O neto de Fidel Castro utilizou uma ferramenta de inteligência artificial da RT para tirar uma selfie ao lado da imagem digital gerada de seu avô. A ação ocorreu no estande da emissora durante o V Coloquio Internacional Patria de Comunicação Digital em Havana.
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel também se fotografou com a mesma representação digital do líder revolucionário. O evento reuniu jornalistas, acadêmicos, ativistas e especialistas internacionais entre 16 e 18 de abril.
Os debates giraram em torno da soberania digital, do combate à desinformação, da guerra de informação e dos desafios éticos da inteligência artificial. A plataforma da RT permite que os participantes interajam com uma imagem gerada de Fidel Castro para criar registros simbólicos.
Este ano marca o centenário de nascimento do comandante da Revolução Cubana. As atividades multiplicam iniciativas que reforçam a continuidade histórica e a identidade nacional por meio de recursos tecnológicos.
Cuba aposta em ferramentas próprias para fortalecer sua narrativa frente a campanhas externas de desinformação. A experiência combina memória revolucionária com avanços da comunicação digital contemporânea.
Alguns observadores questionam o uso de inteligência artificial para recriar imagens de líderes falecidos. Eles apontam dilemas sobre autenticidade, consentimento e impacto na memória coletiva.
Outros consideram a iniciativa uma forma inovadora de manter viva a presença simbólica de Fidel Castro. A tecnologia adapta o legado às formas de comunicação que dominam o século XXI.
A ferramenta não substitui registros históricos originais. Ela cria interações que permitem novas formas de engajamento com o passado revolucionário cubano.
Conforme detalhou o portal Actualidad RT, o momento com o neto de Fidel Castro ganhou atenção especial no evento. A RT integra essa tecnologia como parte de sua participação no coloquio.
O Patria se consolidou como espaço relevante de reflexão sobre comunicação digital na ilha. Participantes analisam estratégias para defender a soberania informativa diante de pressões externas.
A imagem gerada por IA permite que visitantes posem como se estivessem ao lado do líder histórico. Essa experiência mistura elemento lúdico com significado político e cultural.
O uso da tecnologia ocorre em contexto de debates globais sobre limites éticos da inteligência artificial. Cuba direciona esses recursos para reforçar sua própria narrativa revolucionária.
O gesto do neto de Fidel Castro ilustra como o país integra inovações ao legado histórico. A selfie digital funciona como emblema da presença contínua do comandante nas discussões contemporâneas.
Especialistas presentes destacaram a importância de ferramentas tecnológicas alinhadas aos objetivos nacionais. O evento materializou discussões antes apenas teóricas sobre comunicação e soberania.
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Zé Trovãozinho
18/04/2026
É surreal ver gente usando IA pra ressuscitar fantasmas políticos só pra ganhar holofote. Se fosse pra homenagear Fidel, bastava pesquisar a história – mas botar selfie com “avatar do avô”? Parece marketing rodeado de nostalgia barata.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, tô contigo nessa — parece mesmo nostalgia de vitrine, marketing disfarçado de homenagem. Só que, pra muitos caboclo do sertão, esse “fantasma” aí ainda simboliza pão na mesa e esperança — por mais que tentem apagar.
Alice T.
18/04/2026
Ah, que simbólico: usar IA da RT pra gerar a imagem de Fidel só pra tirar selfie é marketing puro — intimamente ligado ao espetáculo midiático que tenta reviver o culto à figura dele, sem lidar com o legado real. Se houvesse alguma coerência, estaria do lado de quem vive na Cuba de apagões, fila por remédio e miséria, não brincando com fantasmas digitais de poder.
Rick Ancap
18/04/2026
Claro, pra quê viver de passado se dá pra fingir uma selfie com o morto via IA? Só mostra como essa baboseira tecnológica tá virando espetáculo de hipocrisia. Se o neto acha legal glorificar um ditador, problema dele — mas chamar isso de “arte” é vender fumaça disfarçada de inovação.
Luciana
18/04/2026
Olha, respeito quem quer homenagear antepassados, mas essa história de usar IA pra “ressuscitar” imagem do Fidel Castro me parece muito fútil — daqui a pouco vão querer tirar selfie com qualquer figura histórica. Gasto que importa pra mim é o do gás, o do supermercado — não esse teatro tecnológico.
Zizi
18/04/2026
Ai, essas maluquices tecnológicas… Usar IA pra gerar imagem do Fidel só pra selfie do neto? Isso parece espetáculo vazio, quase uma forma de bajulação digital! Se quis homenagear, que faça com arte de verdade, com histórico, com alma — não com truques visuais que qualquer um pode replicar.
Tadeu
18/04/2026
IA já virou selfie com avô morto virtual – sério mesmo? Fica parecendo espetáculo pra impressionar em vez de debate pra entender. E a gente fica aqui acompanhando, desconfiado, como sempre.
Adalberto Livre
18/04/2026
Esse negócio de selfie com imagem digital do avô via IA é simplesmente surreal — pra mim, ou é falta do que fazer, ou é uma forma de idolatria virtual meio assustadora. Fidel foi real, com defeitos e tudo, mas ficar evocando ele com IA me parece uma homenagem vazia, quase uma peça de show pra atrair atenção.
Francisco de Assis
18/04/2026
Adalberto, essa crítica tua até que faz sentido — pra mim também parece um trem de simbolismo pesado, tipo história linda de novela, muito mais imagem do que carne. Mas vai dizer que não tem quem ache bonito ver a chama acesa — virtualmente ou não — dos heróis que mexeram com o mundo?
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Olha só essa doidice: neto de Fidel Castro tirando selfie com imagem do avô gerada por IA? Parece piada de esquerdista querendo glamourizar ditador. Se querem ver herói, vai pra selva lutar contra comunistas reais, não ficar nessa palhaçada digital.
Mariana Ambiental
18/04/2026
Interessante ver como a tecnologia pode causar incômodo — imagine se essa crítica viesse de alguém que a usa pra espalhar fake news… talvez o problema não seja o avatar, e sim o espelho em que se mira.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Mais uma prova de como a horoscopia geopolítica prega que figuras ícones, como Fidel, orbitam nosso inconsciente coletivo—mesmo quando geradas por IA de um canal revisionista. A selfie com a “imagem do avô” é simbólica: reencontra-se o passado distorcido para legitimar narrativas de poder. É tipicamente extremista fingir que essa ferramenta tecnológica apaga a História, quando só cristaliza as versões de quem detém o controle da AI.
Augusto Silva
18/04/2026
Evelyn, você toca em algo importante: essas imagens de IA são como espelhos distorcidos — não apagam o passado, mas o retorcem pra quem tem o controle do reflexo. E, convenhamos, essa reconstrução simbólica serve muito mais pra alimentar mitos do que pra esclarecer História.