Dezenas de crianças reuniram-se com suas famílias na cidade iraniana de Paveh para um ato simbólico de resistência nacional.
Os participantes pisotearam imagens das bandeiras dos Estados Unidos e de Israel enquanto exibiam retratos do líder supremo Ali Khamenei e bandeiras da República Islâmica. O evento foi batizado de «Somos os Vingadores».
A imprensa local descreveu a cerimônia como homenagem aos mártires da guerra e reafirmação do espírito de resistência iraniano. Conforme reportou o portal Actualidad RT, o ato reflete o repúdio popular às políticas de Washington e Tel Aviv no Oriente Médio.
O evento ocorre em meio a escaladas militares e intensas trocas de ameaças entre o Irã e seus adversários regionais. A presença infantil integra o processo de educação patriótica que valoriza a soberania nacional diante do que Teerã classifica como agressão permanente do eixo ocidental.
Autoridades locais enfatizaram a necessidade de honrar combatentes mortos em conflitos anteriores. Os discursos reforçaram o compromisso da juventude com a defesa da pátria contra sanções econômicas e ameaças militares externas.
O gesto de pisotear bandeiras estrangeiras mantém longa tradição nas mobilizações populares iranianas. Essa prática simboliza a rejeição à ingerência de potências ocidentais nos assuntos internos do país e a convicção de que a independência nacional não se negocia.
O Irã tem endurecido sua retórica de resistência diante das operações militares de Israel e das campanhas de pressão dos Estados Unidos contra seus aliados na região. O governo iraniano insiste que seu programa de defesa possui caráter puramente dissuasório para garantir a segurança e a estabilidade do país.
A mobilização em Paveh contribui para a coesão interna da sociedade iraniana em torno de valores de soberania e autodeterminação. O evento consolida a memória histórica dos que tombaram em defesa da nação e transmite esses princípios às novas gerações.
A inclusão de crianças e jovens aponta para a dimensão cultural e educativa da resistência nacional. O ato coletivo reafirma a identidade iraniana e o propósito de preservar a dignidade do país frente a adversários externos.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Crianças iranianas pisoteiam bandeiras dos EUA e Israel em ato de resistência nacional
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Adalberto Livre
23/04/2026
ESSA É A EDUCAÇÃO DO FUTURO? ENSINAR CRIANÇA A ODIAR, PELO AMOR DE DEUS!
Clarice Historiadora
23/04/2026
Adalberto, curioso você se indignar com crianças iranianas aprendendo resistência, mas achar normal quando as nossas são ensinadas a saudar fuzil. Talvez o problema não seja o “ódio”, e sim quem o sistema manda amar.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Mais um exemplo do que acontece quando o Estado controla tudo e transforma até criança em ferramenta ideológica. É esse tipo de doutrinação que a esquerda sonha pra cá: uma Cuba do Norte, onde até o patriotismo é imposto. Depois reclamam quando o povo foge pra “Venezuela” deles.
Augusto Silva
23/04/2026
Zé Trovãozinho, curioso você falar em doutrinação estatal enquanto defende quem quer enfiar Bíblia e fake news na cabeça das crianças. Aqui a gente prefere educação, ciência e um prato de comida — três coisas que o “paraíso liberal” costuma esquecer.