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Irã ameaça resposta ‘devastadora’ diante de provocações de Trump

0 Comentários🗣️🔥 O Irã intensificou sua retórica contra os Estados Unidos, prometendo ações ‘devastadoras’ em reação às ameaças de Donald Trump de bombardear o país até reduzi-lo ‘à Idade da Pedra’. A escalada verbal agrava um conflito que já dura mais de um mês, impactando diretamente os mercados globais e o fornecimento de energia. Em […]

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O Irã intensificou sua retórica contra os Estados Unidos, prometendo ações ‘devastadoras’ em reação às ameaças de Donald Trump de bombardear o país até reduzi-lo ‘à Idade da Pedra’. A escalada verbal agrava um conflito que já dura mais de um mês, impactando diretamente os mercados globais e o fornecimento de energia.

Em pronunciamento na Casa Branca, Trump declarou que os EUA estão ‘muito perto’ de atingir seus objetivos militares, mas alertou que os ataques serão intensificados se Teerã não aceitar um acordo. ‘Nas próximas duas ou três semanas, vamos levá-los de volta à Idade da Pedra, onde pertencem’, afirmou o presidente, em uma fala que especialistas consideram uma ameaça direta à existência do regime iraniano.

Teerã respondeu com firmeza por meio do comando militar Khatam al-Anbiya, em comunicado veiculado pela televisão estatal. ‘Com confiança em Deus, esta guerra seguirá até a humilhação, desonra e rendição inevitável dos inimigos’, declarou o texto, encerrando com a advertência de ‘ações mais devastadoras, amplas e destrutivas’.

Além das palavras, houve ação militar. Recentemente, o Irã lançou projéteis contra Israel, ferindo levemente quatro pessoas na região de Tel Aviv. A estrutura de poder iraniana segue intacta, sem sinais de deserções no alto escalão, conforme fontes de inteligência ocidental.

O Ministério da Saúde iraniano relatou danos graves ao Instituto Pasteur, em Teerã, um centro crucial de pesquisa em saúde atingido por bombardeios nas últimas 48 horas.

Enquanto pressiona militarmente, Trump acenou para negociações, mas condicionou o diálogo ao surgimento de ‘novos dirigentes’ em Teerã, que seriam ‘menos radicais’. A proposta foi rejeitada pelo governo iraniano, com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores classificando as exigências como ‘maximalistas e irracionais’.

O estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás mundiais, permanece no centro da crise. Os Guardiões da Revolução, força de elite do Irã, ameaçaram manter o canal fechado para ‘inimigos’, enquanto os preços do barril de petróleo subiram mais de 6% nas últimas 48 horas.

A postura agressiva de Trump coincide com dificuldades internas nos EUA, incluindo uma economia em desaceleração e queda de popularidade do presidente. Especialistas sugerem que a escalada militar pode ser uma manobra para desviar o foco de problemas domésticos.

A comunidade internacional observa a tensão com preocupação. A China, principal parceira comercial do Irã, pediu moderação sem condenar diretamente Teerã, enquanto a União Europeia classificou a situação como ‘extremamente perigosa’ e convocou uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU.

 

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