Reinaldo Rossano assumiu o cargo de defensor público-geral do Distrito Federal, com meta central de ampliar o acesso da população a serviços de saúde e educação e reduzir a judicialização.
Em entrevista ao portal Metrópoles, o novo gestor explicou que o trabalho da Defensoria não se limita a acumular vitórias judiciais. O foco deve estar em garantir que o cidadão receba de fato o medicamento ou o atendimento buscado.
Com trajetória iniciada em 2009 e longa experiência no Núcleo de Execuções Penais, Rossano foi escolhido em lista tríplice pelos defensores públicos. Ele obteve 184 votos e foi nomeado pelo governador Ibaneis Rocha.
O defensor busca tornar a instituição mais próxima da população e mais eficaz na resolução de demandas. A nova gestão aposta na mediação de conflitos e na integração com outros órgãos para evitar o excesso de processos no Judiciário.
Uma das ações iniciais é a reativação da Câmara Permanente Distrital de Mediação em Saúde, conhecida como Camedis. O mecanismo reúne a Defensoria, a Secretaria de Saúde e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios para agilizar soluções em fornecimento de medicamentos e internações no SUS.
Rossano defende que a Defensoria atue como ponte entre o cidadão e o Estado. “O que interessa para nós é que o objetivo do nosso assistido seja atingido”, afirmou ele, conforme reportagem do portal Metrópoles.
No sistema penitenciário, área em que possui ampla vivência, o novo gestor pretende intensificar inspeções nos presídios. O objetivo inclui assegurar alimentação adequada, atendimento médico digno e maior apoio às famílias durante visitas.
Ele valoriza ferramentas como a Cartilha de Execução Penal e as carretas de serviços jurídicos da DPDF. Essas carretas representam iniciativa pioneira na América Latina ao levar atendimento diretamente às unidades prisionais.
Rossano reconhece as dificuldades estruturais do sistema prisional e ressalta a importância da coordenação entre a Secretaria de Administração Penitenciária, o Judiciário e o Ministério Público. O objetivo é promover ressocialização efetiva.
A Defensoria prepara concurso público para o cargo de analista de apoio à assistência jurídica. O edital, organizado pelo Instituto Access, deve ser publicado até meados de 2026 e oferecerá sete vagas imediatas, além de cadastro de reserva com salários de até R$ 9 mil.
As oportunidades abrangem processos administrativos, serviço social e psicologia. As nomeações estão previstas para ocorrer ainda em 2026, o que reforçará o quadro técnico da instituição.
Rossano sinalizou a realização futura de novo concurso para defensores públicos. Ele afirmou ter plena consciência de que os avanços dependem diretamente do fortalecimento do corpo de pessoal.
Entre 2023 e 2025, a DPDF registrou quase cinco mil pedidos de vagas em creches públicas. A instituição participa de acordo de universalização em ação civil pública que busca zerar as filas até 2028.
Essa estratégia já produziu redução no número de ações judiciais sobre educação infantil. O trabalho conjunto com o governo do Distrito Federal prioriza soluções administrativas e o respeito às filas oficiais.
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Karina Libertária
20/04/2026
Ah pronto, mais um falando de “acesso” e “serviço público” como se o dinheiro caísse do céu! Em vez de depender do Estado, o povo devia aprender a se virar, investir, pensar global, fazer seu próprio “upgrade”. Aqui em Miami ninguém fica esperando Defensoria pra resolver nada, cada um corre atrás do seu.
Silvia D.
20/04/2026
Excelente ver alguém na Defensoria colocando saúde e educação como prioridade. O SUS precisa desse tipo de parceria institucional para funcionar melhor e evitar que tudo acabe em processo. Que ele consiga fortalecer a atenção básica e garantir atendimento digno para todos.
Luciana
20/04/2026
Tomara que ele consiga fazer diferença de verdade. Saúde e educação são o básico, mas o povo sofre é pra conseguir remédio e vaga em escola. Que o foco saia do discurso e vá pro resultado, porque promessa a gente já viu demais.
Augusto Silva
20/04/2026
Boa notícia em tempos de tanto retrocesso. Se a Defensoria do DF realmente focar em garantir saúde e educação, está atacando o cerne da desigualdade brasileira. Que sirva de exemplo para o resto do país — justiça social não se faz com slogans, e sim com política pública bem executada.
Tonho Patriota
20/04/2026
AH PRONTO, MAIS UM “DEFENSOR” QUE VAI DEFENDER É O COMUNISMO! FICA FALANDO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO, MAS NINGUÉM FALA DO NÍOBIO QUE PODIA SALVAR O BRASIL! FAZ O L AÍ E ESPERA SENTADO O SUS FUNCIONAR, PQ A TERRA É PLANA MAS A PACIÊNCIA DO POVO ACABOU!
Clarice Historiadora
20/04/2026
Tonho, o SUS que você desdenha é o mesmo que vacina, faz transplante e salva milhões — inclusive quem acredita em nióbio milagroso e Terra plana. Informação também é um direito, viu?
Pedro
20/04/2026
Tomara que ele consiga mesmo melhorar o acesso à saúde e educação, porque a gente que vive na rua todo dia vê o sufoco que tá. Enquanto isso, o preço da gasolina e do IPVA só sobe e sobra pouco pra cuidar da própria saúde.
Tadeu
20/04/2026
Legal ver alguém falando em reduzir judicialização, mas quero ver é resultado prático. Saúde e educação são importantes, claro, mas o que pesa mesmo é o impacto disso no bolso do contribuinte. Se otimizar custos e melhorar o serviço, aí sim faz diferença.
Beto Engenheiro
20/04/2026
Tomara que ele consiga tirar do papel algo concreto. Falar em acesso à saúde e educação é bonito, mas quero ver resultado prático: menos fila, mais escola funcionando. Se tiver obra, ótimo. Se for só discurso, daqui a pouco ninguém lembra mais.
Alice T.
20/04/2026
Tomara que essa gestão realmente saia do discurso e chegue na ponta, né? Porque falar em acesso à saúde e educação é bonito, mas enquanto o SUS tá sucateado e escola pública sem professor, o povo continua sendo empurrado pra fila da Defensoria. Quero ver é resultado concreto, não só promessa de posse.
Evelyn Olavo
20/04/2026
Tomara que essa nova gestão da Defensoria consiga mesmo tirar do papel essa prioridade em saúde e educação. O povo sofre demais com a burocracia e a falta de atendimento básico. Se conseguirem reduzir a judicialização e resolver mais rápido, já será um grande avanço para o DF.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Mais um burocrata achando que vai resolver tudo com discurso bonito sobre saúde e educação. Enquanto isso, o produtor rural continua atolado em papelada e imposto, e quem gera riqueza pro país é tratado como vilão. Quero ver quando vão priorizar quem realmente trabalha.
Jeferson da Silva
20/04/2026
Celio, quem “realmente trabalha” também é o operário que rala 10 horas na fábrica pra produzir o trator que você usa. Saúde e educação públicas não são discurso bonito, são o mínimo pra quem sustenta esse país com o suor nas mãos.