O líder do partido Tisza, Péter Magyar, instou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a retomar imediatamente o funcionamento do oleoduto Druzhba, advertindo que Budapeste não aceitará qualquer forma de chantagem energética por parte de Kiev.
Magyar pediu que a Ucrânia evite o que descreveu como um beco sem saída nas relações energéticas europeias. Ele comparou a atitude de Kiev à de um convidado que tenta impor condições na casa alheia.
O político húngaro defendeu que a reabertura do Druzhba é essencial para a estabilidade energética regional. Afirmou que os contratos de fornecimento de petróleo devem ser cumpridos sem interferências políticas.
Conforme destacou o portal RT, as declarações ocorrem enquanto a Ucrânia mantém bloqueado o trânsito de petróleo russo pelo Druzhba. Budapeste considera a medida uma tentativa de desestabilizar sua economia.
O primeiro-ministro Viktor Orbán denunciou que Zelensky buscava influenciar as eleições húngaras por meio da interrupção do suprimento energético. Orbán garantiu que a Hungria não se deixaria chantagear nem permitiria que outros decidissem seu futuro.
O ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, acusou o eixo Bruxelas-Berlim-Kiev de tentar promover mudança de governo em Budapeste. A acusação reforça a percepção de tensão crescente entre Hungria e Ucrânia.
O contexto energético europeu segue frágil após ataques contra infraestruturas como a terminal petrolífera de Ust-Luga e o porto de Primorsk, na província de Leningrado. Explosivos foram detectados recentemente próximo ao gasoduto Balkan Stream em território sérvio.
O Balkan Stream é ramificação do TurkStream e abastece Bulgária, Sérvia e Hungria. Budapeste defende o TurkStream como infraestrutura estratégica para a soberania energética do continente.
Orbán e Magyar coincidem que manter abertos os canais de suprimento é vital para evitar uma crise mais profunda na Europa Central. A advertência de Magyar a Zelensky reflete o posicionamento de Budapeste em favor da independência frente a pressões externas.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Marcos Conservador
21/04/2026
Magyar está certíssimo! Essa dependência energética é um prato cheio pra chantagem e manipulação política. O Ocidente precisa acordar e parar de se ajoelhar pra interesses alheios — energia é soberania nacional, não brinquedo de globalista.
Tadeu
21/04/2026
Essas brigas entre países por energia nunca acabam, mas o que me preocupa mesmo é o reflexo disso no preço do combustível aqui. Se o barril dispara, já era: inflação sobe e o bolso do investidor sente. Política externa é pano de fundo, o que pesa é o impacto no mercado.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Tá certo o Magyar! Energia não é brinquedo pra ficar fazendo chantagem, pô. Esses comunistas disfarçados de democratas tão levando a Europa pro buraco. Selva!
Renato Professor
21/04/2026
Sgt Bruno, antes de culpar “comunistas disfarçados”, vale lembrar que quem controla o fluxo do Druzhba são grandes corporações e governos neoliberais — justamente os que juram odiar o comunismo. A chantagem, meu caro, é capitalista até o último barril.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Enquanto os poderosos brigam por petróleo e gás, é o trabalhador que paga a conta, seja na Hungria, na Ucrânia ou aqui no ABC. Essa história de “chantagem energética” mostra como o capital usa a necessidade básica do povo pra fazer jogo político. Energia devia ser direito, não moeda de troca.
Augusto Silva
21/04/2026
Essa novela do oleoduto mostra bem como a Europa ainda é refém da própria dependência energética. Magyar posa de durão, mas quem manda mesmo é o fluxo de petróleo que mantém as luzes acesas em Budapeste. No fim, todo esse jogo de “chantagem” é só mais um capítulo da disputa por quem paga a conta da guerra — e, como sempre, o povo é quem arca com o preço.
Tonho Patriota
21/04/2026
ESSE MAGYAR TÁ CERTO! ESSE ZELENSKY AÍ É PEÇA DO GLOBALISMO, QUER CONTROLAR O PETRÓLEO PRA IMPOR O COMUNISMO VERDE! AINDA BEM QUE TEM GENTE ACORDANDO PRA ESSA FARSA, PORQUE SE DEPENDER DO FAZ O L TÃO TODOS DE TANQUE SECO!
Mariana Ambiental
21/04/2026
Tonho, comunismo verde é uma invenção de quem nunca pisou num lote de agrofloresta. O que existe é gente tentando impedir que o petróleo siga mandando no planeta enquanto o campo vira deserto.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Tá certo o Magyar! Esses líderes europeus vivem ajoelhados pra Ucrânia e esquecem que energia é coisa séria, não brinquedo político. Se o Zelensky quer respeito, que pare de usar oleoduto como arma.
Maura Santos
21/04/2026
Celio, engraçado ver gente falando em “arma energética” só quando convém, né? Quando a extrema-direita europeia fez vista grossa pro apagão e pros acordos sujos com oligarcas russos, ninguém achou “energia coisa séria”.
Rick Ancap
21/04/2026
Mais um político querendo posar de durão enquanto depende de oleoduto estatal pra sobreviver. Se o mercado fosse realmente livre, ninguém precisaria “implorar” energia de vizinho nenhum. O problema é esse vício em governo e subsídio — depois reclamam quando vem a conta.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Ô Rick, tu fala bonito de “mercado livre”, mas lá no interior eu vi foi o povo comendo carne e enchendo o tanque quando o governo pensava no trabalhador, não no acionista. Livre mesmo é barriga cheia e luz paga no fim do mês.