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Juristas debatem crimes da Lava Jato

Por Redação

14 de maio de 2019 : 10h22

EXCLUSIVO: Conheça o acordo entre a Petrobras, o Departamento de Justiça dos EUA e a Procuradoria do Distrito Leste de Virgínia/EUA

O SOS Brasil Soberano, com a consultoria jurídica da Associação Brasileira dos Juristas pela Democracia (ABJD), traduziu para o português o acordo de leniência fechado pela Petrobras com a Seção de Fraudes da Divisão Criminal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e com a Procuradoria da República para o Distrito Leste do Estado da Virgínia, no âmbito da Operação Lava-Jato.

Trata-se de um peça jurídica sui generis no Brasil, disponível até então apenas em inglês, que obriga a estatal a submeter aspectos estratégicos da sua gestão à supervisão estrangeira. O documento foi debatido nesta segunda-feira (13 de maio), durante o simpósio “Violação de Soberania! Acordo Lava-Jato/EUA/Petrobras”, às 17h30, no auditório do SINTSAÚDERJ (Praça Floriano, 51, 8º andar, Cinelândia).

O evento teve a participação do advogado e ex-deputado federal Wadih Damous, da professora de Direito e integrante da ABJD Carol Proner e de Zé Maria Rangel (coordenador geral da FUP), com mediação do historiador e professor Francisco Teixeira. Foi organizado pelo Movimento SOS Brasil Soberano, pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia/ABJD, pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro/Senge-RJ, pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros/Fisenge e pela Federação Única dos Petroleiros/FUP.

Clique AQUI fazer o download da versão em português do Acordo de Leniência entre a Petrobras, o Departamento de Justiça dos EUA e a Procuradoria para o Distrito Leste do Estado da Virginia

Publicado no site da Fisenge.

Assista abaixo o debate realizado na Fisenge sobre o documento.

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5 comentários

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Luiz Felipe de Oliveira Lopes

14 de maio de 2019 às 22h23

Por onde anda a OAB GOLPISTA? Ahhhhh, esqueci, ela apoiou o golpe e não vai entrar nessa. Pra que serve a OAB? Só para punir advogados? Só para aderir a golpes como o de 64 e o de 2016?

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Alan C

14 de maio de 2019 às 21h36

Havia armas de destruição em massa sim, peraí que ainda estão procurando.

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Gilmar Antunes

14 de maio de 2019 às 12h30

E 11 de setembro é um atentado de falsa bandeira, “false flag”.
Foi feito para que o povo americano autorizasse a invasão militar do Afeganistão.
Um atentado com a complexidade tecnológica como aquele não está ao alcance de países subdesenvolvidos e muito menos de terroristas muçulmanos que sequer tinham conhecimento técnico necessário para pilotar os Boeings que o governo norte-americano afirma que foram pilotados por eles, ainda mais driblando todo o sistema de inteligência dos EUA.
Em resumo: um atentado dessa envergadura só poderia ser produzido por especialistas altamente qualificados dos próprios EUA.

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    MARCELO SANTANNA

    14 de maio de 2019 às 16h54

    É possível que a estrutura de aço (se fosse de concreto armado a técnica seria outra) tenha sido implodida com o uso de cargas do tipo “thermit”. Thermit químicamente falando é o processo de redução de um óxido metálico, geralmente óxido de alumínio, com liberação de calor, ou seja uma reação exotérmica. Uma carga de thermit em cada coluna de uma estrutura eleva a temperatura do aço até que fica liquefeito e perde a resistência e ocorre o colapso estrutural. Existem relatos de que haveria no local vestígios de “thermit” que foram depois removidos, impossibilitando então uma perícia. Supondo que tenha ocorrido isto, o acionamento do thermit teria de ser sincronizado com a batida dos aviões nos edifícios, talvez mediante controle remoto naturalmente. Se isto for verdade, a batida dos aviões serviria apenas como “fachada” para a implosão da estrutura. De qualquer modo é como você disse, alguns (desculpe a palavra) “selvagens” não teriam condições mínimas de organizar algo desta magnitude. Se realmente fosse o choque dos aviões a causa do colapso estrutural, teriam de ser feitas simulações em computador até se ter certeza de que funcionaria; não creio que funcionasse. Será que pessoas oriundas de um país subdesenvolvido onde quase não existem estruturas de aço, muito menos daquele tamanho, teriam condições técnicas para fazer as simulações? Isto não impede todavia que as simulações fosse feitas “a posteriori”, seja para confirmar a possibilidade, seja para descartá-la, mas nunca se viu falar sobre isto. Embora não existam provas conclusivas, os indícios apontam de que se tratou de “serviço interno” ou como dizem os especialistas, uma “false flag operation”, para justificar o início de um novo ciclo de política externa, que iniciou com o ataque contra o Afeganistão, passou pela destruição do Iraque, da Líbia, da Síria e agora está posta contra o Irã.

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    Paulo

    14 de maio de 2019 às 19h27

    Teoria da conspiração por teoria da conspiração, não seria mais razoável acreditar que, de fato, terroristas agiram, no 11 de setembro, todavia sob conhecimento da espionagem e alto comando político e militar americanos?

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