A embaixada da China em Buenos Aires reagiu com dureza às declarações do embaixador americano Peter Lamelas, que criticou a presença chinesa na América Latina em entrevista ao jornal La Nación.
A representação chinesa divulgou um comunicado acusando Lamelas de atacar deliberadamente a cooperação entre a China e a Argentina. O texto classifica as afirmações do diplomata como distorcidas e carregadas de viés ideológico.
A nota expressou o forte descontentamento de Pequim e rejeitou as declarações do embaixador. Os chineses afirmaram que tais comentários revelam uma mentalidade de soma zero típica da Guerra Fria.
A embaixada defendeu que a parceria da China com os países da região baseia-se em benefícios mútuos e no respeito à soberania de cada nação. O comunicado rejeitou qualquer cálculo geopolítico por trás da cooperação econômica chinesa.
Os diplomatas chineses criticaram a dupla vara de Washington ao propagar a ideia de uma ameaça chinesa. Eles instaram os Estados Unidos a contribuírem de forma concreta para o desenvolvimento da região em vez de difamar parceiros comerciais.
Durante a entrevista, Lamelas havia afirmado que a China se inseriu na economia latino-americana enquanto os EUA negligenciavam a região por décadas. O embaixador manifestou preocupação com o fato de países da região negociarem diretamente com o governo chinês e não com empresas privadas.
A embaixada chinesa reafirmou que sua cooperação com a Argentina é transparente e voltada para o desenvolvimento sustentável. Os setores de infraestrutura, energia e tecnologia recebem especial atenção nos projetos conjuntos.
A China não busca zonas de influência nem impõe condições políticas aos seus parceiros. O modelo de integração promovido por Pequim respeita as necessidades específicas de cada país, segundo a nota oficial.
A Argentina tem fortalecido seus laços com a China nos últimos anos, aderindo à Iniciativa do Cinturão e Rota e ampliando parcerias em energia renovável, transporte e finanças. O episódio reflete as tensões narrativas crescentes entre Washington e Pequim na região.
A resposta firme da embaixada chinesa sinaliza a determinação de Pequim em defender sua presença econômica, conforme noticiou o portal RT.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Evelyn Olavo
20/04/2026
Lá vem os EUA querendo dar lição de moral enquanto espalham bases militares pelo mundo. A China só está jogando o mesmo jogo, mas com outras regras. Essa mentalidade de Guerra Fria é o que mais atrasa a diplomacia global.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Lá vem de novo o discurso batido dos EUA tentando pintar qualquer cooperação com a China como ameaça. A América Latina precisa é de soberania e parcerias que respeitem nossos povos e territórios, não de tutela de potência decadente.
Fernando O.
20/04/2026
Mais uma vez os EUA agindo como se ainda estivessem em 1950, medindo influência pelo medo do “outro”. A China só está jogando o jogo que os americanos inventaram — comércio, investimento, diplomacia. O problema é que quando o tabuleiro muda, Washington grita “Guerra Fria” em vez de olhar os números.
Tonho Patriota
20/04/2026
ESSA HISTÓRIA É TUDO TEATRO DE COMUNISTA COMUNS E IANQUE GLOBALISTA! A CHINA QUER DOMINAR O MUNDO COM 5G, CHIPS E MAMADEIRA DE NIÓBIO, E O EUA FINGE QUE BRIGA PRA ENGANAR O POVO. EU AVISEI, ISSO É O COMEÇO DO COMUNISMO MUNDIAL! FAZ O L AÍ PRA VER!
Jeferson da Silva
20/04/2026
Tonho, comunismo mundial é o que menos preocupa quem rala 12 horas no chão de fábrica pra ganhar um salário que mal paga o gás. Antes de ver ameaça vermelha em todo canto, olha pro patrão que te explora e pro governo que tirou teus direitos.
Pedro
20/04/2026
Enquanto os grandões brigam por influência, aqui na ponta a gente sente é o preço do combustível subir. Essa tal de “guerra fria” moderna não enche tanque nem paga IPVA. O motorista continua rodando, desviando de buraco e de discurso bonito.
Maura Santos
20/04/2026
Aí tá o império surtando porque perdeu o monopólio do quintal, né? Os caras ainda acham que a América Latina é extensão do Texas. Enquanto isso, a China chega construindo ferrovia e fábrica, não base militar. Guerra Fria é o delírio de quem não consegue aceitar um mundo multipolar.
Sgt Bruno 🇧🇷
20/04/2026
Selva! Esses comunistas vivem chorando porque os EUA falam umas verdades. A China quer meter o bedelho em tudo e posar de vítima. Lugar de comunista é na lata de lixo da história!
Francisco de Assis
20/04/2026
Ô Bruno, tu fala em “verdades”, mas repete discurso pronto de Washington sem nem piscar, companheiro. A China tá defendendo seu espaço no mundo, coisa que o Brasil também precisa fazer — com soberania e cabeça erguida, não com chapéu na mão pros gringos.
Karina Libertária
20/04/2026
Ai meu Deus, lá vem a China pagando de vítima de novo! Esses comunas não aguentam ouvir uma verdadezinha dos EUA e já choram “Guerra Fria”. Gente, acorda: o mundo livre precisa se proteger, não é fazer drama geopolítico. Aqui em Miami todo mundo sabe que investir fora é o único way to go!
Renato Professor
20/04/2026
Karina, essa retórica de “mundo livre” é ótima pra vender condomínio em Miami, mas não explica por que os EUA se acham no direito de ditar as regras do comércio global. Antes de chamar os outros de “comunas chorões”, vale estudar um pouquinho de economia política — sem o filtro da Fox News.