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Lukashenko reafirma lealdade a Rússia e China apesar de diálogo com EUA

11 Comentários🗣️🔥 O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko durante entrevista. (Foto: actualidad.rt.com) O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, declarou que o recente diálogo de seu governo com os Estados Unidos não representa qualquer afastamento em relação à Rússia ou à China, países que considera aliados estratégicos. Em entrevista ao jornalista Rick Sánchez, do canal RT, o […]

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O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko durante entrevista. (Foto: actualidad.rt.com)

O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, declarou que o recente diálogo de seu governo com os Estados Unidos não representa qualquer afastamento em relação à Rússia ou à China, países que considera aliados estratégicos.

Em entrevista ao jornalista Rick Sánchez, do canal RT, o líder bielorrusso afirmou que não pretende se submeter à pressão de Washington nem adotar políticas que contrariem seus parceiros históricos.

Lukashenko recordou que tanto Moscou quanto Pequim apoiaram Minsk em momentos de forte isolamento internacional. «Quando os norte-americanos e europeus impuseram sanções contra nós, China e Rússia nos abriram as portas e, graças a isso, de fato nos salvaram», disse o presidente, questionando por que deveria agora agir contra esses países.

Ele destacou que Belarus mantém um tratado de aliança formal com a Rússia, que prevê a construção de um Estado da União entre as duas nações. «Tentamos avançar como se estivéssemos caminhando sobre gelo fino, mas seguimos comprometidos com esse projeto», afirmou, acrescentando que cumpre o acordo «à risca».

Lukashenko também fez duras críticas à postura do Ocidente, afirmando que entende perfeitamente que não é «o filho preferido» das potências ocidentais. Sua obrigação, disse, é agir de acordo com os interesses do povo bielorrusso, e não em função de conveniências externas.

«Eles me mastigariam e cuspiriam com prazer, mas eu devo pensar no meu país», afirmou. O presidente ressaltou que a economia bielorrussa é aberta e depende de relações comerciais diversificadas, incluindo parceiros da Eurásia e da África.

«Nosso interesse é viver, não apenas sobreviver. Isso nasce da própria vida», declarou ao defender uma política externa pragmática e voltada à estabilidade interna. As declarações reforçam a posição de Minsk como ator que busca equilibrar-se entre diferentes polos de poder, sem romper com o eixo Rússia-China, mas mantendo canais de comunicação com os EUA e a União Europeia.

A fala também reflete a crescente tensão entre o Ocidente e os países do espaço pós-soviético em meio às sanções e às disputas geopolíticas que envolvem Moscou e seus aliados. O discurso de Lukashenko sinaliza a continuidade de uma política de soberania nacional e resistência às tentativas de isolamento promovidas por Washington e Bruxelas.

Ao mesmo tempo, evidencia a importância do apoio econômico e político de Rússia e China para a sustentação do modelo bielorrusso, especialmente diante das restrições impostas pelo Ocidente. Com essa retórica, o líder bielorrusso reafirma a adesão à lógica multipolar que vem se consolidando no cenário internacional, na qual aliados da Eurásia buscam reduzir a dependência das potências ocidentais e fortalecer novas formas de cooperação econômica e política.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


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Francisco de Assis

18/04/2026

Lukashenko sabe que o mundo tá mudando de eixo e que a força hoje tá no diálogo soberano com Rússia, China e os emergentes. Os EUA tentam se reaproximar, mas o jogo não é mais deles. O Brasil também mostra isso: quem anda de cabeça erguida conquista respeito. É o tempo das nações que não se ajoelham mais!

Zizi

18/04/2026

Esses meninos mal-educados do império acham que todo país tem que se ajoelhar diante deles, mas o mundo mudou. Lukashenko está só jogando o jogo diplomático, e quem tem memória sabe que Rússia e China hoje são forças que equilibram o tabuleiro. Não é por acaso que os EUA andam nervosos.

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Ih minha gente, isso aí é tudo combinado, viu! Esses líderes falam uma coisa, mas por trás já tá tudo acertado com os poderosos do mundo 😱🙏🇧🇷. E depois dizem que é “diálogo”, mas a gente sabe que é o prenúncio das profecias… cuidado que vem coisa grande aí! 🇺🇸🔥

    Mariana Ambiental

    18/04/2026

    Lurdinha, profecia mesmo é achar que os grandes do mundo vão abrir mão do lucro pra cumprir roteiro bíblico. O que tem aí é geopolítica e interesse econômico, não milagre.

Rick Ancap

18/04/2026

Mais um ditadorzinho jogando de esperto pra tentar arrancar vantagem dos dois lados. No fim, tanto faz se é Rússia, China ou EUA — todos esses Estados vivem do mesmo parasitismo. O mercado resolveria isso em cinco minutos sem precisar de autocrata posando de gênio geopolítico.

    Clarice Historiadora

    18/04/2026

    Rick, dizer que “o mercado resolveria” é quase poesia de panfleto — pena que ignora séculos de colonialismo, guerras comerciais e golpes financiados justamente pelos tais “mercados livres”. A história mostra que o parasita raramente é o Estado, e sim quem o captura.

Luciana

18/04/2026

Esses líderes vivem num jogo de empurra entre potências, mas quem sente o peso é sempre o povo. Enquanto eles falam de alianças estratégicas, a gente aqui se vira pra pagar o gás e o cartão. Política bonita no discurso, mas não enche prato de ninguém.

Celio Fazendeiro

18/04/2026

Esse Lukashenko sabe jogar. Finge conversa com os americanos só pra arrancar vantagem, mas no fundo continua de joelhos pra Moscou e Pequim. Política de quem quer parecer esperto, mas acaba servindo de capacho pros outros.

    Alice T.

    18/04/2026

    Ou talvez ele só esteja jogando o mesmo jogo que os EUA sempre jogam: fingir diálogo pra garantir poder e recursos. Quando é o Ocidente que faz isso, chamam de “diplomacia estratégica”, né?

Marcos Conservador

18/04/2026

Esse Lukashenko é esperto: finge abrir diálogo com o Ocidente só pra arrancar vantagem, mas continua firme com os comunistas de sempre. Rússia e China são a turma dele, não tem engano. E depois o povo ainda acha que dá pra confiar nesses regimes autoritários…

    Maura Santos

    18/04/2026

    Marcos, engraçado ver você preocupado com “regimes autoritários” enquanto a turma que você defende flerta com censura, golpe e apagão institucional. Autoritarismo com bandeira diferente continua sendo autoritarismo, né?


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