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Bolsonaro intimidou Ludhmila Hajjar em reunião no Planalto

Por Redação

15 de março de 2021 : 17h36

Na reunião que teve com a cardiologista Ludhmila Hajar, o presidente Jair Bolsonaro chegou a intimidar a médica já pensando na eleição de 2022.

De acordo com o Poder 360, Bolsonaro disse: “Você não vai fazer lockdown no Nordeste para me foder e eu depois perder a eleição, né?”

Além de Bolsonaro, também estavam presentes o atual titular da pasta, Eduardo Pazuello, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho ’03’ do presidente.

Ludhmila é uma defensora de medidas mais restritivas para conter o avanço da Covid-19 no Brasil.

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8 comentários

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Heitor Hilfiger

20 de março de 2021 às 23h40

Ufa…essa foi por pouco , o Brasil e saúde agradece !! Chega de politicagem no tratamento da doença , o tratamento precoce existe e salva vidas !! Bolsonaro 2022

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Gisele Grein

16 de março de 2021 às 15h45

O exterminador de pessoas o Tenente Bolsonaro não tem now know para conversar ou ter na sua equipe uma pessoa como a Dra. Ludmilla,
O Brasil tem um prognostico de 600 mil mortes até dezembro.
Os imbecis que tiveram a brilhante ideia de votar no Bolsonaro, por favor, não tomem a vacina. Morra o quanto antes.
Parabéns para quem voltou naquele animal de terno.

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Valdeci Elias

16 de março de 2021 às 01h59

Pode colocar em seu currículo : “Disse não a Bolsonaro”.

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Justiceiro

15 de março de 2021 às 22h59

E ganhou um não na cara

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Netho

15 de março de 2021 às 20h41

Hajjar salvou a biografia por um triz. Já houvera arriscado demasiado tão somente em se aproximar do governo, que dirá ter sentado à mesa com os legionários imbecis que integram o núcleo duro demencial da desgovernança federal presidia pelo Messias do Extermínio.
Agora é cuidar-se, Hajjar, por intermédio de um sistema de segurança privado cuidadosamente escolhido, porque o corporativismo pretoriano está fechado em copas com o Capitão da Pandemia.
Há uma escalada progressiva em franco processo de aceleração no rumo do enfrentamento violento das forças políticas. Não por acaso, em sintonia fina com o retorno de Lula ao cenário político, após a canonização do STF, com Fachin, com Carminha, com tudo.
Lula também deve por as barbas de molho, porque não faltam balas supostamente perdidas por aí.

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Oblivion

15 de março de 2021 às 20h28

Me antecipando aqui por que não to conseguindo esperar o novo ministro da saúde (presidente do conselho de cardiologia) defender a cloroquina e a ivermectina como profilático. Enquanto era um mero capitao analfabeto funcional e um “especialista” em logistica (risos) era deprimento, criminoso e ridículo… agora com o presidente da sbc será o fundo do fundo do poço. Que vergonho desse paiseco. E mais essa saida humilhante de um ministro militar é prova de q lugar de milico é no quartel….

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dcruz

15 de março de 2021 às 20h07

O bozo é tão boca suja que mesmo dentro de seu conservadorismo machista não hesita em usar essa linguagem chula diante de uma mulher que estava ali como convidada para expor exclusivamente seu programa no combate à pandemia. Trata-se de uma profissional respeitada o que não foi levado nem um pouco em consideração por esse energúmeno que só pensa em eleição. E ainda tem gente que vota nele.

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Paulo

15 de março de 2021 às 19h07

Não duvido…

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