Hangout com Miguel do Rosário: Bolsonaro nos EUA

Professor da Força Aérea Brasileira denuncia entrega da Embraer à Boeing

Por Miguel do Rosário

11 de janeiro de 2019 : 10h56

É uma denúncia grave. Com a palavra, as Forças Armadas e os nacionalistas.

***

Descrição do vídeo no Youtube:

Professor de Engenharia Aeronáutica do ITA e Aviador da Força Aérea Brasileira, Wagner Farias da Rocha, denuncia tecnicamente crime na venda da Embraer para a Boeing.

Breve currículo do Professor:

Graduado Aviador da Força Aérea (AFA 1986) e Engenheiro Aeronáutico (ITA 1997). Mestre em Ciências na área de Aeroelasticidade (ITA 1999). Exerceu a função de representante da Aeronáutica junto ao MCTIC e a chefia do setor de compensação tecnológica comercial e industrial da COPAC MD. Dispõe de experiência em projetos de engenharia aeronáutica, coordenação industrial, aeroportos, operações aéreas, certificação, investigação de acidentes aeronáuticos e sistemas de controle de tráfego aéreo.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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29 comentários

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CAR-POA

14 de janeiro de 2019 às 12h39

OS CANALHAS estão dando as cartas.
O GOLPE não foi por acaso ,assim como quando o jogo virar (se virar) a cadeia para estes DELINQUENTES APÁTRIDAS ,também não será por acaso.
Se consumado o roubo,não passa disso —–UM ROUBO DESCARADO ——a uma massa de imbecis,como é a população brasileira,teremos perdido décadas de enorme esforço e investimentos PÚBLICOS,dificilmente recuperáveis.
Paredão neles !!!!!

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Japa

12 de janeiro de 2019 às 13h54

Esclarecimento,o Brasil não exporta petróleo, exporta derivados, importa petróleo de boa qualidade para misturar ao produzido aqui para poder refinar , o petróleo brasileiro é pesado, não pode ser refinado sem a adição do petróleo leve, e no caso da Embraer, vamos analisar a União da sua principal concorrente com a Airbus, sera que no canada houve o mesmo tipo de reação das viúvas? É simples , ou se une a Boeing ou vai a falência, não terá como concorrer com os novos projetos da Bombardier, é pras viúvas das estatais vai mais um esclarecimento, os aviões da Embraer na sua parte eletronica tem 100%de importados, fuselagem 99%, nem a tinta é nacional, é ela só tem o nome que tem hoje porque deixou de ser estatal.

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    Carlos Eduardo

    12 de janeiro de 2019 às 22h19

    Nada pessoal, mas entre a tua opinião (de leigo provavelmente) e a opinião do especialista professor da Força Aérea brasileira, eu fico com a dele.

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    Nerso

    14 de janeiro de 2019 às 08h30

    Brasil exporta 25 por cento mais petróleo em 2017.

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      Alan Cepile

      14 de janeiro de 2019 às 16h53

      Exporta mais sim, o óleo que o temer, esse zé ninguém, venDEU a $1,35 o barril que na época custava entre $60 e $70.

      Pré-sal, Eletrobrás, Embraer, Petrobrás… viva o desmonte nacional pela direita brasileira!

      Responder

    CAR-POA

    14 de janeiro de 2019 às 12h33

    LIBERALZINHO DE BOSTA,NO CASO DO PETRÓLEO A REFINARÍA DE ABREU E LIMA ,FOI CONSTRUIDA PELOS PTS ,PARA EVITAR DE EXPORTAR PETRÓLEO PESADO (mais barato) E IMPORTAR DERIVADOS DE PETRÓLEO A PREÇOS ELEVADOS.
    A REFINAÇÃO SE FARIA INICIALMENTE USANDO O PETRÓLEO DA BACIA DE CAMPOS 60% E DA VENEZUELA 40%.
    PERGUNTE-SE,SEU MERDA QUE ACONTECEU COM ISSO?????
    PARE DE EMPINAR A BUNDA PRO IMPÉRIO SEU TROUXA E PERGUNTE-SE POR QUE OS AMERICANOS PAGAM SEUS IMPOSTOS PARA FINANCIAR A MÁQUINA DE GUERRA QUE POSSUEM ESPALHADA PELO MUNDO (300 BASES MILITARES)

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    euclides de oliveira pinto neto

    20 de janeiro de 2019 às 12h41

    Todas as empresas fabricantes de aviões utilizam componentes importados !!! Ninguém produz todos os componentes de um avião, porque seria anti-economico !!! O importante é a conjugação desses componentes para elaborar um produto que possua as especificações requeridas pelo mercado, mesmo que utilize 100% de materiais importados. É irrelevante esta questão. A combinação dos componentes e sua aceitação pelo mercado, a preços acessíveis, é o fator principal. Esta atribuição cabe aos engenheiros, técnicos e a massa cerebral da empresa. A EMBRAER investiu muito na formação e capacitação do seu pessoal, tornando-a lider mundial na produção de aeronaves na faixa de 150 lugares. Este segmento de mercado já foi conquistado pela empresa e está sendo entregue gratuitamente para a Boeing, que não possui nenhuma condição para entrar nesse mercado. Vai absorver o pessoal de pesquisas e desenvolvimento, com certeza serão transferidos para os USA Inc., restando à EMBRAER poucas opções de emprego de qualidade aqui no Brasil. Somente funções de pouca qualificação técnica – limpeza, conservação, segurança, etc…

    Responder

Christian

12 de janeiro de 2019 às 13h15

O Brasil exporta petróleo e esta importando derivados e mantem refinarias subutilizadas. Exporta minério de ferro e importa navios e plataformas.
Políticas implementadas para destruir a geração de riqueza e a economia.

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Alan Cepile

12 de janeiro de 2019 às 12h48

Resta pouco a dizer após este trecho que começa em 3:26:

“A Embraer concorre com a Boeing. O modelo 190/195 (…) ele sozinho vendeu quase que o dobro todos os concorrentes, expulsou do mercado o 737-600 (…) o 717 e o 318, olha os números de venda aí. (…) Não se fala mais em acessar as imensas tecnologias da Boeing, não é isso que tá em jogo, nós dominamos a técnica de projeto e produção aeronáutica (..) temos que interromper nesta audiência pública e declarar que este complexo de vira-lata que o que vem de fora é melhor não é assim, os números comprovam isso”

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Joel

12 de janeiro de 2019 às 11h59

Incrível como ainda temos “brasileiros” que enchem a boca para dizer que somos terceiro mundo, e demonstram orgulho. É uma pena que este tipo de pessoas concordem com tudo que vem de fora, como se não tivéssemos condições de brigar com honra, pelo menos isto. Não respeitam o parecer técnico de alguém capacitado e como já foi dito, ache correto fazer doações ao concorrente. Vai pro inferno.

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Lindolfo

12 de janeiro de 2019 às 11h20

Infelizmente temos muitos antinacionalistas que não querem defender a soberania do pais.

Responder

    🦊

    12 de janeiro de 2019 às 11h50

    É isto, sem mais!

    Responder

ALBERTO LUIZ

12 de janeiro de 2019 às 09h46

Muito interessante todas essas discussões, independente de qq viés político ou ideológico há alguns fatos que mostram o nosso lugar no mundo.
Primeiro sobre a questão da Embraer. Com a união da Airbus e bombardier, a área comercial da Embraer iria ter um concorrente peso pesado. Olhemos o lado da Boeing. Está ficou entre desenvolver aviões médios ou comprar alguma coisa pronta. Optou pelo óbvio: comprar a área comercial da terceira maior empresa do mundo. Um mero negócio que vai gerar lucro parte os acionistas. Lembrando que a Embraer é uma empresa privada, por mais que alguns gostem de esquecer isso. Pode ser um dos orgulhos nacionais, mas é privada e boa parte das ações estão nas mãos estrangeiras. O nome é brasileiro, a tecnologia também, mas os “donos” não são. (Sim eu sei, o governo tem a Golden share).

O Brasil é um país de terceiro mundo. Aqui não se fabrica coisas básicas, quando falamos de tecnologia. Falando de aviões: 100% do alumínio usado na estrutura dos aviões é importado. Sim, no Brasil não há nenhuma empresa que produza ligas de alumínio aeronáutico. Isso vale para o aço, aço inox e titânio. Isso é meramente o esqueleto do avião. Não se fabrica os motores, aviônicos, etc. Não tenho os números exatos, mas de um avião “made in Brazil”, certamente mais de 60% é importado. O que eu quero dizer, só se fabrica avião no Brasil porque os gringos “deixam”. (Lembrando que não existe Bandeira para as grandes corporações internacionais)
Vamos descer alguns níveis nessa discussão de perda de tecnologia com a venda da Embraer. Um misero chip, um misero processador, um banal componente de estado sólido. É tudo importado. Nada disso é fabricado aqui. Avião não voa sem isso. (Até voa, lembrando do 14 bis). Enfim, para quem gosta de teoria da conspiração só fabricamos aqui algumas coisas mais tecnológicas porque o mundo (ou as grandes corporações) deixa. Para quem chora como uma viúva pela venda (lembrando que a Embraer já foi vendida a anos atrás) da Embraer esta ficou numa situação impossível: num primeiro momento concorrer sozinha com Airbus-Bombardier. E certamente com a Boeing num segundo momento que iria dar um jeito de desenvolver aviões médios.
O Brasil errou. Não incentivou a criação de um setor industrial aeroespacial. Tem a Embraer e mais meia dúzia de empresas. Antes que os ufanistas de plantão apareçam furiosos lembrem-se: México e Coreia do Sul faturam mais que o Brasil com a indústria aeroespacial, mas não fabricam aeronaves.
Somos terceiro mundo.

Responder

    Euclides de Oliveira Pinto Neto

    12 de janeiro de 2019 às 10h35

    A EMBRAER é a terceira maior em vendas de aviões no mundo. Desenvolveu tecnologias que o mercado mundial aceitou. Ninguém é líder por acaso. O fato de utilizar componentes importados hoje é um padrão mundial. A entrega da EMBRAER começou no período FHC, caracterizado pela entrega aos grupos estrangeiros de setores estratégicos da economia. A entrega definitiva da EMBRAER para a BOEING é uma necessidade da multinacional norte-americana, que não possui tempo nem pessoal qualificado – fica mais fácil apropriar-se da empresa brasileira, que alcançou a liderança na produção e comercialização de aviões médios. Vai apropriar-se dos técnicos e projetistas da EMBRAER, bem como assumir um mercado promissor. A BOEING não possui quadros técnicos qualificados para este tipo de mercado. Nunca foi seu foco de mercado. Agora passou a ser. Daí o interesse na empresa brasileira.

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    Raul

    12 de janeiro de 2019 às 10h45

    Por isso é importante ter estas empresas sob gerencimento e controle nacional. A própra embraer quando foi fundada a décadas atras tudo sistema
    de aviação era muito mais mecânico e analógico. Faltou estratégia em desenvolver fornecedores nacionais para o setor. Mas agora é que o setor nacional não vai se desenvolver mesmo. Vão continuar gerando desenvolvimento , tecnologia e trabalho lá fora. Ou seja, com esta transação continuaremos na velha política da dependência. O mesmo acontece com outros setores industriais dominados por empresas estrangeiras. O setor automotivo. Que hoje conta com 50% – em alguns casos até mais – do preço – relacionado a eletronica embarcada, tudo importado, gerando empregos e tecnologia lá fora.
    Mesmo as poucas empresas que “desenvolvem” tecnologia de ponta no Brasil, tem uma ou outra – são 100% dependentes de chips e demais semicondutores.
    Na hora que estas empresas tiverem alguma projeção, seja em volume interno, ou tentar alguma projeção externa que cause incomodo a grupos de tecnologias maiores serão serão forçados a vender ou serão impedidos por outras formas.
    No momento existem alguma empresas no Brasil fazendo o maior barrulho pois estão fazendo processos de back-end – encapsulamento de chips. Como se isso fosse algun tipo de caminho a ser seguido para o desenvolvimento nacional de chips no Brasil.
    Mas voltando a aviação e mercado aeroespacial a china que não gosta da dependência e não é vira lata , em poucos anos – com investimentos de 3 bilhões de dolares – construiu o C919 — https://pt.wikipedia.org/wiki/Comac_C919
    “O C919 faz parte da meta da COMAC a longo prazo para alcançar a Airbus e a Boeing e competir contra o Airbus A320 e o Boeing 737 MAX”

    E ainda tem o CR929. https://en.wikipedia.org/wiki/CRAIC_CR929

    O CRAIC CR929, anteriormente conhecido como Comac C929, ou LRWBCA, é uma família de aviões de longo alcance de 250 a 320 assentos de grande alcance a ser desenvolvida pela CRAIC, uma joint venture entre a chinesa Comac e Russian United Aircraft Corporation (UAC), para desafiar o duopólio da Airbus e da Boeing.

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    brasileiro

    12 de janeiro de 2019 às 11h22

    E o que faz o Brasil um país de terceiro mundo senão a falta de empresas de alta tecnologia? A solução, segundo você, é fazer uma doação de caridade de uma das poucas indústrias de ponta que temos para um país que é muito mais rico que nós?

    Estou me segurando para não ser rude, mas esses americanófilos tem um tico e teco faltando…

    Responder

José Carlos Nascimento Junior

12 de janeiro de 2019 às 02h44

Sei que meu comentário não será publicado, mas insisto! Em 10 dias se governo vocês querem o quê? Que tudo se resolva num passe de mágica? Eu fico puto com isso! Em 16 anos só fizeram merda! Mídia manipuladora!!! Calem-se!

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Ageu Rocha

11 de janeiro de 2019 às 20h17

Nosso país precisa de parcerias com inovação tecnológica como com a Boing. Nós só vamos conseguir fazer inovação com boas parcerias e com gigantesco investimento, o comunismo já falou no resto do mundo, mas ainda temos muita gente com esse viés ultrapassado e retrógrado! Vamos abrir a economia para novas parcerias comerciais com os USA, muito melhor que a China e Correia do Norte com sua economia de escravidão e exploração da mão de obra! Estamos melhorando!

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    Oblivion

    11 de janeiro de 2019 às 22h47

    Eis que, mesmo antes de ver o vídeo, eu me deparo com uma pérola dessas. Aí, tento me acalmar por respeito aos leitores, não ao jumento de pedra que vomitou asneiras no comentário, antes de escrever o que o vira lata merecia. Enfim, caro Ageu, eu gostaria de saber o que pensas sobre a compra dos caças suecos com abertura de tecnologia supersônica. E, em seguida saber o que pensas sobre o papel da Boeing nesse processo, culminando agora com a ameaça da Saab de cancelar as negociações por conta da incorporação da Embraer pela boing. Enfim, lá se vai mais um lapso de soberania nesse país de quinto mundo, tirando por ti, muito pouco ainda do que merece perder. E o engraçado que Ageu e companhia votaram no governo mais vira lata que já apareceu nesse pobre país empunhando a bandeira nacional e se dizendo patriotas. Vão pra pqp, pelo amor de Deus. Até base estrangeira já tentou colocar no país em menos de 10 dias de governo e membros do exército parecem estar preocupados apenas em fugir da reforma da previdência que vai colocar o pobre do Brasil no seu devido lugar (na visão da elite corrupta brasileira). Vou parar por aqui mas em 10 dias de governo eu tinha muito mais pra escrever…. Vai lá comemorar a incorporação da Embraer com a camiseta da CBF, por favor!

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      Oblivion

      11 de janeiro de 2019 às 23h14

      Acabei de ver o vídeo e queria saber do Ageu se ele viu e, se sim, o que ele pensa sobre os comentários do professor. Já aproveito pra perguntar pro Ageu e pra quem souber me responder, com essa incorporação, qual é o futuro do kc130…?
      A turma do Ageu deve estar em êxtase com aqueles tanques de não sei quantas gerações atrás que os EUA “deram” pro governo temer,… São como os espelhinhos do século 21, e os vira latas adoraram. Pra que submarino nuclear pra quem ganhou tanque ferro velho, não é mesmo? E assim vamos com esse governo “patriota”. “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, a vira latice desse governico ofende até aqueles que usaram a primeira parte da frase 80 anos atrás.

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    Euclides de Oliveira Pinto Neto

    13 de janeiro de 2019 às 06h20

    Sionistas khazarians não fazem parcerias com ninguém. Eles querem subordinação absoluta. A China, hoje lider mundial em pesquisas, está sendo atacada pelos USA Inc., sob falsas acusações, simplesmente porque não quer admitir ter sido superada pelos chineses em diversas áreas, principalmente tecnologia quântica, que será o grande diferencial a medio prazo. As grandes corporações industriais dos USA possuem chineses nos seus quadros de cientistas/inovadores. O desespero do Trump é verificar que toda a estrutura financeira e industrial norte-americanas não conseguem mais concorrer com os chineses. O projeto sionista khazarian de implantar o Governo Mundial, controlado por Israel, está fazendo água… Irreversível a queda da colonia USA Inc… passará a ser uma colonia de terceiro mundo em breve… Quem sobreviver verá…

    Responder

Allie Jaz

11 de janeiro de 2019 às 13h33

Se a engenharia nacional de ponta esta sendo destruída pelo vies do desgoverno fascista , entreguista e antinacionalista, imagina o que esta acontecendo com outros setores da engenharia nacional com milhares de mercadores importadores de produtos manufaturados que poderiam ser perfeitamente produzidos no Brasil.
Nos governos do PT havia alguma política industrial, mal ou bem mas havia. Desde a posse do Temer e continuando com Bolsonaro a política industrial foi enterrada. O setor produtivo esta sendo desmantelado ou com a venda de complexos industriais importantes ou com a abertura indiscriminada do mercado beneficiando mercadores sem o menor compromisso com o pais, cujo único objetivo é obter lucros maiores às custas de destruir empregos e fechar as portas de empresas e empresários que ainda produzem no Brasil.

Responder

Roberto da Silva Rocha

11 de janeiro de 2019 às 12h18

Me lembra a monografia de graduação em ciência política na UnB sobre política industrial e reserva de mercado de informática no Brasil. Disponível na internet blog http://www.professorrobertorocha.blogspot.com.br.
Quando o grupo Silvio Santos imaginara estar adquirindo a tecnologia para produção de Chips de computadores ao adquirir a fábrica de chips japinesa Hitachi no Brasil.
Assim que mudou a tecnologia de novas gerações eles perceberam que foram enganados pelo desenvolvimento. Comprar a fábrica da Hitachi não garante a compra do conhecimento que estava na matriz da Hitachi lá no Japão. Então, sem os engenheiros de pesquisa e sem os conhecimentos e laboratório da matriz ficaram com tecnologia velha e fecharam a fábrica mico brasileira.
A venda da Empresa Embraer repete para a Boeing o mico da compra da Hitachi pelos brasileiros. O tripé ITA DCTA EMBRAER criaram a tecnologia com a qual a Embraer produz sem desenvolvimento autonomamente.
Comprou uma caixa vazia a Boeing. Isso o tempo vai provar.
Dependendo da vontade do que restou da Embraer Defesa e aviação Executiva eles poderiam produzir outros novos modelos para competir com a Airbus-Bombardier Boeing-Embraer.
Duvido que eles queiram.

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    Miguel do Rosário

    11 de janeiro de 2019 às 13h51

    Hum, interessante o seu comentário. Mas estamos falando aqui também de mercado. A Embraer domina o mercado de aviões de médio porte. Com a compra, esse mercado vai para a Boeing. São dezenas de bilhões de dólares.

    Responder

      Alan Cepile

      12 de janeiro de 2019 às 13h02

      Mas a Boeing não vai pagar nem 4 bilhões, e tem gente que ainda acha isso certo, impressionante.

      Responder

    Euclides de Oliveira Pinto Neto

    12 de janeiro de 2019 às 10h48

    Roberto, a BOEING está mais interessada nos quadros técnicos da EMBRAER. Sabe que levaria alguns anos para formar equipes, como essas que atuam no Brasil. Simplesmente vão oferecer à nata dos engenheiros e técnicos da empresa a transferência para atuar na empresa, nos Estados Unidos, com salários compativeis com as funções que exercerão. Um pequeno número de funcionários. E com certeza os mesmos aceitarão, até porque no Brasil estariam alijados do campo profissional, em virtude da falta de empresas. E ninguém em sã consciência irá discordar da atitude deles. É uma questão de sobrevivência. Com relação ao Brasil, somente ficarão os desempregados… e a certeza que vamos continuar a ser um país de quinta classe…

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Conceição

11 de janeiro de 2019 às 11h39

John Perkins, ex-agente da CIA e autor do livro “Confissões de um Assassino Econômico”, fala de como funciona a tática de guerra econômica usada para subjugar nações.

https://www.youtube.com/watch?v=vO8vPa_H71g

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brasileiro

11 de janeiro de 2019 às 11h13

Se Bolsonaro aprovar isso vai ficar carimbado como destruidor da Nação Brasileira e do Deus que ele diz acreditar.

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Pascual

11 de janeiro de 2019 às 11h09

Infelizmente, é o retorno ao Brasil Colônia. Entrega da alta tecnologia, assim como do Pré Sal da Petrobras

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