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Primeiro-ministro do Líbano acusa Israel de transformar ataques a jornalistas em prática sistemática

11 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Primeiro-ministro do Líbano acusa Israel de transformar ataques a jornalistas em prática sistemática. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, condenou a morte da jornalista Amal Khalil e o ferimento de Zeinab Faraj durante um bombardeio israelense na cidade de Tiro. O premiê afirmou que o […]

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Ilustração editorial sobre Primeiro-ministro do Líbano acusa Israel de transformar ataques a jornalistas em prática sistemática. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, condenou a morte da jornalista Amal Khalil e o ferimento de Zeinab Faraj durante um bombardeio israelense na cidade de Tiro.

O premiê afirmou que o direcionamento deliberado contra profissionais da imprensa e o bloqueio de equipes de resgate configuram crimes de guerra. Salam prometeu levar o caso a instâncias internacionais por meio de mensagem publicada na rede X.

Segundo o Sputnik International, as Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque contra um veículo e um edifício na região. O exército israelense alegou que os alvos haviam partido de uma estrutura militar usada pelo Hezbollah.

As forças israelenses negaram ter impedido o acesso de socorristas e declararam que o incidente permanece sob investigação interna. A Agência Nacional de Notícias do Líbano, porém, relatou que as equipes de resgate demoraram várias horas para alcançar o local.

As duas jornalistas foram atingidas enquanto cobriam os efeitos de uma ofensiva aérea israelense sobre uma residência em Tiro. A destruição de estradas e o bloqueio imposto por tropas israelenses dificultaram o socorro.

O corpo de Amal Khalil foi encontrado após longa operação de busca. O episódio evidenciou os riscos permanentes enfrentados por jornalistas que atuam no sul libanês.

Nawaf Salam enfatizou que a repetição de ataques semelhantes demonstra um padrão deliberado de conduta. Para o premiê, essa prática sistemática visa silenciar a cobertura independente dos eventos em curso.

Organizações de defesa da liberdade de imprensa registram com preocupação o aumento de incidentes envolvendo profissionais de mídia no Líbano. O governo libanês cobra investigações independentes sobre o caso de Tiro e sobre o padrão mais amplo de agressões.

O ataque se soma a uma série de casos documentados de jornalistas mortos ou feridos por ações militares israelenses na região. Autoridades de Beirute insistem que tais violações do direito humanitário internacional não podem permanecer impunes.


Leia também: Israel viola cessar-fogo no Líbano enquanto milhares de libaneses retornam ao sul


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Mariana Ambiental

23/04/2026

Triste é ver que atacar jornalistas virou estratégia de guerra. Quando a informação livre incomoda, o poder tenta calar as vozes que denunciam. Solidariedade total às repórteres e a todos que seguem arriscando a vida para mostrar a verdade.

Pedro

23/04/2026

Triste demais ver jornalista virando alvo em vez de testemunha. Quem vive na rua sabe o peso da insegurança, mas imaginar isso em zona de guerra é outra coisa. Parece que o mundo vai se acostumando com o absurdo, e isso é o mais perigoso.

Celio Fazendeiro

23/04/2026

Lá vem mais um chefe de governo querendo posar de vítima enquanto o próprio país vive mergulhado em caos e milícias. Israel está se defendendo, ponto final. Jornalista que se enfia em zona de guerra sabe o risco que corre. Essa choradeira toda é puro teatro político.

Clarice Historiadora

23/04/2026

É revoltante ver que atacar jornalistas virou tática de guerra, e ainda tem gente que chama isso de “defesa”. A história mostra que regimes que silenciam a imprensa sempre tentam esconder crimes — foi assim na Argélia, no Vietnã, no Chile. O Líbano está apenas dizendo o óbvio: calar quem testemunha é o primeiro passo do autoritarismo.

Carlos A. Mendes

23/04/2026

Triste ver que atacar jornalistas virou quase rotina em certos conflitos. A imprensa devia ter liberdade e segurança pra mostrar o que está acontecendo, sem medo de virar alvo. Essa escalada de violência só mostra que ninguém quer transparência de verdade.

Rick Ancap

23/04/2026

Mais um Estado brincando de Deus e o gado aplaudindo — viva o livre mercado da hipocrisia.

    Maura Santos

    23/04/2026

    Rick, livre mercado da hipocrisia é quando se lucra até com bomba caindo em hospital e ainda chamam isso de “defesa”. Esse tipo de “liberdade” é o apagão moral em pessoa.

    Jeferson da Silva

    23/04/2026

    Livre mercado, Rick? Esse mesmo que transforma trabalhador em PJ de aplicativo sem direito a nada enquanto os donos do capital enchem o bolso? Hipocrisia mesmo é achar que exploração virou liberdade.

    Alice T.

    23/04/2026

    Livre mercado da hipocrisia é quando bilionário financia guerra, lucra com ela e ainda posa de filantropo, né Rick? Essa “liberdade” aí sempre acaba na conta dos outros.

Sgt Bruno 🇧🇷

23/04/2026

Mais uma vez a esquerda tenta culpar Israel por tudo, como se os terroristas não se escondessem atrás de civis e jornalistas! Selva! Quem defende esses comunistas disfarçados devia estudar história militar de verdade antes de repetir narrativa de melancia.

    Renato Professor

    23/04/2026

    Sgt Bruno, estudar história militar de verdade inclui entender o conceito de proporcionalidade e o estatuto de proteção a civis e jornalistas em zonas de conflito — algo que, convenhamos, muitos “estrategistas de rede” ainda confundem com videogame.


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