O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Alexander Grushko, afirmou que Moscou responderá ao novo pacote de sanções imposto pela União Europeia. O diplomata fez a declaração durante a inauguração do consulado honorário da Rússia em Novi Sad, na Sérvia.
A União Europeia adotou seu vigésimo pacote de medidas restritivas contra o país. Grushko indicou que a resposta russa virá apenas após análise detalhada do conteúdo e do alcance real das novas restrições.
O vice-ministro explicou que a reação será calibrada conforme o impacto concreto das decisões europeias. Grushko classificou os pacotes anteriores como mais um gesto político do que instrumento eficaz de pressão econômica.
O diplomata sustentou que as medidas adotadas desde 2022 não produziram os resultados esperados pela União Europeia. Segundo ele, a economia russa já se adaptou às sucessivas ondas de restrições impostas no contexto do conflito na Ucrânia.
Conforme reportou o portal Sputnik International, Grushko destacou o reforço das parcerias da Rússia com economias emergentes no âmbito do BRICS. O vice-ministro apontou essa diversificação de mercados como forma de reduzir a dependência de estruturas financeiras ocidentais.
Grushko observou que a União Europeia age sob forte influência dos Estados Unidos ao formular sua política externa. Para o diplomata, as sanções se tornaram ferramenta de alinhamento geopolítico voltada à preservação de hegemonia.
A União Europeia vem ampliando suas medidas contra a Rússia desde 2022 em setores como energia, finanças, transporte e defesa. O país redirecionou exportações para parceiros asiáticos e latino-americanos ao longo desse período.
A Rússia expandiu o uso de moedas nacionais em transações internacionais como parte de sua estratégia de adaptação. Grushko manifestou confiança na capacidade do país de manter estabilidade macroeconômica apesar da pressão externa.
O vice-ministro criticou o emprego de sanções unilaterais como violação do direito internacional. Ele defendeu que tais instrumentos prejudicam os esforços de cooperação entre Estados soberanos.
A tensão entre a Rússia e a União Europeia permanece como elemento central das relações internacionais atuais. Grushko reiterou que a resposta de Moscou será planejada de forma racional e proporcional ao novo pacote europeu.
Leia também: Salvini critica duramente sanções da União Europeia e defende retomada das importações de energia russa
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Luciana
23/04/2026
Essas brigas de sanção pra cá e resposta pra lá só encarecem as coisas pra gente comum. No fim das contas, é o preço do gás e dos alimentos que sobe, e quem sente no bolso é o povo, não os políticos. Eu quero ver é solução que baixe o custo de vida, não mais disputa de poder.
Miriam
23/04/2026
Mais uma rodada de sanções e respostas, como se isso resolvesse alguma coisa. No fim, é só mais papelada, notas diplomáticas e discursos inflamados. O mundo anda precisando de menos bravata e mais eficiência administrativa.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Mais uma vez o “Ocidente democrático” tentando posar de moralista enquanto empurra o mundo pra mais instabilidade. Depois reclamam quando a Rússia reage. Se fosse os EUA no lugar, ninguém falaria nada — padrão duplo clássico.
Tonho Patriota
23/04/2026
AÍ Ó, MAIS UMA ARMADILHA DO GLOBALISMO! FAZ O L PRA VER SE A RÚSSIA NÃO VIRA DONA DO NÍOBIO TODO!
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Essas sanções viraram um jogo de empurra que não leva a lugar nenhum. A Europa tenta pressionar, a Rússia reage, e quem paga a conta é o resto do mundo com energia e alimentos mais caros. Difícil ver fim nisso enquanto cada lado quiser mostrar força em vez de buscar algum acordo prático.
Vanessa Silva
23/04/2026
Essas trocas de sanções e retaliações parecem um ciclo sem fim que só prejudica a economia global. Em vez de endurecer posições, seria mais produtivo discutir cooperação em energia, tecnologia e cidades sustentáveis — é isso que realmente move o desenvolvimento.
Pedro
23/04/2026
Enquanto isso, aqui na rua o motorista queima gasolina cara pra tentar fechar o dia. Essas brigas de sanção lá longe acabam respingando aqui, no preço do combustível e no frete. No fim, quem sente primeiro é o povo que tá rodando pra sobreviver.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ihhh minha gente, isso aí é o prenúncio do fim dos tempos 🇧🇷🙏🇺🇸 segura que vem bomba!
Francisco de Assis
23/04/2026
Calma, Lurdinha! O mundo não vai acabar porque a Rússia respondeu a umas sanções, não. Isso é só geopolítica em movimento — e o Brasil, soberano e esperto, vai saber tirar proveito disso.
Adalberto Livre
23/04/2026
LÁ VEM ESSA TURMA DA EUROPA QUERER DAR LIÇÃO, MAS NÃO SABEM NEM ARRUMAR O PRÓPRIO QUINTAL!!!
Augusto Silva
23/04/2026
Adalberto, até dá pra rir dessa “lição de moral” europeia, mas convenhamos: quando o quintal deles pega fogo, o cheiro de crise chega até aqui. O problema é que, enquanto eles brigam por energia e sanções, a gente precisa pensar em como aproveitar as brechas pra fortalecer nossa própria economia.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Mais uma rodada do velho jogo de sanções e retaliações, que só reforça a lógica de blocos e a dependência energética que a própria Europa criou. Parece que ninguém aprendeu nada desde a Guerra Fria — só mudaram os figurinos e os discursos.
Karina Libertária
23/04/2026
Ai meu Deus, lá vem mais drama geopolítico! Enquanto isso, tem gente no Brasil achando que sanção russa vai afetar o preço do gás da laje. O povo devia era aprender a fazer um bom investimento offshore, não depender de governo nem de Bolsa Família. Wake up, people!
Alice T.
23/04/2026
Mais um capítulo da novela das sanções que nunca resolvem nada, só alimentam o jogo de poder entre blocos. Enquanto isso, os bilionários europeus continuam lucrando com energia e defesa, e quem paga o preço é o povo comum — na Rússia e na Europa.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Esses europeus adoram brincar de sancionar achando que mandam no mundo, mas vivem comprando gás russo por baixo dos panos. No fim, quem paga o pato é o produtor rural europeu, sufocado por regras verdes e energia cara. Moscou faz bem em reagir.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Mais sanções, mais retaliação, e o mundo segue patinando. Enquanto isso, infraestrutura parada, energia cara e transporte travado. Queria ver essa energia toda sendo usada pra construir ferrovias e pontes, não pra briga diplomática.
Fernando O.
23/04/2026
Mais do mesmo: sanção de um lado, retaliação do outro, e todo mundo fingindo surpresa. No fim, quem paga a conta são as economias menores que dependem desse comércio travado. Mas claro, sempre tem quem ache que é tudo parte de um “grande plano estratégico”… delirando na maionese, como sempre.
Zizi
23/04/2026
Essas sanções da União Europeia contra a Rússia são mais um capítulo da velha história de potências tentando ditar o rumo do mundo com base em seus próprios interesses econômicos e geopolíticos. É curioso ver como, em nome da “democracia” e da “liberdade”, a Europa se alinha cegamente às estratégias dos Estados Unidos, sem medir as consequências para seus próprios povos. Enquanto isso, o povo europeu paga a conta com inflação, energia cara e recessão, e o povo russo é empurrado para uma resistência que, gostemos ou não, fortalece o bloco euroasiático e redefine o tabuleiro global.
Os meninos mal-educados do liberalismo ocidental ainda acreditam que podem isolar uma potência como a Rússia, ignorando que o mundo mudou. A China, a Índia, o Irã e tantos outros países não estão mais dispostos a seguir as ordens de Washington e Bruxelas. O resultado é que o Ocidente sanciona, mas quem sente o golpe de verdade são suas próprias indústrias e cidadãos. É o velho tiro no pé travestido de moralidade internacional.
Do ponto de vista histórico, é preciso lembrar que sanções econômicas raramente derrubam governos – elas, sim, aprofundam crises humanitárias e alimentam ressentimentos. Foi assim em Cuba, no Iraque e em tantos outros casos. A Rússia, com todos os seus problemas, tem capacidade de reagir e vem se adaptando rapidamente. O que a União Europeia está fazendo é apenas acelerar o processo de reconfiguração do poder mundial.
Enquanto isso, aqui do nosso lado do Atlântico, seria bom que o Brasil mantivesse a serenidade e a soberania que Lula vem defendendo. Não se trata de escolher lados entre impérios, mas de afirmar o direito dos povos à autodeterminação e à paz. O mundo precisa de pontes, não de muros. E quem insiste em punir em vez de dialogar, no fundo, revela o medo de perder o controle sobre um mundo que já não aceita mais ser colônia.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Selva! Esses europeus acham que podem mandar na Rússia, mas lá não tem comunista de iPhone pra obedecer Bruxelas, não. Grushko tá certo em reagir — quem bate leva, simples assim. Comunistas na lata de lixo!
Tadeu
23/04/2026
Sinceramente, essas brigas entre Rússia e União Europeia não mudam nada pra gente aqui. O que me preocupa mesmo é se isso vai mexer com o preço do petróleo e, consequentemente, com a inflação. Se o dólar subir, aí sim o bicho pega nas bolsas. O resto é barulho geopolítico.
Eduardo C.
23/04/2026
Sanções e contrassanções viraram um ciclo previsível, quase uma equação de reação e resposta. O problema é que, no fim, quem paga a conta são as economias mais frágeis do bloco e os consumidores comuns. Quero ver números concretos sobre o impacto real dessas medidas antes de qualquer julgamento.
Rick Ancap
23/04/2026
Mais um teatrinho de Estado contra Estado, e o povo pagando a conta — viva o livre mercado que nunca chega.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Mais uma rodada de sanções que só reforça o jogo de poder econômico entre potências, enquanto o planeta e os povos seguem pagando o preço. A União Europeia finge moralidade, mas continua dependente de energia fóssil e de insumos russos. Tudo teatro geopolítico pra manter o sistema desigual girando.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Mais um capítulo previsível dessa escalada sem fim entre Bruxelas e Moscou. Cada novo pacote de sanções parece empurrar ainda mais a Europa para a dependência dos EUA e fortalecer os laços da Rússia com a Ásia. No fim, quem paga a conta é o cidadão comum, não os diplomatas.
Renato Professor
23/04/2026
Evelyn, é curioso como essa “dependência” europeia dos EUA se confunde com uma escolha política deliberada, não uma fatalidade econômica. Moscou apostou na coerção energética e acabou empurrando o continente para o outro lado — a solidariedade, afinal, também é um ativo geopolítico.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Essas sanções e contra-sanções só mostram o quanto o povo trabalhador é quem paga a conta da briga dos poderosos. Enquanto os governos jogam xadrez geopolítico, nas fábricas e nos portos é o operário que sente o baque no bolso. O mundo precisa de diálogo, não de mais bloqueio e desemprego.
Silvia D.
23/04/2026
Mais uma rodada de sanções e respostas que só aprofundam a crise. Enquanto isso, quem sofre são as pessoas comuns, inclusive no acesso a medicamentos e insumos de saúde. É preciso buscar diálogo e soluções humanitárias, não retaliações que colocam vidas em risco.
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais uma briga de gigantes que o povo comum vai acabar pagando a conta. A União Europeia vive pregando “valores democráticos”, mas adora meter sanção em quem não se curva ao globalismo. E depois dizem que é paranoia ver comunismo infiltrado até nos acordos comerciais…
Maura Santos
23/04/2026
Marcos, comunismo infiltrado é o novo “bicho-papão” pra quem esquece que o maior apagão que a gente já viveu foi causado justamente por quem jurava defender o mercado. Sanção é jogo de poder, não conspiração de marxista escondido em contêiner de soja.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Ô Marcos, comunismo infiltrado é o feijão e o arroz que sumiram da mesa do povo quando o “mercado livre” tomou conta. No tempo do Lula o povo comia churrasco no domingo, hoje tá brigando por osso — e não foi Moscou que mandou isso, não.