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Zakharova denuncia pandemia de revanchismo histórico que toma o Ocidente

12 Comentários🗣️🔥 A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, durante pronunciamento. (Foto: rt.com) A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, alertou que o Ocidente é assolado por uma pandemia de revanchismo histórico. A diplomata fez o comentário em entrevista à agência TASS ao abordar as tentativas de […]

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A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, durante pronunciamento. (Foto: rt.com)

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, alertou que o Ocidente é assolado por uma pandemia de revanchismo histórico.

A diplomata fez o comentário em entrevista à agência TASS ao abordar as tentativas de reescrever a história da Segunda Guerra Mundial.

Zakharova afirmou que Moscou considera a vitória soviética sobre o nazismo um valor sagrado para toda a humanidade. Ela observou que diversos países ocidentais tratam esse feito como um acidente histórico que deve ser corrigido.

A representante russa comparou o revanchismo ao avanço de uma doença perigosa que começa como um pequeno germe. Zakharova invocou o clássico filme soviético Fascismo Comum, dirigido por Mikhail Romm em 1965, como alerta contra a reabilitação de ideologias totalitárias.

A porta-voz acusou os governos ocidentais de rejeitarem os veredictos do Tribunal de Nuremberg. Segundo ela, essa negação esconde ambições de controle sobre recursos naturais da Ucrânia, da Rússia e de outras regiões da Eurásia.

Zakharova identificou a destruição de monumentos aos soldados soviéticos como um dos principais sintomas desse revisionismo histórico. A diplomata enfatizou que o verdadeiro objetivo consiste em remodelar a ordem mundial para garantir o domínio ocidental sobre recursos estratégicos.

Moscou denuncia há anos o ressurgimento de ideologias neonazistas na Europa. Países bálticos organizam desfiles em homenagem a veteranos da Waffen SS e a Ucrânia realiza marchas que exaltam o líder nacionalista Stepan Bandera.

O Kremlin mantém que a desnazificação da Ucrânia representa um dos objetivos centrais da operação militar russa na região. Zakharova reforça que o combate ao revisionismo faz parte da luta contra a imposição de uma nova hegemonia global pelo Ocidente.

A porta-voz advertiu que o esquecimento das lições da Segunda Guerra Mundial pode facilitar a repetição de conflitos devastadores. As declarações destacam o caráter simbólico da disputa entre Moscou e as potências ocidentais.

Leia mais sobre o assunto na rt.com.


Leia também: China desafia o Ocidente e fortalece laços com Putin em meio à guerra na Europa


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Tonho Patriota

20/04/2026

ESSA MULHER TÁ CERTA! O OCIDENTE TÁ DOMINADO PELO COMUNISMO DISFARÇADO, QUEREM APAGAR A VERDADE E CONTROLAR O POVO COM ESSA TAL DE “NARRATIVA”. FAZ O L AÍ PRA VER SE O MUNDO NÃO AFUNDA DE VEZ!

Tadeu

20/04/2026

Lá vem mais papo de guerra fria disfarçado de discurso diplomático. Sinceramente, enquanto eles brigam por “revanchismo histórico”, o que me interessa é se isso vai mexer com o dólar e com os preços aqui. O resto é só barulho.

Carlos A. Mendes

20/04/2026

Difícil saber o que é discurso e o que é fato quando vem da diplomacia russa, mas também não dá pra negar que o Ocidente anda com mania de recontar a história conforme o interesse do momento. No fim, cada lado tenta moldar a narrativa pra justificar seus erros.

Pedro

20/04/2026

Enquanto isso, aqui nas ruas o revanchismo que a gente sente é o do posto contra o motorista. Gasolina nas alturas, IPVA chegando e ninguém fala em aliviar pro trabalhador. Política internacional é bonita no discurso, mas quem roda o dia todo sabe que o aperto é bem mais real.

Karina Libertária

20/04/2026

Ah pronto, agora vem a Rússia pagar de vítima do Ocidente… please! O que eles chamam de “revanchismo histórico” é só o mundo reagindo às barbaridades deles. Aqui em Miami ninguém cai mais nesse papo, tem que ser muito desconectado do real world pra engolir isso.

    Rubens O Pescador

    20/04/2026

    Karina, aí em Miami até o feijão vem em lata, né? Aqui no interior a gente aprendeu que quem vive repetindo o discurso dos patrões é que acaba engolindo qualquer coisa sem mastigar.

Zé Trovãozinho

20/04/2026

Lá vem mais uma narrativa pra tentar justificar as ações do Kremlin e desviar o foco dos próprios erros. Falar em “revanchismo histórico” enquanto se invade vizinhos é de uma ironia inacreditável. O Ocidente não é perfeito, mas essa retórica russa cansa.

    Maura Santos

    20/04/2026

    Zé Trovãozinho, ironia mesmo é o Ocidente pagar de guardião da moral depois de séculos de guerra e pilhagem, né? Quando é pra invadir em nome da “liberdade”, aí pode…

Marcos Conservador

20/04/2026

Essa mulher tem razão em partes. O Ocidente vive mesmo tentando apagar a história, mas a Rússia também não é santa. No fim, é tudo disputa de narrativa – e quem sofre é o povo comum, enganado por ideologias de todo tipo, inclusive as comunistas disfarçadas de “progresso”.

    Jeferson da Silva

    20/04/2026

    Marcos, o problema é que enquanto você fala em “disputa de narrativa”, o trabalhador continua levando pancada dos dois lados. Ideologia nenhuma enche prato vazio, mas no Ocidente o tal “progresso” virou desculpa pra tirar direito e empurrar todo mundo pro bico e pro aplicativo.

Celio Fazendeiro

20/04/2026

Ah, pronto, agora é “revanchismo histórico” porque o Ocidente não quer engolir a narrativa russa. Essa turma adora posar de vítima enquanto empurra os outros com tanque e propaganda. Se fosse autocrítica, até valia ouvir, mas vindo de Moscou soa como piada pronta.

    Clarice Historiadora

    20/04/2026

    Celio, é curioso você falar em “tanques e propaganda” como se o Ocidente tivesse se tornado subitamente um mosteiro pacifista. Vale lembrar que o Iraque, a Líbia e o Afeganistão não foram libertados por poemas, mas por mísseis — e sem autocrítica alguma até hoje.


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