O enviado especial da Presidência da Rússia e diretor-geral do Fundo Russo de Investimento Direto, Kiril Dmítriev, ironizou o aparente distanciamento entre o governo ucraniano e a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Dmítriev comentou em publicação na plataforma X um artigo da revista The Atlantic que detalha o esfriamento nas relações entre Kiev e Washington. O diplomata questionou se os EUA seriam capazes de suportar «um rechaço tão contundente» do presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski.
O artigo da The Atlantic afirma que Kiev busca ampliar sua rede de aliados diplomáticos e militares para reduzir a dependência estratégica de Washington. Zelenski passou a ver os Estados Unidos como parceiro menos confiável diante de divergências sobre a condução do conflito.
Uma das principais causas do atrito envolve a recusa de Zelenski em interromper os ataques contra a infraestrutura energética da Rússia. O presidente ucraniano também criticou a decisão americana de aliviar sanções a produtores e comerciantes de petróleo russo.
Essas posições foram interpretadas como sinais claros de desalinhamento entre as duas partes. Zelenski manifestou publicamente sua insatisfação com a flexibilidade demonstrada por Washington.
Em entrevista a uma emissora italiana, Zelenski cobrou maior firmeza dos Estados Unidos nas sanções energéticas contra Moscou. O líder ucraniano defendeu que Washington deveria permanecer plenamente ao lado de Kiev.
A publicação destacou que a perda de apoio americano não representaria necessariamente uma derrota definitiva para as forças ucranianas. Kiev avalia que novas parcerias podem compensar a redução da influência dos Estados Unidos na região.
Dmítriev observou o episódio como um revés simbólico para a diplomacia norte-americana. O enviado russo considera que o caso expõe fragilidades na aliança entre Kiev e Washington.
Segundo o portal RT, o comentário se alinha à visão do Kremlin sobre os limites da influência americana na Europa Oriental. A Rússia sustenta que a dependência ucraniana do apoio ocidental revela contradições internas da política externa dos EUA.
Diplomatas russos intensificam o uso de redes sociais como instrumento direto de comunicação estratégica. Essa abordagem permite moldar narrativas e testar reações internacionais sem comunicados formais do governo.
A administração Trump enfrenta o desafio de preservar a unidade de sua rede de parceiros europeus. O possível aprofundamento do distanciamento com Zelenski pode alterar as dinâmicas do conflito no Leste Europeu.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Ucrânia tenta manter laços com os EUA após Trump suspender ajuda militar
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Beto Engenheiro
20/04/2026
Essas ironias políticas não constroem nada de concreto. Enquanto ficam trocando farpas, o que faz falta mesmo é investimento pesado em reconstrução, infraestrutura e energia. Política sem obra é só barulho.
Francisco de Assis
20/04/2026
Rapaz, é cada novela geopolítica que parece roteiro da Netflix! Zelenski e Trump brigando de ego enquanto o povo ucraniano paga a conta. E a Rússia, esperta, só observa e tira sarro. No fim, quem segue firme e soberano no tabuleiro global é o Brasil de Lula, que fala com todos sem se ajoelhar pra ninguém.
Lurdinha Deus Acima de Todos
20/04/2026
Ai meu Deus 😳 esse povo lá da Rússia e da Ucrânia não se entende nunca, e ainda botam o Trump no meio! 🙏🇧🇷 Isso tudo é sinal dos tempos, viu, tão brincando com coisa séria… daqui a pouco fecham até as igrejas pra gente não orar por paz! 🇺🇸💥
Maura Santos
20/04/2026
Calma, Lurdinha! Igreja ninguém vai fechar, não — mas se depender do Trump e dos amiguinhos dele, o que fecha é a cabeça do povo com tanta fake news e teatrinho geopolítico.
Marcos Conservador
20/04/2026
Esses globalistas vivem brigando entre si e fingem que é por “democracia”. No fundo é disputa de poder e dinheiro, e o povo que se lasque. Zelenski e Trump são dois lados da mesma moeda — e a Rússia só está rindo da bagunça ocidental.
Zizi
20/04/2026
Ô Marcos, meu filho, essa mania de botar tudo no mesmo saco é coisa de quem não estudou história direito. Trump e Zelenski não são iguais — um flerta com o autoritarismo, o outro tenta sobreviver a uma invasão. Vamos separar as coisas antes de repetir conversa de boteco, tá?
Sgt Bruno 🇧🇷
20/04/2026
Selva! Bem feito pra esse Zelenski, que se acha o herói da liberdade mas vive de joelhos pros gringos. Agora que o Trump virou as costas, tá sentindo o peso da realidade. Comunista e falso patriota tem mais é que ir pra lata de lixo da história!
Tonho Patriota
20/04/2026
ESSA GUERRA TODA É UM TEATRO PRA ENGANAR O POVO! PUTIN, TRUMP, ZELENSKI, TUDO COMBINADO PRA CONTROLAR O NÍOBIO BRASILEIRO! MAS O POVO ACORDA NÃO, FICA FAZENDO O L E TOMANDO MAMADEIRA DE COMUNISMO! ACORDA BRASIL!
Rubens O Pescador
20/04/2026
Esses poderosos vivem brincando de guerra e provocação enquanto o povo que é quem sofre continua sem comida e sem paz. Lembro bem quando aqui no Brasil a gente falava de política, mas com o prato cheio e esperança no futuro. Hoje só tem fofoca internacional e miséria por perto.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Esses europeuzinhos do leste adoram posar de valentões até perderem o apoio do tio americano. Agora que o Trump virou as costas, o Zelenski deve estar sentindo o peso da realidade. Política internacional não se faz com teatrinho de herói, e sim com força e interesse — disso os russos entendem bem.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Celio, força e interesse é o que move também o agronegócio que destrói floresta e finge patriotismo — e a gente sabe bem onde isso termina. Talvez o teatrinho de herói não esteja só em Kiev, né?