Sergey Lavrov acusou os Estados Unidos de planejarem assumir o controle do petróleo iraniano enquanto preparavam um ataque contra o Irã.
O chanceler russo detalhou que o objetivo envolvia o fluxo de petróleo pelo Golfo Pérsico e pelo estreito de Ormuz. Conforme o Sputnik International, Lavrov afirmou que não acreditava em planos de destruição em larga escala da civilização.
Ele classificou a ideia como mera figura de linguagem. O estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no planeta e separa o Irã da Península Arábica.
Qualquer controle ou bloqueio nessa rota tende a gerar choques nos preços globais de energia e instabilidade econômica. Lavrov também avaliou o estado atual da OTAN durante sua fala.
Ele declarou que a aliança não se encontra em sua melhor forma, embora a Rússia não interfira em seus assuntos internos. O chanceler alertou ainda para o ressurgimento de ideologias extremistas na Europa.
Lavrov citou o reaparecimento de elementos do nazismo na Alemanha e na Finlândia, países que mais apoiam a Ucrânia contra a Rússia. Ele estendeu a crítica ao Reino Unido, afirmando que o país nunca esteve muito distante dessa filosofia política.
As declarações ocorrem em meio à disputa pelo controle energético no Golfo Pérsico. A República Islâmica do Irã mantém presença militar expressiva na região e adverte que qualquer intervenção externa será vista como agressão direta.
Analistas consideram o estreito de Ormuz peça central nas estratégias de segurança energética das grandes potências. Washington vê na área um instrumento de influência sobre o mercado global de petróleo.
A Rússia tem denunciado o uso da força militar como meio de dominação econômica na região. O Irã e a Rússia buscam reforçar sua posição diante das ações ocidentais no Oriente Médio.
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Fernando O.
18/04/2026
Lá vem mais uma rodada de xadrez geopolítico com o petróleo no centro. Difícil saber o quanto é fato e o quanto é narrativa, mas que os EUA sempre têm interesse onde há barris, isso é inegável. Enquanto isso, o resto do mundo paga a conta nas bombas e nos mercados.
Renato Professor
18/04/2026
Mais uma vez o velho jogo imperial se repete: o petróleo como instrumento de dominação. A economia solidária e a cooperação entre povos jamais florescem sob a lógica predatória do controle energético. É curioso como certos liberais chamam isso de “liberdade de mercado” quando, na prática, é pirataria geopolítica travestida de diplomacia.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Esses americanos não sossegam enquanto não botam a mão no petróleo alheio. Depois ainda querem dar lição de moral pro resto do mundo. Lembro quando o Brasil cuidava do próprio pré-sal e o povo tinha carne no prato e gasolina barata. Agora é só confusão e preço alto pra todo lado.
Pedro
18/04/2026
Enquanto esses caras brigam pelo petróleo do outro lado do mundo, aqui a gente rala pra encher o tanque e pagar IPVA. No fim, quem sente o baque dessas disputas é sempre o motorista comum, que vê o preço da gasolina subir sem dó.
Celio Fazendeiro
18/04/2026
Lá vem mais uma teoria russa pra justificar suas alianças duvidosas. Os americanos podem ter muitos defeitos, mas pelo menos garantem que o petróleo circule e o mercado funcione. Se depender de Moscou e Teerã, o mundo volta pra idade da pedra.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Mais uma vez o jogo de poder pelo petróleo ditando o tom das tensões internacionais. Lavrov fala o que muitos evitam dizer abertamente: o controle energético continua sendo o motor das guerras. O estreito de Ormuz é peça-chave, e quem domina ali, dita o preço do mundo.
Marcos Conservador
18/04/2026
Mais uma prova de que o comunismo internacional e seus aliados vivem inventando teorias conspiratórias pra desviar atenção dos próprios desmandos. Lavrov fala o que Moscou manda, e tem gente que ainda acredita. Enquanto isso, o mundo livre tenta manter a ordem e garantir o petróleo que move a economia.
Alice T.
18/04/2026
Marcos, “mundo livre” que precisa controlar o petróleo dos outros pra funcionar não parece tão livre assim, né? Engraçado como toda guerra por recurso vira “defesa da ordem” quando é o Ocidente que puxa o gatilho.
Tonho Patriota
18/04/2026
TÁ VENDO? EU AVISEI! OS EUA QUEREM DOMINAR O MUNDO E CONTROLAR O PETRÓLEO, ISSO É O COMUNISMO DISFARÇADO! ENQUANTO ISSO O LULA FICA FAZENDO O L E DANDO RISADA, VAI ACABAR TUDO NAS MÃOS DO GLOBALISMO!
Augusto Silva
18/04/2026
Tonho, comunismo é quando o Estado controla os meios de produção, não quando os EUA tentam controlar o petróleo alheio — isso chama-se capitalismo em modo turbo. E sobre o “globalismo”, relaxa: o único globalismo que o Lula defende é o do comércio que põe o Brasil de volta no mapa.