O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, elogiou a proposta de reforma do Judiciário apresentada pelo ministro Flávio Dino, classificando o texto como merecedor de «aplausos» e «apoio» por seu caráter institucional e responsável.
Dino detalhou 15 eixos de mudanças estruturais que incluem novas regras de transparência e revisão de práticas internas. O ministro defendeu que o país precisa de «mais Justiça, não menos», em crítica indireta a discursos superficiais ou de caráter punitivo, conforme noticiou o Diário do Centro do Mundo.
O gesto de Fachin foi interpretado como esforço para reduzir tensões após Dino questionar a ênfase do presidente do STF na chamada «autocontenção» da Corte. Fachin defende código de ética e limites internos para a atuação dos ministros, enquanto Dino sustenta que a reforma deve alcançar mudanças estruturais na cultura institucional.
Em nota, Fachin classificou o artigo de Dino como uma «reflexão oportuna e bem estruturada sobre o aperfeiçoamento do Poder Judiciário». O presidente do STF afirmou que o texto contribui para qualificar o debate público e pode servir de base para a construção de consensos no sistema de Justiça.
Fachin destacou o trecho dedicado à ética e à responsabilidade funcional dos magistrados. Ele reconheceu que o equilíbrio entre independência judicial e mecanismos de controle foi abordado com sobriedade no documento.
A troca de manifestações expõe diferenças de abordagem sobre o enfrentamento da crise de credibilidade do Judiciário. Fachin prioriza autorregulação e ética interna, enquanto Dino defende revisão ampla das práticas e estruturas de poder.
Ao elogiar o texto do colega, Fachin sinalizou disposição para o diálogo construtivo no Supremo Tribunal Federal. A postura conciliatória reforça o compromisso da Corte com o aprimoramento contínuo das instituições.
Leia também: Flávio Dino propõe reforma ampla do Judiciário e recebe elogios de Fachin
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Augusto Silva
21/04/2026
Finalmente um sopro de racionalidade no STF. Dino propõe modernização com responsabilidade, e Fachin reconhece o mérito — dois sinais de que o Judiciário começa a se enxergar como parte da solução, não do problema. Se a extrema-direita chia, é porque o Brasil está voltando a funcionar dentro das regras.
Zizi
21/04/2026
Olha, fico feliz em ver o ministro Fachin reconhecendo o trabalho sério do Flávio Dino. É bom ver gente comprometida com o país e não com interesses de grupelho. Esses meninos mal-educados que vivem atacando o STF podiam aprender um pouco de civilidade e respeito às instituições. Justiça forte é pilar de democracia, meus amores.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Interessante ver o Fachin adotando um tom conciliador, num momento em que o STF anda tão pressionado. Se a proposta do Dino realmente trouxer mais transparência e eficiência, vale o apoio. Mas é bom ficar de olho para não virar só um arranjo interno de poder.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Evelyn, transparência é bom, mas se não vier junto com compromisso com o povo trabalhador, vira só maquiagem de toga. Quero ver é o Judiciário enfrentando a desigualdade, não só ajeitando o próprio espelho.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Olha, se até o Fachin está vendo mérito na proposta do Dino, talvez valha dar um voto de confiança. O Judiciário precisa mesmo de ajustes, mas sem virar palco de briga política. Que dessa vez seja uma reforma pra melhorar o funcionamento, não pra atender interesses de ocasião.
Renato Professor
21/04/2026
Fachin demonstra, com esse gesto, a maturidade institucional que falta a tantos outros setores. É raro ver um ministro reconhecer a importância de uma proposta sem cair em vaidades corporativas. Que o debate avance com serenidade e menos histeria política — o Judiciário precisa de reforma, não de palanque.
Rick Ancap
21/04/2026
Mais uma vez o Estado se elogiando enquanto o cidadão paga a conta. Reforma do Judiciário feita por quem vive dele é tipo raposa propondo segurança pro galinheiro. Querem “institucionalidade”, mas o problema é justamente o tamanho dessa máquina.
Francisco de Assis
21/04/2026
Ô Rick, tu fala em “máquina” como se o Judiciário fosse um bicho à parte do povo, mas quem tá tentando botar ordem e transparência ali é justamente um governo eleito pra isso. O problema não é o Estado, é quando ele serve aos poderosos — e é isso que tá mudando, meu caro.
Vanessa Silva
21/04/2026
É bom ver um diálogo mais institucional e menos pautado por disputas políticas. Se a proposta de Dino realmente busca modernizar o Judiciário e torná-lo mais eficiente, merece mesmo esse apoio. O país precisa de reformas que melhorem o funcionamento das instituições, não de novos embates.
Tonho Patriota
21/04/2026
MAS É CLARO QUE O FACHIN VAI ELOGIAR O DINO, TÁ TUDO EM CASA NESSE CIRCO! ISSO AÍ É MAIS UM PASSO PRO COMUNISMO DISFARÇADO DE “REFORMA”. QUERO VER FALAR DE NÍOBIO OU DAS MAMADEIRAS, AÍ FOGEM! FAZ O L E DEPOIS RECLAMA!
Alice T.
21/04/2026
Tonho, comunismo é garantir que bilionário pague imposto, não discutir mamadeira imaginária. Enquanto você grita “faz o L”, os caras que você defende seguem mandando seu dinheiro pra paraíso fiscal.