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Manifestantes ocupam a Avenida Paulista e exigem fim da escala 6×1 após avanço na Câmara

0 Comentários🗣️🔥 Trabalhadores, movimentos sociais e partidos progressistas ocuparam a Avenida Paulista para exigir o fim da escala 6×1. O protesto ganhou força com o avanço de uma proposta de emenda à Constituição no Congresso Nacional. A concentração ocorreu nas proximidades da Faculdade Cásper Líbero, de onde o grupo caminhou até a Rua da Consolação. […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 16/04/2026 01:12

Trabalhadores, movimentos sociais e partidos progressistas ocuparam a Avenida Paulista para exigir o fim da escala 6×1. O protesto ganhou força com o avanço de uma proposta de emenda à Constituição no Congresso Nacional.

A concentração ocorreu nas proximidades da Faculdade Cásper Líbero, de onde o grupo caminhou até a Rua da Consolação.

Os participantes carregavam bandeiras e cartazes enquanto entoavam o lema «povo pelo povo». A Polícia Militar acompanhou todo o trajeto do ato.

Conforme apontou o portal Metrópoles em sua cobertura, o evento reuniu grande público na região central de São Paulo.

O relator da PEC, deputado federal Paulo Azi, apresentou parecer favorável à admissibilidade da matéria na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Os parlamentares avaliam apenas a constitucionalidade do texto nesta fase inicial. A aprovação nesta comissão destrava a tramitação para as etapas seguintes.

O projeto enviado ao Legislativo também trata da redução da jornada de trabalho. A proposta diminui a carga horária semanal de 44 para 40 horas e limita o trabalho a oito horas diárias.

O texto assegura que não haverá redução nos salários dos trabalhadores. Ele determina ainda duas folgas semanais consecutivas com preferência para o fim de semana.

Setores com operação contínua, como saúde e segurança, terão regras diferenciadas por meio de acordos coletivos. Esses acordos devem garantir que o descanso coincida com o fim de semana ao menos uma vez a cada três semanas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou regime de urgência para a tramitação da matéria e comunicou a decisão ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

O regime de urgência reduz os prazos e acelera a deliberação sobre o tema no parlamento.

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