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EUA estendem licença e liberam mais de 100 milhões de barris de petróleo russo em trânsito

9 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre EUA estendem licença e liberam mais de 100 milhões de barris de petróleo russo em trânsito. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O Departamento do Tesouro dos EUA estendeu a licença geral que afrouxa sanções sobre petróleo russo transportado em navios, autorizando a venda e entrega de mais de 100 milhões […]

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Ilustração editorial sobre EUA estendem licença e liberam mais de 100 milhões de barris de petróleo russo em trânsito. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O Departamento do Tesouro dos EUA estendeu a licença geral que afrouxa sanções sobre petróleo russo transportado em navios, autorizando a venda e entrega de mais de 100 milhões de barris já carregados no mar.

Kirill Dmitriev, chefe do Russian Direct Investment Fund e enviado especial presidencial russo para cooperação econômica internacional, detalhou o alcance da decisão. Ele afirmou que a extensão de 30 dias da suspensão afetará volume superior a 100 milhões de barris em trânsito.

A autorização temporária cobre embarques de petróleo cru e produtos de petróleo da Rússia carregados até 12 de março de 2026. O objetivo declarado pela administração norte-americana é estabilizar os mercados globais de energia diante das tensões no Oriente Médio.

Conforme apontou o portal Sputnik, citando Dmitriev, a extensão enfrentou forte resistência de líderes da União Europeia e do Reino Unido. O presidente Volodymyr Zelensky criticou duramente a medida, afirmando que ela fortalece economicamente a Rússia.

O instrumento legal central é a General License 134A, emitida pelo Office of Foreign Assets Control. Esta licença beneficia exclusivamente cargas já em trânsito e exclui qualquer novo carregamento realizado após a data limite.

Autoridades do Tesouro dos EUA sustentam que a flexibilização não trará benefício financeiro significativo para o governo russo. A maior parte da receita de Moscou continua a derivar de tributos sobre a produção interna de petróleo.

A decisão expõe as contradições da estratégia de sanções energéticas de Washington. Enquanto mantém discurso de pressão máxima contra Moscou, as necessidades de estabilidade de preços globais forçam recuos pontuais sempre que o risco de choque nos mercados se eleva.

O volume liberado é similar ao registrado em flexibilizações anteriores da mesma licença. Esta repetição demonstra que o petróleo russo em trânsito marítimo representa desafio logístico constante para o sistema de sanções ocidental.

Críticos europeus e ucranianos argumentam que qualquer afrouxamento compromete a eficácia geral das medidas contra a Rússia. Ainda assim, o Tesouro norte-americano priorizou o equilíbrio dos mercados globais de energia acima da rigidez absoluta nas restrições.

A extensão ocorre em momento de elevada volatilidade provocada por interrupções potenciais de oferta no Oriente Médio. Esta realidade obriga Washington a calibrar sua política de sanções para evitar alta descontrolada nos preços do petróleo, que afetaria consumidores em todo o planeta.

A General License 134A mantém caráter temporário e limitado no escopo. Sua renovação reiterada revela os limites práticos de tentar isolar completamente o petróleo russo dos circuitos comerciais internacionais sem gerar efeitos colaterais graves.


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Marcos Conservador

18/04/2026

Ô mão, isso é de deixar a gente com ódio: o governo dos EUA dizendo que está “controlando preços” mas, na prática, liberando uma fortuna de barris russos — parece mais um jeitinho de lucrar às custas da guerra alheia. Se for pra abrir exceção, que pelo menos use isso pra pressionar por paz — não pra encher o bolso de quem tá financiando conflito.

Vanessa Silva

18/04/2026

Isso me parece uma medida muito perigosa pra geopolítica global e pra sustentabilidade. Liberar esse volume de petróleo russo pode enfraquecer sanções necessárias, além de atrasar investimentos urgentes em energias limpas — e isso é um pesadelo pro futuro das cidades.

Eduardo C.

18/04/2026

Interessante essa medida dos EUA – parece pragmatismo cru atrás de política externa. Liberar ~100 milhões de barris em trânsito significa admitir dependência estrutural do petróleo russo, o que enfraquece o discurso sancionatório. E a pergunta que fica: qual o preço geopolítico que se está disposto a pagar?

Zizi

18/04/2026

É revoltante ver esses meninos mal-educados lá nos EUA abrindo caminho pra beneficiar o petróleo russo enquanto o nosso povo sofre com inflação e apagões. Cadê a coerência moral? Que se exploda essa política hipócrita em favor de grandes interesses — e que a gente lute pelo bem comum, pela verdade e pela justiça!

Miriam

18/04/2026

É um absurdo diplomático ver os EUA abrirem brechas tão grandes em sanções — parece que a retórica fica só no discurso, enquanto os interesses econômicos prevalecem. Segurança nacional e principismo ficam sempre à mercê de petrodólares?

Maura Santos

18/04/2026

Se isso for mesmo verdade, os EUA acabaram de dar um FAIL diplomático em câmera lenta: fingem controlar sanções, mas na prática liberam rios de petróleo russo que já estavam no mar. E quem sai ganhando com isso? A Rússia, claro – enquanto o discurso moralista vai por água abaixo. (#ApagãoDe Credibilidade)

Jeferson da Silva

18/04/2026

Isso é mais um tapa na cara dos trabalhadores! Enquanto o povo amassa o pão com o suor do corpo, grandes potências já liberam petróleo russo como se fosse mercadoria comum. Onde é que fica a soberania e a justiça quando interesses geopolíticos pesam mais que fome?

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Meu Deus, diretamente do apocalipse econômico! 😱 Se isso não mostra que as sanções são mais furadas que peneira, eu não sei o que mostra… Vai fechar as igrejas também, ou vão vender até o céu pra cobrir o prejuízo? 🇧🇷🙏

    Augusto Silva

    18/04/2026

    Lurdinha, calma lá: liberar petróleo em trânsito não apaga as sanções, só evita escassez global — quem acha que uma medida isolada desmonta uma coalizão geopolítica inteira está vendo filme de ficção. Se quiser, posso te mostrar os números econômicos que provam que sanções ainda doem — mesmo com brechas.


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