que quase 50 milhoes votaram no Hadadad, nao e pouco todos dizem que e inveja ,acorda deixe a magoa de lado faz mal para a saude, as coisas sao como sao e nao como gosriamos que fosse e tem mais voce virou as costas ao Lula inocente e preso, quem nao sabe ser grato nao tem qualidade alguma!

Responder

    Laura

    29 de novembro de 2018 às 21h05

    Ciro só nao ganhou porque o PT lhe deu uma rasteira, mesquinha, torpe e máu-caráter. TIrou o PSB e toda a estrutura do partido que ele poderia ter usado.
    Ninguém aguenta mais o PT.

    Responder

    Larisse FR

    30 de novembro de 2018 às 09h04

    O lula 45 milhoes de votos? Da onde. Quase 100% dos eleitores do Ciro votaram no Haddad. E so votamos nele por que o concorrente era o saco de bosta. Se vc for ver o numero de abstencoes, brancos e nulos foi quase o mesmo do primeiro turno. O lula ta preso. Sigam em frente. E parem de atacar o Ciro

    Responder

Nostradamus ( banquinho & bacia )

29 de novembro de 2018 às 16h47

Uma questão política de gênero que não foi abordada mas transparece na foto é essa capacidade de algumas mulheres jovencitas gostarem de idosos, cabelos brancos, barrigudos… que coisa impressionante! Tem a ver com aquelas que reverteram o ELE NÃO naquele outro dia… vai entender!

Responder

    CezarR

    29 de novembro de 2018 às 17h04

    A jovencita mencionada é uma mulher de 40 anos! Bem mais jovem, mas ainda assim uma mulher já mais do que formada e preparada.

    Responder

      Nostradamus ( banquinho & bacia )

      30 de novembro de 2018 às 07h51

      Rapaz entendido das intimidades da garota do candidato perdedor das eleições já no primeiro turno… se ela tem 40 tudo bem… Ciro deve ter 80… Mas tu entendestes o que eu queria falar… Marcela… A do outro… todas mais jovens, dependentes do marido, sem autonomia de voo… ” Papi compra essa pulseira pra mim…? ” ” Phata compra um sorvete de caramelo? ” ” Nono já percebeste que não saio de casa sem ter você por perto?”

      Responder

    Raimundo

    29 de novembro de 2018 às 20h59

    O ditado ” Boi velho , capim novo ” não respeita ideologia. Velhos políticos , seja á direita, seja à esquerda , adoram uma uma coisinha novinha !

    Responder

    Alan Cepile

    30 de novembro de 2018 às 10h56

    Que comentário machista e escroto.

    Responder

CezarR

29 de novembro de 2018 às 15h41

Os “canalhas Gomes” como gostam de dizer os petistas, elegeram Camilo Santana (PT) e elegeriam a Dilma (PT)! Não fizeram nehum gesto ao PT, portanto. Agora, Dilma irá presa garças ao ego do Lula! VIva! ….

Responder

    Carlos

    30 de novembro de 2018 às 12h41

    O PT apoiou a candidatura a reeleição do senador Eunício Oliveira (atual presidente do Senado), que acabou recendo a visita e o apoio do então candidato presidencial Fernando Haddad. O senador Eunício Oliveira, que foi ministro das Comunicações no primeiro mandato do governo Lula e fez a sua campanha eleitoral, se apoiando na figura do ex- presidente Lula, com o mote de ser o “senador do Lula”. O curioso nisto tudo é que o senador Eunício Oliveira votou a favor do impechment da ex- presidente Dilma e se absteve de votar a favor da ex- presidente Dilma Roussef no Senado (durante o processo de impechment) se ela também seria punida com a perda dos direitos políticos por oito anos. No final do processo de impechment a Dilma Roussef perdeu o cargo de presidente da República, mas em contrapartida manteve os seus direitos políticos graças a votação favorável no Senado. É por causa desta votação favorável no Senado (referente a preservação dos direitos políticos) é que a ex- presidente Dilma Roussef pode ser candidata ao Senado por Minas Gerais nas eleições de 2018, onde foi derrotada, assim como o senador Eunício Oliveira na sua campanha de reeleição.

    Responder

Henrique Lúcio Hilarino de Oliveira

29 de novembro de 2018 às 14h49

Não entendi essa de lançar a Dilma pelo CE. Pra quê?

Responder

    NeoTupi

    29 de novembro de 2018 às 16h53

    Para o PT não ter candidato próprio e apoiar Ciro.

    Responder

Álvaro

29 de novembro de 2018 às 14h41

Nas eleições de 1989. Leonel Brizola assumiu posição a favor de Lula no segundo turno, aglutinando não somente seus eleitores, mas toda a esquerda. Isso é coerência. Isso é honestidade ideológica. O resto é conversa fiada

Responder

    CezarR

    29 de novembro de 2018 às 15h26

    E morreu desprezado pelos petistas…

    Responder

      alvaro

      29 de novembro de 2018 às 16h11

      Para sua informação, depois de apoiar o PT contra Collor, Brizola ainda teve um segundo mandato de governador, ganhando no primeiro turno com 60% dos votos, certamente com os voto de muitos eleitores do PT. Em 1998 os dois formaram chapa para a presidência. Em 2002, apoiou Ciro no primeiro turno, para novamente apoiar Lula no segundo e ganhar as eleições. A aula é de graça

      Responder

        CezarR

        29 de novembro de 2018 às 16h41

        E morreu desprezado pelos petistas….

        Responder

          alvaro

          29 de novembro de 2018 às 16h50

          Morreu de infarto em 2004, tendo cumprido sua missão na história

          Para de inventar moda

          Responder

            CezarR

            29 de novembro de 2018 às 17h08

            Desprezado pelos petistas, que só o viam na hora do vem a mim, vosso reino nada! No Rio era uma baita força eleitoral, tanto que ganhou as presidenciais de 1989 no Estado, assim como Ciro no Ceará em 2018. Posso ter “só” 40 anos, mas me lembro como era chamado de “gagá”, entre outros adjetivos pelos petistas.

            Responder

              alvaro

              29 de novembro de 2018 às 18h58

              Com 40 anos? Desculpe, mas você não viu quase nada. Eu tenho 59 (19 a mais que você) e fui filiado ao
              PDT desde o primeiro momento e era brizolista ativista. Fui a todos os comícios e ajudei a montar o caminhão do Birizola, sob as vistas de Darcy Ribeiro e Cibilis Viana. A característica mais importante do Brizola era a fidelidade às suas convicções, acima de qualquer aspiração pessoal

              Responder

                CezarR

                29 de novembro de 2018 às 19h38

                Não contesto nenhuma das características apontadas ao Brizola, mas ainda assim, morreu desprezado pelos petistas. Aliás, morreu não, desde que voltou ao Brazil já era assim. O Brizola era um adversário na esquerda do PT e assim era tratado.

                Responder

                  CezarR

                  29 de novembro de 2018 às 19h38

                  Brasil

                  Responder

                  alvaro

                  29 de novembro de 2018 às 21h23

                  Brizola estava muito acima do PT

                  Responder

          Alexandre

          29 de novembro de 2018 às 21h08

          Pelos petistas e pela população do Rio de Janeiro. Que o inferno tenha Brizola em um bom lugar, bem quentinho !

          Responder

Ze

29 de novembro de 2018 às 14h08

Entrevista ótima. Coerência e conhecimento. Lamentável esse episódio da Dilma.

Responder

    Alan Cepile

    29 de novembro de 2018 às 14h46

    Não passa de uma doida incompetente, uma invenção mirabolante do Lula. O povo mineiro mandou muito bem em não ter votado nela, a petezada já cantava vitória, bem feito!

    Responder

Patrice L

29 de novembro de 2018 às 14h07

“Quem ganhou foi o Ciro ter feito cálculos sórdidos com base na prisão do Lula, recusando-se a aderir na prática ao Lula Livre”

“Que ganhou foi o Ciro ter se recusado a ser vice do Lula, podendo ir parar na cabeça de chapa com o impedimento ilegal deste último”

“Quem ganhou foi o Ciro ter ido descansar em Paris ao invés de ir pro palanque do Haddad”

Etc e tal

Responder

    Carlos

    29 de novembro de 2018 às 15h02

    O Ciro Gomes chegou a falar durante a campanha eleitoral que o ex- presidente Lula e a alta cúpula petista queriam que ele fizesse o papel que o Fernando Haddad aceitou fazer nas eleições presidenciais de 2018, que foi a de ser poste do ex- presidente Lula. Mas o Ciro Gomes disse que não aceitaria este papel (ser poste do ex- presidente Lula) pois isto, segundo ele diminuiria a sua relevância política. O próprio Fernando Haddad depois de vencer a disputa eleitoral pela prefeitura de São Paulo em 2012, chegou a dizer: “”Vocês sabem que eu sou o segundo poste do Lula”. Obviamente o primeiro poste do ex-presidente Lula, que o então prefeito eleito da cidade de São Paulo se referia era a então presidente Dilma Roussef.

    Responder

NeoTupi

29 de novembro de 2018 às 14h01

Isso não é entrevista, é sessão de psicanálise buscando curar um trauma da derrota e de complexo de inferioridade eleitoral tanto relativo ao PT a quem critica quanto ao Bozo a quem se submete a ponto de transparecer capitulação (conformismo).
A ideia fixa nesse complexo impede Ciro de fazer política com “P” maiúsculo.
Liderança política inteligente na oposição deve usar entrevistas para falar para a sociedade, para organizar a oposição, para mobilizar em torno das ideias e da agenda que a oposição defende.
Até a Marina Silva está sendo mais útil à nação e consequente ao criticar o Bozo desistir da COP15. Geopoliticamente o Brasil era uma potência ambiental mundial, um dos maiores players, e com muito a ganhar inclusive economicamente pois tem recursos suficientes para não depender de energia suja. Bozo está jogando fora esse ativo.

Responder

Alberto Lima

29 de novembro de 2018 às 13h56

Coerente como sempre!
E a dita esquerda preferiu colocar um poste pra concorrer!
O PT não aprende!
Ou fez de mau caráter!

Responder

    Alan Cepile

    29 de novembro de 2018 às 14h48

    Nesta eleição especificamente eu acho que foi um pouco dos dois.

    Responder

Orlando Soares Varêda

29 de novembro de 2018 às 13h39

Que trajetória mais sinuosa a desse rapaz… PQP!!! O sujeito é uma besta embalado como se fosse mariola de banana. Ah! Vai se lascar ciro.

Orlando

Responder

Lima

29 de novembro de 2018 às 13h24

Mas uma entrevista coerente de Ciro. Direto e transparente, incontestável! O máximo que seus opositores podem fazer é xingamentos, não muito diferentes de um relinche.

Responder

Alan Cepile

29 de novembro de 2018 às 12h51

A ENTREVISTA PODE SER RESUMIDA NESSA RESPOSTA DO CIRO:

“Vou te contar uma que as pessoas não sabem. Nós, pelas tantas, na habilidade extraordinária do meu irmão Cid, resolvemos convidar a Dilma para ser senadora pelo Ceará. Fizemos pesquisa, tínhamos boa condição, ela é bem querida no Ceará. Nós sempre divulgamos o que ela nos ajudou a fazer e tal. O Cid com 80 e a Dilma com 60 [% das intenções de voto]. Ela topou, nós alugamos uma casa, para ela poder fisicamente transferir o domicilio e não ter contestação. O jato que o nosso partido pagou foi buscá-la e ela não apareceu. No dia seguinte, me liga o Fernando Pimentel [PT], governador de Minas. e pede para falar comigo urgente. Aí eu vou a Minas falar com Pimentel e ele me diz: “O Lula me ligou impondo a candidatura da Dilma a senadora, tá desfazendo a minha aliança inteira aqui. Desse jeito eu vou perder a eleição”. Ou seja, enterrou o Pimentel, tirou a Dilma de uma aliança feita onde estava eleita, para forçar a mão pelo Eunício. Aí quer o meu apoio?”

Responder

    Carlos

    29 de novembro de 2018 às 14h26

    O senador Eunício Oliveira (atual presidente do Senado), que já foi ministro das Comunicações do primeiro mandato do ex- presidente Lula, foi mais um dos que foram ministros nos governos petistas (Lula e Dilma) que votaram a favor do impechment da ex- presidente Dilma. Na votação final do processo de impechment no Senado ocorrida em 31 de agosto de 2016, houve o fatiamento do impechment por decisão do então presidente do STF Ricardo Lewandowski em que houve primeiro a votação se a então presidente afastada Dilma Roussef deveria perder o cargo de presidente, no qual a maioria dos senadores (entre estes senadores o Eunício Oliveira) votaram a favor de Dilma Roussef perder a presidência da República. Depois então houve a segunda votação em que se ex-presidente Dilma Roussef seria punida com a cassação de oito anos de seus direitos políticos, no qual o senador Eunício Oliveira preferiu não ajudar a Dilma Roussef, preferindo de se abster na votação. No fim o Senado não cassou os direitos políticos da ex- presidente Dilma por oito anos, diferentemente do ex- presidente Collor que ficou inelegível por oito anos por causa do impechment em 1992. Por causa desta decisão favorável no Senado (em não cassar os seus direitos políticos por causa do impechment) é que ela pode ser candidata ao Senado por Minas Gerais nas eleições de 2018, onde então foi derrotada. Mesmo com todo este histórico o senador Eunício Oliveira concorreu a reeleição agora em 2018, tendo a sua campanha como mote o de ser o “senador do Lula”. O senador Eunício Oliveira na campanha eleitoral deste ano de 2018 chegou a receber a visita e o beija mão do então candidato presidencial Fernando Haddad. Mesmo usando a figura do ex- presidente Lula em sua campanha eleitoral, o senador Eunício Oliveira não se reelegeu.

    Responder

Álvaro

29 de novembro de 2018 às 12h43

Faça um favor à história, seu camaleão. Jamais use o nome de Leonel Brizola. Você não é digno. Brizola era um homem firme em suas posições.

Responder

Álvaro

29 de novembro de 2018 às 12h32

Está se revelando um mau caráter. Vestiu uma roupagem de esquerda independente e fracassou. Agora, mostra os dentes de um neoliberal. Perdeu meu voto

Responder

    Alberto Lima

    29 de novembro de 2018 às 13h52

    Conversa !
    Votaste no PT.

    Responder

      Álvaro

      29 de novembro de 2018 às 14h16

      Sou Brizolista seu babaca. Votei no Ciro pelas propostas progressistas, que agora abandona. Cuida da sua vida

      Responder

        Atineli

        29 de novembro de 2018 às 15h38

        So’ sobrou o Cafezinho para acolher o azedume do coronel cirandeiro. Perdeu, nunca ganhou nada e ainda se acha a ultima coca-cola do nordeste. PT na cabeça do descontrolado e despeitado cirandeiro. Perdeu até o pouco de dignidade que tinha. Lixo.

        Responder

        Alberto Lima

        29 de novembro de 2018 às 16h47

        Não quer comentário?
        Posta em branco Zé Ruela…
        Kkkkkkk

        Responder

        CezarR

        29 de novembro de 2018 às 17h11

        Que proposta ele “abandonou”? Vejo que você desconhece as propostas dele, dificil acreditar que tenha votado nele.

        Responder

        Juliano

        29 de novembro de 2018 às 21h13

        Esse robô-d—o-PT está injuriado porque seu presidiário achou que era o rei do xadrez… se lascou, lascou o seu partido que está se desintegrando e virará pó nas eleicoes municipais de 2020. Tem a maior bancada de deputados federais que ninguém sabe quem sao, eleitos com esse blablabla de perseguicao do molusco. E além do mais, irá morrer putrefato na cadeia de onde jamais irá sair depois desse papelao. Cancelei meu registro do PT, faco propaganda contra e votei no Bolsonaro no segundo turno, para que o molusco MORRA de uma vez por todas: politica e biologicamente no xilindró.

        Responder

    Guilherme Marques

    29 de novembro de 2018 às 13h59

    Que dentes de neoliberal? Aonde você viu um pingo de neoliberalismo nele? Neoliberal é o PT, que rifou a politica desenvolvimentista da Dilma nesse novo documento pós-eleições e se abraçou a estrutura rentista que comanda esse país. Jogou ao lixo o trabalho de uma pessoa honrada, do partido deles, que ajudou a construir tudo de bom que eles tiveram e foi a única a apanhar pelos erros todos que o partido inteiro cometeu. Ela errou também, mas a cruz dela está sendo apedrejada em nome de todos do partido, principalmente Lula.

    Responder

      Álvaro

      29 de novembro de 2018 às 14h24

      Previdência por capitalização é o que? Socialista? Ora porra. Vai estudar

      Responder

        Alan Cepile

        29 de novembro de 2018 às 15h00

        Alvaro, não há necessariamente uma relação entre repartição e capitalização com socialismo e liberalismo. O Ciro defendeu na campanha um sistema de capitalização PÚBLICA via BB e CEF, logo, vc acha mesmo que a proposta do Ciro foi “de direita” como a petezada ignorantemente costuma falar?

        Responder

          alvaro

          29 de novembro de 2018 às 19h04

          Estou me referindo especificamente a essa entrevista. sem muito bem o que ele defendia antes, a proposta dele era melhor que a do Haddad.. O que estou questionando é a mudança
          a Relação não é entre socialismo e capitalismo, mas entre neoliberalismo e capitalismo
          É o dilema do mundo atual.

          O estado pos democático – Rubens Casara
          A era do Capital improdutivo – Ladislau Dowbor

          Responder

        CezarR

        29 de novembro de 2018 às 15h03

        A previdência por captalização, defendida até pelo seu Haddad, que Ciro propunha, era só de uma determinada faixa em diante. Para os mais pobres, haveria um programa de renda cidadã, custeada pelo tesouro e não pela previdência. Ideia muito boa e totalmente diferente do Guedes.

        Responder

          alvaro

          29 de novembro de 2018 às 16h14

          Nessa entrevista não foi não. Tá jogando pra banqueiro

          Responder

        Romulo Macedo

        29 de novembro de 2018 às 15h09

        Eu respondo, é o correto. A previdência por capitalização é o correto, apenas Argentina, Brasil e Venezuela insistem nisso e de acordo com a pirâmide etária brasileira, o sistema de repartição já está morto. A reforma não precisa ser draconiana como no Chile onde só há contribuição do empregado. A proposta do Ciro envolvia gerência ativa dos trabalhadores nos fundos, as contribuições viriam também do lado patronal, e por aí vai, não é o modelo falido do Chile que foi implantado durante a ditadura. O que nós da esquerda precisamos fazer é’sermos menos caricatos, menos jargões, menos preconceitos.

        Responder

Alan Cepile

29 de novembro de 2018 às 12h29

Não tenho muita paciência em entrevistas escritas considerando o nível rasteiro na mídia brasileira, confesso que li só o início e até onde li concordo com o Ciro, continua sendo uma das únicas cabeças pensantes da primeira linha da política nacional. O resto e mimimi da petezada.

Responder

Wilton Santos

29 de novembro de 2018 às 12h21

Em março de 2019 o Comitê de Direitos Humanos da Onu condenará o Estado brasileiro pela perseguição que o juiz Moro e a lava jato fizeram contra o Lula. Ato contínuo, em outubro do mesmo ano o Lula receberá o prêmio Nobel da Paz. Logo em seguida o Ciro corta os pulsos de tanta inveja.

Responder

    Carlos

    29 de novembro de 2018 às 13h46

    Só esqueceu de falar que o ex-presidente no começo de 2019 deve receber mais duas sentenças (de absolvição ou condenação) referentes ao processo do terreno do Instituto Lula e do apartamento vizinho e o processo do sítio de Atibaia. O processo do terreno do Instituto Lula e do apartamento vizinho já recebeu as alegações finais e está pronto para sentença penal e o processo do sítio de Atibaia, amanhã (dia 30 de novembro de 2018) já começa a correr o prazo para as alegações finais, que terminarão em 7 de janeiro de 2019, no qual depois das alegações finais, o processo do sítio de Atibaia também estará pronto para sentença penal. A juíza Gabriela Hardt ficará a frente da Operação Lava Jato até o dia 30 de abril. O ex- presidente Lula também tem outra dor de cabeça que é o processo na Operação Zelotes, no qual se tornou réu acusado de receber propina em troca de medida provisória para favorecer empresas do setor automotivo. Neste processo da Operação Zelotes que corre em Brasília, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deporá neste processo dia 6 de dezembro de 2018 como testemunha de defesa de um dos réus da ação. https://g1.globo.com/politica/operacao-zelotes/noticia/2018/10/31/justica-ouvira-em-dezembro-palocci-e-fhc-como-testemunhas-na-operacao-zelotes.ghtml Isto significa que o ex-presidente Lula sentará a frente do juiz Vallisney de Oliveira como réu neste processo da Operação Zelotes. provavelmente no final ou no meio do ano de 2019.

    Responder

    CezarR

    29 de novembro de 2018 às 17h13

    Meu Deus! Em que mundo você vive? Atravessou o espelho, foi?

    Responder

Justriceiro

29 de novembro de 2018 às 12h20

Então ainda estão com a balela de que o simples apoio de Ciro levaria Addad à vitória? Criem vergonha.
Addad escondeu o apoio do deus Lula, que todos davam como o cara que iria transferir votos, imagine o coronel?

Ciro teve os votos que poderia ter. Talvez se tivesse batido em Lula, pudesse ir ao segundo turno. Mas perderia pro capitão.

Responder

    Carlos

    30 de novembro de 2018 às 12h17

    O Fernando Haddad no primeiro turno em sua campanha eleitoral usou e abusou da figura do ex- presidente Lula indo visitá-lo frequentemente em Curitiba (durante o período eleitoral do primeiro turno), costumava usar a camisa Lula Livre e o ex- presidente Lula era presença constante na propaganda eleitoral gratuita de Fernando Haddad. Em contrapartida a campanha eleitoral do Fernando Haddad escondeu a figura da ex- presidente Dilma Roussef (que era então candidata ao Senado por Minas Gerais), por causa de ter deixado a presidência com um processo de impechment, uma grave crise econômica e uma alta taxa de impopularidade.
    Quando então o Fernando Haddad foi confirmado ao segundo turno, tratou de visitar o ex-presidente Lula em Curitiba no primeiro dia da campanha eleitoral do segundo turno e depois então a presidente do PT a senadora Gleisi Hoffman disse que o Fernando Haddad não precisava mais visitar o ex- presidente Lula durante o resto do período eleitoral do segundo turno. A campanha do Fernando Haddad então que escondeu a ex- presidente Dilma Roussef no primeiro turno, tratou então de esconder a figura do ex- presidente Lula no segundo turno, como uma forma de tentar diminuir a rejeição ao candidato Haddad. No segundo turno a campanha eleitoral de Fernando Haddad tirou o nome de Lula e o vermelho do logotipo da campanha e colocou o verde- amarelo. O site Infomoney fez uma matéria em 25 de outubro de 2018 (poucos dias antes do dia da votação do segundo das eleições de 2018) mostrando como a campanha do Fernando Haddad escondeu o ex- presidente Lula no segundo turno das eleições presidenciais.

    Responder

MARCO AURELIO ROSSI

29 de novembro de 2018 às 12h07

CIRO GOMES, deixe de ser INVEJOSO tenha um pouco de respeito e patriotismo.
Todos nós sabemos que você é destrutivo igual ao Lula,
Só mesmo o seu curral eleitoral vota em você.

Responder

    Guilherme Marques Rodrigues

    29 de novembro de 2018 às 14h22

    Alto lá! Eu não sou curral de ninguém e votei nele porque ele é o único que apresentou algum projeto para o país. Além dele, apenas a Marina tinha uma visão para o Brasil. Todos os outros tinham projetos de poder, para satisfazer egos partidários. Quem é o patriota para você? O lambe-botas do Bolsonaro, que só bate continência pra americano?

    Responder

Mané

29 de novembro de 2018 às 11h43

Pode dar centenas de entrevistas ,milhares de explicações. Treino é treino ,jogo é jogo!!! O único espaço que o Ciro terá ,será a direita ,aliás já está elogiando o eleito ,notaram? Agora ,já não compromete mais a Democracia ,contrariando o que dizia a pleno pulmão durante as eleições. Coronal Vacilão !!!

Responder

CezarR

29 de novembro de 2018 às 11h10

clap clap clap clap clap clap clap!

Responder

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