O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, acusou Israel de cometer crime de guerra após o ataque aéreo que matou a jornalista Amal Khalil no sul do país. A ofensiva também bloqueou o acesso das equipes de resgate ao local e atingiu a área novamente depois da chegada dos socorristas.
Salam publicou um alerta na plataforma X classificando o ataque a jornalistas e a obstrução ao trabalho de emergência como violações claras do direito internacional humanitário. O premiê denunciou que os bombardeios contra profissionais da imprensa se tornaram um padrão no Líbano e exigiu o fim dessa prática.
Segundo o Sputnik International, o líder libanês prometeu buscar responsabilização internacional e punição para os envolvidos nos ataques. Salam enviou condolências à família de Amal Khalil, aos seus colegas e a toda a imprensa do país.
O primeiro-ministro ainda desejou pronta recuperação à jornalista Zeinab Faraj, ferida na mesma ação israelense. A Agência Nacional de Notícias do Líbano confirmou que as duas repórteres foram atingidas durante o bombardeio.
As equipes de resgate ficaram impedidas de chegar ao local por várias horas devido ao bloqueio imposto. Uma segunda investida destruiu a estrada de acesso e as forças israelenses isolaram completamente a região.
Após o fim do bloqueio, Faraj foi encaminhada a um hospital para tratamento. O corpo de Khalil foi localizado sob os escombros ainda na mesma noite.
O governo libanês tem registrado de forma contínua esses ataques contra civis e comunicadores na fronteira sul. Salam indicou que o Líbano pretende acionar órgãos como a ONU e o Tribunal Penal Internacional para apurar os fatos.
O primeiro-ministro reforçou que tais ações representam uma escalada deliberada que o país rejeita veementemente. Os confrontos no sul do Líbano seguem intensos, com número crescente de vítimas entre a população civil e os profissionais de mídia.
Salam concluiu que o Líbano persistirá na busca por justiça para as vítimas e na proteção da liberdade de imprensa na região.
Leia também: Primeiro-ministro do Líbano acusa Israel de transformar ataques a jornalistas em prática sistemática
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Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Mais uma vez a mídia querendo pintar Israel como vilão e esconder o jogo dos terroristas. Esses comunistas disfarçados de jornalistas só servem pra espalhar mentira. Selva! Justiça tem que ser feita, mas sem cair na conversa mole da esquerda melancia.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Sgt Bruno, fácil falar em “selva” atrás do teclado, né? Queria ver aguentar um turno de 12 horas no chão de fábrica pra entender o que é luta de verdade — não essa papagaiada de repetir discurso pronto contra jornalista.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Triste demais ver jornalista morrendo por fazer seu trabalho. Guerra nunca tem herói, só inocente pagando o preço. E o pior é ver governo que se diz defensor da liberdade fechando os olhos pra isso. Quando o povo tem comida e paz, como a gente tinha nos tempos do Lula, ninguém precisa morrer pra contar a verdade.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Triste demais ver jornalista morrendo no meio desse fogo cruzado. A liberdade de imprensa deveria ser sagrada, mas parece que virou alvo também. E o pior é que ninguém vai ser responsabilizado de verdade, como sempre.
Vanessa Silva
23/04/2026
É devastador ver jornalistas sendo mortos em zonas de conflito — isso destrói o direito à informação e o mínimo de transparência. Em vez de acusações trocadas, o foco deveria ser uma investigação internacional séria e o fortalecimento de mecanismos que protejam civis e profissionais da imprensa.
Miriam
23/04/2026
Mais uma tragédia que mostra o quanto a diplomacia internacional anda falhando em garantir o básico: proteção de civis e jornalistas. Enquanto os governos trocam acusações, o sistema multilateral segue paralisado — e quem paga o preço é sempre o mesmo lado mais fraco.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Triste e revoltante ver mais uma jornalista morta em meio a um conflito que parece não ter fim. A impunidade de Israel diante de acusações tão graves só reforça o desequilíbrio político e moral da região. Até quando o mundo vai fingir que não vê?
Alice T.
23/04/2026
Pois é, Evelyn… quando a imprensa denuncia, chamam de “tendenciosa”; quando morre, fingem que foi “dano colateral”. A hipocrisia internacional tá tão naturalizada que até parece política de Estado.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Meu Deus, fim dos tempos mesmo 😭🙏🇧🇷🇺🇸
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Lá vem mais um usando o discurso de “crime de guerra” pra posar de vítima e desviar o foco. Se fosse a “Cuba do Norte” atacando alguém, ninguém falava nada. A imprensa adora culpar Israel, mas ignora o que os grupos terroristas fazem.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Zé Trovãozinho, antes de repetir esse mantra de “culpa da imprensa”, vale lembrar que o conceito de crime de guerra vem das Convenções de Genebra, não de um panfleto de esquerda. Ignorar isso é o mesmo que rasgar o direito internacional porque não combina com sua simpatia política.
Tonho Patriota
23/04/2026
ISSO AÍ É TUDO TEATRO DO COMUNISMO PRA FAZER O L E PASSAR A MÃO NO PETRÓLEO, ACORDA BRASIL!
Zizi
23/04/2026
Ô Tonho, meu filho, respira um pouco antes de sair repetindo essas frases prontas que te vendem nos grupinhos de zap. Essa história de “teatro do comunismo” é uma invenção antiga, usada sempre que alguém tenta desviar o foco da realidade. O que está acontecendo no Líbano e na Palestina é tragédia humana, não roteiro de novela. Jornalistas estão morrendo, crianças estão sendo soterradas, famílias inteiras fugindo sob bombardeio. Reduzir isso a uma “armação” é fechar os olhos para o sofrimento dos outros — e, convenhamos, isso não combina com o povo solidário que o Brasil já foi um dia. E sobre “passar a mão no petróleo”, Tonho, você sabe quem é que sempre passou a mão nas riquezas do mundo, né? Não foram os comunistas, foram as grandes potências e suas empresas privadas, que invadem, saqueiam e depois chamam os outros de terroristas quando resistem. O discurso que você repete é o mesmo que justifica guerra atrás de guerra em nome da “liberdade”. Enquanto isso, o povo — esse mesmo povo que Lula sempre defendeu — é quem paga o preço, seja no Oriente Médio ou aqui, quando o botijão e o arroz sobem de preço por causa de interesses estrangeiros. Então, meu caro, em vez de gritar “acorda Brasil”, que tal acordar você? Estudar um pouquinho de história, olhar as fontes certas, perceber que o mundo é mais complexo do que o meme que te mandaram. Não é sobre “fazer o L”, é sobre fazer o mínimo: ter empatia, senso crítico e não cair na conversa dos meninos mal-educados que vivem de espalhar medo pra esconder seus próprios privilégios.
Francisco de Assis
23/04/2026
Tonho, tu anda vendo comunista até em poço de petróleo, homem! Enquanto isso, o Brasil volta a ter voz soberana no mundo — e é isso que incomoda essa turma alienada da cabeça.