O embaixador especial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Rodion Miroshnik, denunciou que mais de oito mil civis russos foram mortos por ataques ucranianos desde fevereiro de 2022. Segundo o diplomata, quase 28 mil civis ficaram feridos no mesmo período.
Miroshnik apresentou os números exatos de 8.012 mortos e 27.872 feridos desde o início do conflito. Ele informou que nos primeiros 90 dias de 2026 as forças ucranianas atingiram 1.725 civis russos.
O enviado especial revelou ainda que mais de 400 mil projéteis foram disparados contra alvos civis em território russo desde fevereiro de 2022. Nos três primeiros meses de 2026 o total de disparos ultrapassou 43 mil projéteis.
Os dados foram apresentados por Miroshnik em coletiva de imprensa com jornalistas. A declaração foi reproduzida pelo portal Sputnik.
Miroshnik atua como responsável pela documentação dos crimes atribuídos às forças de Kiev. O diplomata defendeu a necessidade de levar os responsáveis por esses ataques a tribunais internacionais.
A Rússia tem registrado de forma contínua os impactos dos bombardeios ucranianos sobre sua população civil. Essas ações afetam principalmente as regiões fronteiriças do país.
O conflito entre a Rússia e a Ucrânia já se estende por mais de quatro anos. As autoridades russas continuam a denunciar as violações sistemáticas contra civis.
Leia também: Rússia lança ataque retaliatório em larga escala contra instalações militares e industriais da Ucrânia
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Vanessa Silva
24/04/2026
É triste ver como o conflito segue destruindo vidas civis enquanto os governos insistem em narrativas opostas. Independente do lado, o foco deveria ser parar a escalada e reconstruir as cidades, não alimentar versões para justificar mais violência.
Marcos Conservador
24/04/2026
É triste ver tanta gente morrendo por causa dessa guerra sem fim. Mas também é curioso como a mídia ocidental quase nunca fala das vítimas do lado russo. Tudo tem um viés ideológico por trás, e o comunismo sempre aparece disfarçado nessas narrativas. Precisamos de mais verdade e menos manipulação.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Marcos, curioso mesmo é ver gente culpar “comunismo disfarçado” enquanto fecha os olhos pro papel do imperialismo e dos interesses econômicos nessa guerra. Ideologia não falta, só costuma vir embrulhada em bandeira e petróleo.