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Brasil lamenta morte de Oscar Schmidt; veja repercussões

19 Comentários🗣️🔥 A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Em nota, a entidade destacou que Oscar despede-se como símbolo absoluto do esporte e que ele redefiniu os limites do possível dentro das quadras. “O maior jogador da história do basquete brasileiro […]

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A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Em nota, a entidade destacou que Oscar despede-se como símbolo absoluto do esporte e que ele redefiniu os limites do possível dentro das quadras.

“O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte, dono de uma trajetória que. A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”, disse a CBB.

A confederação ressaltou ainda o reconhecimento que Schmidt recebeu das maiores ligas e federações mundiais de basquete. “O reconhecimento veio em escala global. Oscar foi incluído no Hall da Fama da FIBA [Federação Internacional de Basquetebol] e, de forma inédita, também no Hall da Fama da NBA [principal liga de basquete dos Estados Unidos], mesmo sem ter atuado na liga, uma distinção reservada a nomes que transformaram o jogo”.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) também lamentou a morte do ex-jogador e destacou que Oscar representou os valores que definem o espírito olímpico.

“Conhecido como ‘Mão Santa’, Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição”, disse o presidente do COB, Marco Antonio La Porta.

O comitê ressaltou também que, em 2019, homenageou o atleta com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, “por sua dedicação incansável ao aperfeiçoamento dos fundamentos, a eficiência técnica e física e o espírito coletivo”. No início de abril, a lenda do basquete brasileiro ingressou no Hall da Fama do COB, mas não pôde comparecer ao evento e foi representado por seu filho, Felipe Schmidt.

Clubes

Nas redes sociais, o Clube de Regatas do Flamengo, onde Oscar jogou entre 1999 e 2003, lamentou profundamente o falecimento “de um dos maiores ídolos da história do nosso basquete e do esporte mundial”.

“O eterno Mão Santa honrou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis, marcando época na Gávea e enchendo de orgulho a Nação Rubro-Negra. Seu legado absoluto transcende as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda”, disse o clube.

Primeira equipe em que atuou profissionalmente, a Sociedade Esportiva Palmeiras (SEP) lamentou a morte de Oscar e destacou que o atleta deu seus primeiros passos profissionais com a camisa alviverde, com a qual estreou em agosto de 1975, com 17 anos, em um jogo contra o Sírio, quando marcou seus primeiros quatro pontos.

Em 1977, ainda pelo Palmeiras, sagrou-se pela primeira vez campeão brasileiro, em uma final histórica contra o Flamengo.

“Antes de se tornar um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma referência eterna da Seleção Brasileira de Basquete, Oscar Schmidt deu seus primeiros passos como atleta profissional vestindo a camisa alviverde. Foi na Sociedade Esportiva Palmeiras que o jovem talento iniciou uma trajetória que, anos depois, o levaria ao reconhecimento internacional”, disse o clube, em nota.

O Sport Club Corinthians Paulista também lamentou o falecimento de Oscar Schmidt, que ganhou, em 1996, seu último título nacional pelo clube.

“Maior pontuador da história do esporte até 2024, Oscar liderou o Corinthians ao seu último título nacional, conquistado em junho de 1996. Este feito o fez estar imortalizado na Calçada da Fama do Memorial Corinthians e Poliesportivo”, destacou o clube.

O Clube Vizinhança, de Brasília, onde Oscar começou a jogar basquete, também homenageou o atleta. “Hoje, o nosso Vizi está em silêncio”, escreveu o clube em uma rede social.

Segundo o clube, Oscar é um nome que transcende o esporte

“Foi aqui que vieram os primeiros arremessos. Os primeiros sonhos. Os primeiros sinais de uma grandeza que o mundo inteiro viria a conhecer. É uma despedida que entristece. Mas também emociona lembrar que o Vizinhança fez parte do início de uma história tão grandiosa, construída com talento, disciplina, paixão e amor pelo basquete”.

Despedida

Oscar Schmidt enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Segundo sua assessoria, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

Fonte: Agência Brasil.

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Comentários

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Marcos Conservador

18/04/2026

Triste notícia. Oscar foi um exemplo de disciplina, fé e amor ao país — algo raro num tempo em que o esporte anda tomado por vaidade e ideologia. Que Deus o receba e que sirva de inspiração para resgatar valores verdadeiros no esporte brasileiro.

Clarice Historiadora

18/04/2026

Oscar foi daqueles raros que transformam talento em símbolo nacional. Não era só pontuar, era inspirar — e ele fez isso até o fim, com coragem e lucidez. O basquete brasileiro perde um gigante, mas o legado dele ainda vai ecoar por gerações.

    Tonho Patriota

    18/04/2026

    CLARICE, VOCÊ FALA BONITO MAS ESQUECE QUE O OSCAR SEMPRE FOI CONTRA ESSA PAPAGAIADA DE COMUNISMO E “FAZ O L”! ELE ERA PATRIOTA DE VERDADE, ÍDOLO MESMO, NÃO ESSES QUE VIVEM PASSANDO PANO PRA POLÍTICO!

Luciana

18/04/2026

Triste demais essa notícia. Oscar foi um gigante de verdade, daqueles que inspiravam até quem nunca pegou numa bola de basquete. Que descanse em paz, ele fez bonito pelo Brasil sem precisar de holofote nem politicagem.

    Celio Fazendeiro

    18/04/2026

    Ah, Luciana, gigante ele foi, mas também vivia de fama e patrocínio, não de santidade. Vamos parar de romantizar atleta como se fosse herói nacional — no fim, cada um joga pelo próprio time.

Francisco de Assis

18/04/2026

Rapaz, que perda gigante pro nosso esporte. Oscar foi daqueles que botou o Brasil no mapa com garra e amor à camisa, sem precisar de oba-oba. Enquanto uns se alienam com ódio e fake news, o Mão Santa mostrava o que é patriotismo de verdade: suar pelo país. O Brasil soberano que a gente constrói hoje também é herança de gigantes como ele.

    Zé Trovãozinho

    18/04/2026

    Patriotismo de verdade é respeitar o país inteiro, não só quem pensa igual. Oscar honrou o Brasil nas quadras, mas essa conversa de “Brasil soberano” soa mais como slogan do que como homenagem.

      Augusto Silva

      18/04/2026

      Zé, patriotismo de verdade também é não transformar o amor ao país em piada de gabinete. Oscar foi símbolo de um Brasil que acreditava em si — coisa rara quando a turma prefere importar até o discurso.

Fernando O.

18/04/2026

Triste demais. O Oscar era daqueles raros que uniam números absurdos e carisma genuíno — dava gosto de ver jogar. A gente fala muito de futebol, mas ele mostrou que o Brasil podia ser grande também no basquete. Vai fazer falta.

    Adalberto Livre

    18/04/2026

    É, Fernando, mas hoje em dia o pessoal só quer saber de influenciador e dancinha, ninguém mais valoriza quem suava de verdade pela camisa do Brasil.

      Renato Professor

      18/04/2026

      Adalberto, cuidado com essa nostalgia seletiva: cada época tem seus heróis e suas formas de expressão. O suor de hoje pode estar nos palcos digitais, não nas quadras.

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Meu Deus do céu 😢🙏🇧🇷 eu nem acredito que o Oscar se foi… um gigante dentro e fora das quadras! Que o Senhor conforte a família dele e que o Brasil nunca esqueça esse herói do esporte! 🇧🇷🏀💔

    Pedro

    18/04/2026

    É verdade, Lurdinha. O Oscar era daqueles que jogavam com o coração, sem frescura e sem depender de patrocínio milionário. Hoje em dia falta gente assim, que faça pelo amor e não pelo like.

    Jeferson da Silva

    18/04/2026

    É verdade, Lurdinha, o Oscar foi um gigante mesmo — talento e garra de sobra. Uma pena que o país que ele tanto representou trate o esporte e os trabalhadores com tão pouco respeito.

Beto Engenheiro

18/04/2026

Oscar foi daqueles que entregavam resultado, não conversa. Um cara que fazia o que prometia e botava o nome do Brasil no mapa do basquete. Faltam mais “Oscares” nesse país – gente que faz, não só fala.

    Tadeu

    18/04/2026

    Concordo, Beto. Oscar era resultado puro, não marketing. Hoje em dia tem muita gente que fala bonito e pouco que entrega — igualzinho ao mercado prometendo milagre e entregando inflação.

    Maura Santos

    18/04/2026

    Concordo, Beto! Mas também falta um país que apoie quem faz, né? Porque se dependesse dos cortes e apagões da turma do “menos Estado”, nem o Oscar teria quadra pra treinar.

      Karina Libertária

      18/04/2026

      Ah, Maura, mas depender do Estado é pedir pra ficar parado, né? O Oscar brilhou porque teve mérito próprio, não porque esperou subsídio. Aqui fora a gente aprende que sucesso vem de investir e correr atrás, não de esperar ajuda.

        Alice T.

        18/04/2026

        Karina, até parece que o Oscar treinava em quadra particular de mármore, né? O cara surgiu num país onde até bola de basquete em escola pública é luxo — mérito individual não brota no vácuo, precisa de estrutura coletiva também.


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