A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, sinalizou disposição para acelerar a retomada de laços financeiros com a Venezuela. A executiva afirmou que o organismo atuará com grande celeridade após as conversas mantidas com autoridades do país.
Georgieva considerou encorajadoras as discussões iniciais com o Ministério das Finanças, o Banco Central da Venezuela e o Instituto Nacional de Estatísticas. A dirigente propôs a formação de um grupo de trabalho conjunto para avançar na normalização das relações institucionais.
A diretora-gerente não descartou a implementação de um novo programa de apoio financeiro ao país. Georgieva condicionou a medida ao alcance de um acordo sobre o caminho a seguir nas negociações bilaterais.
A responsável elogiou o governo venezuelano pelo fornecimento de informações e pela demonstração de boa-fé nas tratativas preliminares. Ela reconheceu, entretanto, que o processo de reaproximação exigirá esforços complexos de ambas as partes.
A vice-presidenta executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, rebateu qualquer possibilidade de novo endividamento junto ao FMI. Rodríguez afirmou que o principal objetivo das conversas consiste em recuperar os direitos do país no organismo multilateral.
A autoridade venezuelana destacou a necessidade de acesso aos cerca de 5 bilhões de dólares em Direitos Especiais de Saque que pertencem à Venezuela. Esses recursos permanecem bloqueados desde que o FMI deixou de reconhecer as autoridades legítimas de Caracas.
Rodríguez defendeu o uso desses ativos para a recuperação econômica e a proteção social dos trabalhadores venezuelanos. A vice-presidenta insistiu que o diálogo deve preservar a soberania sobre as decisões de política econômica do país.
As declarações de ambos os lados foram divulgadas em meio a um contexto de mudanças nas dinâmicas financeiras internacionais. As informações são da agência EFE, reproduzidas pelo portal RT.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Tonho Patriota
21/04/2026
ISSO AÍ É MAIS UMA PROVA DO COMUNISMO INTERNACIONAL QUERENDO DOMINAR TUDO! O FMI TÁ DE MÃOS DADAS COM MADURO, E DEPOIS QUEREM QUE A GENTE FAÇA O L! ACORDA, BRASIL, ISSO É PLANO PRA CONTROLAR O NÍOBIO E AS MAMADEIRAS DE TODAS AS NAÇÕES!
Zizi
21/04/2026
Ô Tonho, meu filho, o FMI comunista é nova pra mim! Esses meninos mal-educados confundem até capitalismo com socialismo… vai ler um pouquinho de história antes de misturar nióbio com mamadeira, que dá curto na cabeça.
Fernando O.
21/04/2026
Interessante ver o FMI tentando reatar com a Venezuela, mas a recusa da Delcy mostra que Caracas ainda quer manter controle total da narrativa econômica. No fundo, é jogo de poder: o FMI quer influência, e o governo venezuelano quer mostrar autonomia. O problema é que quem paga a conta são os venezuelanos comuns, que continuam presos entre a escassez e a política.
Silvia D.
21/04/2026
Interessante ver o FMI tentando se aproximar novamente, mas fico sempre com um pé atrás com esses “apoios” que costumam vir cheios de condicionantes. O que realmente importa é garantir que a população venezuelana tenha acesso a saúde, vacinas e condições dignas, sem que isso vire moeda de troca financeira.
Renato Professor
21/04/2026
É curioso ver o FMI tentar se reaproximar justamente agora, depois de anos de isolamento e imposições que destruíram economias inteiras. A recusa de Delcy Rodríguez é um gesto de soberania raro: dizer “não” ao endividamento crônico é o primeiro passo para reconstruir o país com base na economia solidária e não na tutela financeira de Washington.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Olha, essa tal “reaproximação” do FMI é igual visita de parente que só aparece quando a mesa tá farta. O povo venezuelano já penou demais com receita de tecnocrata que nunca pegou na enxada. Se a Delcy tá dizendo não pra mais dívida, tá certa — melhor cuidar da soberania do que ficar de chapéu na mão pra banco estrangeiro.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Agora o FMI quer dar tapinha nas costas de ditadura comunista? Esses bolivarianos vivem afundando o país e depois posam de vítimas. Lugar de comunista é na lata de lixo da história, não em mesa de negociação!
Luciana
21/04/2026
Essas conversas de FMI e governo parecem coisa distante, mas no fim quem sente é o povo no bolso. Enquanto eles negociam bilhões, a dona de casa continua contando as moedas pra comprar o gás e o arroz. Política bonita só vale se fizer diferença no prato de cada dia.
Eduardo C.
21/04/2026
Antes de falar em reaproximação, quero ver números concretos: qual seria o montante, quais as condições e qual impacto real na dívida venezuelana? Sem dados, é só retórica diplomática. O FMI costuma falar em “celeridade”, mas raramente entrega resultados mensuráveis.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Lá vem o FMI querendo meter o bedelho de novo, como se fosse salvador da pátria. A Venezuela devia é abrir o olho, porque esses empréstimos sempre vêm com coleira e manual de obediência. Dinheiro fácil demais costuma sair caro — e quem paga a conta é o povo.
Pedro
21/04/2026
Enquanto isso, aqui na rua a gasolina não para de subir e o IPVA já tá batendo na porta. Essas conversas de FMI e Venezuela parecem coisa distante, mas no fim quem sente o peso é sempre o trabalhador. A gente segue rodando, tentando não deixar o tanque secar.
Rick Ancap
21/04/2026
Ah, claro, o FMI querendo “ajudar” de novo, como se isso fosse filantropia e não um baita negócio. A Venezuela devia era abrir o mercado de verdade e parar de fingir que estatal quebrada é soberania. Dinheiro público é sempre o mesmo papo: roubo disfarçado de solidariedade.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Rick, abrir o mercado “de verdade” pra quem? Pro mesmo capital que seca rios e compra deputados? Soberania não é estatal quebrada, é povo decidindo o rumo da própria economia sem ajoelhar pro FMI.