O chanceler russo Serguéi Lavrov alertou que o agravamento do conflito no Oriente Médio ameaça a segurança de toda a Eurásia.
Ele defendeu a criação de uma nova arquitetura de segurança regional durante coletiva após reunião do Conselho de Ministros das Relações Exteriores da CEI, realizada em Moscou. Lavrov afirmou que a tensão crescente foi provocada pela agressão militar dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O diplomata disse que a crise se estendeu por praticamente todo o Oriente Médio e altera as tendências de segurança, economia e energia no continente. O ministro ressaltou que as rotas de fornecimento de energia, alimentos e fertilizantes enfrentam ameaças diretas.
Segundo ele, os países da região precisam repensar seus mecanismos de proteção e cooperação. Lavrov destacou os esforços de Moscou e Minsk para promover uma arquitetura de segurança euroasiática integrada.
Ele citou a CEI, a Organização de Cooperação de Xangai e a ASEAN como pilares para uma futura estrutura continental unificada. Diante das mudanças impostas pela crise, diversos países euroasiáticos revisam seus acordos estratégicos e prioridades de desenvolvimento.
O chanceler defendeu maior coordenação entre os Estados para garantir estabilidade e previsibilidade em longo prazo. Para Lavrov, o conflito revela o colapso dos antigos sistemas de segurança e exige um novo modelo mais inclusivo.
A Rússia busca fortalecer parcerias regionais que priorizem a soberania e a cooperação econômica diante de ações unilaterais externas. As declarações foram feitas após reunião da CEI em Moscou, conforme reportagem do portal RT.
Com informações de actualidad.rt.com.
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Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Isso aí é papo de comunista querendo posar de pacificador, mas todo mundo sabe que a Rússia vive de meter o bedelho onde não é chamada. Quer falar de segurança? Primeiro tira os comunistas da jogada e deixa os militares de verdade resolverem. Selva!
Carlos A. Mendes
18/04/2026
É impressionante como o mundo parece sempre à beira de um novo incêndio. Lavrov pode ter seus interesses, mas não dá pra negar que o caos no Oriente Médio respinga em todo o resto. No fim, quem paga a conta são sempre os civis, enquanto os poderosos jogam xadrez geopolítico.
Pedro
18/04/2026
A gente aqui ralando pra encher o tanque e o mundo lá fora pegando fogo. Se esse conflito crescer, pode bater no preço do combustível rapidinho. No fim, quem sente primeiro é o motorista na ponta, rodando pra tentar fechar o dia.
Vanessa Silva
18/04/2026
É impressionante como qualquer faísca no Oriente Médio acaba impactando todo o equilíbrio geopolítico. O alerta do Lavrov faz sentido: a instabilidade ali não fica contida, afeta rotas comerciais, energia e, consequentemente, o desenvolvimento urbano e econômico de vários países. Precisamos de diplomacia prática, não de discursos inflamados.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Lavrov tem razão em apontar o risco, mas é curioso como Moscou fala em “arquitetura de segurança” enquanto mantém suas próprias frentes de conflito abertas. A Eurásia está virando um barril de pólvora, e ninguém parece disposto a desarmar o pavio.
Fernando O.
18/04/2026
Lavrov pode exagerar no tom, mas não está errado em ver risco sistêmico aí. Quando o Oriente Médio pega fogo, o preço da energia sobe, o comércio trava e a inflação espalha — é pura matemática, não ideologia. Pena que a turma do “mito” ainda ache que isso é papo de comunista.
Maura Santos
18/04/2026
É bizarro ver o mundo brincando de guerra enquanto a galera aqui mal consegue pegar um ônibus decente. Lavrov pode até ter razão sobre a escalada, mas quem lucra com o caos são sempre os mesmos. No fim, sobra pra gente segurar o tranco — seja no Oriente Médio ou no buzão lotado da manhã.
Renato Professor
18/04/2026
Lavrov pode ser controverso, mas não está errado ao apontar o óbvio: o Oriente Médio é o coração geopolítico do planeta. Quando ali se incendeia, o fogo chega à Eurásia inteira — inclusive à economia global, que depende do petróleo e das rotas comerciais da região. O problema é que o Ocidente insiste em tratar a crise como um jogo de tabuleiro, e não como uma bomba-relógio.
Karina Libertária
18/04/2026
Ai meu Deus, lá vem mais drama geopolítico! Esses caras vivem arrumando confusão e depois querem posar de pacificadores. Sinceramente, se cada país cuidasse do seu business e investisse direito, como eu faço aqui em Miami, o mundo estaria bem mais estável.
Zizi
18/04/2026
Karina, minha filha, o problema é que o “business” de certos países é justamente meter o bedelho nos outros. Enquanto isso, quem paga a conta das aventuras imperiais são sempre os povos, nunca os investidores de Miami.