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Live com Guilherme Estrella, Belluzzo e Ciro exalta papel de Getúlio no desenvolvimento nacional

Por Redação

13 de outubro de 2020 : 17h15

Nesta sexta-feira, 9, o Centro de Memória Trabalhista promoveu uma live em comemoração aos 90 anos da revolução de 30 liderada pelo ex-presidente Getúlio Vargas.

A pauta central da transmissão foi o desenvolvimento gerado a partir do projeto nacional liderado por Vargas e sua aposta na industrialização do Brasil. O evento teve a participação do geólogo Guilherme Estrella, o economista Luiz Gonzaga Belluzo e o vice-presidente Nacional do PDT, Ciro Gomes.

Ressaltando o papel estratégico de Vargas na modernização do trabalho, Beluzzo criticou a carteira Verde e Amarela, proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

“A carteira Verde e Amarela é a volta do mercantilismo, quando se pagava por peça ou por hora, ele (Guedes) disse que vai pagar por hora. Isso é um desastre do ponto macroeconômico porque diminui o poder de compra da classe trabalhadora. Nós estamos numa trajetória muito perigosa e negativa para o futuro do Brasil”

Já Ciro Gomes destacou o desenvolvimentismo implantado por Getúlio.

“O Getúlio põe a questão do desenvolvimento e isso é uma coisa que precisamos colocar na cabeça da nação brasileira. Desenvolvimento jamais foi uma obra espontânea do mercado.”

Assista a live completa!

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9 comentários

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Miramar

15 de outubro de 2020 às 17h05

Prezado Mirassol: tenho poucas necessidades de modo que meu INSSzinho dará conta tranquilamente, ao lado SUS. Mas me preocupo com os outros, por isso, enão por mim, defendo um estado forte na economia.

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    Eledir

    20 de outubro de 2020 às 21h30

    Estado forte significa cidadãos fracos. Simples assim.

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B. Dutra

13 de outubro de 2020 às 17h29

Desde 1889 não se conhece um Presidente valoroso. Getúlio tinha coração brasileiro, se esforçou para tirar o país do marasmo colonialista em que vivia, escolheu assessores prepotentes, acabou sendo encurralado, mas deixou a porta aberta para Juscelino, no entanto o cerco contra o Brasil se foi estreitando. A geração apos a guerra em seu descontentamento foi fortemente influenciada por Castro e Guevara resultando na tomada de poder pelos militares que, apos a crise da dívida devolveram o poder aos civis, mas formou-se uma classe política interesseira e de baixo nível que tirou o potencial do Brasil da rota do progresso e que se tornou super endividado e cheio de vicios que impedem um voo firme que não seja de galinha.

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    Edibar

    14 de outubro de 2020 às 00h00

    A galinha até tem tudo o q precisa ter para voar. Ela só não voa porque é mto pesada. Voaríamos se nosso Estado não fosse tão pesado.

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      Miramar

      14 de outubro de 2020 às 16h52

      Nenhum país do mundo se desenvolveu sem um estado forte na economia.

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        Edibar

        14 de outubro de 2020 às 19h12

        Creia nisso quem quiser.

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        mirassol

        14 de outubro de 2020 às 19h28

        É matematicamente impossível um estado grande poder contribuir com qualquer coisa porque todo o dinheiro que o estado gasta ele retirou das pessoas. Estado não gera riqueza. Se ele cresce demais acaba demandando mais dinheiro (leia-se impostos), até chegar num ponto que a população não dará mais conta de atender essa demanda. Simples assim! É matemático isso. Quem tem q se desenvolver, enriquecer e crescer não é o estado ou governo, mas sim as pessoas.

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          Miramar

          14 de outubro de 2020 às 21h56

          A história da humanidade desmente suas ideias. Nenhum pais do mundo se desenvolveu de forma equitativa sem a presença forte do estado na economia. Nenhum. Principalmente aqueles que supostamente são mais abertos que os outros.

          O engraçado é a associação que algumas pessoas fazem entre desenvolvimento e enriquecimento pessoal. E quem não tem a menor pretensão de ser rico ( meu caso)?

          mirassol

          15 de outubro de 2020 às 11h39

          Quem nao quiser enriquecer (entenda-se aqui como acumular algum capital para pelo menos a velhice) que não venha reclamar depois q o seu INSSzinho querido não der mais conta de lhe sustentar.


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