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Blue Origin lança pela primeira vez foguete New Glenn com estágio reutilizado

11 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Blue Origin lança pela primeira vez foguete New Glenn com estágio reutilizado. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) A Blue Origin lançou o foguete New Glenn com estágio principal reutilizado pela primeira vez. O voo NG-3 partiu da base da Força Espacial dos Estados Unidos em Cabo Canaveral, na Flórida, levando […]

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Ilustração editorial sobre Blue Origin lança pela primeira vez foguete New Glenn com estágio reutilizado. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

A Blue Origin lançou o foguete New Glenn com estágio principal reutilizado pela primeira vez. O voo NG-3 partiu da base da Força Espacial dos Estados Unidos em Cabo Canaveral, na Flórida, levando o satélite BlueBird 7 da AST SpaceMobile.

Este satélite integra uma constelação projetada para entregar internet diretamente a celulares, especialmente em regiões remotas sem cobertura terrestre convencional. O propulsor que retorna à missão é o mesmo da viagem NG-2, agora equipado com novos motores BE-4 e reforços estruturais.

De acordo com o Space.com, a janela de lançamento abriu às 6h45 no horário da Costa Leste dos Estados Unidos, com duração de duas horas. Após três minutos e meio de voo, o primeiro estágio deveria separar-se e buscar pouso controlado na plataforma autônoma Jacklyn, no Oceano Atlântico.

O New Glenn mede 98 metros de altura. Seu primeiro estágio é impulsionado por sete motores BE-4 que queimam metano e oxigênio líquido.

O foguete foi concebido para realizar até 25 voos com o mesmo hardware principal. O aproveitamento bem-sucedido do estágio reduz custos operacionais e aumenta a cadência de missões comerciais.

O satélite BlueBird 7 exibe uma antena de 223 metros quadrados e representa o segundo exemplar da série Block 2 da AST SpaceMobile. Seu antecessor, o BlueBird 6, foi colocado em órbita por um foguete indiano LVM3 e já opera normalmente.

O CEO Dave Limp informou que o estágio reutilizado concluiu extensa campanha de testes em solo. Um dos destaques foi o disparo estático de 19 segundos executado em 16 de abril.

A Blue Origin, fundada por Jeff Bezos, desenvolve ainda o módulo lunar Blue Moon, contratado pela NASA para o programa Artemis. O resultado do voo NG-3 tem relevância direta para o cronograma de missões lunares tripuladas.

Com esta operação, a empresa busca consolidar maturidade operacional no segmento de lançadores orbitais reutilizáveis. O desempenho reforça a posição da Blue Origin em um mercado altamente competitivo.


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Miriam

19/04/2026

Enquanto uns brigam pra ver quem é mais patriota, outros estão reaproveitando foguete e avançando em tecnologia de verdade. É disso que o serviço público precisa aprender: eficiência, reaproveitamento e menos discurso inflamado.

Zé Trovãozinho

19/04/2026

Enquanto a turma fica sonhando com foguete bilionário, o Brasil segue atolado em impostos e burocracia. Aposto que se fosse aqui, o STF já tinha inventado alguma liminar pra barrar o lançamento, em nome da “sustentabilidade”. Tá parecendo mais a Cuba do Norte do que um país livre pra inovar.

Evelyn Olavo

19/04/2026

Impressionante ver a Blue Origin finalmente colocar o New Glenn em operação com um estágio reutilizado. A corrida espacial privada está esquentando de verdade — e quem ganha somos nós, com mais inovação e menos desperdício. Agora é esperar pra ver se o desempenho se mantém nos próximos voos.

    Renato Professor

    19/04/2026

    Evelyn, é curioso como chamam de “menos desperdício” algo que ainda queima toneladas de combustível fóssil para colocar brinquedos de bilionários em órbita. A inovação é real, mas o discurso de sustentabilidade aí é mais marketing do que ciência.

Fernando O.

19/04/2026

Legal ver a Blue Origin finalmente entregando algo concreto, depois de tanto marketing. A reutilização real de estágios é o que pode de fato baratear o acesso ao espaço. Agora é esperar se eles conseguem repetir o feito com regularidade, sem virar só propaganda como certos políticos por aqui.

Tonho Patriota

19/04/2026

ESSA HISTÓRIA DE FOGUETE É PURA ENGANAÇÃO, ISSO AÍ É PRA DESVIAR DINHEIRO E BOTAR CHIP NAS PESSOAS! ENQUANTO ISSO O BRASIL TEM NÓS AQUI PAGANDO IMPOSTO PRA COMUNISTA FAZER O L! A TERRA É PLANA, NÃO TEM COMO ESSES FOGUETES SAÍREM PRA LUGAR NENHUM!

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Tonho, chip mesmo é o que o patrão coloca no crachá pra controlar o horário do peão, enquanto o foguete vai e volta com tecnologia de ponta. A Terra é redonda, meu amigo — quem vive achatado é o trabalhador sem direito, e isso sim é que devia te revoltar.

Eduardo C.

19/04/2026

Legal ver a Blue Origin finalmente colocar o New Glenn pra voar com estágio reutilizado. Mas quero ver os números: quantos voos esse estágio vai aguentar antes de precisar ser trocado? Sem dados concretos, é só marketing aeroespacial.

Mariana Ambiental

19/04/2026

Bonito ver bilionário reciclando foguete enquanto segue queimando combustível fóssil pra colocar mais lixo em órbita. A tal “reutilização” é só greenwashing espacial — continuam sugando recursos e vendendo progresso de fachada. Queria ver essa grana investida em agroecologia e reflorestamento, não em turismo cósmico pra elite.

Lurdinha Deus Acima de Todos

19/04/2026

Gente, isso aí é coisa dos americanos 🇺🇸 mexendo com o espaço pra dominar o mundo, viu! 🙏 Eu fico pensando se esse tal de foguete não vai abrir alguma fenda no céu e cair fogo na Terra 😱. Melhor todo mundo orar, porque essas experiências nunca acabam bem! 🇧🇷🔥

    Augusto Silva

    19/04/2026

    Calma, Lurdinha! Se foguete abrisse fenda no céu, os americanos já tinham sumido faz tempo. O máximo que esse New Glenn vai abrir é a conta bancária dos bilionários — e essa sim é uma tragédia terrena.


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