Requião relembra Banestado: roubalheira tucana desviou meio trilhão - O Cafezinho

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sábado

3

outubro 2015

34

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Requião relembra Banestado: roubalheira tucana desviou meio trilhão

Escrito por , Postado em Conteúdo Livre



O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento esta semana sobre a mãe de todas as corrupções.

Não foi mensalão, não foi petrolão.

Foi o Banestado.

(Na época, a imprensa não dava apelido com “ão”, não fazia infográficos, charges, não fazia campanha).

Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões.

Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação.

O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil.

É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso.

O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada.

Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.

***

Discurso de Roberto Requião.

Senhoras e senhores senadores,

Quero aproveitar hoje esse clima justiceiro que faz arder em santa ira os corações dos que levantam as bandeiras do civismo e da luta contra a corrupção, para lembrar o maior escândalo, o escândalo-mãe de todas as vergonhas e malfeitos recentes.

Vou relembrar aqui o caso Banestado, devassa feita entre os anos 1966 e 2002, época em que, como se sabe, o hoje tão indigitado partido dos trabalhadores era oposição. E o PSDB, PMDB, PTB, PFL, agora DEM, eram governo.

A investigação do caso Banestado, intitulada no âmbito policial de ‘Operação Macuco’, foi a maior investigação criminal do país de todos os tempos, e a precursora de outras grandes operações que se sucederam nas gestões dos presidentes lula e Dilma.

O caso Banestado começou na delegacia da Polícia Federal de foz do Iguaçu, para apurar o uso irregular das contas CC5 do banco, conforme menção do relatório final da CPI dos Precatórios, tendo, à época, contado com o entusiasmo e a colaboração do procurador da República Celso Três.

O inquérito mãe (inquérito 207/98 – DPF/Foz do Iguaçu) foi presidido pelo delegado federal José Castilho Neto e sua equipe de policiais federais, composta dentre outros pelos peritos criminais Renato Barbosa e Eurico Montenegro .

Em diligências realizadas em Nova Iorque/Estados Unidos, por quase seis meses, com o auxílio do FBI e do Ministério Público distrital local, foi quebrado o sigilo bancário de 137 contas-corrente da extinta agência do Banestado naquela cidade, contas que tinham como procuradores os principais doleiros brasileiros. Esses mesmos que estão aí enredados na Operação Lava Jato.

Com isso, descobriu-se, em um primeiro momento, o desvio e a evasão de divisas brasileiras no montante de 30 bilhões de dólares, o que possibilitou aos investigadores traçarem o que se chamou “mapa da corrupção brasileira”.

Com o prosseguimento da investigação, os desvios de dinheiro e a evasão de divisas revelaram-se ciclópicos, chegando à fantástica cifra de 124 bilhões de dólares.

Essa quantia jamais apurada em qualquer outro escândalo nacional envolvia, como beneficiários finais, nomes coincidentes com os de integrantes da alta cúpula do empresariado e da política nacional à época, em especial a políticos ligados ao PSDB, dentre outros.

Como não se ignora, e se ignora é porque a omissão é seletiva e altamente conveniente, o período da investigação da CPI foi dos anos de 1966 a 2002.

No entanto, o delegado Castilho, no início do governo Lula, por ordem do ministro da Justiça Márcio Thomás Bastos foi afastado das investigações, e outro delegado assumiu a presidência do inquérito.

Com isso, o rastreamento do dinheiro no exterior foi interrompido e nunca mais retomado.

Em consequência, a prova criminal ficou prejudicada, pois no crime financeiro a materialidade delitiva é o dinheiro e o seu rastro, sem o que não há prova hábil à condenação.

Ao invés de prosseguir o rastreamento do dinheiro evadido para chegar aos verdadeiros protagonistas do esquema criminoso, estranhamente, o novo delegado, com o aval do diretor geral da Polícia Federal, optou por apenas investigar em território nacional, através da operação policial intitulada “Farol da Colina”, os doleiros responsáveis pela evasão.

Setenta doleiros foram presos, com alta repercussão midiática, inclusive Alberto Youssef. Mas sem qualquer efeito prático, pois tais crimes continuaram a serem praticados, como se há de ver nos escândalos posteriores .

Os processos foram em sua maioria presididos pelo juiz Sérgio Moro da Justiça Federal de Curitiba. No entanto, ou geraram absolvição por falta de provas ou prescreveram por inércia da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

Nos inquéritos do caso Banestado, o doleiro Alberto Youssef foi indiciado ao menos cinco vezes, tendo sido condenado em um deles.

O banco de dados com indícios criminais, elaborado à época, serviu de base durante os dez anos subsequentes para o fomento de todas as grandes investigações de crime financeiro no país, incluindo a operação “Lava Jato”.

Esse o grande legado do trabalho do delegado Castilho e do promotor Celso Três e suas equipes.

O legado do banco de dados, o desvendamento do caminho do dinheiro, do modus operandi, a revelação dos nomes e sobrenomes dos notáveis que desviaram, a valores da época, 124 bilhões de dólares, muito mais que as reservas cambiais do Brasil então.

Especulou-se muito porque o falecido ministro e advogado de tantas causas Márcio Thomas Bastos, que efetivamente mandava na polícia federal, mudou o delegado que presidia o inquérito e os rumos da investigação.

O ex-ministro não está mais entre nós, deixemos de lado as perguntas sem respostas.

Senhoras e senhores senadores,

Com toda certeza, se o inquérito presidido pelo delegado Castilho e acompanhado de perto pelo procurador Celso Três tivesse se completado, com o rastreamento do dinheiro no exterior, não teríamos os escândalos que se sucedem ininterruptamente na última década.

Por que o inquérito-mãe, o ponto de partida para desvendar toda a trama da corrupção no país foi abandonado?

Por que nunca se seguiu o rastro dos 124 bilhões de dólares desviados para o exterior?

Como investigar os desvios de hoje sem retomar as investigações do delegado Castilho e do procurador Celso Três?

Lá estão os fios da meada. Lá estão os nomes, todos os nomes. A nomenclatura toda. Lá está a tecnologia da corrupção, da fraude, do roubo, da sonegação, da malversação, da propina, dos trambiques, das concorrências e compras viciadas, superfaturadas.

Lá estão Alberto Youssef e os setenta doleiros. Lá estão as delações premiadas, que logo em seguida foram traídas pelos delatores.

Nada, por mais espantoso que se apure hoje é novidade frente àquela desditosa investigação.

Tenho a convicção que enquanto a “Operação Macuco” não for retomada, continuaremos esse cansativo e inútil trabalho de carregar pedras até o topo da montanha, para vê-las em seguida despencar. E tudo recomeçar,

Por fim, uma notícia que confirma a seletividade de determinadas operações de combate à corrupção.

O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, noticiou nos dias 27 e 28, domingo e segunda passados, que a delação, devidamente premiada, de Alberto Youssef sobre corrupção no governo de Jaime Lerner, sumiu do processo. Escafedeu, evaporou-se, criou asas, ninguém sabe, ninguém viu.

Tão simples assim: a delação de Alberto Youssef no caso Copel/Olvepar, onde os meliantes levaram mais de 150 milhões de reais da empresa paranaense de energia, envolvendo figuras de proa do então governo estadual, sumiu do inquérito.

Noticia a Gazeta que a duras penas tenta-se reconstruir a delação do doleiro.

Mesmo que quisesse, não encontraria um epílogo à altura do desmonte das investigações do Banestado que essa informação sobre o desaparecimento da denúncia de Youssef no escândalo Copel/Olvepar.

E espero que todos os que se levantam contra a corrupção e os corruptos fiquem indignados como eu, diante da impunidade do caso Banestado e diante do sumiço da delação desse tão famoso e até mesmo cultuado personagem chamado Alberto Youssef.

Por fim, ao delegado Castilho, aos peritos criminais Renato Barbosa e Eurico Montenegro e ao procurador Celso Três, minhas homenagens pelo pioneirismo das investigações de lavagem de dinheiro, fraudes financeiras, fraudes fiscais, corrupção.

“Operação Macuco”, foi lá que tudo começou.

Aliás, um pergunta para o ministro Cardozo e para a Polícia Federal: por onde anda o delegado José Castilho Netto?

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário

Editor em Cafezinho
Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.
Miguel do Rosário

sábado

3

outubro 2015

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Favor seja cuidadoso com as palavras. Em alguns casos, haverá moderação. Seja paciente.

34 Comentários em "Requião relembra Banestado: roubalheira tucana desviou meio trilhão"

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LALVES
Visitante
A FARSA DO TRIPLEX DE GUARUJÁ UM TIRO NO PÉ DO PAVÃO MISTERIOSO DE CURITIBA BLINDADOR DE 300 POLÍTICOS MEGA DELATADOS E SEPULTADOR DO ESCÂNDALO BANESTADO SERGIO MORO MANTEVE SOLTOS TODOS SO 70 DOLEIROS PRESOS NA “OPERAÇÃO MACUCO” DO DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO, MORO SOLTOU YOUSSEF E BLINDOU 300 POLÍTICOS NO ESCÂNDALO BANESTADO NO PARANÁ (1997, 199 E 2002) E PLANEJOU A LAVA A JATO VINTE ANOS MAIS TARDE, PASMEM, COM OS MESMOS ATORES. COM A COBERTURA PIROTÉCNICA DA REDE GLOBO E DAS EMISSORAS ASSOCIADAS AO CAPITAL ESTRANGEIRO, ESSES CANALHAS ENTREGARAM O PRESAL AOS GRINGOS E AINDA PARALISARAM DUAS MILA… Read more »
LALVES
Visitante
A FARSA DO TRIPLEX DE GUARUJÁ UM TIRO NO PÉ DO PAVÃO MISTERIOSO DE CURITIBA BLINDADOR DE 300 POLÍTICOS MEGA DELATADOS E SEPULTADOR DO ESCÂNDALO BANESTADO SERGIO MORO MANTEVE SOLTOS TODOS SO 70 DOLEIROS PRESOS NA “OPERAÇÃO MACUCO” DO DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO, MORO SOLTOU YOUSSEF E BLINDOU 300 POLÍTICOS NO ESCÂNDALO BANESTADO NO PARANÁ (1997, 199 E 2002) E PLANEJOU A LAVA A JATO VINTE ANOS MAIS TARDE, PASMEM, COM OS MESMOS ATORES. COM A COBERTURA PIROTÉCNICA DA REDE GLOBO E DAS EMISSORAS ASSOCIADAS AO CAPITAL ESTRANGEIRO, ESSES CANALHAS ENTREGARAM O PRESAL AOS GRINGOS E AINDA PARALISARAM DUAS MILA… Read more »
Francisco
Visitante

Amigo, estou começando a ler sobre este caso do BANESTADO, nesta época eu era criança e nada sei sobre. Me permita fazer uma pergunta até mesmo boba, mas lá vai: – De onde saíram os US$ 124 bilhões que deixaram o Brasil?

Heitor José de Souza
Visitante

Não vejo a hora dessa roubalheira acabar. Que saudades do regime militar!

mary da silva
Visitante
Heitor,,, Vou citar uma das corrupções na era militar;Delfim e a Camargo Corrêa.. Delfim Netto – ministro da Fazenda durante os governos Costa e Silva (1967-1969) e Médici, embaixador brasileiro na França no governo Geisel e ministro da Agricultura (depois Planejamento) no governo Figueiredo – sofreu algumas acusações de corrupção. Na primeira delas, em 1974, foi acusado pelo próprio Figueiredo (ainda chefe do SNI), em conversas reservadas com Geisel e Heitor Ferreira. Delfim teria beneficiado a empreiteira Camargo Corrêa a ganhar aa concorrência da construção da hidrelétrica de Água Vermelha (MG). Anos depois, como embaixador, foi acusado pelo francês Jacques… Read more »
mary da silva
Visitante

Os militares não roubam? quanta ingenuidade!!!

mary da silva
Visitante

Os militares não existe corruptos? até parece!quanta ingenuidade!

Odil
Visitante

Como pode esse pessoal dizer que o pt roubou Mais ?????????????????

Agostinho Alfaro
Visitante
Sr. Requião acho que deveria explicar com quem o sr. conseguiu a liberação de sua empresa de extração de árvores nativas e de lei da Amazonia!!!!! Pois é um absurdo a extração legalizada e os milh~es de dólares que ganhas com isto!!!! E outra se informe melhor antes de ficar falando mentiras discaradas!!! E o nióbio que o sr extrai irregularmente!!! Me explique???? claro que o sr, se omitirá e não responderá!!!! Como toda a classe politica atual um bando de ladrões!!!!! Mas leia abaixo a verdade!!! 4. Sergio Moro arquivou a corrupção do caso do Banestado. 2833333681-sergio-moro-juiz-federal Um dos… Read more »
José Safrany Filho
Visitante

EIS PORQUE AQUI QUEM MANDA SÃO OS IANQUES E SEUS INDICADOS LOCAIS… QUASE MEIO TRILHÃO DESVIADO E EM CONTAS EM NOVIORQUE, PRINCIPALMENTE (ALÉM DAQUELAS TRADICIONAIS NAS SUÍÇAS DE COSTUME…). É A FARRA DEMO-TUCANA, HERDEIRA DOS SEUS MESTRES DA DITADURA/64. MAS A MÍDIA MANIPULADORA, CORRUPTA TAMBÉM, MENTIROSA E “FORMADORA” DE ALIENADOS, ESTAVA COM A MESMA DITADURA/64 E O ATUAL GOLPISMO PARA CONTINUAR ESFOLANDO, ROUBANDO, MANIPULANDO E FAZENDO TROÇA DO POVO BRASILEIRO. ATÉ QUANDO???
ACORDE POVO E VAMOS FAZER UMA REVOLUÇÃO DE VERDADE PARA ACABAR COM ESSAS QUADRILHAS, DAQUI E DE FORA!!!

Garru João Luiz Garrucino
Visitante

AS IGREJAS DOS HOMENS ABORTO ESTUPROS VIOLENCIA E MACHISMO CONTRA AS MULHERES E DEMOCRACIA E LIBERDADE QUE AINDA NÃO TEMOS ENQUANTO NÃO HOUVER O RESGATE DO CRISTIANISMO PRIMITIVO

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1803365833229683.1073741933.100006688509487&type=1&l=ae269dab94

Garru João Luiz Garrucino
Visitante
Uma revolução no Brasil teria que fuzilar o dobro ou o triplo das revoluções soviética, chinesa e cubana? Apesar da falação toda que nos jogaram na cabeça dizendo que houve muitos fuzilamentos em tais revoluções e que teriam sido um banho de sangue ou horror as vezes brinco imaginando como seria acontecer uma revolução destas no Brasil ainda governado pelas velhas oligarquias há 516 anos. Falam em tais revoluções como se fossem coisas do diabo, do capeta, um fim de mundo…um apocalipse…. Mas se estão segurando até hoje as mudanças nos Brasil e impedindo a democracia efetiva ao povo de… Read more »
Celso Ferreira de Albuquerque
Visitante

as datas não seriam 1996-2002 ?

Alair
Visitante

Se fosse fuzilar quem não presta no Brasil, seria mais fácil colocar os que prestam em 3 ônibus e o resto entrar na bala.
Claro que exagerei, mas eu afirmo que, apesar de não seguir templo ou igreja, eu digo que dentro do Movimento Espírita estão os melhores, esses frutos do Lutero, tem que irem para o paredão.
O Doido do Bolsonaro fala que tem matar mais de 30 mil, mas os que ele fala em matar são do PT ,eu acho que tem que matar mais 50 milhões acabar com essas igrejas protestantes e Partidos cristãos.

M
Visitante

Se os órgãos de comunicação tivessem mais compromisso com a transparência nas suas informações as coisas poderiam ser melhor, por que a impressa só informa e não formam o cidadão ,alguns dos fatos que acontecem hoje já aconteceram no passado não muito distante, falta de conhecimento da história do Brasil, se a história fosse de conhecimento de todos os mesmos fatos não se repetiriam, principalmente quando um partido tem a ideologia voltada para os mais carentes.

Fernando Oliveira
Visitante

Engraçado é que o relatório do deputado petista José Mentor previa indiciamentos de inúmeros (mais de 90) e notórios facínoras, tais como Celso Pitta e Paulo Maluf. Este se tornou um amigo de todas as horas do PT depois que um acordo entre o relator petista e o presidente tucano da CPI deixaram tudo virar pizza.

SILVIO MIGUEL GOMES
Visitante
Eu também pensei nisso depois que os Tucanos ganharam em São Paulo. Mas, contra a grande imprensa. Acompanhei o Massacre ao Maluf desde 1976 e por isso votei em Mário Covas, Serra, mas também votei em gente boa como Audálio Dantas e outros. Para minha surpresa com o tempo assisti a grande imprensa (lia a FOLHA) protegendo e acobertando as ladroeiras e incompetência dos Tucanos, com a ajuda da Justiça. Era jovem, não mais me engano e escolhi, da mesma forma que a grande imprensa, com seus barões e alguns de seus Jornalistas escolheram EDUARDO CUNHA, AÉCIM NEVES.
Fernando Oliveira
Visitante

E…?

Rodrigo
Visitante

Bom, e por que o petê não fez nada para apurar a roubalheira? Há treze anos que o governo petista tem o comando da PF e nomeou muita gente nos tribunais superiores, né? Ou o governo só determina que se investiguem a roubalheira perpetrada pelo petê? Ou o petê não tem interesse em investigar o roubo dos outros, desde que possa roubar tranquilamente? Ou será que não investiga porque há amigos petistas ( ou até mesmo os próprios petistas ), como os donos das empreiteiras amigas envolvidas na roubalheira ?

SILVIO MIGUEL GOMES
Visitante

O processo foi arquivado pelo Tribunal Superior (taí tudo aí na internet). O Tribunal Superior alegou que o Juiz Moro, MP e Policia fizeram cagada (vou no popular).
Foi recuperado apenas uma mixaria apenas para disfarçar.
Estão tentando reabrir o caso.
JÁ LEMBRARAM que está fazendo 20 anos e vai prescrever o processo contra o banqueiro Angelo Calmon de Sá (é assim que funciona a Justiça no Brasil)

SILVIO MIGUEL GOMES
Visitante

Quem investiga é a Polícia (que deve ter independência – aqui em SP não tem), o MP acompanha e o Juiz julga, como em qualquer país civilizado.

Fernando Oliveira
Visitante

porque o PT adora se fazer de vítima, mas não tem competência pra investigar e punir ninguém. Um bando de virgens bobinhas..

SILVIO MIGUEL GOMES
Visitante

PARTIDO POLÍTICO investiga e puni somente em ditaduras de direita e de esquerda, como aconteceu e acontece ainda em vários países do mundo

JURIDICO
Visitante

minha opiniao que youssef vou solto para preparar o petrolao

JK
Visitante
Levando em consideração a inflação desde 2002 a roubalheira tukana já ultrapassou US$ 250 bilhões de dólares. Fora a correção monetária e cambial que nem se quer eu incluir. Além de só ter sido desifrado apenas US$ 124 bilhões, sabendo que havia ter tido mais desvio mas que infelizmente foi interrompida a investigação. Se pegar US$ 250 bilhões e multiplicar por 4 que atualmente o nosso câmbio, já ultrapassou mais de R$ 1 trilhão de reais a roubalheira. Sugiro que o blogueiro fizesse um Roubometro para medir a corrupção tanto o antigo quanto os novos que surgirem. Nessas horas os… Read more »
SILVIO MIGUEL GOMES
Visitante

MUITO BOM!. ESTOU DIVULGANDO PELA INTERNET. FALÔ!!!!

Irion
Visitante

Grande Requião! Temos ainda alguns políticos decentes, que não vendem a alma ao diabo (melhor dizendo, ao GRANDE SATÃ…)

Messias Franca de Macedo
Visitante

https://soundcloud.com/redebrasilatual/eduardo-cunha-figura-de-heroi-criada-pela-midia-golpista-vai-se-desmoronando

Contas na Suíça devem render novos processos contra Eduardo Cunha
O analista político, Paulo Vannuchi, comenta sobre as denúncias de contas na Suíça que ampliam pressão contra o presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha.

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.redebrasilatual.com.br/radio/colunistas/paulo-vannuchi/2015/contas-na-suica-aumentam-pressao-sobre-eduardo-cunha

Messias Franca de Macedo
Visitante

https://www.youtube.com/watch?v=SksYn1qyQPw&feature=youtube_gdata

Requião relembra Banestado: roubalheira tucana desviou meio trilhão

Por jornalista Miguel do Rosário
03 outubro 2015

NOTA: o vídeo é uma dica do Ronaldo Souza – Salvador-Ba

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.ocafezinho.com/2015/10/03/requiao-relembra-banestado-roubalheira-tucana-desviou-meio-trilhao/#more-32354

marco
Visitante

A intenção de destinar as investigações ao MORO,foi proposital.Não para fazer o mesmo.Sim por ser UM DOS NÃO MUITO SIMPÁTICOS À DEMOCRACIA,e com isso tentar colaborar com a DIREITA!

ALCIDES GALDINO DOS ANJOS
Visitante

Sem dúvida a roubalheira é Secular e enquanto tivermos desembargadores nomeados pelos Quintos Constitucionais e Ministros do STF nomeados por políticos, ” A ARTE DOS CINCO DEDOS” vai continuar. Infelizmente, Já esqueceram o BANESTADO , MENSALÃO, etc.. e o País continua no atraso. O Brasil tem 60.000.000,00(sessenta milhões de analfabetos funcionais (pessoas que estudaram no máximo 02 anos), segundo dados do Governo. Enquanto não houver educação pública e de qualidade, esta situação não mudará. “Tudo está dominado”.

Victor
Visitante

Seria uma macuco, um parente afastado de um tucano, hein?

Victor
Visitante

Seria um macuco, um parente afastado de um tucano, hein?

Lasara Alves Ferreira
Visitante
CENAS DE GANGSTERISMOS MARCARAM OS OITO ANOS DA “OPERAÇÃO ABAFA DO ESCÂNDALO BANESTADO NO GOVERNO FHC” E A “TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” CRIADA POR FHC E GERALDO BRINDEIRO (ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA DE FHC) A ESPOSA DE SERGIO MORO ADVOGADA DOS TUCANOS E DA SHELL: COMO OCORRERAM AS QUEIMAS DE ARQUIVOS NA SHELL A ESPOSA DE SERGIO MORO ROSÂNGELA QUADROS MORO ADVOGOU PARA A SHELL NO CASO DO ASASSINATO DOS AUDITORES DA SHELL ASSASSINADOS NO BRASIL (ZERA TODD STAHELI E MICHELLI STAHELI VIERAM AO BRASIL EM 2002 PARA INVESTIGAR AS RELAÇÕES PROMÍSCUAS DE DIRETORES DA SHELL COM O SINISTRO GENRO… Read more »
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