A Rússia reforçou sua parceria estratégica com a República do Congo durante visita de trabalho do vice-primeiro-ministro Alexander Novak a Brazzaville. Ele afirmou que a implementação de projetos conjuntos deve aprofundar as relações bilaterais e trazer benefícios concretos para as populações dos dois países.
Novak destacou que Moscou atribui alta prioridade ao desenvolvimento de laços abrangentes com Brazzaville. Os setores principais incluem energia, infraestrutura, saúde e formação de pessoal técnico.
Segundo o portal RT, o vice-primeiro-ministro chefiou a delegação russa na posse do presidente Denis Sassou Nguesso. O líder congolês foi reeleito com 94,8% dos votos nas eleições de março.
Durante a agenda em Brazzaville, Novak visitou a Casa Russa e depositou flores no monumento dedicado a Yuri Gagarin. O memorial representa o símbolo duradouro da amizade entre os povos russo e congolês.
O vice-ministro das Relações Exteriores Georgy Borisenko reuniu-se com o chanceler Jean-Claude Gakosso. Os diplomatas trataram dos preparativos para a terceira Cúpula Rússia-África, com o evento previsto para Moscou ainda neste ano.
Eles também abordaram a ampliação da cooperação econômica e comercial. O foco recai sobre novos investimentos em energia, infraestrutura e capacitação técnica.
Essas conversas seguem as diretrizes dos encontros anteriores entre o presidente Vladimir Putin e Denis Sassou Nguesso. Os acordos bilaterais consolidam o Congo como parceiro relevante da Rússia na África Central.
Denis Sassou Nguesso, de 82 anos, lidera o país desde 1979, com intervalo entre 1992 e 1997. Ele mantém laços históricos com Moscou que incluem cooperação técnica, militar e educacional desde a era soviética.
A estratégia russa busca expandir a presença no continente africano por meio de parcerias baseadas em soberania e desenvolvimento mútuo. Essa abordagem prioriza o respeito aos assuntos internos dos países africanos.
Diversos Estados africanos buscam diversificar suas alianças internacionais neste contexto. A cooperação com a Rússia ganha relevância ao oferecer alternativas concretas de investimento e capacitação.
Com projetos em andamento nas áreas prioritárias, Rússia e Congo consolidam um eixo de colaboração pragmática. Essa relação reforça o peso crescente da África Central no equilíbrio geopolítico atual.
Com informações de rt.com.
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Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Gente, isso tudo é profecia se cumprindo viu! 🇧🇷🙏 Os países estão se juntando e ninguém tá vendo o que vem por trás disso… daqui a pouco fecha tudo, até as igrejas! 😱🇷🇺🇨🇬
Pedro
18/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil a gente mal consegue encher o tanque. Esses acordos entre potências parecem coisa de outro mundo pra quem vive de corrida e sente o preço da gasolina subir todo dia. Parceria boa mesmo seria uma que fizesse o combustível cair por aqui.
Miriam
18/04/2026
Enquanto uns vivem de discursos inflamados, outros seguem firmes na diplomacia e na execução prática de acordos. A visita de Novak mostra que, no fim, o que conta é quem consegue fazer as engrenagens funcionarem sem barulho.
Karina Libertária
18/04/2026
Ah pronto, mais um “parceiro estratégico” da Rússia… enquanto isso o Brasil fica aí achando que vai crescer com subsídio e bolsa. Gente, o mundo tá fazendo business de verdade, investindo fora, diversificando assets! Quem não se internacionalizar vai ficar pra trás, simples assim.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Enquanto a Rússia fecha acordo com o Congo, aqui no Brasil a gente não consegue nem garantir o arroz barato na mesa. Lembro quando o Lula ia pra África e voltava com parceria que botava comida e emprego pro povo. Agora é só fofoca e briga ideológica, enquanto o mundo se move e a gente fica pra trás.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Mais um passo da Rússia para ampliar influência na África enquanto o Ocidente finge que nada acontece. Moscou entende o jogo geopolítico e vai garantindo aliados e acesso a recursos estratégicos. O Congo só tem a ganhar se souber equilibrar essa parceria sem cair em dependência.
Jeferson da Silva
18/04/2026
Zé Trovãozinho, geopolítica é bonito de discutir no ar-condicionado, mas vai explicar pro trabalhador congolês se essa parceria vai trazer emprego decente ou só mais exploração disfarçada de investimento.
Beto Engenheiro
18/04/2026
Enquanto uns falam, outros constroem. A Rússia tá firmando acordos e ampliando presença na África com projetos concretos. A gente aqui podia aprender: parceria boa é aquela que sai do papel e vira infraestrutura de verdade.
Zizi
18/04/2026
Olha só, meninos, enquanto o Ocidente vive de sancionar e explorar, a África e a Rússia vão costurando novas parcerias. É o mundo mudando de eixo, e tem gente aqui ainda achando que o “mercado” resolve tudo. A história ensina: quem se une por soberania e desenvolvimento, vence.
Eduardo C.
18/04/2026
Interessante observar como Moscou busca consolidar influência na África Central. Gostaria de ver números concretos sobre o volume de investimentos russos no Congo e quais setores realmente receberão esses recursos. Sem dados, é só retórica diplomática.
Rick Ancap
18/04/2026
Mais uma prova de que o “mercado livre” global é só papo furado. Esses acordos entre governos mostram que o poder real vem de quem controla energia e infraestrutura, não de quem “empreende” vendendo curso online. Mas vai ter gente achando que isso é capitalismo de verdade, só porque envolve petróleo.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Rick, é isso mesmo: o tal “livre mercado” sempre teve muleta estatal — das ferrovias inglesas do século XIX aos subsídios do petróleo americano hoje. O mito da autorregulação serve só pra esconder quem realmente manda: quem tem exército, energia e lobby.