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Grupo gabonês ACK compra maior construtora de rodovias do país e encerra domínio francês

12 Comentários🗣️🔥 Uma rodovia com carros e pedestres, com casas em uma encosta ao fundo, no Gabão. (Foto: © STEEVE JORDAN / AFP) O grupo privado gabonês ACK adquiriu a Colas Gabon, maior empresa de construção de rodovias do país, encerrando décadas de controle francês sobre o setor. A Colas Internacional confirmou a venda de […]

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Uma rodovia com carros e pedestres, com casas em uma encosta ao fundo, no Gabão. (Foto: © STEEVE JORDAN / AFP)

O grupo privado gabonês ACK adquiriu a Colas Gabon, maior empresa de construção de rodovias do país, encerrando décadas de controle francês sobre o setor.

A Colas Internacional confirmou a venda de sua filial gabonesa, conforme reportagem do portal RFI. O valor da transação não foi divulgado.

A operação transfere o controle integral de ativos, equipamentos e equipe técnica para a holding local. Com isso, a ACK consolida sua posição como principal força na construção de estradas e pontes no Gabão.

A Colas Gabon atuava no país havia quatro décadas e detinha a maioria dos grandes contratos de infraestrutura. A empresa acumulou maquinário avançado e expertise técnica ao longo desse período.

Patrice Revangue Zavroza, diretor-geral da Mika Service, subsidiária da ACK, explicou os objetivos da compra. Ele afirmou que a operação permite incorporar títulos de mineração, instalações de fabricação e, especialmente, o corpo técnico qualificado da Colas Gabon.

O executivo destacou que a holding recupera profissionais com experiência internacional. Esse conhecimento deve fortalecer as capacidades produtivas nacionais.

A aquisição acompanha um movimento mais amplo de maior controle nacional sobre setores estratégicos. O Gabão já ampliou sua participação na produção de petróleo e no transporte aéreo nos últimos anos.

Apesar de ser exportador de petróleo, o país registra déficit histórico de infraestrutura terrestre. Muitas localidades permanecem isoladas mesmo 66 anos após a independência.

A escassez de estradas pavimentadas encarece o transporte e limita o escoamento de produtos agrícolas e minerais. Essa situação também restringe a integração territorial do país.

Analistas locais veem potencial duplo na operação. A medida pode reduzir a dependência de construtoras estrangeiras e favorecer a formação de mão de obra técnica nacional.

O governo tem incentivado a participação de grupos privados nacionais em áreas estratégicas. A ACK, que já opera em serviços industriais e mineração, assume agora papel de destaque na execução de obras rodoviárias.

A saída da Colas Internacional marca o fim de uma longa presença francesa na engenharia civil do Gabão. O principal desafio consiste em transformar o controle acionário em resultados concretos — estradas de melhor qualidade, maior conectividade e crescimento mais sustentável no médio prazo.


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Karina Libertária

20/04/2026

Ah, olha só, até no Gabão estão aprendendo a se livrar dessa dependência de ex-metrópole! É isso aí, business é business, quem tem capital e visão compra, quem não tem fica chorando subsídio. Aqui no Brasil o povo prefere esperar o governo dar bolsa, em vez de pensar em investir e crescer. Wake up, pessoal!

Rick Ancap

20/04/2026

Olha aí, o livre mercado funcionando do jeito que tem que ser: quem tem competência e capital leva. Chega de monopólio francês mamando em contrato estatal. Tomara que a ACK não vire mais uma empresa encostada em governo e mantenha eficiência de verdade.

    Clarice Historiadora

    20/04/2026

    Rick, é curioso te ver exaltando o “livre mercado” num setor que sempre dependeu de contratos públicos e lobby estatal. A ACK só chegou lá porque o Estado gabonês decidiu mudar o jogo — sem política, seu mercado livre continuaria bem francês.

Renato Professor

20/04/2026

Finalmente um sinal de soberania econômica africana que não depende da tutela das antigas metrópoles. Quando o capital local assume as rédeas da infraestrutura, o desenvolvimento deixa de ser caridade e passa a ser projeto nacional. Que sirva de exemplo para outros países ainda presos à dependência neocolonial.

Sgt Bruno 🇧🇷

20/04/2026

Tá aí um exemplo de país que tá acordando pra soberania, selva! Chega de estrangeiro mandando em tudo, cada nação tem que cuidar do seu próprio caminho. Comunista que chora com isso pode ir direto pra lata de lixo!

    Mariana Ambiental

    20/04/2026

    Sgt Bruno, curioso você falar em soberania e achar que vender pra outro grupo estrangeiro é “acordar”. Trocar o colonizador francês por um conglomerado privado de outro país não é libertação, é só mudar o CNPJ do dono.

Celio Fazendeiro

20/04/2026

Mais uma empresa africana nas mãos de empresários locais… ótimo pra eles, mas duvido que consigam manter o mesmo padrão técnico dos franceses. Essas aventuras nacionalistas costumam acabar em estrada esburacada e dinheiro público evaporando.

    Zizi

    20/04/2026

    Celio, meu filho, esse papo de que só europeu sabe fazer estrada é coisa de colônia que não se curou ainda. Deixa o povo africano mostrar que competência não tem cor nem passaporte.

Rubens O Pescador

20/04/2026

Olha só, até no Gabão o povo tá se livrando do cabresto estrangeiro e tomando as rédeas do próprio chão. Aqui no Brasil a gente também devia lembrar que quando o governo era do povo, as estradas saíam e o feijão tava barato. Independência de verdade é isso: o país cuidando do que é seu.

Fernando O.

20/04/2026

Interessante ver um grupo africano assumir o comando de um setor estratégico que antes era praticamente uma extensão da França. Se conseguirem manter eficiência e transparência, pode ser um bom sinal de autonomia econômica real. Agora, se virar só troca de bandeira com a mesma lógica de dependência, nada muda.

Evelyn Olavo

20/04/2026

Interessante ver um grupo africano retomando o controle de um setor tão estratégico. Depois de tanto tempo sob domínio francês, é um passo simbólico e prático rumo à soberania econômica. Espero que isso se traduza em melhores condições para os trabalhadores locais e não apenas em mudança de bandeira no comando.

    Francisco de Assis

    20/04/2026

    Perfeito, Evelyn! Quando o capital africano começa a mandar no próprio destino, o jogo muda de verdade. É a tal da soberania que a gente vive sonhando pro Brasil também — sair da coleira e construir com as próprias mãos.


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