Neste ano, o roteiro nacional de turismo histórico mapeia 23 municípios de herança colonial localizados nas regiões Nordeste e Sudeste. O circuito abrange 12 destinos nordestinos e 11 sudestinos que mantêm a infraestrutura urbana desenvolvida durante os ciclos da mineração e da cana-de-açúcar.
O estado de Minas Gerais possui a maior concentração de localidades preservadas, com oito cidades registradas no circuito histórico. O levantamento sudestino inclui ainda o município paulista de São Luiz do Paraitinga, com edificações erguidas entre os séculos 18 e 19. A rota complementa a região com a cidade de Paraty, fundada em 1667 no litoral do Rio de Janeiro, e com o acervo do Museu Imperial em Petrópolis.
Estruturas arquitetônicas no Nordeste
Na Bahia, o documento destaca os edifícios de Salvador, construídos entre 1549 e 1763, e os traçados urbanos do município de Cachoeira. O trajeto incorpora as construções de origem francesa de São Luís e as ruínas do século 18 situadas na cidade maranhense de Alcântara. Estes complexos nordestinos ilustram a arquitetura local voltada para a exportação agrícola do período de colonização.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura avalia e reconhece oficialmente parte destas localidades. A instituição internacional classifica como Patrimônio da Humanidade os seguintes espaços do roteiro:
- O centro histórico de Olinda, fundado no ano de 1535 no estado de Pernambuco.
- A Praça de São Francisco, estabelecida em 1590 na cidade sergipana de São Cristóvão.
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