A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou duramente editorial da Folha de S.Paulo que classificou a dívida pública como fracasso do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A petista acusou o jornal de praticar terrorismo fiscal ao avaliar a gestão econômica apenas pelo endividamento do setor público.
Gleisi Hoffmann afirmou que o texto ignora a redução expressiva do déficit primário obtida pelo governo federal. A ministra ressaltou que o editorial repete narrativa antiga destinada a pressionar por cortes em investimentos sociais e de infraestrutura.
O editorial da Folha de S.Paulo acusou a administração de recorrer a artifícios contábeis na apuração dos resultados do Tesouro Nacional. O texto comparou o momento atual ao governo da ex-presidenta Dilma Rousseff e atribuiu a ela o maior retrocesso econômico desde a redemocratização.
Gleisi Hoffmann rebateu que o jornal não demonstrou preocupação equivalente durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela citou o estouro do teto de gastos, o calote de quase 100 bilhões de reais em precatórios e a manipulação orçamentária que deixou despesas de 250 bilhões de reais para a atual administração.
A ministra lembrou ainda o rombo fiscal acumulado de 795 bilhões de reais ao longo de quatro anos no período anterior. Para ela, a diferença de tratamento revela viés político contra as políticas de valorização do salário mínimo e de proteção social.
Gleisi Hoffmann relacionou o aumento da dívida aos juros elevados mantidos pelo Banco Central. A petista observou que os mesmos analistas consideram naturais essas taxas enquanto cobram austeridade do governo federal.
A ministra defendeu que o governo mantém compromisso com a responsabilidade fiscal e com o desenvolvimento social. Ela argumentou que o equilíbrio entre contas públicas e investimentos é essencial para gerar emprego, elevar a renda e expandir a infraestrutura nacional.
Gleisi Hoffmann criticou a reprodução da pressão do mercado financeiro por parte da grande mídia. A ministra afirmou que nenhum editorial fará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abandonar o povo brasileiro.
O caso expõe disputa sobre os indicadores prioritários da política econômica. O governo sustenta que a melhora do déficit primário e a retomada de investimentos públicos demonstram estratégia mais ampla de crescimento.
Segundo o Diário do Centro do Mundo, Gleisi Hoffmann reafirmou a prioridade de políticas sociais e de investimentos estruturantes. A ministra criticou os ajustes que apenas aprofundariam as desigualdades e comprometeriam o desenvolvimento do país.
Leia também: A dura resposta de Gleisi à Folha
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Karina Libertária
22/04/2026
Ai, sinceramente, essa gente do PT adora bancar de vítima. A Folha só falou o óbvio: gastar sem controle dá ruim, não importa o país. Aqui em Miami ninguém chora por “terrorismo fiscal”, o pessoal aprende a investir e pronto. O Brasil precisa é de mais accountability, não de mimimi político.
Francisco de Assis
22/04/2026
Karina, minha amiga, aqui não é Miami, é Brasil — país soberano que não vai se ajoelhar pra cartilha neoliberal. Accountability de verdade é cobrar dos ricos e investir no povo, não repetir mantra de banqueiro.
Sgt Bruno 🇧🇷
22/04/2026
Selva! Essa turma da Folha só sabe espalhar medo pra desestabilizar o governo, tudo papo de comunista querendo empurrar narrativa. Dívida pública é assunto sério, mas não é pra fazer terrorismo. Tem que ter ordem e progresso, não histeria de redação melancia!
Rubens O Pescador
22/04/2026
Ô sargento, ordem e progresso é bonito no lema, mas difícil é manter o povo comendo e trabalhando quando o jornal inventa crise que não existe. No tempo do Lula o povo fazia churrasco no domingo e a dívida tava sob controle, lembra?
Beto Engenheiro
22/04/2026
Enquanto ficam brigando por narrativa, o país continua com estrada esburacada, porto travado e trem parado. Dívida pública se enfrenta com investimento produtivo e gestão séria, não com manchete ou discurso. Quero ver obra saindo do papel, não mais debate vazio.
Eduardo C.
22/04/2026
Antes de acusar de terrorismo fiscal, o ideal seria apresentar números concretos sobre a evolução da dívida e do PIB. Sem dados, tudo vira retórica. Quero ver as fontes e as séries históricas antes de tirar conclusão.
Jeferson da Silva
22/04/2026
A Folha faz terrorismo fiscal há anos, sempre tentando empurrar a conta pros trabalhadores enquanto protege banqueiro. Falam em “dívida pública” mas nunca explicam quem lucra com os juros. Gleisi tá certíssima em denunciar essa hipocrisia — quem vive de salário sabe que o verdadeiro rombo é o da desigualdade.
Tonho Patriota
22/04/2026
AH PRONTO, LÁ VEM ELES FALANDO DE “TERRORISMO FISCAL”! TERRORISMO MESMO É O QUE ESSES COMUNISTA TÃO FAZENDO COM O BRASIL, TORRANDO NOSSO DINHEIRO EM “EVENTO” E “MICROFONE”. FAZ O L E DEPOIS RECLAMA DA CONTA! ESSA DÍVIDA AÍ É SÓ O COMEÇO, ESPERA PRA VER QUANDO O NÍOBIO SUMIR DAS RESERVAS!
Marcos Conservador
22/04/2026
Ah, pronto, lá vem o PT querendo censurar jornal porque não gosta de crítica! A Folha só apontou o óbvio: gastar mais do que arrecada leva o país pro buraco. Mas pra turma da Gleisi, qualquer cobrança de responsabilidade fiscal é “terrorismo”. Querem o quê, que a imprensa bata palma pra desordem?
Alice T.
22/04/2026
Marcos, ninguém tá pedindo pra imprensa bater palma, só pra parar de fingir que dívida pública é igual dívida de cartão de crédito. Engraçado que quando é trilhão em isenção pra bilionário, aí a Folha chama de “estímulo econômico”, né?
Silvia D.
22/04/2026
Concordo com a Gleisi. Esse tipo de discurso alarmista sobre dívida pública só serve para assustar a população e justificar cortes em áreas essenciais, como saúde e educação. Precisamos de debate sério, baseado em dados e responsabilidade social, não desse terrorismo fiscal midiático.
Tadeu
22/04/2026
Pra ser sincero, pouco me importa briga de político com jornal. O que eu quero saber é se essa tal dívida vai pesar no bolso, se vai ter impacto na inflação e nos juros. No fim das contas, é isso que mexe no meu investimento e na minha renda.
Evelyn Olavo
22/04/2026
Concordo com a Gleisi. A grande mídia adora criar pânico econômico sempre que o governo tenta investir em políticas sociais. Chamam de “terrorismo fiscal”, mas na prática é manipulação para defender interesses do mercado. Precisamos discutir a dívida com mais transparência e menos histeria.
Renato Professor
22/04/2026
Perfeito, Evelyn. Esse pânico fabricado é o velho truque de quem confunde o Estado com o caixa de uma empresa — esquecem que investimento público não é gasto, é multiplicador de riqueza.